Dia 26/07, próxima terça-feira, Telê completaria 80 anos, em comemoração o Ibac (Instituto Brasileiro de Arte e Cultura) organizou uma exposição e um bate-papo com o tema “futebol-arte” seguido pela noite de autógrafos do livro “Fio de Esperança”. Contamos com sua presença !!!
Quando: 26 de julho às 19h
Onde: Escola da Cidade
(Rua General Jardim, 65 – República – SP)
Inscrições: (11) 3258.8108 com Sofia
Logo após a conclusão de O Diamante Eterno – Biografia de Leônidas da Silva, também reeditado pela Editora Cia. dos Livros, André Ribeiro ficou imaginando quem poderia ser o próximo personagem ou fato, entre tantos do futebol brasileiro, que deveria ter a história contada. “Decidi que, se fosse para investir em outro personagem, deveria ser um nome que não repetisse o período pesquisado para resgatar a vida de Leônidas da Silva, décadas de 1930 a 1950. A razão era simples: meu interesse pessoal na descoberta de fatos e personagens da nova fase do futebol brasileiro, denominada pelos especialistas de a ‘fase da profissionalização’ do esporte número um do Brasil. O escolhido foi Telê Santana. Isso porque sua vida profissional coincidia exatamente com esse período. Se Leônidas da Silva, o Diamante Negro, reinou durante a era ‘romântica’, Telê é o nome que pode nos ajudar a compreender melhor a evolução do futebol entre os anos 1950 e 1990. Suas conquistas como jogador e mais tarde como técnico podem dar ao leitor uma ideia geral do que aconteceu nos últimos cinquenta anos do século 20 dentro do futebol mundial.”, revela o escritor.
Durante vários meses de 1999, mesmo com a saúde debilitada, o prazer de resgatar detalhes tão distantes de sua vida pessoal e profissional ajudou Telê a reforçar a convicção de que um dia ainda voltaria a comandar um time de futebol. O retorno aos gramados foi o único sonho que sustentou enquanto esteve vivo. Com garra e tenacidade, Telê demonstrou que, dentro ou fora dos campos de futebol, sempre haverá um “fio de esperança”.
O resgate de vida de Telê como jogador profissional, no início dos anos 1950, quando o futebol carioca teve seu apogeu, deixa bem claro a principal mudança ocorrida em relação aos tempos modernos, um dos destaques da obra. “Telê jogou durante doze anos seguidos pelo mesmo clube, coisa rara ou praticamente impossível nos últimos anos. Com o Fluminense de Didi, Castilho e Pinheiro, viveu dias de glória dentro de um campo de futebol.”, escreve o escritor.
Saiba mais em: www.aquivoceenoticia.com
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