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Cida Almeida Goiânia, GO

colaborações publicadas

Flor da Pedra com exclusividade no Overmundo banco
25/3/2010 22:31 · 6

Íntegra do meu livro, Flor da Pedra, para download, com exclusividade no Overmundo pelos próximos seis meses. +

O poeta da casa do fim da rua banco
18/6/2009 10:53 · 7

Poema para Gabriel Nascente, o mais produtivo poeta de Goiás (53 livros publicados, desde a estréia aos 16 anos, em 1966). Conheci Gabriel aos vinte e poucos anos, mas (estranhamente!) só fui lê-lo agora, depois dos 40. As impressões de leitura são muito fortes, dessas que só aqueles que manejam bem o seu instrumental de "luzir palavras" são capazes de provocar no outro, para o... +

O claro enigma de Gabriel overblog
17/6/2009 14:00 · 33

Antes tarde do que nunca. E foi assim, dantescamente, no meio do caminho desta vida, que finalmente me encontrei com a poesia de Gabriel Nascente, o poeta falador que chegou barulhentamente muito antes da segunda e definitiva e sublime impressão. Lembro de já ter entrevistado Gabriel. E me acostumei a vê-lo por aí, sempre às voltas com alguma polêmica nos jornais. Mais que isso,... +

Memória banco
5/7/2008 16:59 · 142

+

O espetáculo da dama-da-noite em dez atos iluminados banco
14/6/2008 21:28 · 149

Nunca tinha visto a dama da estranha planta em que folhas nascem das folhas como brincos que se prolongam na ramagem. Cresceu, exuberantemente verde à sombra da varanda, num vaso entre sete-dores, cebolinha, coentro e uma espremida pimenteira.
Tempos depois surgiram na ramagem cachos de um rosáceo de despencada palidez. Ninguém ligou para aquela murcha aparição. Passaram-se dias... +

Manuel Bandeira todo prosa overblog
28/4/2008 12:36 · 208




A prosa da vida inteira de Manuel Bandeira



Ultimamente, o que mais tenho feito na vida é bestar. E com toda a fineza da conjugação e o bom humor do verbo preferido de Manuel Bandeira: bestar. E o melhor de tudo, bestando com a prosa viva e inteligente de Bandeira, o velho bardo que nos legou uma vida inteira de poesia, mas também uma prosa deliciosa de se ouvir, mesmo... +

A minha primeira vez com Mário de Andrade overblog
11/4/2008 02:28 · 211


“(...) Com os docemente dos nanquins mais melancólicos
Brasil
Como será o Brasil?
MÁRIO DE ANDRADE.”




A minha primeira vez com Mário de Andrade tinha um Manuel no meio. Um Manuel que seria de uma vida inteira. E Mário me veio como um sentimento poético, uma fineza de sensações, um quase de palavras... +

As horas banco
21/12/2007 22:43 · 147

+

Mãe banco
6/12/2007 11:01 · 149

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Guarda-chuva para um dia seco banco
30/11/2007 11:22 · 110

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Porangatu eNcena – vida longa ao TeNpo! overblog
28/11/2007 17:07 · 162


Com as bênçãos dos deuses do teatro


No coração do Brasil existe uma cidade que conjuga tempo com arte e que vibra com os deuses do teatro no TENPO. A cidade é Porangatu – que já estalou na língua ávida de novidades da atriz e poeta Elisa Lucinda –, uma bela paisagem na tradução do tupi-guarani. Distante 400 quilômetros de Goiânia, no corredor da Belém-Brasília (BR-153), divisa... +

A poesia da pedra banco
9/11/2007 19:13 · 85

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A travessia do sertão de Hugo de Carvalho Ramos overblog
18/10/2007 13:13 · 226




Há leituras que escavam a gente. E escavam desde o brejo do barro mais fundo. Fui procurar o meu avô e a sua saga tropeira no fundo do poço da memória de um Brasil perdido, a sua travessia em definitivo do rio Paranaíba (divisa natural de Minas e Goiás), as águas do grande rio dividindo as Minas Gerais de sua alma espraiando-se nos sertões calejados de Goiás – onde tantas... +

Escola pública, sim senhor! (Reminiscências) overblog
26/9/2007 22:51 · 212


Eu sou produto da escola pública (produto no sentido de resultado). Nunca gastei um tostão com escola, exceto uma especialização que fiz em Relações Internacionais, há alguns anos. E desde que me entendo por gente escuto acalorados debates sobre as deficiências da escola pública, a péssima qualidade do ensino e todas as mazelas que corroem o sistema educacional brasileiro. Eu... +

