colaborações publicadas
ALFORJE é o novo Cd e show/cantoria de Aldy Carvalho.
O cd ja está disponÃvel e vc pde adquiri-lo entrando em contato com o autor pelo email pazink@globo.com ou através do tel 95134268 com Lenir.. Em 10 dias estará disponÃvel para todo o Brasil, on line pelo site da LIvraria Cultura, www.livrariacultura.com.br
ALFORJE: Todos nós carregamos um alforje e nele nossas...
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SINA DE CANTADOR (Aldy Carvalho)
Cantador (poeta do povo; repentista; menestrel ->cantor e músico ambulante; legÃtimo representante de nossa vastÃssima cultura popular; ser que cria ao calor do improviso versos cheios de lirismo, sabedoria e beleza. Cantadores são, invariavelmente possuidores de dons “paranormais†verdadeiros vates, poetas.
O poeta,...
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A exploração infantil (trabalho escravo, exploração sexual) campeia no mundo atual, tão de aparências, nem tão virtual assim.
E nós, para onde vamos? Podemos fazer algo melhor por nós. Mudar o curso das coisas para melhor. Qual o mundo que queremos?
Então, em parceria com o também poeta Gerson França apresentamos esta canção.
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Corações e Marietas
Música láaaaaaaaaaaaaaaa do inÃcio da carreira que, continua iniciando mas, na estrada longo tempo, sempre.
Tomemos nas mãos nossos destinos
Somos seres em construção
As Marietasd, ora as marietas, prepotentes, senbhores da vaidade e do egoÃsmo, adeptos do manda quem pode...
lá vai o som, tão atual (infelismente) como quando foi composto...
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Carolina
Aldy Carvalho
Eu vivo
Mas o dia que agora morre no entardecer
Felicidade, desejo meu, não me trouxe.
Eu penso em você.
Meu bem querer, Carolina
A fulô da imburana “cheira a tuâ€
Carolina...
A fulo da imburana
“Cheira a tu†Carolina...
Debaixo da cajarana, canapu.
Carolina...
A rosa do meu jardim, Carolina
Ora mimosa, cheirosa
Chora...
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Como a onça e seus olhos amarelos
Que prepara o bote com destreza
E se atira certeira sobre a presa
Ela vem, toda envolta em mistérios ... (J F Lisboa)
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Meu amor
Teus olhos são duas lamparinas...
porque conf. o poeta J F Lisboa
O amor agrega, edifica, ajunta
E a poesia
Nem tema nem enredo
é encanto. Em tudo se move e comove
Arte que alimenta e dá significado à vida, amém. (J F Lisboa)
http://recantodasletras.uol.com.br/autores/jflisboa
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Depois de Trem Nordeste
Maria! também vem nos trilhos
de com força e com vontade
pois a vida é trem comendo estrada
a toda hora há partidas e chegadas.
Dedico a todos os overmanos que me acompanham desde que aqui cheguei. Que neste novo ano possamos refletir com sabedoria sobre nossos atos, palavras e que nossas ações sejam tão somente para construir bem e melhor o...
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IRERÊ
Ia publicar um poema sobre a Amazônia, mas, após o mais recente postado do overmano Marcos Pontes e como é Natal, resolvi postar este poema/canção, numa homenagem ao meu mais querido parceiro e amigo, meu pai (in memorian)
Obrigado Marcos
IRERÊ
Aldy Carvalho e João Joaquim L de Carvalho
Irerê, Irará
Irerê, Irará
Quem nasceu lá no Sertão
Ainda...
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Là NO SERTÃO
Aldy Carvalho
Lá no Sertão
Foge o pinto com medo do gavião
Foge o homem com medo da solidão
Lá no Sertão
Lá no Sertão
Mil bocas de fome pelas veredas da aflição
Mil aves de rapina me espreitam o coração
Seco e medonho é o Sertão.
Mas se for preciso
Por um tico de farinha, um naco de pão
Eu, mato o patrão
E daqui não...
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SOLEDADE (MANDACARU)
Mandacaru
Da beira desse caminho
Estou que só tu, só espinho.
Nesse chão seco e duro, pedregulho
Sob o sol do meio dia, ah! Mandacaru
Estou agonia
Mandacaru
Meu confidente
Estou que só tu
Por essas veredas sozinho
Perdido nesse caminho, ah! Mandacaru
Estou perdição
Amor
Hoje precisei de ti
Não me tinhas mais
Te vasculhei inteira
Não...
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COISA BONITA
Aldy Carvalho
Coisa bonita
é um vestido de chita
teu rosto quando se agita
tua voz a dizer baixinho:
Eu quero um carinho
quero carinho
Coisa bonita
tua mão quando aflita
procurando um caminho
desliza no meu pêlo
e teus olhos num apelo
cintilantes, brilhantes:
Eu quero um carinho
quero carinho
Coisa bonita
o enrubescer do...
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Fopi após ler texto do overmano Raphael Reys, que me vi "escascaviando"o alforje da memória de onde me chegou esta crônica.
Memórias de Alforje I
Brincava eu em meu cavalinho-de-pau de cabo de vassoura. Papai contava-me fábulas com as quais ia sonhar mais tarde e fabricava boizinhos e cabritinhos de barro para eu secá-los ao sol e só depois pô-los no curral, aumentando...
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Lá vem o trem...
Vem descendo a ladeira, por detrás da rebanceira...
Lá vem o trem... vem apressado, aperreado pra contar
As novidades pro Sertão, que os aflitos corações, tão cansados de esperar.
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Os olhos, cansados de tanto olhar o caminho... a espera, o anseio, desejo.
Mas o tempó leva, lava a mágoa até a dor derradeira leva, lava, então...
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Minha Viola é perdigueira...
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