Brasil.gov.br Petrobras Ministério da Cultura
 
 

Cláudio Carvalho Fernandes Teresina, PI

colaborações publicadas

A luta continua : Epopéia brasileña banco
26/5/2012 01:38 ·

"Se você não for cuidadoso, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo" - Malcolm X (1925-1965).


"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma." - Joseph Pulitzer (1847-1911).


Ley de Medios, já ! ! ! Comissão da Verdade, já ! ! !
+

Quanto menos eu rezo, mais aSSombração me aparece. banco
25/5/2012 09:11 · 0

Quanto menos eu rezo,
mais aSSombração me aparece.

E em pleno meio-dia...

Como diz o Mino Carta,
deve ser a tal lâmpada $$KKKuromatic,
do Ruppert Murdoch Civita e pelego$$.


Nóis sofre ma(i)s nóis goza. E eu quero é ter algum prazer. Eu quero é mais, muito mais. Eu quero tanto... muito tudo.

+

Epopéia brasileña : A luta continua . . . banco
22/5/2012 02:10 · 0

“Se você não for cuidadoso, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” – Malcolm X (1925-1965).

“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma.” – Joseph Pulitzer (1847-1911).

Quanto menos eu rezo,
mais aSSombração me aparece.

E em pleno meio-dia... +

Quanto menos eu rezo, mais aSSombração me aparece. banco
19/5/2012 18:52 · 0

Quanto menos eu rezo,
mais aSSombração me aparece.

E em pleno meio-dia...

Como diz o Mino Carta,
deve ser a tal lâmpada $$KKKuromatic,
do Ruppert Murdoch Civita e pelego$$.
+

Epopéia brasileña : A luta continua banco
17/5/2012 12:26 · 1

"Se você não for cuidadoso, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo" - Malcolm X (1925-1965).


"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma." - Joseph Pulitzer (1847-1911).


Ley de Medios, já ! ! ! Comissão da Verdade, já ! ! !
+

sentimento do momento banco
14/5/2012 21:56 · 0

repetindo alguém:

tudo é tão belo e triste!...
+

A cidade banco
12/5/2012 01:11 · 0

A cidade
constrói-se
todos os dias
destruindo cada vez mais e ais e mais
e menos
menos
menos
+

De tarde banco
9/5/2012 00:31 · 1

De tarde,
o sol se afoga no céu...

De longe,
a beleza é ainda
muito mais (b)ela,
linda
+

O poema mais bonito banco
6/5/2012 17:07 · 0

Você é o poema mais bonito
que os meus olhos podem ver
e não é só uma rima o infinito
de viver a beleza em você...

08/10/2008 - 01h58min

+

A c r ó s t i c o ( M U L H E R ) banco
1/5/2012 12:56 · 1

M uito mais que simples prazer é a vida
U ma riqueza de belos sentimentos no ser
L ivre para amar a existência, sua e da
H umanidade inteira, e assim sempre ter
E m cada qual de todas a mais querida
R ima de harmonia no maravilhoso viver
+

Anúncio (de(s))classificado banco
29/4/2012 03:06 · 0

O mais imperfeito dos homens
procura a mais (ou menos) perfeita das mulheres... +

MINHA AMADA ETERNA banco
23/4/2012 13:24 · 1

Minha amada
tem a beleza
de todas as mulheres do mundo

Aquela a quem amo demais
tem o rosto de cada mulher
e o corpo pleno, cheio de mais amor

Minha amada,
a própria poesia do amor,
vive em mim
dentro da distância
em que mais a encontro,
sempre.
+

Lançamento oficial do Salipi 2012 agenda
15/4/2012 15:12 · 0

Salipi homenageia escritor Francisco Pereira em sua 10ª edição

O Salão do Livro do Piauí chega a sua 10ª edição no ano de 2012. O evento que já faz parte do calendário do estado (do Piauí) irá homenagear o escritor Francisco Pereira da Silva, além do centenário de Jorge Amado, Luís Gonzaga e Nelson Rodrigues.

O lançamento oficial do Salipi 2012 acontecerá na próxima quarta-feira,... +

Três poeminhas (des)pretensiosos banco
14/4/2012 06:48 · 0

Poema Um


Um dia
resta só a certeza
de que nada restou
de todo o absurdo desejo
de mais querer a vida
ida no ainda


xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx


Poema Dois


A cidade desperta
acorda
e nos rouba o sonho
Expande-se em todas as direções
mas nos impede
de conhecer o seu íntimo,
estranho(s) conhecido(s)


xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx


Poema... +

O túmulo do samba é o cúmulo de otras cositas mas overblog
23/2/2012 12:41 · 0

Os Estados Unidos da América (que pena : ) do Sul, a 'Chuíça'*, da nova epopéia (pra não dizer tragicomédia) bundeirante não é só o "túmulo do samba" mas túmulo da arte e da cultura, túmulo da democracia(,) da economia ...


POR QUE CRIVAR O EIXO RIO-SAMPA E ESPECIALMENTE SÃO PAULO ?


O que move a ação do homem é, geralmente, a economia. Daí que, se manifesta... +

Poema Z banco
4/2/2012 01:51 · 0

Epopéia brasileña +

Poema da plenitude da entrega, total, no amor banco
20/1/2012 01:50 · 0

Gosto muito de poesia

Você faz frente e verso, querida ?

Ou é só toda prosa ? . . .

+

Como participar de algo assim banco
17/1/2012 20:21 · 0

Como participar de algo assim,
de uma sociedade como essa, vil
e sem qualquer outro fim
que não o só uso do que lhe serviu ? . . .


+

SP : CRACOLÂNDIA banco
15/1/2012 06:15 · 0

De tanta e tamanha
demência política
não se diga mais São Paulo
e sim Insano Paulo . . .


+

QUESTÃO DE ÓTICA ( ? ) banco
12/1/2012 08:13 · 1

A cidade vertical:
há quem a veja bonita,
interessante, positiva
(como um câncer colorido num exame)
+

Transcendência banco
10/1/2012 03:17 · 0

A mulher mais bonita do mundo
é apenas um poster de calendário
perdida na escassez de tudo
ex-cedendo o nada diário . . .
+

A vida não se repete banco
6/1/2012 14:29 · 0

A vida não se repete(,)
como um filme de tv
pois o falso espelho reflete
a penas o que, "não", se vê...
+

Alvorada banco
3/1/2012 10:09 · 0

Título: Alvorada para canto e orquestra de câmara (Série Alma brasileira)

Autor: Antonio Carlos Gomes

Categoria: Música Erudita Brasileira

Intérprete: Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense

Fonograma livremente disponível em Domínio Público
em: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=29723 +

Suportar o insuportável: somente o eu banco
1/1/2012 05:38 · 0

Suportar o insuportável: somente o eu
consegue essa grande façanha
des-mobilizando tudo o que é seu
no (absoluto) nada do que não se ganha . . .

+

Viver e tão somente viver: banco
29/12/2011 10:06 · 0

Viver e tão somente viver:
passar pela vida passada
como o tempo do próprio ser
que tem a tudo em nada...


+

Saudade é um aviso que nos diz banco
27/12/2011 03:55 · 0

Saudade é um aviso que nos diz
para rever uma pessoa muito querida
que nos faz bem feliz
e alegra a nossa vida . . .