Mimetismo amarelo - louva-a-deus (fotografia) banco
24/9/2007 08:45 · 95




Entre tons, o louva-a-deus passeia na promessa do jardim. +

Leveza total - louva-a-deus (fotografia) banco
24/9/2007 00:26 · 87


Mais uma do louva-a-deus na escalada da flor. +

Beleza vertical - louva-a-deus (fotografia) banco
23/9/2007 21:43 · 86




O louva-a-deus contempla a espera da rosa vermelha... +

Mimetismo - Quem sou eu? (fotografia) banco
20/9/2007 10:18 · 76





Quem sou eu (?)... entre texturas, luminosidade, transparências,

sombras do instante mágico de existir para a plenitude do olhar, a

gratuidade da vida, a sua força no passo adiante. +

Louvando a brevidade da beleza de existir - louva-a-deus (fotografia) banco
20/9/2007 09:55 · 89




Tudo que inspira, instiga a conhecer. O olhar sensível do meu

amigo Leo Iran (fotógrafo) despertou em mim também o desejo de

olhar para os flagrantes instantes do louva-a-deus. E sempre

procuro por eles no jardim. Até que dia desses a beleza desse

espécime aí me agarrou pelo olhar. Fui fisgada. E tenho me

interessado por aquele conhecimento sistematizado... +

Simetria e luz no insustentável do ser - louva-a-deus (fotografia) banco
19/9/2007 22:36 · 80



Um click, às vezes, é infinitamente mais feliz do que esperamos.

Essa luz reflete a minha alegria pelo flagrante. Louvado seja sempre

o instante de existir. +

Mimética simetria (fotografia) banco
19/9/2007 19:20 · 103




O louva-a-deus, segundo JJLeandro uma fêmea, continua

camuflando-se nos objetos da minha sala. Infelizmente, sumiu da

minha vista curiosa. Nas últimas vezes, avistei a danadinha no

trançado da peneira e depois na lança do Dom Quixote de sucata.

Continuo observando-a nos flagrantes da macro na última aparição

no jardim. Aqui ela espicha-se seguindo a discreta... +

O País dos horizontes banco
17/9/2007 19:49 · 82

+

O sertão de tropas e boiadas overblog
16/9/2007 09:53 · 477




Uma história personalíssima do desbravamento do sertão goiano



Queria falar de um Brasil profundo, um Brasil engolido pelo tempo, soterrado por uma palavra que encobriu misérias e enganos monumentais. A palavra é progresso, uma das pernas ufanistas da inscrição na nossa Bandeira, o símbolo augusto da pátria que cantamos no Hino. E esse Brasil é mais profundo ainda se... +

Louvando a flor - louva-a-deus (fotografia) banco
14/9/2007 06:24 · 90






Louva-a-deus no hibisco vermelho, louvando a flor na manhã

ensolarada do meu quintal. +

A insustentável beleza do ser - louva-a-deus (fotografia) banco
14/9/2007 06:23 · 100





Louva-a-deus na folha de antúrio, casamento suave de cores e

texturas. +

De pétala em pétala, escalando a rosa - louva-a-deus (fotografia) banco
13/9/2007 20:32 · 78




Apesar da secura arrastando agosto setembro adentro, sem o

menor sinal de chuva, as rosas capturam o olhar. E o louva-a-deus

escala uma rosa vermelha, antes que a doideira de Zéfiro mande

pétalas ao vento. +

Ufa! Descanso ensimesmado no aveludado da rosa - louva-a-deus (fotografia) banco
13/9/2007 14:23 · 76




O louva-a-deus esquecido de movimentos na maciez aveludada das

pétalas da rosa vermelha... O tempo escorre e ele ali, nem aí para

o espetáculo do meu olhar... +

Projeções - louva-a-deus (fotografia) banco
13/9/2007 11:44 · 88




Parte do meu final de semana foi dedicada a observar um lindo

louva-a-deus. Seguindo o exemplo do meu amigo Leo Iran (que

adora fotografar esses seres) adotei o bichinho. O danado cismou

em fazer da lente da câmera trampolim de apoio. Era só chegar

perto dele e o perna longa saltva para a lente. Mas o resultado

compensou e muito, embora ele tenha dificultado... +

Escrevo porque... banco
2/9/2007 07:31 · 187

+

Canteiros emocionais banco
29/8/2007 19:53 · 100

+

Caraíba - uma pintura de agosto banco
27/8/2007 09:06 · 110

+

Pôr-do-sol, o segundo olhar (fotografia) banco
24/8/2007 06:22 · 83



Dirigir o carro do sol não é fácil. Mas deixando a mitologia de lado,

sigo os seus vestígios instantâneos na paisagem do meu quintal... E

o astro rei pinta assim... +

Pentimento da lua banco
24/8/2007 06:22 · 87

+

Pôr-do-sol, o terceiro olhar (fotografia) banco
23/8/2007 22:37 · 115



Na brevidade de um click, o rastro fugaz do pôr-do-sol no

horizonte do quintal... +

Pôr-do-sol, o primeiro olhar (fotografia) banco
23/8/2007 22:37 · 99




O sol da poesia ou a poesia do sol. Não, no fundo do tacho

raspado da linguagem, uma imagem, a eterna pintura da vida. Eu e

os meus pretextos, às vezes, fotografia. Instantâneos, uns passos e

céleres segundos e já não alcançamos mais. Fim de tarde, espicho

o olhar para a linha do horizonte, eis a fotografia: o pôr-do-sol.

