2º Sarau Cinematográfico
orgulhosamente apresenta:
Irmãos Panarotto em:
Tchuco, Baúco e Sporcatione.
[Aversão do diretor]
Release – 02
Tchuco Baúco e Sporcatione é a primeira incursão cinematográfica dos Irmãos Panarotto. Um filme produzido a partir de uma viagem dos dois irmãos pela Europa. Foram sete países visitados em dois meses. A base de operações foi na Itália e dali eles foram para outros lugares como França, República Tcheca, Irlanda, Hungria, Áustria e Espanha. Sempre com uma câmera na mão e nenhuma idéia na cabeça. Simplesmente filmando de forma aleatória e intuitiva, observando e registrando as coisas que iam acontecendo ao seu redor. A viagem contou com a participação do cineasta uruguaio radicado em Florianópolis que acompanhou a dupla em vários momentos, hora filmando, hora fotografando e hora dirigindo.
“O filme não é um musical, mas poderia ser. No final de contas, não passa de um apanhado de situações que remetem a proposta da dupla: um western spaghetti sem violência, sem sangue/catchup, mas com algumas pitadas de bom humor. O nome escolhido foi uma referencia ao diretor italiano Ettore Scola. Muito mais do que isso, o título surge em função da estética que o filme apresenta. É tchuco quando as imagens aparecem balançando como se a câmera não tivesse controle nem direção. É baúco quando aparecem as mais diversas situações sempre com bom humor. É sporcatione no sentido largado da coisa, despretensiosa e suja enquanto proposta de sonoridade/estética.” Demétrio Panarotto
“A coisa toda foi gravada de maneira experimental e informal. A grande sacada foi a participação de Marco Martins que se prontificou a dar forma ao conteúdo filmado. Foi ali na sala de edição que a coisa toda começou a ganhar forma.” Roberto Panarotto
“Há muito tempo vinha propondo algo para ser feito ou com a banda Repolho ou com os Irmãos Panarotto. Gosto de lidar com esse universo musical do vídeo clip e essa foi uma excelente oportunidade de exercitar. Nos divertimos muito na edição do material ao perceber que as imagens se encaixavam com as propostas musicais e quando isso não acontecia gerava uma estranheza interessante.” Marco Martins
“Essa versão que Chapecó vai ver no dia 21 de junho de 2008, é a versão final do filme. Com cerca de 30 minutos de duração. A primeira versão havia sido lançada no mês de janeiro em Florianópolis e tinha 16 minutos. Ou seja o filme quase duplicou. É tudo em dobro e proporções absurdas.” Roberto Panarotto
Sinopse
“Tá eu concordo. Ter chamado isso de filme talvez tenha sido um exagero.”Com essas palavras de Roberto Panarotto introduzimos o texto da sinopse do filme. Que nada mais são do que experiências cinematográficas amadoras em uma proposta digital. Ou seja, o bom e velho filme caseiro redimensionado para uma outra perspectiva. Pode gerar polêmica. Porque o filme na verdade não tem uma história. E também não é um musical. Na verdade é uma reunião de cenas de viagem, quase um road movie, com elementos experimentais e um título engraçado. Se eles estão perdidos ou não, não interessa. Se é uma estação de trem fantasma ou não, não interessa. O que interessa é que o filme é Tchuco é Baúco e é Esporcatione.
“Não deixe de ver antes de falar mal.” – Demétrio Panarotto
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