colaborações publicadas
Medo
Essa é a história de um ratinho que estava num laboratório científico, fugiu e caiu dentro da Floresta Amazônica!
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O petróleo perfura os tímpanos, embriagados
De conflitos morrem lançados pelos inimigos.
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"Eu sei que vou te amar
Por toda minha vida".
*Vinícius de Moraes/Tom Jobim
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Seres esteios e o beija flor
Quânticas asas o meu amor
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Sentada na proa sou uma pessoa comum e os diálogos das pessoas são escunas...
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Alegria, Alegria, Alegria
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Então é d’Ele mais um sopro de vida
e o sol acende suave
o vento ameniza os Pontos Cardeais
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Mas Alce é quem passa
De nariz vermelho
Pisca – Pisca ao léu
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E zero é o Virgulino
Cem galhos pra
Coruja-de-igreja
Expirar o povo
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DIA 11/11/2009 A NOITE DE 14/11/2009
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Materno é o estado primordial da pureza
Da alma boa à existência
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“Como pode o peixe vivo
viver fora da água fria”
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cultivando prazeres sem fim
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A alvorada dos nossos olhos
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o mais brandos dos mortais
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pincéis são anima em letras
no chão da nossa casa
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E ver as estrelas cadentes
Ser nascente do nosso coração
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Lembranças
De vendedor na porta:
Olha a cocada
Quem vai querer?
De estrelinha de papel
Na casinha enfeitada
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Ele se lembra do céu
E todos os frutos são divinos
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Da relva ele me encanta
Old vinho é jazz
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A rodar nas mãos do artista plástico
Ivan Cruz o belo em sua obra
Na interação natureza e mundo.
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Não se percebem no mundo...
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A Santa Ceia hoje são vidas na África
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Todas as rosas de Cartola
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Ele é o infinito no cenário azul
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Deus abençoe meus manuscritos
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E se chover é bom,
São algas novas analisadas
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A felicidade A serenidade
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"tecendo fios que bordam"
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No paint
No drive
Ilustração digital
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"acolhida em seus abraços"
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Ressuscita sem mácula amarela
Ressuscita a coragem verde
Ressuscita a ética azul
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Bocas que chegam aos olhos
Planadores no calor e no frio
Ninhos unidos por outros passarinhos.
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Toda semana enfim corpo visível
Pontualmente surge no tempo
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Declamo amor por você
Quando entro em silêncio
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A parte de dentro benzida
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Beija-Flor em movimento
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Não faz assim me dá um beijo@!?
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Selva com geografia póstuma
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Momento de um grande alento.
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O sol emana minha sombra
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A névoa é de máquina de teatro
Os invasores são sapos pinta preta
Volta à cena és nicho
Nem ecológico, nem social
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Na faixa a música de Cuba
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Contas no fio em outra língua
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Que só caiam presentes de Noel
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Lá lá lá .... vibratório....
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Acabaram-se os estalinhos...
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Não me leve assim tão frágil
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O manto do espírito vem buscar
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Depois de um banho filtrado
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Mais adiante uma emanação
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E as borboletas vestidas de alma
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Leio as notícias ao ouvinte fiel
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Amanha uma gargalhada no fim do túnel...
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Nessa imensidão espero como flor
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Vai descobrir durante a semana
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Vendo bolinhas ao vento...
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E nós com esses desejos...
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Imagens que ninguém sonha...
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Do núcleo interno da terra...
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E descobrimos no fundo um balneário
Entre os seres mais admiráveis que estão por vir...
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Agendas sem premissas...
Em hora de almoço, ausente
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Que o amor plane
Dos Alpes aos Andes...
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...à la carte com agrião no sereno
engarrafados nas alturas de um outeiro...
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...nossa casa é feita na árvore
não tem fome por lá...
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Abro o bico, porém homem esquece
Pelo caminho de barro Justiceiro...
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Por você guardado em sonhos!
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Bancos de areias, andarilho
Lembram-me o leitor do mundo
Escuto suas respostas escritas
Pelas nuvens do céu...
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Quando deixam suas origens
E viram mercadores de cítaras...
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Dragões populares difundem
Estão na música eles cresceram...
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Esse amor faz-me polinizar
Em pântanos e flores livres...
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Simetria na mente antes de vê-las
Permissão de serem florellas e diurnas
Acorda o espírito, a delicadeza, a saga...
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Palha para o sol nascer
O velho Chinês atravessa
O invisível...
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O eixo de nossos corpos, eclipse
Uma arte visual do céu...
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