+

Não quero ser mais um troféu banco
18/12/2011 11:55 · 0

Não quero ser mais um troféu
para você, nessa guerra sem fim
pois do crime perfeito sou inocente réu
nas provas apresentadas contra mim...

+

Tentei gostar das pessoas banco
16/12/2011 07:27 · 0

Tentei gostar das pessoas
e suas coisas e tudo o mais
Ao menos tentei as coisas boas
mas só consegui o nada, demais
+

A beleza é uma violência . . . banco
11/12/2011 03:00 · 0

Não penso, atualmente, necessariamente dessa maneira mas eis que surgiu há algum tempo um poeminha assim:


A beleza é mais uma violência
na forma em que hoje ela é,
agressiva e sem complacência,
no ostensivo ser-ter (z-a) da mulher.

+

A beleza é mesmo horrível . . . banco
7/12/2011 12:20 · 0

A beleza é mesmo horrível,
sempre tentando manipular tudo e todos
criando a 'verdade' mais incrível
nas armadilhas dos seus engodos
+

modéstia IMODESTA banco
5/12/2011 05:41 · 0

É um esforço muito grande
você se manter bem pequeno
quando muito poderia ser antes
tudo (o) mais nesse menos...

+

VOCÊ PODE: VOEMOS, POIS, EM TRANSCENDÊNCIA banco
28/11/2011 15:11 · 1

Eis-me, mais uma vez, entre os lacaios
da burguesia, a classe méRdia sorridente
e servil, num eterno teatro cujos ensaios
já tanto mostram-na sórdida e demente

destilando o mal do seu veneno no dente
agudo, pérfido, que se crava feito um raio
no ser de sua peçonha inocente
verdadeiro herói do primeiro de maio

Raça de víboras de boa aparência
que se enganam tentando... +

Natureza-Viva ! ! ! Uma perereca na cozinha ! ! ! banco
22/11/2011 07:53 · 1

Apareceu, numa dessas madrugadas, uma perereca na cozinha. Fato raro, ultimamente, porque a crescente urbanização está destruindo o meio ambiente, flora e fauna. Conseguiu escapar dos gatos (são 09, em casa) e instalou-se na cozinha, aa espera de insetos. Tava com tempo que eu não via uma perereca... assim, tão de perto... +

Plus Ultra banco
24/9/2011 01:51 · 1

Suportar o insuportável. Somente o eu
consegue essa grande façanha
des-mobilizando tudo que é seu
no absoluto do que não se ganha...

+

INCOERÊNCIA banco
21/9/2011 07:35 · 0

A mulher só quer mostrar
mas não quer que vejam
o tudo do desejar
no nada do que desejam
+

PARADOX banco
31/8/2011 07:13 · 0

para um adeus a uma Deusa . . .



Não ser sério (desserializado, muito, um pouco)
pode te trazer problemas
apesar de ajudar a levar a vida adiante
desconcertando eventuais adversários e adversidades

mas também desorienta a quem você quer que te leve a sério


Poesia é
invenção
inversão do real
.
.
.
+

Do Des(a)tino banco
24/8/2011 06:06 · 0

Do Des(a)tino (E outras obras dos plantonistas do "acaso")


A grande ironia é ser materialista
e não ter um só centavo no bolso

O consolo é não ser capEtalista

Mas... E aí ? A gente sempre se pergunta :

O que fazíamos enquanto os FDPs faziam dinheiro ?

(Pausa para uma digressão pouco coerente :

O Bufela Billzinho (Gatos) phode muito mais que eu
(que não phodo... +

Sede de Poesia banco
22/8/2011 02:14 · 0

Sede de Poesia +

O Coração e o concreto banco
24/7/2011 00:24 · 6

Fotografia obtida no local de uma parada de ônibus em Teresina (PI), mostrando a forma de um pequeno coração inscrito (moldado) no concreto. Achei muito poético. Que tal ? . . . +

Nova entrevista com o poeta piauiense Elias Paz e overblog
24/7/2011 00:04 · 3

Nova entrevista com o poeta piauiense Elias Paz e Silva




ENTREVISTA com o poeta piauiense Elias Paz e Silva – PARTE 3

1. Como você se insere no atual panorama da literatura brasileira de expressão piauiense? Vê-se filiado a alguma geração ou movimento literário específico ?

R – Meu primeiro livro, apesar de ser na década de oitenta – o Poemário I – foi impresso em... +

9º SaLiPi - Salão do Livro do Piauí overblog
2/6/2011 08:49 · 5

O 9º SALIPI vai ser realizado de 05 a 12 de junho de 2011. Este ano o homenageado do Salão do Livro do Piauí será Raimundo Nonato Monteiro de Santana, piauiense. Será comemorado também o centenário de nascimento da escritora Dinah Silveira de Queiroz, e homenageado o escritor gaúcho Moacir Scliar (in memoriam).

Por estar situado estrategicamente no coração do Centro de Teresina,... +

9º SaLiPi - Salão do Livro do Piauí agenda
31/5/2011 08:47 · 5

O 9º SALIPI vai ser realizado de 05 a 12 de junho de 2011. Este ano o homenageado do Salão do Livro do Piauí será Raimundo Nonato Monteiro de Santana, piauiense. Será comemorado também o centenário de nascimento da escritora Dinah Silveira de Queiroz, e homenageado o escritor gaúcho Moacir Scliar (in memoriam).

Por estar situado estrategicamente no coração do Centro de Teresina,... +

pré-oculpação banco
31/5/2011 07:22 · 0

O que será do mundo
e da vida
tomados de conta
por esses
brinquedinhos de Deus e do Diabo ? . . .

+

a máfia de São Paulo banco
14/5/2011 08:09 · 0

Robert Fisk e a máfia de São Paulo :

"Sinceramente, conheço o Brasil. Já estive em São Paulo e, para vocês, acho que a máfia de São Paulo é um problema muito maior do que a Al Qaeda".
+

Poemas com historinha banco
22/4/2011 03:22 · 0

Não há dúvidas:
A primavera é bela
Pelas suas flores


( Elyahu Ben Shalom )


* * *



Nu meio-dia
O sol de primavera
É tudo de bom


( Elyahu Ben Shalom )


. . . . . . . . . . . . .

............. .............

.......................................



chuvas de verão
molham a tarde calma:
a vida pulsa



* * * * * * * * * * * * *



descobrimento:
tudo... +

Pinheiro Salles: Carta à ministra Maria do Rosário overblog
18/4/2011 07:44 · 0

Merece divulgação ( a mais ampla possível ) :

Colhido no "site" Viomundo :

http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/pinheiro-salles-carta-a-ministra-maria-do-rosario.html

15 de abril de 2011 às 12:46

Pinheiro Salles: Carta à ministra Maria do Rosário

Carta à ministra Maria do Rosário

“A regeneração da democracia e o respeito aos direitos humanos constituem os dois... +

Descoberta a pólvora ! ! ! . . . banco
17/4/2011 08:08 · 0

A vida, por mais longa que seja,
é muito curta

Por isso, curta muito a vida



Bom, eu ia terminar dizendo outra coisa

mas como há pessoas de família

neste "site" . . .
.
.
.
+

Penso, logo, reXisto banco
15/4/2011 02:40 · 2

Penso
logo
reXisto



...........................................

Poema em homenagem para o PT e o PSTU. E agora, também, para o PSOL e PCO, além, é claro, do PDT e quem mais das esquerdas brasileñas.

