Brida Salvador, BA

colaborações publicadas

NATAL banco
20/12/2010 17:43 · 1

POEMA SOBRE O NATAL +

TRANSIÇÃO banco
12/5/2009 21:16 · 19

Começa agora outro dia.
O poeta canta.
O poeta canta.
Por males que não espanta.
+

MÃE banco
12/5/2009 11:14 · 6

Ela arredonda os braços
e acolhe essa louca prole.
Se é impossível dormir a seu lado,
mais impossível abandonar o fado:
essa rota de abismos
que nos recolhe

e nos reverte
ao momento da semente. +

O ESPÚRIO INOMINÁVEL banco
9/5/2009 10:23 · 10

Poema de abertura de neus Poemas Místicos, à guisa de exorcismo para afugentar o Mal e dar passagem à Luz. +

AS CHAGAS banco
3/5/2009 10:37 · 14

Poema do livro Poemas Místicos. Cada um dos poemas invoca um dos Doutores, místicos ou mártires da história do Catolicismo, +

SANCTUS banco
25/4/2009 00:06 · 82

Poema do livro Poemas Místicos. Cada um dos poemas invoca um dos Doutores, místicos ou mártires da história do Catolicismo, +

POEMAS DE AMOR NÃO SÃO SEMPRE RIDÍCULOs... banco
21/4/2009 05:58 · 113

O poema se reporta a Fernando Pessoa:

Todas as cartas de amor
são ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.·
Quem me dera... +

DESEJO banco
19/4/2009 13:30 · 88

Mais um poema da seleta Poemas da Puberdade - poesia produzida na adolescência da autora.

Rumores de passos, vagos,
anunciavam as canções
por boca de deus atento
e um homem chorava, só,
perdido qualquer alento. +

POEMA DE QUALQUER DIA banco
14/4/2009 22:40 · 112

Este poema faz parte da coletânea Poemas da Puberdade, seleta de poems produzidos entre 17 e 21 anos da autora. +

CHEGOU O MEU AMOR... banco
10/4/2009 19:47 · 135

Chegou o meu amor, e não chegasse
o meu sossego não acabaria.
O coração audaz não voltaria
a perecer de fome e de cansaço. +

NEM MAIS QUERO A BELEZA... banco
7/4/2009 23:45 · 112

Nem mais quero a beleza – quero a paz,
do desistido azul de flor lilás.
É tarde e longe e brilha o firmamento
e a vida é vã nas várzeas do tormento.... +

COTIDIANO banco
31/3/2009 03:56 · 113

De: Delírio do Ver. Rio: Imago/SECULT, 2002. +

ESQUECIMENTO banco
28/3/2009 19:07 · 147

Poema da coletânea Poemas da Puberdade, seleta, escritos entre os 17 e os 20 anos da autora. +

SONETO DA PREMONIÇÃO banco
26/3/2009 04:00 · 89

..................................................................
Espera e agora escuta: há um alarme no ar.
Em nossa porta, foi estilhaçado
o cadeado azul de nosso beijo. +

COITA DE AMOR: DOMINGO banco
22/3/2009 20:53 · 129

Poema do livro Coita de Amor, poemas aróticos.

Mergulhando na tradição erótica, notadamente Bocage e Gregório de Mattos, a autora lida com temas e motivos do cancioneiro erótico-fescenino.
Numa sociedade em que se coibiu por séculos o prazer da mulher, o referido livro desmistifica o mito da mulher-anjo-assexuada.
Observe-se o distanciamento crítico imposto pela busca da perfeição... +

A CIDADE EM MINHA PELE banco
20/3/2009 23:02 · 109

Poema 1. de parte do livro Delírio do Ver. Rio: 1a.ed.,Imago / Secretaria de Cultura, 2002. 248p.

Sinopse (Da editora)
Este novo livro, Delírio do Ver, seleta de poemas escritos de 1970 a 2001, revela um itinerário poético ascendente em maestria e maturidade artesanal. Poucas pessoas estarão fazendo poesia tão pacientemente construída, tão inteligentemente elaborada. +

ROSA PENITENTE / ROSE PÉNITENTE banco
18/3/2009 18:56 · 106

Coletânea internacional de poesia.
Por Celina Scheinowitz et al.


