Três curtas metragens inéditos serão lançados simultaneamente no Teatro HSBC (Av. Luiz Xavier, 11), no dia 29 (segunda-feira) de janeiro de 2007, às 20:30 h.
Os diretores Estevan Silvera, Beto Carminatti ,Tulio Viaro e Tiomkim prometem agitar a cena cinematográfica paranaense com os curtas-metragens: “Balada do Vampiro” , “ Mandarim” e “Nossos Gestos, Nossas Almas” .
A programação abre com Mandarim, de Tulio Viaro (12’- Digital). Trata-se de um roteiro original de Viaro, colocando em cena o escritor e jornalista Jaques Brand, que faz a sua estréia no cinema com esse pequeno exercício “noir”. O curta mantém uma aura de mistério, provocando o espectador a refletir sobre os passos do personagem que tem um encontro inesperado com o destino ao final de sua jornada. A trilha sonora original foi composta pelo músico Guto Gevaerd e na direção de fotografia, André Sade. Na sequência será exibido Nossos Gestos, Nossas Almas, direção de Tiomkim (5’- Digital). Um exercício sobre a solidão feminina que coloca em cena mulheres num bar, à espera de um encontro que não vai acontecer. Tendo como cenário único o Bar e Bistrô Casa do Barão as atrizes Alexandra Gil, Audrey Grubba, Tânia Barcellos e Lorena Schwartz ensaiam uma dança solitária ao som de hits dos anos 50. A trilha sonora foi criada pelo músico Felipe Akel, inspirada em compositores famosos de cinema. Um trabalho totalmente experimental que contou com a colaboração do fotógrafo Waldo Rafael e da produtora Cine Roll.
Encerrando a mostra os diretores Estevan Silvera e Beto Carminatti lançam o curta-metragem produzido em 35 mm, Balada do Vampiro (14’). O filme inspirado em texto homônimo do escritor Dalton Trevisan traz nomes conhecidos no elenco, como João Luiz Fiani, Marino Jr. Alexandra Gil, além de mais de 40 personagens em cena. O roteiro do curta faz reviver o famoso “Nelsinho” , o Vampiro de Curitiba A trilha sonora original é criação de Celso Pirata e a Direção de Fotografia de Alziro Barbosa Trata-se da primeira adaptação em 35 mm, na modalidade curta-metragem de uma obra de Dalton Trevisan, produção feita com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. No inicio dos anos 80 Trevisan havia sido adaptado nas telas no longa-metragem “ Guerra Conjugal” de Joaquim Pedro de Andrade.
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