Corro, pego a máquina fotográfia,... +

A vida imita a lua banco
20/8/2007 09:53 · 80

+

O despertar de Pã banco
18/8/2007 20:58 · 87

+

A lua sobe II (fotografia) banco
6/8/2007 12:25 · 99

+

Lua pautada I (fotografia) banco
6/8/2007 10:18 · 119

+

Lua pautada I (fotografia) banco
6/8/2007 10:18 · 119

+

Aparição (fotografia) banco
5/8/2007 20:13 · 90




Ando de caso com a lua. Até pulo a cerca. Sorrateiramente, saio

para espiá-la. Esqueço as horas e giro noite adentro de olho nela.
+

Venha ver o pôr-do-sol (fotografia) banco
4/8/2007 19:33 · 87



Nada mais bonito que o pôr-do-sol no mês de julho no Planalto

Central. Incêndios no céu de uma paisagem convidativa à

contemplação. E o título é para homenagear Lygia Fagundes Telles.

Venha ver o pôr-do-sol, o conto, abriu em mim os

surpreendentes incêndios das palavras de Lygia. Aquele suspense

todo embrulhado na aparente banalidade de um fim de tarde. +

Cartão postal do céu (fotografia) banco
4/8/2007 19:29 · 106



Lendo Fernando Pessoa, sempre relendo com aguçados sentidos

Alberto Caeiro e deixando o rebanho dos pensamentos seguir as

nuvens... A natureza no quintal mostra a grandiosidade nos

recortes dos dias e das noites. Vou captando, sentindo os

incêndios do sol de julho na paisagem ressequida e exuberante do

cerrado. É na secura que o cerrado explode em cores,... +

O velho chapéu de palha (fotografia) banco
4/8/2007 17:00 · 106




Irresistível! E só descobri isso recentemente.

Minha alma faz mesuras e galanteios ao chapéu. O analista com

certeza explicaria. Mas como nunca cheguei perto de um divã,

deixa meu chapéu fora dessa. Sob essa sedução, com certeza,

moram meus afetos, delicadezas, fantasias, utopias e fantasmas.

Numa série de fotos, acho que consegui efeitos inesperados com... +

O movimento da flor (fotografia) banco
4/8/2007 15:21 · 100




Impossível a indiferença do olhar quando a beleza que se propõe

no meio do caminho, no incêndio do dia, é da flor do maracujá. Ela

sempre captura o meu olhar. Quanto mais me entrego mais beleza

descubro. Nesta, além da harmonia das cores e forma, vou no

embalo do movimento da flor em sua pacífica entrega à suavidade

de Zéfiro. +

Carpintaria banco
28/7/2007 00:08 · 81

+

Manhã de carcará (fotografia) banco
26/7/2007 10:47 · 95




Bem que tentei flagrantes de vôos e detalhes visuais. Mas os

gaviões estão sempre no alto, dificultando os clicks. Aqui, num

breve e arisco repouso nos galhos da sucupira rosa. O carcará,

quando aparece no pedaço é de endoidecer as galinhas, que

fogem aflitas em busca de abrigo. Passei a manhã de olho nesses

predadores naturais do meu quintal. +

Corujas no quintal (fotografia) banco
23/7/2007 20:41 · 78



Exímias caçadoras, ferozes e ariscas. Elas estão sempre por perto,

mas mantendo a distância segura dos três metros. Eu sempre de

olho... +

Aves raras no quintal (fotografia) banco
22/7/2007 19:10 · 194




O generoso mamoeiro faz a festa das manhãs e tardes dos

majestosos tucanos que dão o ar da graça colorida no quintal. Eles

estão chegando cada vez mais perto e ficando mais tempo. Vêm em

busca de alimento e se acostumam à segurança de uma convivência

pacífica, sem ameaças. Algumas vezes apenas os meus clicks

insistentes, mas respeitosos e guardando a devida... +

O lápis de cor do cerrado (fotografia) banco
22/7/2007 16:01 · 129



Passei e vi a surpreendente florada de uma árvore que nem

imaginei que fosse ipê. Estava sem máquina fotográfica. E fiquei

com medo de perder o flagrante, pois a florada do ipê quando

despenca rumo ao chão é em questão de horas. Lição aprendida

na prática. Há uns três anos passei por um ipê amarelo, daqueles

de endoidecer de tão bonito. Não parei para fotografar... +

A primeira graviola na fruteira (fotografia) banco
21/7/2007 09:31 · 89





Cravei os dentes. E não cravei sozinha. Como num círculo tribal em

que se reparte com fé o pão da vida, a primeira graviola do meu

quintal foi recebida com um prazer ritualístico. E dividida

irmanamente entre os que a viram madura e os que a desejaram.

