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Falações, de Marcelo Labes: lançamento., Blumenau, SC · 22/7
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Lançamento do livro de poemas Falações, de Marcelo Labes.
Reunião de poemas (eletrônicos) já publicados e ainda inéditos, o livro sai pela EdiFurb.
A respeito de Falações, um comentário do escritor Viegas Fernandes da Costa: "Dizer de Falações um livro de poemas, é dizer pouco, muito pouco. Talvez dizer que há muito estávamos precisados de um acontecimento assim, é dizer mais, é dizer o justo. Falações é este acontecimento literário que ainda vai dar muito o que falar".
O comentário completo e demais informações no blog Falações.
tags: Blumenau SC literatura falacoes marcelo-labes literatura-catarinense poesia poemas edifurb viegas-fernandes-da-costa
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onde fica |
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Butiquin Wollstein
Rua Floriano Peixoto, 89 - Edifício Scheidemantel (ao lado da Vogue) - Centro - Blumenau, SC. |
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quando ir |
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22/7/2008, às 19:30h |
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quanto custa |
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O livro, no lançamento, sai a R$15,00. |
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comentários  |
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Engraçado um livro de poesia se chamar Falações, Labes! Se bem que o comentarista aí diz que é bem mais que um livro de poemas, né... :) Saudade de você neste mundo virtual! Abraço
Helena Aragão · Rio de Janeiro (RJ) · 15/7/2008 13:08
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Espero voltar logo, Helena. Mas a correria do lado de cá tá puxada.
Saudade de vocês também!
Abração.
Labes, Marcelo · Blumenau (SC) · 15/7/2008 16:14
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eu quero !!!!
Bia Marques · Campo Grande (MS) · 19/7/2008 14:19
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Prá que falar? Se FALAÇÔES já diz tudo? Achei bonita, bem bolada a capa.
* Que é Maria?
E quem sabe?
Um dia me disseram que sou poeta.
Mas desde lá, já se passaram dois milênios e meio.
Mas, ou ouvi um poeta me dizer que sou poeta.
Por isso, naquele época, fiz uma de minhas primeiras poesias,
que transcrevo abaixo:
Não Tenho Alma de Poeta
Você diz que tenho alma de poeta
Mas você sabe o que o poeta faz?
Toma nosso coração
E faz dele um brinquedo,
Arremessa-o até as estrelas,
E de lá ele cai feito meteoro,
Atravessa as entranhas das terras
Até a lava incandescente
E então, confinado ao espaço:
Paira estático!
Transforma-se!
E explode!
E pequeninos cristais,
Como gotas brilhantes,
Deslizam dos olhos
Para os lábios trêmulos,
Fundindo-se ao corpo outra vez.
E o poeta contempla a obra extasiado.
É isso o que os poetas fazem.
Eu? Não faço isso!
Não tenho alma de poeta!
Maria.
Maria... · Blumenau (SC) · 30/8/2008 16:14
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e desde lá, nunca mais parei de escrever.
Maria... · Blumenau (SC) · 30/8/2008 16:16
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