O Porcas Borboletas nasceu na cidade mineira de Uberlândia em outubro de 1999. O primeiro nome do grupo, impronunciável (Pau de Bosta), escandalizou garotinhas, mães zelosas e apresentadores de TV. Não era para ser uma banda, apenas loucura e zombaria, que acabou dando certo. Eles resumem a aventura: “o som era uma b... mas metia o pau”.
Sob a nova alcunha de Porcas Borboletas, Enzo Banzo (Guitarra/Voz/Violão), Danislau Também (Voz/Percussão), Moita Mattos (Guitarra/Voz) Vi Vicious (Bateria) Rafa Rays (Baixo) e Ricardim (Voz/Percussão) foram convidados a deixar o cerradão mineiro e encarar uma série de shows pelo país. Figurinha fácil no circuito de festivais de música independente no país, o “Porcas” tocou em São Paulo, Recife, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Goiânia, Blumenau e outras cidades. Na cara e na coragem, foram aos poucos se transformando em uma das principais bandas da música independente nacional, colhendo boas críticas na imprensa especializada, além de fãs por todo país.
Morando em São Paulo (2006), gravaram seu primeiro disco, “Um Carinho com os Dentes”, com a produção de Alfredo Bello (Projeto Cru) e participações de Arnaldo Antunes, Simone Soul (Mutantes), Mauro Motoki (Ludov), Luiz Gayotto e Carlos Zhimber. Com um instrumental criativo e versos sinceros como “é melhor dizer amor acabou a cerveja do que chorar: cerveja acabou o amor”, da faixa “Cerveja”, o Porcas Borboletas deixa clara a sua proposta e avisa que não quer enganar ninguém.
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