Foram quase quatro longos anos de espera pela generosidade do

fruto, que na forma lembra a ata, a fruta-do-conde... +

O maracujá pulou a cerca (fotografia) banco
21/7/2007 09:29 · 116




Que flor linda a do maracujá! Descobri no fundo do meu quintal um

invasor exuberante. Pulou a cerca do vizinho e está flertando com

as árvores do meu quintal. E veio com força total. E já abriu

caminho entre as guarirobas, jacarandás do cerrado, sucupiras,

limoeiros e bananeiras. E vai trepando, de árvore em árvore, e

explodindo em cores numa floração singular.... +

A leveza da flor (fotografia) banco
21/7/2007 00:53 · 91




Linda, linda essa florzinha, que nem sei o nome, mas é um luxo

visual no meu quintal que fica no quadrilátero de Zéfiro. E quando

ele acorda brisas, ah, nem conto das delícias. Essa florzinha ao

vento é toda leveza... +

Equilíbrio (fotografia) banco
19/7/2007 12:36 · 77



Além dos pássaros-pretos, claro, o que mais gosto nesta foto são

essas zonas de luz e sombra e os triângulos... Ãngulos e mais ângulos

pontilhando a moldura de um céu azul, azul. +

Entre luz e sombra (fotografia) banco
17/7/2007 13:06 · 125



Flores pra que te quero... Quero. O exercício do olhar na calmaria

do quintal, o universo das encantadas miudezas e realezas. Ah, eu

quero! +

A virilidade do hibisco rosa (fotografia) banco
16/7/2007 20:14 · 78




Ando flora, flora. Flora, flor da pele. Atenção desdobrada aos

quadrantes do quintal. Hibiscos! Ah, os viris hibiscos polinizando a

rosa dos ventos, num infindável duelo com Zéfiro. Às vezes tento e

algumas vezes consigo, o flagrante exposto à luz matizada do dia.



+

Cordas de aço para um instante de canto (fotografia) banco
16/7/2007 20:12 · 111





Nunca escutei canto mais alegre do que de pássaro-preto, o

sertanejo "passo-preto". Voam em bandos, fazem solo, duetos,

quartetos, quintetos, sinfônicas. E, melhor que tudo, no meu

quintal, no teto da minha casa que beija o céu (pé direito de oito

metros!), no cata-cata de bichinhos da grama, embaixo das

mangueiras. Teve um que se enamorou da minha janela... +

A sensualidade do vermelho (fotografia) banco
16/7/2007 19:32 · 87



Vermelhos estratégicos no jardim, sensualidade para capturar o

olhar que passeia displicente pelas tardes. Vermelho nervura,

explosão despudorada de um hibisco. Ai! Que fisgada!

+

Brincar com a lua (fotografia) banco
15/7/2007 15:48 · 93




No bréu da noite e dos medos, a estonteante lua vem me contar

segredos meus, desses bem guardadinhos, guardadinhos... +

O sol sumindo entre azuis (fotografia) banco
15/7/2007 15:05 · 89




Glorioso, o sol mergulha na linha do horizonte e vai sumindo entre

azuis e segredos do mundo de lá... Na cortina desses bréus

recorto flagrantes e colo na moldura do fim do dia. +

Amores que ficam banco
14/7/2007 00:20 · 90

+

Girassol no quintal (fotografia) banco
14/7/2007 00:18 · 82




Ele era minúsculo, mas ficou gigante na minha lente de tanto que

me espichei feito lagartixa para capturá-lo na teia dos movimentos

do meu olhar. Esses dias amarelos e arregalados são um santo

remédio para as dores da alma. +

Crônica de um poema pintado banco
13/7/2007 16:01 · 79

+

A lua de Pirenópolis bate na minha janela banco
13/7/2007 15:06 · 86

+

A poesia da prosa e a prosa da poesia banco
11/7/2007 18:01 · 100

+

Acidente com césio-137 pela primeira vez no palco overblog
2/7/2007 19:31 · 164




Azul esgotado, cena de uma tragédia no quintal



Três jovens talentos no palco e a mão sensível de uma diretora teatral, discípula do irreverente e inventivo Hugo Rodas. E o princípio dos princípios: o fio de uma idéia, aquele fiapo que puxamos de um misterioso novelo que se chama processo criativo. A cena, que inicialmente nem era cogitada no novelo que se desenrolava,... +