A Primavera dos Poetas Le Printemps des Poètes
Éloge de l'autre - Elogio do outro
Des poemes qui ecoutent, qui repondent, qui voyagent
Poemas que escutam, respondem, viajam



maria da conceição paranhos
traduit du portugais (Brésil)
par pedro vianna
in Poemas da Rosa*
recueil inédit
2004
© Maria... +

CHAMA NA CONCHA banco
16/3/2009 08:04 · 106

Essa concha de sumos
se acasala
com perdidos de amor,
os estourados tímpanos. +

ROSA ROSAE banco
14/3/2009 13:15 · 146

Digo-vos da flor
vista num relance
pétalas de seda
em alma de carne.

Rosa
nunca saberei teu nome. +

ROSA DE NEVE banco
11/3/2009 23:16 · 94

...o níveo da pétala
já se esvai no ar.

A transitoriedade da vida, do amor, da beleza... Mas, A BELEZA! +

O SÍNDICO banco
9/3/2009 23:16 · 85

...um charme verdadeiramente. Ivan era um sedutor irresistível, seus belos cabelos negros semilongos, as costeletas bem definidas, retangulares, finas e compridas, o que fazia um contraste com o corte casual, sutilmente desordenado...


...Às vezes o síndico dava um ou dois passos soleira adentro. Jamais se sentara, em 15 anos, quando das suas visitas formais, olheiras, o rosto... +

A MEU AMOR banco
7/3/2009 20:16 · 139

Não te perturbe a dor, pois o destino
impõe seu bem em tudo ao que convida
o nosso amor. Quero-te mais que a vida...

(Assim é o amor, esse pássaro selvagem)
+

ENTREVISTA: MARIA DA CONCEIÇÃO PARANHOS overblog
3/3/2009 16:40 · 91

GUSTAVO FELICÍSSÍMO PERGUNTA
www.sopadepoesia.blogspot.com

Professora, poeta, crítica literária, contista, romancista, cronista e pesquisadora, fluente em diversos idiomas, inúmeros livros publicados. Com a palavra Maria da Conceição Paranhos.

GUSTAVO FELICÍSSIMO – Como a senhora conceitua a poesia e o poema em si?
MARIA DA CONCEIÇÃO PARANHOS – Poesia é viver o mundo como... +

CARNAVAL TRANSDOOR NA BAHIA banco
28/2/2009 01:07 · 119

Os aspectos mais profundos da realidade quotidiana – aqueles que talvez sejam perturbadores demais para se mostrar abertamente – se mostram e se espraiam no Carnaval. O desvio latente brota da alegria carnavalesca.


Quais as expressões culturais que devem ser prestigiadas, recomendadas e financiadas como "representantes" da cultura brasileira no exterior, para começar a discussão... +

A PALAVRA AMOR banco
24/2/2009 22:22 · 112

Quando eu enuncio a palavra amor,
agora, será este o mesmo amor
que sentiam os corações outrora?
+

CIDADE DOS PERDIDOS banco
19/2/2009 23:58 · 143

Testemunha da vida em seu espanto
sorvo a força da noite e seus vampiros,
e as aflições do dia com seu pranto.
+

NATAL banco
19/12/2008 15:11 · 110

Natal. União do judaísmo com o Xto. Messias dentro do plano da parúsia.
Muitas bênçãos para todos os overmanos. Muita paz e luz neste Natal.
Por Xto, com Xto, em Xto, amen. +

COITA DE AMOR banco
16/12/2008 01:34 · 144

Rememorando as cantigas medievais, esta coita. Todos nós, coita-dos +

INFORME CULTURAL BAHIA agenda
11/12/2008 06:39 · 72

Informativo semanal da rede da Secretaria de Cultura da Bahia. Ano II
Nº 91 - 08/12/2008

“Sete Áfricas”