* * * * * * * * * * * * *

Este é um dos poemas e criações de um dos vários perfis excluídos ARBITRARIAMENTE do "site" RecantRo das Letras, de que solicitei explicações... +

Não é muito mas funciona sempre ( até agora ) banco
11/4/2011 05:05 · 0

Só 13 ( treze ) cm . . .

Comprovadamente,
dá, no mínimo, até 3 seguidas
sem tirar de dentro
de tucânus
e do partido da Frente Liberal

+

Poema clássico com um leve toque de ironia moderna banco
28/3/2011 04:34 · 0

Blá
Blá blá
Blá bla blá



+

Lula sem vaselina neles banco
22/3/2011 03:44 · 1

+

Poema do realista, otimista frustrado banco
19/3/2011 08:29 · 0

As pesso(nh)as são assim como são
talvez pelo peso da gravidade
que as faz ser em vão
nesta vã e vil realidade


+

Poesia para o OvermAndo . . . banco
15/3/2011 06:29 · 0

Pizza de Abobrinha "Light"

Rendimento: 2011 porções


INGREDIENTES

Massa:

3 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
3 colher(es) (chá) de fermento químico em pó
1 unidade(s) de ovo
1 colher(es) (sopa) de margarina light
3/4 xícara(s) (chá) de leite desnatado
1 colher(es) (café) de sal


Recheio:

quanto baste de molho de tomate
5 unidade(s) de abobrinha... +

Para Todos . . . banco
12/3/2011 07:19 · 0

Para todos e todas, muito mais
do que a bela emoção:
Que o mundo inteiro se revele
amor pleno de razão


+

Para o 'Seu' Zé ( Bezerra ) . . . banco
9/3/2011 06:11 · 0

" Escrever verso livre
é o mesmo que jogar tênis
com a rede arriada. "

( Robert Frost - 1874/1963 -
poeta ianque
[ estadunidense norte-americano ] )

. . .
.
.

+

ENTOMOLOGIA AGRÍCOLA banco
5/3/2011 04:53 · 0

Hoje,
já não sei mais nem
se entomologia
estuda pássaros ou insetos . . .

Mas como eram gostosinhos
e desejados
os seios adolescentes
de nossas coleguinhas ! !
+

Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o overblog
5/3/2011 03:39 · 5

Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular



MANIFESTO

A Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação é uma iniciativa de membros da Câmara dos Deputados, em parceria com entidades da sociedade civil, que visa a promover, acompanhar e defender iniciativas que ampliem o exercício do direito... +

BRASIL: MAME-O OU DEIXE-O banco
28/2/2011 06:10 · 0

País-continente,
tens de tudo,
até o que te farta
de falta e 'fall's

A verdade que te norteia
é a fome de justiça
com que vestes os 'puros'
e suas leis, bonitas e engraçadinhas
mas...

O buraco é mais embaixo.
+

DE UM PAPEL DE EMBRULHO ANTIGO banco
24/2/2011 07:30 · 0

Na Rua 13 de maio 82-S
( em frente à Praça Pedro II ),
em Teresina - Piauí,
nos anos 70/80
havia uma loja
chamada Papelaria Brasil
( "de Geoval Lopes & Cia. Ltda." )
com "material escolar,
material para escritório em geral,
impressos fiscais etc"...

Isso é história.

E também poesia!...

+

BAR ZIU ou AME A AMÉRICA, RICA ou O 'SHOPPING' CON banco
21/2/2011 02:51 · 0

BAR ZIU ou AME A AMÉRICA, RICA ou O 'SHOPPING' CONTINUA LINDO...

Ianques tupiniquins
na de colonização
língua
falo-vos
bem assim: 'go home'!
( us zistaduszunidus )

Noutras palavras
vão tomar no sul
.
.
.
*
+

INTRODUÇÃO À FOTOGRAFIA ou NO MEIO DO CAMINHO ou banco
18/2/2011 02:11 · 1

INTRODUÇÃO À FOTOGRAFIA ou NO MEIO DO CAMINHO ou O HOMEM QUE fotoCOPIAVA


Na Universidade
( de aprendizes de burguês )
havia umas coleguinhas
esteticamente agradáveis
fisicamente interessantes
materialmente desejáveis...

: pena que
politica(sexual)mente inacessíveis...

+

4, 4 dimetil - 2 terc butil penteno 1 banco
16/2/2011 02:50 · 4

Junto à escrita antiga
de uns poeminhas satíricos
( num velho caderno universitário
de química orgânica )
a letra amiga de uma colega
dos idos tempos de juventude...

A vida pe(r)de passagem
de volta para o futuro

Melhor sorte
para ela(s)
do que para mim?...

+

PESSOAS À MARGEM DA SOCIEDADE overblog
16/2/2011 02:01 · 11

Atualíssimo, o artigo a seguir foi o resultado de um exercício de tradução (do esperanto, que já, por falta de prática, desaprendi), do tempo dos anos 80/90, quando, interessado em conhecer a literatura de outros povos e culturas, fiz curso e assinei revistas e publicações relativas a esse idioma universal. Publico-o aqui por considerar bem oportuno, face às ainda recentes repercussões... +

ANÁLISE ESTILÍSTICA DE 3 CONTOS DE RUBEM FONSECA banco
14/2/2011 00:53 · 11

Considerando que, na literatura brasileira de hoje, talvez seja o gênero de maior destaque, em termos de vigor e criatividade, o conto cumpre a seu modo o destino da ficção contemporânea. Alfredo Bosi, em “O CONTO BRASILEIRO CONTEMPORÂNEO”, situa-o entre as exigências da narração realista, os apelos da fantasia e as seduções do jogo verbal, assumindo formas de surpreendente variedade.... +

EVOLIÇÃO banco
11/2/2011 01:22 · 0

Des-ejo a melhor mulher
mas quem eu quero mesmo
é a mulher melhor . . .


+

A APRECIAÇÃO CRÍTICA DE MASSAUD MOISÉS SOBRE O ROM banco
9/2/2011 01:15 · 9

Analisando os três momentos do Romantismo em Portugal [primeira, segunda e terceira gerações românticas], Massaud Moisés faz uma crítica quase que pessoal de cada um dos seus respectivos representantes. Dotado de grande erudição, conhecedor do assunto e com várias publicações na área de tal conhecimento, deixa transparecer, no entanto, as próprias preferências quanto a este ou aquele... +

ANÚNCIO DE(z)CLASSIFICADO banco
7/2/2011 00:54 · 0

O menos perfeito dos homens
procura
a mais perfeita das mulheres +

Entrevista com o poeta piauiense Elias Paz e Silva overblog
6/2/2011 22:49 · 9

“Poesia econômica, linguagem contida, Elias Paz e Silva afirma-se como um dos melhores poetas da atual literatura piauiense e nacional”. Palavras do crítico literário Assis Brasil sobre o poeta piauiense, também jornalista, Elias Paz e Silva, caudatário da Geração Mimeógrafo, que iniciou seu percurso literário ainda na década de 80, quando publicou “Poemário I” em 1985 e “Poemário... +

Produção de texto banco
4/2/2011 02:46 · 9

Análise do texto "Sete Coisas Que Os Pais Inteligentes Calam" (in Seleções do Reader's Digest, junho de 1996), trabalho de produção de texto para a disciplina Psicologia da Educação II, do curso de Letras da UFPI, em dezembro de 1998. +