Azul esgotado banco
2/7/2007 10:21 · 75

+

O poema inacabado banco
30/6/2007 23:29 · 111

+

A esfinge no limite da faca banco
30/6/2007 13:42 · 78

+

Corujas no quintal (fotografia) banco
24/6/2007 23:04 · 122


Ainda rodeando o toco, com a série corujas no quintal +

Amendoim, a poesia da vida banco
24/6/2007 22:12 · 113

+

O-ver a lua banco
20/6/2007 20:19 · 125




Mais do que na hora de encerrar essa overdose de lua. Lua cheia,

cheia de lua, cheia de graça e graças enluaradas. Que venham as

outras fases: quarto crescente, nova, minguante. Mas sempre de

olho nela e nos seus rompantes abrindo a cortina do céu. +

A lua e o nin indiano na moldura do quintal banco
20/6/2007 20:19 · 121



+

A lua entre folhagens (fotografia) banco
18/6/2007 12:54 · 95

+

Para namorar a lua (fotografia) banco
18/6/2007 11:48 · 139


Esta imagem é só para erguer um brinde ao anjo torto

Carlos Drummond de Andrade, o primeiro poeta da minha alma, já

recitanto uns versos: "(...) Mas essa lua/mas esse

conhaque/botam a gente comovido como o daibo". +

Lua branca (fotografia) banco
17/6/2007 23:21 · 90



Essas luas nas manhãs, esse tênue rivalizar com o sol no

firmamento. Imagens que me encantam no meu quintal. E justificam

sair da cama tão cedo. Aqui, a Lua Branca, para homenagear

Chiquinha Gonzaga, uma mulher que soube se impor na vida e na

história do Brasil. +

Ocaso banco
17/6/2007 21:39 · 99

+

A lua e a mangueira (fotografia) banco
17/6/2007 18:20 · 92



Curvas da manhã, curvas da lua, curvas da mangueira... Esses

contornos diáfanos da aurora no meu quintal. +

Coruja no meu quintal II (fotografia) banco
17/6/2007 11:45 · 90




O céu com o mesmo azul cristal do Planalto Central, sem efeitos de

computação. E a corujinha atenta integra o clã que há algumas

gerações fazem a festa no meu quintal. Aqui, a coruja-buraqueira

(faz a toca em barrancos e cupinzeiros) no galho de um

jacarandazinho do cerrado. +

A lua na caixa d'água (fotografia) banco
17/6/2007 11:45 · 93




Tons e ângulos, numa doida perseguição à lua que baila na manhã

plena de céu. +

Terra estrangeira banco
16/6/2007 00:37 · 113

+

Paisagem do cerrado no meu quintal (fotografia) banco
15/6/2007 14:20 · 91



A exuberância do cerrado, principalmente no período de seca, é

qualquer coisa de tirar o fôlego e prender o olhar. Sucupiras rosas

e roxas, ipês amarelos, rosas e roxos, e o abençoado pequizeiro. A

florada do pequizeiro é uma das coisas mais lindas que já vi na rica

flora do cerrado. No meu quintal, dois pequizeiros (plantados por

mim) compõem a paisagem... +

A lua nas persianas da guariroba (fotografia) banco
15/6/2007 12:57 · 95




Guariroba é uma palmeira típica do cerrado, que produz um

palmito amargo muito apreciado na culinária goiana. Tenho vários

pés de guariroba no quintal. Claro, estes jamais irão para o prato.

O coco, quando maduro, faz a festa dos passarinhos,

principalmente periquitos. Aqui, a folhagem da guariroba serve de

persianas para emoldurar a lua neste click. +

A lua e o telhado (fotografia) banco
15/6/2007 12:57 · 103




Lua, lua, sempre lua, em todos os quadrantes do meu quintal. Aqui,

ela sobe e espraia-se na quina do telhado. +

A lua sobe (fotografia) banco
15/6/2007 12:57 · 91



Gilberto Gil tem uma música fantástica sobre a lua. O Canto de Gil

me impressionou mais pela palavra do que pela musicalidade, em

plena corrida da conquista da lua... Para homenagear Gil, uma

referência ao Lunik 9: "Poetas, seresteiros, namorados,

correi/É chegada a hora de escrever e cantar/Talvez as

derradeiras noites de luar". Perdoem qualquer deslize... +

Céu e bananeira numa manhã qualquer (fotografia) banco
13/6/2007 20:13 · 110




Gosto muito desse negócio de espichar o olhar para tudo o que

brota no meu quintal. E a bananeira que plantamos para camuflar

os holofotes do vizinho deu cacho. Numa manhã qualquer (que

nunca é uma manhã qualquer), me deu uns clicks e... Bem, eis a

bananeira com seus frutos, um sedutor sol a pino, desses de

dourar a pele, e um azul puríssimo pontilhado... +

Frágil equilíbrio (fotografia) banco
13/6/2007 18:25 · 122



Gosto de miudezas, essas belezas miudinhas que, num rompante,

agarram o nosso olhar e se agigantam. A flor amarela do

flamboyanzinho de jardim (aqueles naniquinhos mesmo), com a

vagem onde dormem as sementes, impõe-se com delicadeza na

imensidão do céu. Flor, haste e vagem, ensaindo uma forma de vôo.