Um conjunto de 90 máscaras e esculturas estarão expostas, a partir as sexta-feira (12.12), às 19h, no Solar Ferrão (Pelourinho), representando a diversidade de materiais, técnicas e estilos identificados na produção artística do continente africano. São trabalhos provenientes... +

MARIA DE JESUS banco
9/12/2008 11:08 · 144

Poema para a Virgem Maria, Nossa Senhora e suas invocações
Ressalta-se o lado da vida familiar de Jesus, Maria e José.
Natal implicitamente festejado com os overmanos.
FELIZ NATAK! +

MOÇA NA JANELA banco
2/12/2008 00:40 · 143

Passando pela rua ddiviso um vulto feminino na janela de um casarão de 3 andares. Casarão em ruínas. Moça muito bela num fim de tarde que já se anunciava. Quem será essa moça?? Não ficará anônima, pensei eu.
Uma das mais nobres tarefas da poesia lírica é salvar o instante que passa dp esquecimento. Contar a história de quem não tem voz. Desencavar identidades perdidas.
Amar. +

A INSTAURAÇÃO DA REALIDADE NA POESIA DE JOÃO CABRAL DE MELO NETO (1a. parte) banco
18/11/2008 23:17 · 134

toda poesia, toda literatura, aliás, utilizam-se do real efetivo, embora de modo diverso e a partir de aspectos e níveis diversos de realidade. Se quisermos estabelecer uma tipologia ampla das formas de relação da literatura com o real efetivo, veremos que três grandes “tipos” de literatura se delineiam a partir da Modernidade. O primeiro, como o Parnasianismo, descreve o mundo... +

TRÊS POEMAS COLHIDOS DO AGORA banco
17/11/2008 15:16 · 99

O agora, o nunc stans dos místicos, o Jetztzeit de= Walter Benjamim. +

LITERATURA E HISTÓRIA (2a. parte) banco
15/11/2008 01:41 · 108

A tradição de opressão sob a qual vivemos exige uma concepção de história como luta para a liberação dos conteúdos perdidos que a linguagem instrumental tende a ignorar dada a sua ligação com o poder: a habilidade de articular fatos históricos depende de um tipo de linguagem sustentada pelo poder que ela, de volta, sustenta.
+

Da necessidade das pedradas overblog
9/11/2008 03:34 · 65

Jesus, ao lançar a execração sobre Jerusalém lançava-a simultaneamente sobre a Cidade de Todos os Santos. Nós ainda não sabíamos. Mas estamos aprendendo depressa.
Observe-se o crescente desmonte da estrutura de uma cidade ameaçada diante de nossa impotência, a impotência já crônica do cidadão brasileiro. Devastam nosso passado e se ergue um presente ambíguo, sob o pretexto ralo... +

ROSA Azul banco
8/11/2008 05:22 · 73

Poema do livro POEMAS DA ROSA, a ser lançado ainda neste mês, cerca de 100 poemas, de forma e fôrma variáveis. +

Introdução a "Os Trabalhos de Hérvules na Oficina de Orfeu" banco
21/9/2008 10:56 · 119

Introdução ao livro de ensaios críticos "Os Trabalhos de Hércules na Oficina de Orfeu", ainda inédito, do qual já publiquei um ensaio, parcialmente, neste site. +

Carlos Drummond de Andrade: a Revelação onde não é posta banco
17/9/2008 23:05 · 108

O “imortal soluço da vida” – no dizer do poeta itabirano – penetrou em nosso cotidiano e em nossa fala. O que nos faz pensar que nossa falta é também de poesia, em nosso dia-a-dia de brasileiros carentes de tantos tipos de alimento.
A incorporação de Carlos Drummond de Andrade 1 em nossas vidas, a despeito de nossa problemática social, política e econômica mostra-se um dilema,... +

A MÃO PERFEITA banco
12/9/2008 11:42 · 102

Poema nascido da meditação emocionada do soneto Ses Pures Ongles, de Stéphane Mallarmé.
Usam-se traços estilísticos do Simbolismo como est5ilo de época.
O distanciamento irônico se faz com a rima em -ixe +