Resenha do Filme " O PONTO DE MUTAÇÃO " banco
1/2/2011 22:43 · 9

Sobre “O Ponto de Mutação”, é possível dizer que se trata de um filme instigante que pode contribuir com o entendimento do que seja um pensamento multifacetado do mundo. O enredo (ou pretexto para seu desenvolvimento) é simples, mas bem elaborado, para o seu objetivo: uma cientista que vê seus ideais traídos e desencantada com o projeto Guerra nas Estrelas, um candidato à presidência... +

SOBRE COBRA NORATO COMO ÉPICO E DRAMÁTICO MODERNOS banco
30/1/2011 04:22 · 12

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS
DEPARTAMENTO DE LETRAS
DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À LITERATURA NACIONAL CONTEMPORÂNEA
ALUNO: CLÁUDIO CARVALHO FERNANDES

SOBRE COBRA NORATO COMO ÉPICO E DRAMÁTICO MODERNOS

Sobre Cobra Norato como “herói épico moderno”, é possível dizer que este, assim definido, subjaz na própria ideia do espírito moderno, que... +

A GERAÇÃO MIMEÓGRAFO NO PIAUÍ banco
28/1/2011 00:48 · 11

Falando sobre a Geração Mimeógrafo, o crítico e ensaísta Alcenor Candeira diz que esta foi um “Movimento cultural dos anos 70 que se desenvolveu principalmente no Rio de Janeiro e se espalhou por todo o País, provocando o surgimento de inúmeras antologias poéticas, revistas, livretos individuais, jornalecos, quase todos mimeografados. No Piauí, especialmente em Teresina e Parnaíba,... +

SURGIMENTO E DESENVOLVIMENTO DA POESIA NO PIAUÍ banco
26/1/2011 01:10 · 9

Você sabia que foi um piauiense quem primeiro tentou, no Brasil, a poesia científica, com a obra “A Criação Universal”, poema de Leonardo de Nossa Senhora das Dores Castelo Branco de Carvalho, contendo abundantes informações sobre mecânica e astronomia? Foi sob o signo da poesia que a literatura surgiu no Piauí, com a obra Poemas, de Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva, 1º poeta... +

O TELURISMO EM OVÍDIO SARAIVA A PARTIR DE “POEMAS” banco
24/1/2011 01:00 · 8

Este trabalho fornece subsídios para uma leitura heterodoxa da poética de Ovídio Saraiva, relacionando aspectos que a crítica tradicional não tem levado em consideração na análise da obra do primeiro escritor piauiense com livro publicado. Neste sentido, faz-se uma apreciação de elementos configuracionais que determinariam uma noção positiva da ligação do autor de “Poemas” à sua... +

Resumo de "Lógica e Conversação", de H. P. Grice banco
21/1/2011 23:10 · 8

Um princípio muito geral que se espera que os participantes de um diálogo observassem, o Princípio de Cooperação (PC), pode ser assim exposto: Faça sua contribuição conversacional tal como é requerida, no momento em que ocorre, pelo propósito ou direção do intercâmbio conversacional em que você está engajado. +

Resumo da obra ( livro ) " O Que É Linguística " banco
19/1/2011 03:40 · 11

A íntegra do resumo pode ser acessada no 'link' da palavra "baixar", ao lado da figura que ilustra o texto. Condensação-resumo da obra "O Que É Linguística", de Eni Pulcinelli Orlandi, 8ª ed. São Paulo, Brasiliense, 1995, apresentando a síntese dos principais capítulos do livro.

+

ENTREVISTA COM O POETA POPULAR ZÉ BEZERRA overblog
17/1/2011 23:27 · 12

Entrevista com o poeta popular José Bezerra de Carvalho,
poeta Zé Bezerra, o “Águia de Prata”



- Seu Zé Bezerra, por que e como o senhor começou a se interessar por literatura e poesia ? Qual o seu primeiro contato com a literatura?

- Assim que aprendi a ler, eu comecei a comprar folhetos de cordel e lê-los aos domingos para amigos e vizinhos.


- Qual é a função da... +

EFEITOS SONOROS ESPECIAIS banco
17/1/2011 04:04 · 7

Trilhas de efeitos sonoros especiais usados no cinema e resgatados do LP "EFEITOS SONOROS ESPECIAIS - OS GRANDES EFEITOS SONOROS DO CINEMA", publicado em 1980, por Borges & Damasceno, atualmente fora do circuito comercial brasileiro. +

ANÁLISE DAS RELAÇÕES ENTRE LINGUAGEM, ESCOLA E SOC banco
15/1/2011 04:04 · 6

O texto completo encontra-se disponível no "link" da palavra "baixar", ao lado da figura que o ilustra. O relatório apresenta as considerações desenvolvidas pelas equipes que delinearam os respectivos capítulos do livro Linguagem e Escola, da autora Magda Soares, constante na bibliografia referenciada, enfatizando pontos fundamentais das teorias e propostas pedagógicas que tratam... +

A História do Som no Cinema (em áudio) banco
10/1/2011 03:34 · 12

Áudio apresentando o "Prefixo da 20th Century Fox" e contando "A História do Som no Cinema", resgatado do LP "Efeitos Sonoros Especiais - Os Grandes Efeitos Sonoros do Cinema", publicado em 1980, pela Borges & Damasceno, raridade que não se encontra mais disponível no circuito comercial brasileiro. Pretende-se disponibilizar também as demais faixas, de efeitos sonoros, posterio... +

O QUE É E O QUE NÃO É LINGÜÍSTICA banco
8/1/2011 03:51 · 10

Os estudos lingüísticos constituem um interesse antigo e uma ciência moderna pois a Lingüística é uma ciência recente, que se inaugurou no começo do século XX. Mas o fascínio da linguagem sobre o homem existe de há muito, sendo facilmente observável através da literatura, da poesia, da religião, da filosofia etc. A curiosidade do homem pela linguagem é revelada no transcorrer do... +

ANÁLISE DE DISCURSO banco
4/1/2011 00:47 · 10

SINOPSE O presente trabalho estuda a relação entre diversos textos segundo a concepção ideológica que os fundamenta como construções linguísticas sociohistoricamente localizadas, na determinação de sua semântica discursiva de acordo com o enfoque da análise de discursos dependente do contexto, crítica e explicativa, que trabalha comparativamente, usando um conceito de ideologia... +

mais banco
25/12/2010 03:26 · 11

* * * * * * * * * * * * *

O que a religião
Faz pelos religiosos
A poesia faz para todos


* * * * * * * * * * * * *
+

A CONCEPÇÃO DE LINGUAGEM NO SERVIÇO SOCIAL banco
21/12/2010 03:04 · 11

SINOPSE - Este trabalho consta da apresentação dos pontos fundamentais das três principais concepções de linguagem (como representação do pensamento; como instrumento de comunicação e como “lugar” de interação), direcionando-se para a análise de suas participações no discurso do Assistente Social local (Teresina [ Piauí, Brasil, América Latina do Sul, Ocidente, Mundo ]).
+

mais banco
5/12/2010 05:46 · 1

O que a religião
Faz pelos religiosos
A poesia faz para todos
+

Poema Em Branco banco
3/12/2010 04:04 · 1





















+

Poema escrito num caderno de Morfologia Vegetal banco
30/11/2010 06:44 · 4

tão presente como nada em tudo,
as armas, os amores, turismo, a notícia no jornal,
a dialética da arte diabética, o ovo do novo de novo, crises gerais e em seus aspectos particulares, convenções sociais e seminários de ensino, embriogênese, o diabo estuprado no carnaval, cortes de orçamento, o cometa que não veio, a matéria perdida, objetivo algum, samba no pé, novela das oito,... +