Beleza pura. Ah, e com essa história dos diminutivos mais... +

O esconde-esconde da lua no meu quintal (fotografia) banco
13/6/2007 18:24 · 107




Numa dessas noites de lua cheia, não sei se no final de maio ou

início de junho, não resisti aos encantos da eterna namorada dos

poetas. Saltitei no bréu do quintal para captar cenas da lua na

instigante moldura do meu olhar em movimento. Nesta aí, ela

brinca de esconde-esconde comigo, uma bela aparição atrás do

Nin. +

Dourados incandescentes do meu quintal (fotografia) banco
13/6/2007 16:51 · 138



Essas manhãs e seus dourados acendendo o fogo sagrado

da vida, um dia após o outro. E eu ainda tenho fé nos dias que

virão. +

Um furacão chamado Hugo Rodas overblog
10/6/2007 08:08 · 176



Ele dança com deuses e demônios


Tenho um amigo fotógrafo, o José Afonso Viana (Zekafonso para os íntimos), que me acompanha há mais de 20 anos. Ele fotografou minha irmã caçula, Jordanna, aos cinco anos e ao longo das últimas décadas flagrou vários momentos dela, como apresentações teatrais, formatura... Essas coisas prosaicas da vida que depositamos nos álbuns de família... +

O vestido, a lua e a aurora (Fotografia) banco
9/6/2007 20:26 · 162





Um dos quadros da Frida Khalo que mais gosto é O

Vestido. Adorei aquele vestido sobressaindo-se entre os

automóveis. Click, click, click. E um vestido para compor a

minha imagem de lua e aurora...

Vou exercitando o olhar. +

O sol rompendo a cerca (fotografia) banco
9/6/2007 19:52 · 162

+

Lua no varal (Fotografia) banco
9/6/2007 12:49 · 109




Moro num lugar privilegiado. Em qualquer direção a minha vista

alcança sempre a linha do horizonte. Bom ver a cidade ao longe,

na moldura do dia ou da noite. E fico atenta às fases enamoradas

da lua. E também imagino umas coisas, umas cenas. Aqui, a lua no

varal, por volta das seis horas da manhã... E tome clicks. +

Corujas no meu quintal (I) - Fotografia banco
7/6/2007 08:48 · 93



Há mais de 20 anos convivo com fotógrafos, por força da profissão.

Muitas vezes, não resistia à tentação e acabava funcionando como

um terceiro olho, chamando a atenção para um ângulo, uma leitura

de contexto ou mesmo detalhes de cenas que considerava dignas

de click. Mas como fotografia exige mais do que olho (que é muito

importante, claro), ficava com preguiça... +

A pedra banco
4/6/2007 18:05 · 101

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Releitura com cheiro de tinta fresca overblog
1/6/2007 14:33 · 175



Com as cores da alma


Os melhores escritores que li na vida eram os que sabiam pintar com as palavras. Melhor: sabiam pintar e bordar com as palavras. Tinham na paleta mágica das palavras as cores da alma e o poder do encantamento da agulha – a nos cutucar e remendar por dentro.

Escritores de palavras... Passei por tantos... Escritores de imagens... Esses moram na minha... +

Pintura (para Erico Veríssimo) banco
31/5/2007 10:56 · 105

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Carta a Mário de Andrade, o escritor serelepe overblog
25/5/2007 18:48 · 414


Carta a Mário de Andrade, o escritor serelepe que é uma tradução de Brasil


Mário, Mário!

Por muito, mas muito tempo mesmo, você ficou esquecido entre tantos e confusos títulos na minha estante... Até que veio o baque, o estalo, o romper da casca. Mas essa é uma outra história que não convém relatar agora. E não vejo outra forma de contar da alegria do meu encontro com... +

A razão do chocolate banco
24/5/2007 09:08 · 97

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Na varanda de Riobaldo banco
20/5/2007 19:46 · 116

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Lagarta tecendo asas banco
19/5/2007 09:25 · 105

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A palavra de mover montanha banco
17/5/2007 09:26 · 99

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Cacos para uma tarde banco
12/5/2007 18:15 · 106

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Exorcismo banco
10/5/2007 15:57 · 96

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Arame pautado banco
10/5/2007 10:11 · 110

