Depois de curtas temporadas no Café Pequeno e no Glaúcio Gil, peça volta à cena carioca no Teatro Vannucci, no Shopping da Gávea, de 16 de março a 26 de maio
O sucesso do sit down comedy “Não matei, mas sei quem fui” traz o espetáculo de volta aos palcos cariocas. Ponto para o texto e a interpretação hilários de César Amorim, que se desdobra em múltiplas personalidades de um único personagem em cena. Desta vez, a temporada de dois meses acontece no Teatro Vanucci, no Shopping da Gávea, a partir de 16 de março, sempre às terças e quartas, às 21h.
O monólogo se passa no banheiro de um quarto de motel onde o protagonista vive um encontro amoroso com sua chefe. Ele acredita que assim garantirá uma promoção no trabalho, mas durante a relação percebe que a mulher está morta. A trama ganha ares de suspense policial quando o personagem começa a investigar o crime, realizando um interrogatório com suas múltiplas personalidades. “Não matei, mas sei quem fui” é uma comédia com requintes de mistério e suspense que não somente diverte o público, mas também promove uma rica discussão sobre o autoconhecimento.
A primeira apresentação da peça foi no Espaço Sérgio Porto, em 2008. Em janeiro de 2009, fez curta temporada em Natal, no Rio Grande do Norte. Em 2009, esteve em cartaz no Teatro Café Pequeno e no Gláucio Gil, tendo sido premiado com os troféus de Melhor Ator (César Amorim) e Melhor Cénario (Manoel Puoci) no Festival Nacional de Monólogos, de Teresina (PI).
O ator César Amorim já encenou entre outras peças, “Pequenas Histórias do Mundo” (2007/2008); “Cyrano de Berinjela” (2006/2007); “Don Giovanni” (2004/2005); “Olga!” (2005). Na TV, integrou o elenco da novela das 21h, “Duas Caras”, em 2008. Seu trabalho mais recente em TV foi na novela “Poder Paralelo”, da Rede Record.
Diego Molina já assumiu a direção teatral de mais de 20 trabalhos na carreira, entre elas “Ninguém mais vai ser bonzinho” (2007), no Teatro Oi Futuro e no Solar de Botafogo; O Projeto Ocupação Casa da Gávea com três espetáculos simultâneos: “Um Dia Anita”, “Rua dos Sonhadores” e “Lar...” (2007); além de “Édipo Rei” (2006), no CCBB. No ano passado, Diego dirigiu “Meu primeiro anão”, no Teatro Tablado, e apresentou a peça “Nada que eu disser será suficiente até que o sol se ponha”, na mostra oficial do Festival de Curitiba.
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