Biblioteca da Literatura Popular "A Voz da Poesia" guia
28/11/2010 05:17 · 6

Serviço cultural de divulgação da poesia popular mantido pelo poeta popular José Bezerra de Carvalho, poeta Zé Bezerra, o "Águia de Prata", para pesquisa e informação às pessoas interessadas no tema da cultura e literatura populares. +

Curso d Hebraico - Comunidade Israelita Sar Shalom agenda
28/11/2010 05:17 · 4

Cursos de hebraico, Básico e Intermediário, na Comunidade Israelita Nazarena Sar Shalom, ministrados por Elias Paz e Silva. O Curso de Hebraico Básico se destina para iniciantes, com duração de 22 dias, duas horas por semana. O Curso de Hebraico Intermediário destina-se para pessoas já aprofundadas no idioma, também com duração de 22 dias e aulas de 2 horas por semana. +

ANOTAÇÕES GERAIS DA AULA banco
28/11/2010 04:23 · 1

Vou aprender mais de mim
Para me conquistar
Cavalgar a pedra do ser
Ser doce como o fruto amarelo
Que ama o ver de suas siderações
(pela raiz da existência...)

Vou aprender mais de mim
Para me ensinar a viver
Descobrir o que sempre esteve
E aquilo que ainda não aconteceu
Esquecida a lembrança
De tecer passados e (ou) futuros

Vou aprender mais de mim . . . ( para... +

Eu, que tenho suportado . . . banco
26/11/2010 02:44 · 2


Eu, que tenho suportado
Os meus derrames cerebrais
No papel de sempre existir
Resistir ao eterno, fluir

Eu, que só digo isso ou AqUilo...
... Não sei se a solução para o meu caso
Seria(m) uma(s) mulher(es)
ou logo a própria internação
em meus mundos inexteriores...

Estudar cada coisa, toda
Parte da existência, e não viver...
Faço malabarismos sensacionais
Com o... +

Origem da Narrativa de Ficção na Literatura Nacion banco
22/11/2010 22:32 · 9

ORIGEM DA NARRATIVA DE FICÇÃO
NA LITERATURA NACIONAL

INTRODUÇÃO

O presente trabalho trata das origens da narrativa de ficção na literatura brasileira em seu aspecto diacrônico (evolutivo), pretendendo fornecer informações sobre as espécies literárias CONTO e ROMANCE, através do estudo conexo de diversos autores acerca das primeiras obras representativas de tal ficção, identificando-as... +

Amar ( ? ) Moderno banco
18/11/2010 06:44 · 8

Que vontade doida
de mijar nos pés da amada
e lhe dizer
que ela não tem não
esse cartaz todo
que eu lhe dou. ...


..........................................
The (Teresina[-Piauí]), 07/02/1986
10h30min

+

Parque Nacional Serra da Capivara ganha festival.. agenda
14/11/2010 05:42 · 7

Parque Serra da Capivara ganha festival de cultura.

Durante os dias 14, 15 e 16 de novembro o Parque Nacional Serra da Capivara, no Piauí, declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, ganhará novas cores e será iluminado pelo I Festival de Cultura Acordais, um evento que pretende incentivar os movimentos culturais da região, fazendo o intercâmbio com atrações de diversas... +

"ELOGIO DO SELVAGEM", DE GOMES LEAL banco
27/10/2010 07:35 · 7

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS
DEPARTAMENTO DE LETRAS
INTRODUÇÃO À LITERATURA PORTUGUESA
ALUNO: CLÁUDIO CARVALHO FERNANDES


“ELOGIO DO SELVAGEM”,
DE GOMES LEAL


Teresina
junho – 2001


O POEMA:

ELOGIO DO SELVAGEM

Eu quisera viver nesses tempos fagueiros
Das matas virgens e das florestas bravas,
Em que gigantes bons, cabeludos,... +

Crítica da Sociedade Burguesa no Romance "O Primo banco
25/10/2010 05:24 · 8

O presente trabalho tenciona fornecer elementos concretos que caracterizem de forma cabal a perspectiva crítica do escritor português Eça de Queirós na elaboração da obra ficcional O Primo Basílio, mediante o aporte dos aspectos conexos à visão de mundo do autor, seus pressupostos artístico-literários e o dimensionamento de suas estratégias de transferência de identidade entre os... +

Parque Serra da Capivara ganha festival de cultura agenda
22/10/2010 04:08 · 11

Durante os dias 14, 15 e 16 de novembro o Parque Nacional Serra da Capivara, no Piauí, declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, ganhará novas cores e será iluminado pelo I Festival de Cultura Acordais, um evento que pretende incentivar os movimentos culturais da região, fazendo o intercâmbio com atrações de diversas partes do Brasil.

Organizado pela Fundação Museu... +

O Amor em "Os Lusíadas" banco
21/10/2010 03:00 · 8

A temática do amor (ou Amor) encontra-se comumente associada às formas de poema lírico, sendo o próprio lirismo definido como o gênero de poesia em que o artista expressa sentimentos, emoções, tornando-a (a poesia) subjetiva.

Ao fazer-se tal consideração de modo absoluto, pode parecer estranho que se fale do tema em um poema épico como Os Lusíadas, de Camões.

Comentando sobre... +

Resenha Crítica de "O Primo Basílio", de Eça de Qu banco
18/10/2010 09:03 · 7

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS
DEPARTAMENTO DE LETRAS









RESENHA CRÍTICA DE “O PRIMO BASÍLIO”,
DE EÇA DE QUEIRÓS



por


Cláudio Carvalho Fernandes





Aluno do Curso de Letras (Português) da UFPI













Teresina
Universidade Federal do Piauí
2001


UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ
CENTRO... +

O Romantismo em Portugal banco
16/10/2010 05:22 · 7

A ERA ROMÂNTICA

O romantismo foi mais que um programa de ação de um grupo de poetas, romancistas, filósofos ou músicos. Tratou-se de um vasto movimento onde se abrigaram o conservadorismo e o desejo libertário, a inovação formal e a repetição de fórmulas consagradas, o namoro com o poder e a revolta radical: um conjunto tão díspar de tendências que se torna inconseqüente generalizar... +

" Media In Via " banco
14/10/2010 04:59 · 0

" Media in via erat lapis
erat lapis media in via
erat lapis
media in via erat lapis.
Non ero unquam immemor illius eventus
pervivi tam míhi in retinis defatigatis.
Non ero unquam immemor quod media in via
erat lapis
erat lapis media in via
media in via erat lapis "

Esta tradução latina do poema de Carlos Drummond de Andrade "No meio do... +

III Prêmio Literário Canon de Poesia 2010 overblog
30/9/2010 05:42 · 0

Atenção, poetas e poetisas :

Participe ( m ) ! ! ! Ainda há tempo ! ! !

Até 30 de setembro (de 2010) . . .