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A fonte banco
7/5/2007 09:03 · 106

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Ela banco
6/5/2007 18:21 · 105

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Segredo banco
27/4/2007 18:02 · 143

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Vida Teodora ou Alegria de Manuel banco
27/4/2007 14:24 · 111

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Pela poesia nossa de cada dia banco
27/4/2007 07:32 · 125

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Prosa de quintal (VII) - A curiosa banco
26/4/2007 22:01 · 105

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Além da trilha batida dos becos de Goiás overblog
21/4/2007 21:07 · 142


As imagens capturadas por olhos frenéticos de ver, descobrir, sentir e transpor um quê de incômodo espelho na alma compõem mais que a paisagem, um itinerário de tempo transcorrido e vertido nos passos das gerações, essa sucessão na corrente sanguínea e nas águas tranqüilas de um rio de nome sugestivo: Rio Vermelho. Histórias que mexem e remexem com a gente, sem explicação plausível.... +

Prosa de quintal (VI) banco
19/4/2007 16:40 · 95

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Violetas breves banco
18/4/2007 22:09 · 96

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O movimento da vida banco
16/4/2007 13:03 · 103

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A rosa metálica banco
15/4/2007 22:24 · 164

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A aranha tece banco
13/4/2007 19:09 · 117

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Diálogos da esfinge (parte XII) banco
13/4/2007 18:24 · 96

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Prosa de quintal (V) banco
13/4/2007 16:46 · 112

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Prosa de quintal (IV) banco
7/4/2007 11:20 · 127

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Prosa de quintal (III) banco
6/4/2007 08:56 · 103

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Palavras secas banco
6/4/2007 03:16 · 111

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Diálogos da esfinge (XII) banco
5/4/2007 12:19 · 46

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Rezo... banco
2/4/2007 09:38 · 157

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De barro, pedra e ventre... banco
31/3/2007 18:54 · 86

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Diálogos da esfinge (XI) banco
30/3/2007 18:19 · 150

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Pavio curto banco
29/3/2007 15:08 · 82

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A porta banco
28/3/2007 19:40 · 70

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Diálogos da esfinge (parte X) banco
28/3/2007 18:00 · 86

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Por Angatu, rumo Norte na minha alma overblog
26/3/2007 15:20 · 224



No coração do Brasil existe uma cidade quente, eqüidistante mil e quinhentos quilômetros dos portos de Itaqui (MA) e de Santos (São Paulo). Para o Norte ou para o Sul lá estão eles, os mil e quinhentos quilômetros que sonham com a ferrovia, a Norte-Sul, que teima em não passar por aqui e chegar até à bela paisagem de Porangatu (Goiás), onde um tupi-guarani batizou o que viu... +

Prosa de quintal (II) banco
26/3/2007 11:51 · 139

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Prosa de quintal (I) banco
26/3/2007 11:51 · 84

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Uma tarde com o encanto de Adélia Prado overblog
25/3/2007 10:10 · 375

Hoje resolvi futricar em uns textos antigos e eis que esbarro neste registro pra lá de emocional de um encontro com Adélia Prado, ocorrido em Goiânia, se não estou equivocada no dia 26 de maio do ano passado. Foi um dia de alegria para o meu coração devotado à poesia da borboleta pousada Adélia Prado. Aliás, a primeira vez que a poesia de Adélia soprou no meu ouvido foi com um verso... +

Para quando não doer mais banco
23/3/2007 18:22 · 101

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Diálogos da esfinge (parte IX) banco
23/3/2007 00:07 · 79

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Pode ser para sempre banco
22/3/2007 16:42 · 79

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Sigo banco
21/3/2007 15:38 · 98

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Diálogos da esfinge (parte VII) banco
20/3/2007 12:16 · 85

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Diálogos da esfinge (parte VI) banco
16/3/2007 17:33 · 94

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Ciclos do coração banco
16/3/2007 10:49 · 96


Taquicardia



O sol continua fabricando manhãs na minha janela

Manhãs de nunca mais o brilho

Do teu olhar abrindo as cortinas

Nunca mais aquela alegria sem explicação



As tardes ficaram longas e vazias

Faço pausas no trabalho

E respiro profundamente a sua ausência

Que me inunda a alma de nunca mais



Os ciclos se repetem

O tempo... +

Diálogos da esfinge (parte V) banco
16/3/2007 09:00 · 82

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Escultura da ventania banco
14/3/2007 20:28 · 101

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Diálogos da esfinge (parte IV) banco
12/3/2007 15:06 · 89

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Escultura da ausência banco
11/3/2007 18:10 · 96

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Diálogos da esfinge (parte III) banco
9/3/2007 16:45 · 68

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O rio tece as minhas palavras banco
7/3/2007 19:49 · 92

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Diálogos da esfinge (parte II) banco
7/3/2007 13:09 · 108