TERCETOS banco
4/9/2008 23:51 · 115

Para aliviar a tensão, hoje comecei a brincar com as palavras. Logo cedinho, escolhi umas poucas palavras eas limpei de todo excesso, tornando-as, assim o espero, "mais simples e mais puras" (Cruz e Souza). +

ROSA DE LUXEMBURGO banco
2/9/2008 06:15 · 82

A ficção da mácula,
suas raízes profundas,
não tocam mais naquela mulher
em seu pensar indômito,
na rosa da quietude,
irmã das estrelas, cega,
para sempre cega,
para sempre nossa
rosa da esperança. +

EMMA LOUISE banco
29/8/2008 12:20 · 36

...graciosidade inimaginável, ficou de pé no assento, levantou a perna leve como uma pena e subiu à mesa, procurando meticulosamente o caminho entre os petiscos sem, de modo algum, molestá-los e montou em cima do dorso do arranjo de flores comprido, alto e belo, composto de orquídeas vermelhas e amarelas e encimado por uma espécie de floração conhecida em algumas paragens como “bastão... +

AMANHECER banco
23/8/2008 19:06 · 107

Trata-se de auroras. Amanhecer de todos os dias e auroras boreal e austral. Solidão. Paixão mortal. Morte. "O amor é um pássaro selvagem".

A aurora austral
invade o céu do meu País.
Ardo em meus dias
para a nitidez da hora bruta. +

ROSA VIOLADA banco
20/8/2008 14:09 · 98

... cavaleiros em motos, sem idade
vieram me abordar à minha porta.

+

O DESERDADO banco
18/8/2008 01:51 · 87

O deserdado, o bastardo, o desgraçado = o desditado se despede da vida. Um ser de sofrimento e de paixão sem fronteiras. É o arquétipo do Artista. Uma figura contemporânea. Que pode estar a nosso lado, mesmo no mundo virtual, assim como apareceu na belle époque, quando Gérard de Nerval escreveu "El Desdichado" - em epígrafe neste poema. +

HOJE PLANTOU-SE UM MILAGRE banco
12/8/2008 18:08 · 110

"Um Engenheiro é chegado,

juveníssimo e belo,

e examina seu projeto,

com avidez espantosa".
+

CANTIGA banco
10/8/2008 23:35 · 102

Lendo a lírica de Camões, veio-me essa cantiga de amor. Leve, leve, bela, no original de Camões. Uma canção da presença da ausência, se se pode entender. Dói a alegria, alegra-se a dor, suplica-se um espaço na vida da pessoa amada, fala-se do inesperado do encontro, chega-se ao final carregado de amor para doar e doar, mesmo no amar sem valia, mesmo na auência da pessoa amada.
Mas... +

LITERATURA E HISTÓRIA (1a. parte) banco
7/8/2008 20:30 · 106

Trata-se de um ensaio sobre a escrita da história e a escrita da literatura. Tenta-se indicar como, desde sempre, pisamos no terreno da ficção nas modalidades narrativas. Mais ainda: usar língua e linguagem já abre as comportas da imaginação.
Percorre-se a posição e respectivas teorias de vários estudiosas que, de um modo ou de outro mobilizam-se em torno dass teorias narrativas... +

Non multa, sed multum banco
6/8/2008 00:51 · 98

Trata-se de um texto de meditação. A vida como construção silenciosa. A devoção ao trabalho em direção à vida. O anonimato. Corpo padecente e corpo redimido, glorioso. O mundo, o nosso, nosso agir assim o fará: povoado e largo, arejado e são, límpido e inteiro. Votado e voltado paa a Luz: o Caminho, a Verdade e a Vida. +

SONETO DA ESFINGE banco
30/7/2008 22:58 · 116

Este poema é para Joe +

O FRASCO DE MÁXIMO AUGUSTO banco
26/7/2008 19:42 · 115

+

Nã é o passadodo corpo... banco
19/7/2008 02:23 · 61

+

CICONIA banco
12/7/2008 00:57 · 126

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