LEIA com atenção:

O concurso cultural denominado III Prêmio Literário Canon de Poesia 2010 é promovido pela Canon do Brasil Ind. e Com. Ltda, pessoa jurídica estabelecida na Cidade de São Paulo, inscrita no CNPJ sob o nº 046.266.771/0001-26, pela Fábrica de Livros... +

III Prêmio Literário Canon de Poesia 2010 agenda
30/9/2010 05:19 · 0

ATENçÃO, POETAS E POETISAS

AINDA Há TEMPO !!! INSCREVA(M)-SE:

O concurso cultural denominado III Prêmio Literário Canon de Poesia 2010 é promovido pela Canon do Brasil Ind. e Com. Ltda, pessoa jurídica estabelecida na Cidade de São Paulo, inscrita no CNPJ sob o nº 046.266.771/0001-26, pela Fábrica de Livros e pelo Grupo Editorial Scortecci, para autores brasileiros, maiores... +

" MANIFESTO DOS SEM-MÍDIA " banco
15/9/2010 02:51 · 9

"Manifesto dos Sem-Mídia


A Globo e a TV de que precisamos



Mais uma vez, cidadãos brasileiros, contribuintes das verbas publicitárias com que os cofres públicos irrigam grandes grupos empresariais do setor de mídia eletrônica e impressa - grupos que, inclusive, exploram concessão pública como é o espectro radioelétrico -, reúnem-se diante de um desses grupos... +

SEMPRE banco
12/9/2010 06:51 · 9

'Ou' e 'Ou' ou 'Ou' e 'E'? E 'Ou' e 'E' e 'E' e 'E'? Ou 'E' e 'E' ou 'E' e 'E'? . . . 'E' e 'E' e 'E' e 'E'? . . . [Para ver o poema em sua configuração original, observe a figura que o ilustra]


SEMPRE


A vida
entre duas pedras:

sobre
viver ou morrer
sob...


+

desafinando o coro dos contentes banco
10/9/2010 05:48 · 11

qual é a função do poeta?
estar por dentro, da cueca?
ser uma pessoa discreta?
fazer aquela descoberta?
dizer a coisa certa?
estar sempre alerta?...

apertar o botão da perda,
acabar com a festa...


+

tão terno, mas tão duro banco
8/9/2010 04:54 · 9

É preciso
Não ter esperança alguma
Para se construir
Da necessidade (de viver)
Algo melhor
Que não ter esperança alguma


+

O L H A R banco
6/9/2010 04:07 · 8

A liberdade é uma prisão
Onde o homem tenta ilhar-se
De tudo e nada, que sempre são
A mesma coisa, noutro disfarce.


_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
Poema dedicado ao editor e poeta Raimundo Clementino Neto, benfeitor da poesia.



+

C O T I D I A N O banco
3/9/2010 12:45 · 11

Por entre
Pombos brancos e bombas de defeito imoral
Cato as migalhas de cada dia
Nas ruínas do amanhã
Represado em reprises sensacionais
Enquanto escuto
O silêncio de tudo me dizer coisas
Que o temor das vozes apenas suspeita


+

mais-que-perfeito banco
1/9/2010 06:12 · 11

Para a professora Eliana Nogueira


Antes de tudo
Uma coisa me agonia, magoa, atormenta:

Cada pedra, flor ou atalho do caminho
Tem a sua própria história...
... Que eu não conheço!...!


+

AMOstra GRÁTIS banco
30/8/2010 05:48 · 9

O remédio para toda dor
É saber que, se tudo passa,
O que recompensa o amor
É mesmo a beleza de Graça...


+

" V I R T U O S E " banco
28/8/2010 00:09 · 7

Tocar a 5ª sinfonia
Nus seios da amada
E beber os seus olhos
Derramando prazer...


+

VISÃO DA BELEZA banco
25/8/2010 21:30 · 8

Para Milena de S.

Na tua maravilhosa natureza
O meu pensamento ao olhar vai
Descobrir que de toda tua beleza
Se você é a mãe, eu sou o pai...


+

A TERRA É AZUL banco
23/8/2010 04:28 · 5

Para o poeta William Melo Soares

Um céu sozinho
Sem nuvens,
Vazio,
Desenha distância
Em meus olhos
Atraídos pelo abismo
Das alturas
Em escalas
De sol maior
Caminho
Em solo
Meu olhar
Pela esfera azul
E quase posso tocar
O outro lado
Do meu estar aqui
Sem ela,
Sem a beleza
Nem o prazer
mas a vida
mais vivida
que... +

de tudo o que se leva adiante banco
21/8/2010 04:04 · 5

Que não se tema o caminho
Nem a ânsia da procura
Pois somente o carinho
Já é muito de ventura


----------------------------------------------

Para o poeta popular Zé Bezerra
+

a última, que é socorro (à última, que é Socorro) banco
18/8/2010 11:53 · 5

Quando não houver nem mais uma ânsia futura
Iluminando o caminho para a vida que avança
Ainda restará o encontro dentro da procura
E a própria loucura de (não) se viver de esperança...


+

L Ú D I C O banco
16/8/2010 07:00 · 5


a manhã
chuta o sol
para o meio do campo azul

de um lançamento
profundo da tarde
um gol no horizonte
no último instante da partida
empata a vida
para a prorrogação

a noite tabela com a madrugada
e resiste com garra aos tentos do tempo:
zero a zero no tempo suplementar
num lance sensacional
o gol de ouro desponta no fim do horizonte
e leva mais uma vez
como campeã
a... +

D R A M A banco
14/8/2010 03:27 · 6

minha paixão é bela
e, tristemente, assim:
eu não vivo sem ela,
ela vive sem mim...
+

EuSPEuLHO banco
12/8/2010 03:33 · 6



outro
eu
ou
eutro

eu
meusmo


+

NU SEIO DO CARINHO ( A VIA ) banco
9/8/2010 07:38 · 6

( A VIA ) NU SEIO DO CARINHO


Nu seio do carinho havia uma perda
Havia uma perda nu seio do carinho
Havia uma perda
Nu seio do carinho havia uma perda

Sempre me lembrarei desse tormento
Na vinda de minhas rotinas tão fustigadas
Sempre me lembrarei que nu seio do carinho
Havia uma perda
Havia uma perda nu seio do carinho
Nu seio do carinho havia uma perda

+

AUSÊNCIA banco
7/8/2010 05:02 · 2

Não sei o que o meu pensamento
Pensa: quanto mais nele entro,
Muito mais ainda me ausento,
Fora do que está lá dentro...



+

Maravilhoso Amor Amigo banco
5/8/2010 04:17 · 4

Para minha amiga
Mara Santos


Você é feita de beleza
Nos meus olhos de amor
À maravilhosa natureza
Que te fez com primor

+

P A I S A G E M banco
2/8/2010 19:50 · 0

Mais uma vez (e não é por falta de aviso!!!) o editor do Overmundo, com suas limitações (ininteligiveis para o século XXI!!!) não permite que uma obra seja mostrada em todas as suas possibilidades (isso até fere a liberdade de expressão). Fica a imagem do poema para que se tenha uma idéia do mesmo. Alô, Overmundo: Melhorem esse editor de textos aí, caras. OBS.: Estou aceitando sugestões... +

ANTES . . . banco
31/7/2010 06:09 · 5

. . .
. . .
. . . Será que existe vida ANTES da morte? . . .

+

Olho para o horizonte banco
29/7/2010 05:26 · 6

Olho para o horizonte
e só vejo distância
onde antes entusiasmado
eu vislumbrava o alcance de tudo

O tempo passou
e levou consigo
muito de mim

Onde estou
que já não me encontro mais?