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Diálogos da esfinge (parte I) - Confissão banco
4/3/2007 14:10 · 102

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Verbo rasgado banco
2/3/2007 18:09 · 139

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A dança mágica da internet overblog
2/3/2007 07:07 · 150

A magia dos dias está nas surpresas da vida. Aquilo que toca e sacode o nosso mortal cotidiano. Gosto da minha vidinha sossegada, mas também sou uma pessoa de viradas bruscas – nunca inconseqüentes -, dessas de dinamitar pontes, virar a casa de pernas para o ar, bater a porta e não olhar para trás. Gosto do remanso do sossego na medida do possível, o que não me impede de mergulhar... +

Das noites que não dormi na minha cama banco
25/2/2007 22:12 · 179

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Sobre o tempo e as tempestades banco
25/2/2007 11:18 · 114

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A alma das pedras - passeio pelos becos de Goiás overblog
24/2/2007 16:19 · 107


As pedras falam. Só aparentemente calam. As pedras condenam. As pedras explicam. As pedras gritam perguntas além do tempo dos homens presentes e da vida presente, como diria o poeta Carlos Drummond, que encontrou no meio do caminho uma pedra-enigma. A imagem mais forte que queimou (e queima) dentro de mim como um guardado incômodo na alma é a das pedras da Cidade de Goiás.

Impossível... +

Quase acreditando banco
19/2/2007 21:36 · 100

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Amores que ficam banco
14/7/2007 00:20 · 90

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A alma das palavras overblog
16/2/2007 19:51 · 131


Vellozia é nome de planta. Popularmente conhecida como canela-de-ema esta planta alonga-se em uma haste que lembra mesmo a ave pernalta do cerrado, parecida com avestruz. Mas a beleza da vellozia está mesmo na flor lilás e na sonoridade da palavra. Esqueçamos a etimologia e os dicionários. Que palavra soberba, linda e perfeita! Na ausência de uma palavra mais apropriada, digo... +

Sonho (Parceria) banco
14/2/2007 20:05 · 104

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Um anjo triste chorou no meu ombro banco
7/2/2007 21:42 · 89

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O banquete banco
7/2/2007 13:58 · 128



Fragmentos de um discurso amoroso. +

Grafitado por dentro banco
4/2/2007 19:13 · 188

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Doces mistérios banco
1/2/2007 21:47 · 94

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Varanda lírica - na trilha de Guimarães Rosa overblog
31/1/2007 22:38 · 131

“Imortal é o que é do sofrido; tudo abaixo daí, é póstumo”.

Guimarães Rosa


Outro dia li o texto de um menino na internet que falava do quanto o exercício da escrita tinha aberto os canais de sua sensibilidade. E penso em canais de rio, os subterrâneos da alma que afloram à luz de uma terra fértil. Ele usou a expressão... +

A razão do chocolate banco
24/5/2007 09:08 · 97

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A flor da pedra banco
23/1/2007 15:40 · 176

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Trégua banco
21/1/2007 12:31 · 130

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Estrela de uma vida inteira overblog
18/1/2007 10:58 · 141

(Re) lendo Bandeira, o Manuel de todas as deliciosas horas entre procuras e prateleiras, as lombadas de letras douradas, da modesta biblioteca do Colégio Estadual Professor Pedro Gomes, que me encheu os olhos de uma febril cobiça. Entre química orgânica, fisico-química, trigonometria, matrizes, tabela periódica, números atômicos, camadas de cebola no microscópio, a biblioteca, o... +

Uma pequena história sobre o tempo overblog
12/1/2007 12:10 · 28

- Pode ser devagar?
- O quê?
- O mundo, ué.
- Ah, sei não. Tô muito ocupada agora. Depois a gente conversa sobre isso.

Esse diálogo tatibitateante e descompassado coloca na balança dois pesos (im) ponderáveis: o mundo na velocidade da máquina e o mundo (cada vez mais perdido) na velocidade natural do homem – regulado pelos ciclos da natureza e a biologia. Apesar da máquina,... +

Na varanda de Riobaldo overblog
11/1/2007 13:23 · 39

(...) Vivi puxando difícil de difícel, peixe vivo no moquém: quem mói no asp’ro, não fantaseia. Mas, agora, feita a folga que me vem, e sem pequenos dessossegos, estou de range rede. E me inventei neste gosto, de especular idéia. O diabo existe e não existe? Dou o dito. Abrenúncio. Essas melancolias. O senhor vê: existe cachoeira; e pois? Mas cachoeira é barranco de chão, e... +

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Revista Overmundo nº 6: esquentando as turbinas!

A Revista Overmundo está chegando ao fim de sua primeira temporada e você não pode perder a oportunidade de colaborar! A edição nº 6 da revista,... +leia

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