Projeto tem por objetivo democratizar o acesso às exibições e o fomento à produção do audiovisual no Maranhão
Este ano o Maranhão na Tela segue firme, em sua segunda edição. Mais que um festival, configura-se um projeto de fomento cujo objetivo maior é democratizar o acesso à capacitação, produção e difusão de conteúdos audiovisuais no Estado. No próximo dia 1º, às 19h, o Teatro Arthur Azevedo será o palco da solenidade de abertura.
Além do Arthur Azevedo, o projeto se fará presente ainda no auditório da Associação Comercial, na Praça Benedito Leite, durante o 2º Fórum de Produção Audiovisual – que acontece de 03 a 05 --, e ainda na telona do Cine Praia Grande, onde serão exibidos longas, curtas e documentários gratuitamente, do dia 1º ao dia 06.
O Maranhão na Tela tem entre seus principais objetivos, a realização de mostras e festivais consolidados nos grandes pólos de produção brasileiros e que dificilmente seriam exibidos no Estado no circuito comercial, além da exibição de longas-metragens inéditos e da participação de diretores, produtores e curadores de diversos pontos do Brasil, pois tem a convicção de que tais obras, bem como os debates promovidos, são fundamentais para a formação do olhar e de uma platéia crítica que também pode vir a ser sensibilizada para produção. Outra característica importante do Festival é sua rede de exibição que hoje conta com mais de 20 pontos de exibição.
Para o sucesso desta empreitada, Mavi Simão, idealizadora do projeto, conta a partir desta ano, no estado, com a colaboração da Comissão Maranhão na Tela, surgida espontaneamente a partir dos cursos de roteiro e documentário, ocorridos em outubro passado.
“A criação da comissão do Maranhão na Tela foi uma grande surpresa pra mim. Durante o curso aproveitávamos para dar maiores informações sobre o projeto e também pedíamos que os alunos nos ajudassem na divulgação. Com isso, acredito que parte dos alunos se identificou com o processo e também com os nossos objetivos e propuseram a criação da comissão. Minha alegria não poderia ter sido maior, pois agora sinto que este é um sonho coletivo e que agora outras pessoas também estão militando em prol dessa causa, que antes parecia audaciosa e hoje nem tanto, que é ver o Maranhão transformado em pólo de produção audiovisual, a exemplo do que acontece em estados como Ceará e Pernambuco”, resumiu Mavi.
O trabalho não é pouco, o tempo é curto, mas a vontade é imensa. Para que o projeto realmente obtenha êxito é necessária a participação de todos, não só da Comissão. Estudantes, profissionais em geral, jovens e adultos. Este é o momento de participar através do Fórum que vai acontecer entre os dia 03, 04 e 05, na Associação Comercial. É chegada a hora de se emocionar com os longas-metragens, curtas e documentários. É chegada a hora de saber quais das novidades em termos de produções audiovisuais na Brasil.
O Maranhão na Tela é antes de tudo um evento democrático, onde todos podem participar. E o melhor, de forma totalmente gratuita.
Além do Odylo Costa, filho as exibições acontecem ainda no Estacionamento da Praia Grande, com a parceria do projeto Cine-Estrada, na UFMA, na Plataforma da Univima e em oito bairros da capital, através do Cine-CEMAR.
Para saber mais sobre o projeto e também conferir a programação da mostra, acesse www.maranhaonatela.com.br ou www.maranhaonatela.blogspot.com
Sucesso !!!
Maranhão de grandes historias e o cinema, duas ótimas combinação.
abraços a todos
Andre Luiz MAzzaropi
O Filho do Jeca
www.andreluizmazzaropi.com.br
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