+

E ela me ensinava a jogar xadrez . . . banco
27/7/2010 04:14 · 6

E ela me ensinava a jogar xadrez...

...Nunca aprendi direito...

Confesso que passava as jovens tardes de domingo
só olhando para ela
sem prestar atenção em mais nada

Hoje eu vejo
que eu poderia ter sido um melhor jogador
no xadrez da vida
ter feito melhores lances
sem estar com o jogo preso,
em xeque-mate,
sem a minha rainha...
...
+

BOAS-VINDAS banco
25/7/2010 02:57 · 6

Os seios
são
o cartão de visita
das mulheres
um convite para conhecer melhor
a casa onde elas moram

+

05 de julho de 2007 banco
22/7/2010 05:08 · 2

Um pequenino pássaro morreu

...

Dizer mais o quê?

Fique o silêncio (do depois)
a dizer tudo
(todo o indizível)

... ... ...
+

Da precariedade das certezas absolutas OU Da arqui banco
20/7/2010 04:36 · 0

Da precariedade das certezas absolutas OU Da arquitetura do poema



Sentir a vida fugindo por entre os dedos
pode ser mais que simples onanismo tardio
ou complexa masturbação existencial

É esse leitor temporão que, ejaculador precoce,
abandonou o texto agora ((,) contrariado)
é o que ficou e continua
lendo
mesmo sem saber aonde isso vai levar

Como, solidários, também... +

PENSAMENTO III banco
18/7/2010 03:49 · 0

Os sentidos
são construídos no momento
ou pré-feitos
ou, ainda, fabricados depois
de semtidos
.... comtidos +

IDAS E VINDAS banco
16/7/2010 03:10 · 2



Vida
vide
vídeo

+

ARTISTA POPULAR DE RUA banco
13/7/2010 02:18 · 2

Multidão no meio da praça
- Todo mundo quer ver -
- O que será? -

A vida pede passagem

E um trocadinho
pra (não) variar

...
+

CARTÃO ANTIGO banco
9/7/2010 19:45 · 2

O dia amanhece:
pássaros festejam a luz
enquanto homens cansados
repetem o ontem
em busca de algo mais...

A cidade desperta
pronta para o amor
e a dor
de sentir a vida escorrendo
em cada minuto

Como os outros prisioneiros de si,
testemunho
o sol
explorando as formas de tudo
e a mesma certeza hesitante
compondo o seguinte de cada ins... +

CORAÇÃO banco
7/7/2010 04:06 · 5

Tu és mesmo muito bonita
e eu não posso resistir
ao desejo de ter na vista
a tua imagem e te possuir

nem que seja somente desejo
mas vale como uma realidade
esse querer com um beijo
em teu corpo dar a felicidade

e te amar loucamente
sejam quais forem os meios
de se plantar a semente
do amor entre os teus seios

Afinal, é o próprio coração
quem manda que de tudo... +

Um poema banco
3/7/2010 06:27 · 8

Um Poema é o "X...is" da questão. . . Um Poema tão bem é um p(r)o(bl)ema, (mistério) a ser resolvido, desvendado, solucionado... Um Poema não é só um poema: é "O" poema... Um Poema é mais do que um poema: (é)...são 10 x (vezes) 10 vezes... Múltiplo! ! ! Infelizmente, por mais que se tente junto ao Overmundo que melhorem o editor de textos (para permitir explorar TODAS as possibilidades... +

AMAR NOVAMENTE banco
30/6/2010 01:38 · 0

Quebrar as correntes do medo
rasgar as lembranças do passado
procurar descobrir o segredo
de se viver feliz lado a lado

Não ter pretérito, só presente
e sentir o coração mais puro
a bater de maneira diferente
nas perspectivas do futuro

Amar e tão somente amar
para prender-se nessa liberdade
de não fugir e sim se encontrar
dentro do amor na própria verdade

E assim... +

Eterna Rebeldia banco
26/6/2010 18:58 · 6

Nunca vou aprender
o que querem me ensinar

Para o bem (mais) ou para o mal (menos)
nunca vou aprender o que muito querem me en-sinar

Só apre(e)ndo o que vem naturalmente
a vida que transparece em tudo e em cada coisa,
em cada todo ser que me faz
sentir o gosto de bem viver

(mas se na vida tudo é perda
nunca vou aprender...)
+

A banco
22/6/2010 13:03 · 0

A mulher
de bunda
debanda
e tira o corpo de banda
........................de campo

Zero a zero
quando Djavan e eu
queríamos um a um
contra ela, a seu favor.
+

São banco
17/6/2010 04:48 · 0

Admiráveis
os caminhos do homem,
imperfeição divina...

Mas é preciso
melhorar a vida,
aperfeiçoar o perfeito,
para que
a felicidade
seja realmente
para todos
+

Poema Esquizofrênico ou Da necessidade de sobreviv banco
14/6/2010 08:23 · 3

Poema Esquizofrênico ou Da necessidade de sobreviver ao acaso e seus plantonistas


Esse jogo tolo de perde-e-ganha
entre um Deus que não existe
e mim mesmo é uma estranha
circunstância ou um simples despiste

para que se faça a campanha
do bem contra o mal, chiste
sem nenhuma Graça, porque tamanha
é a dor na perda que me assiste

que toda situação ainda mais assanha
o... +

O que (eles) nos fazem padecer... (ou "Delirium 'i banco
9/6/2010 04:49 · 0

O que (eles) nos fazem padecer... (ou "Delirium 'infinitum'")


A porta está sempre fechada:
não há mais entrada
já não há saída
só (h)á perda de tudo(,) da vida...

Será que quem se importa (de verdade)
com o viver
não sabe que
a poesia está morrendo?...
que a poesia, o poema e o poeta
estão morrendo?
.
.
.

+

Queixa (Dor) Nº 1.234.567,89 banco
7/6/2010 03:41 · 0

Pra que tanto sofrimento? Não tem sentido
(por tanto que os homens adorem a dor)
Viver assim é morrer mais a cada dia
em todo momento
Por que sofrer
se a vida é (ou deveria ser) prazer?
e mais prazer
pra ser (mais)
a existência
o viver
ao não
assim
tudo é perda
assim
a existência
o viver
... +

Paciência banco
5/6/2010 02:32 · 4

De suportável
em suportável
a coisa (a vida)
fica insuportável +

Para que ou a quem serve ? banco
3/6/2010 01:25 · 3

"Pergunta sempre a cada idéia: a quem serves?"

Para que ou (a) quem serve
ficar o povo parado,
esperando que alguém
faça alguma coisa por ele?

É preciso dedicar
um pouco, uma parte de nossas vidas
para os outros
e buscar algo de melhor
para si(,) no melhor para todos

Não existe certeza de felicidade individual
sem a felicidade coletiva, de todos,
e é preciso garantir... +

8º SALIPI - Salão do Livro do Piauí agenda
31/5/2010 04:20 · 28

O 8º SALIPI vai ser realizado de 31 de maio a 6 de junho de 2010. Este ano o homenageado do Salão do Livro do Piauí será FONTES IBIAPINA, autor picoense. Serão comemorados também o centenário de nascimento de Rachel de Queiroz, escritora cearense, e o centenário de morte de Joaquim Nabuco, intelectual pernambucano.

