|
|

DORGE e DUPLO DORJE, 2007 - escultura em madeira
Imagens
JORDÃO I-ESCULTURA MADEIRA, VIDRO SOPRADO E ÁGUA
JORDÃO II-ESCULTURA MADEIRA, VIDRO SOPRADO E ÁGUA
ARJAN I e II -ESCULTURA MADEIRA
DORJE E DUPLO DORJE -ESCULTURA MADEIRA
DETALHE [DORJE E DUPLO DORJE]
No dia 22 de novembro às 20 horas, o artista Ricardo Ventura inaugura Mudras Dorjes Jordões, exposição individual de suas esculturas na Galeria Anna Maria Niemeyer, com exto de Xico Chaves e fotos de Vicente de Mello.
Volutas barrocas, coruchéus, geometrismos islâmicos e outros ornamentos arquitetônicos são algumas das referências formais do trabalho de Ricardo Ventura. Grandes curvas de madeira ocupam o chão da galeria. Outras se apoiam na parede. Longilíneas e orgânicas se estendem até o chão. As peças compõem duplas, trios e seqüências de formas que alternam repetição e diferença, confundindo o olhar e criando ritmos. Um dos trabalhos apresentados, Jordão, reúne objetos derivados de uma mesma forma que vai ganhando características individuais ao ser ampliada e reduzida, realizada em vidro, adquirindo a cada transformação novos contornos e cores, evocando frutos, corpos e órgãos.
O artista assim define seu trabalho: “A arquitetura influenciou de maneira marcante meu pensamento escultórico. A pesquisa de técnicas tradicionais de construção, me levaram a estudar a utilização da madeira e do barro. A necessidade de utilizar ferramentas para manipular o barro com maior precisão me levaram a confeccionar instrumentos específicos, ou seja, formas que se adequassem ao meu corpo, formas que são sua extensão e prolongamento. Com o decorrer do tempo estas ferramentas perderam gradativamente sua funcionalidade, tornando-se o próprio trabalho: Utensílios que amplificam ressonâncias, ânforas maciças que contém lembranças do corpo, objetos impregnados de impulsos religiosos e eróticos, formas que remetem a fragmentos existentes no mundo, fragmentos multiculturais justapostos.”
Suas obras transitam entre a rigidez da madeira e a fragilidade do vidro. Não possuindo base, necessitam das paredes e do piso para se equilibrarem no próprio espaço, qual linhas desencarnadas, mas paradoxalmente sólidas. Aqui a estabilidade inerente à lógica da escultura e da arquitetura é subvertida pela presença dos grafismos densos, ornamentos autônomos, que não se auto-sustentam e, por isso descansam, quase orgânicos, corpóreos, sensuais. Entre tradições variadas, a forma e o conteúdo, o gráfico e o escultórico, a arte e a arquitetura, o ornamento e a forma orgânica, a seriação industrial e familiar, Ricardo Ventura investiga questões que qualificam a contemporaneidade de sua obra.
Ricardo Ventura estudou e trabalhou com Celeida Tostes na Escola de Artes Visuais - Parque Lage e na Universidade Federal do Rio de Janeiro, Comunidade do Chapéu Mangueira e com José Zanine Caldas na Fundação DAM – Centro de Desenvolvimento e Aplicação das Madeiras do Brasil.
tags: Rio de Janeiro RJ artes-visuais ricardoventura xicochaves esculturas escultura madeira vidro shopping-da-gavea shopping-center shopping artes-plasticas artista-plastico arte arte-contemporanea artista galeria galeria-de-arte galeria-anna-maria-niemeyer niemeyer escultura-em-madeira escultura-em-vidro vidro-soprado arte-em-vidro
 |
quando ir |
 |
| |
22/11/2007 a 15/12/2007, às 10:22h |
|
 |
quanto custa |
 |
| |
ABERTURA PARA CONVIDADOS (favor portar convite)
22 DE NOVEMBRO DE 2007 - QUINTA-FEIRA das 20 às 24:00h
VISITAÇÃO DURANTE PERÍODO DE EXPOSIÇÃO (entrada franca)
23 DE NOVEMBRO a 15 DE DEZEMBRO DE 2007
SEGUNDA A SÁBADO das 10 as 22h
DOMINGOS e FERIADOS fechado
|
|
|