O Grupo de pesquisa "Políticas de Informação do Estado e a Gestão dos Patrimônios Documentais" do Programa de Pós-Graduacão em Ciência da Informacão (PGCINF) promove Seminário com o seguinte título: "Rastros de Memórias, Escritas da História: recolhimento, tratamento, difusão e acesso aos arquivos do Regime Militar no Brasil", que conta com a participação de pesquisadores da Universidade de Brasilia (UnB) e do Arquivo Nacional/Brasilia para debater sobre os arquivos do Regime Militar (1964-1985) no Brasil.
Um dos objetivos do evento é destacar o papel desses acervos como fontes de memória e sua necessidade para a escrita da história, e alertar para o cumprimento da legislação arquivística brasileira quanto ao recolhimento, difusão e acesso a esses acervos.
O evento também tem como proposta, a reflexão sobre os arquivos do Regime Militar (1964-1985), quanto à importância desses documentos para a memória coletiva e a democracia brasileira.
Coordenado pelas professoras Georgete Medleg Rodrigues, Eliane Braga de Oliveira e Shirley Carvalhêdo do PGCINF do Departamento de Ciência da Informação e Documentação (CID) da UnB.
Mas e aí? Sei não, Cristiano. Históra é importante mas sem tom de patrulha, nem revanchismo. que assim seja.
Compulsão Diária · São Paulo, SP 15/11/2008 11:14
CD, concordo com vc, mas não se trata de patrulha nem revanchismo, serão tratados diversos pontos além dos arquivos militares... Não entro aqui na discussão de como se deve proceder ao acesso a essas informações. Discutiremos lá, com um grupo específico. Se fóssemos discutir aqui isto, sairia muita coisa distinta, posi as opiniões são muito variadas num tema como este!
Que assim seja. beijo
Li e reli! Acho que o texto é muito construtivo e polemico! Mas muito bem escrito e elucidativo!
Gostei demais!
Quero deixar aqui nesse momento minha opinião, já que moramos num país que se diz democratico!
Acho que devemos lembrar desses fatos para sempre, como fiz com meus filhos, como eles falarão para seus filhos netos meus, e assim sucessivamente, porque eu presenciiei os acontecimentos do regime militar, foi uma parte de minha infancia e minha juventude, e era muito triste, e foi muito triste, tudo que aconteceu naquele tempo!
Que nunca mais, mas nunca mais mesmo, passemnos por dias tão terriveis e injustos!
Apalusos para tua iniciativa querido Cris em postar um assunto até hoje muito polemico, que diverge opiniões, mas que foi cruel!
Beijos e meus aplausos!
O tema me interessa bastante, pena não estar em Brasília para participar do evento.
Quero comentar ainda que conheço pessoas que foram vítimas de tortura no regime militar e até hoje não tem condições psicológicas de enfrentar a questão, nem mesmo de bucar provas e pedir indenização pelos abusos perpetrados.
Afora a perda de informações que foram censuradas, reportagens, pesquisas, romances, peças teatrais, músicas... Tinhamos pesquisadores, pessoas da mais alta consideração, que se posicionavam sobre temas até hoje controversos, como agrotóxicos, transgênicos, sexualidade, sistema de ensino, corrupção, violência, indústria da fome, prostituição infantil.
Sei que quando entrei na escola, saiu o francês, a sociologia, a filosofia, teatro, música, e isso tudo deixou em mim um vácuo impreenchível. Até hoje eu não acredito na história do Brasil, porque não sei o que é real e o que é ficção.
Quisera poder ressuscitar idéias apagadas pelas chamas, eu, nascida em 65, rato de biblioteca, li tanta besteira, até me deparar como a sociologia aos 18 anos, os mestres do teatro aos 23, e mesmo assim bem filtrato pelas traduções nananans...
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