Por estar situado estrategicamente no coração do Centro de Teresina,... +

Esgotar-me (de tudo) banco
31/5/2010 03:12 · 0

Esgotar-me (de tudo)
para que reste somente o bem
ou mesmo
nada

Completar-me no outro
na outra
"voyeur" de mim mesmo
a esmo
sem norte
se
não a morte
sim amor
amar-te +

8º SALIPI - Salão do Livro do Piauí agenda
28/5/2010 06:31 · 0

O 8º SALIPI vai ser realizado de 31 de maio a 6 de junho de 2010. Este ano o homenageado do Salão do Livro do Piauí será FONTES IBIAPINA, autor picoense. Serão comemorados também o centenário de nascimento de Rachel de Queiroz, escritora cearense, e o centenário de morte de Joaquim Nabuco, intelectual pernambucano.

Por estar situado estrategicamente no coração do Centro de Teresina,... +

Os aromas suaves banco
28/5/2010 06:13 · 0

Os aromas suaves
deixam-na perfumada
com seivas do campo
+

8º SaLiPi - Salão do Livro do Piauí agenda
26/5/2010 05:54 · 0

O 8º SALIPI vai ser realizado de 31 de maio a 6 de junho de 2010. Este ano o homenageado do Salão do Livro do Piauí será FONTES IBIAPINA, autor picoense. Serão comemorados também o centenário de nascimento de Rachel de Queiroz, escritora cearense, e o centenário de morte de Joaquim Nabuco, intelectual pernambucano.
Por estar situado estrategicamente no coração do Centro de Teresina,... +

Saudade futura banco
26/5/2010 05:36 · 3

Saudade futura
balançando a rede
amor madura


+

No céu azul, só banco
24/5/2010 02:07 · 0

No céu azul, só,
em pleno meio-dia
a lua, outro sol

+

Verão (h)a beleza banco
21/5/2010 08:46 · 3

Verão (h)a beleza
nus olhos nus espelhos
do tempo certeza


+

Toda a vida banco
14/5/2010 01:06 · 1

Toda a vida
contida no coração
pulsa comovida

+

Isto é amar: banco
11/5/2010 01:54 · 1

isto é amar:
agradável sensação
de seu bem-estar


+

Amor no viver: banco
7/5/2010 12:10 · 2

amor no viver:
amigos para sempre
nós podemos ser
+

Seivas do campo banco
3/5/2010 02:59 · 2

Seivas do campo
sabonetes perfumados
olor campestre
+

Outono velho banco
30/4/2010 14:53 · 0

Outono velho
folhas dançam ao vento
o seu evangelho
+

Primavera bela banco
15/4/2010 07:37 · 1

Primavera bela
flores pelas janelas
canções singelas

+

Bela flor rara banco
12/4/2010 08:29 · 1

Bela flor rara
salto no vão da hora
cara a cara

+

Profissão de fé (do poeta) banco
8/4/2010 07:40 · 1

Em todo 'verso' um poema
e em cada poema o uni-verso...


+

Dor ou prazer? banco
5/4/2010 07:26 · 1

Na dor
ou no prazer
o mundo
bem ou mal
funciona todos os dias...

Já pensou se o prazer
fosse para todos?...

+

1° DE MAIO banco
1/4/2010 03:45 · 2

Amo o meu próximo, a minha próxima,
os meus próximos, as minhas próximas.
Amo o meu distante, a minha distante,
os meus distantes, as minhas distantes...

Amo o meu semelhante, a minha semelhante,
os meus semelhantes, as minhas semelhantes...
Amo o meu dessemelhante, a minha dessemelhante,
os meus dessemelhantes, as minhas dessemelhantes...


Mas como amar a quem mata
o... +

P A S S A T E M P O banco
30/3/2010 02:38 · 1

De minha autoria, este é um dos poemas mais antigos de que me lembro. Deve ter sido escrito na adolescência, por volta de 1983 ou algo assim.


PASSATEMPO


Passa. Passa. Passa.
Passa o povo,
de passagem, apressado.

Passa com muita pressa,
na pressa de não ser passado
pra trás por alguém mais apressado.

Passa. Passa. Passa.
Passa a massa
que se apressa na passagem... +

CLARO ? ENIGMA ! banco
27/3/2010 20:23 · 1

Como o Overmundo não oferece um melhor editor para textos com características marcantemente espaciais (apesar de isso já ter sido solicitado, como melhoria do "site", para todos), tenho que disponibilizar o poema com pontos onde seriam espaços vazios:

CLARO ? ENIGMA !

O pensamento serve
.............................................. para ver
o que se esconde
................................................. +

M A ( I ) S . . . banco
25/3/2010 06:00 · 0

A vida passa e nos leva em cada momento,
a nos deixar ensimesmados, num viver esquivo.
Todo instante a mais é de um pior invento,
quando nos falta a própria vida em seu juízo.

Não há descanso nenhum em se estar vivo,
pois assim é que deseja o pensamento:
mil vezes mais vale um sofrer definitivo
que uma esperança que ainda cause sofrimento...

Algo muito estranho é essa... +

Soneto L banco
23/2/2010 16:51 · 1

Este poema foi dedicado inicialmente ao meu pai, Luiz Gonzaga Fernandes Carvalho (técnico em eletrônica), no livreto artesanal "Tempoçapse" (2004/2005). Posteriormente, em inícios de 2007, constou com o título "Soneto cibernético III", e sem dedicatória, na minha participação no livro conjunto "Escritos Et O breve verbo", por pensar em dedicar um outro poema ao meu pai, uma vez... +

Soneto polimétrico XLIX banco
21/2/2010 04:23 · 1

Se os olhos que vêem um sorriso
Pudessem penetrar até o coração
Saberiam que muitas vezes o riso
Procura disfarçar uma aflição

Assim também é o estado conciso:
Imagem vaga, cheia de ilusão,
Mostrando que sempre é preciso
Ver além da própria interpretação...

Às vezes, os olhos mentem sem querer,
Pois não captam mais do que se pode ver.
E para eles felicidade é sempre... +

D E S E J U ( para Jussandra ) banco
17/2/2010 23:54 · 1

( para Jussandra )


No Livro de Minha Vida
Capítulo do Amor
Página da Felicidade
estaria escrito o teu nome
menina.

+

Soneto polimétrico XLVIII banco
12/2/2010 04:24 · 1

O amor é mais uma loucura
Que mata a vida em cada instante
Um mal que não tem cura
Deixando todo bem distante.

Tempestade, calma que nos atormenta
Roubando a paz de cada gesto
No nada de tudo o que se tenta:
Vitória perdida é o seu resto.

Algo que se perde da gente
Dentro de nós mesmos e, por fim,
Resgata no viver a dor que se sente

Sempre em todo momento assim
Em... +

Soneto polimétrico XLVII banco
10/2/2010 04:12 · 1

A vida se perde, vivida ou não,
Pelos espaços do mundo, no tempo
Em que a existência da razão
Ou do sentimento morre por dentro.

E não adianta nem mesmo a emoção
Tentando retornar o bom momento
Se tudo e nada sempre são
Duas faces da mesma moeda: mudar lento...

O contínuo fluir das coisas e seres
Sustenta a vida com a morte
E faz o ciclo dos poderes

Na alternância... +

F I M banco
8/2/2010 04:06 · 2

O abraço de aço
dos espaços no passo da vida
que passa sem graça...

O exercício de um
benefício qualquer,
sem desperdício, no difícil
colo propício de uma mulher...

A vida quase perdida na dívida
que a dúvida traz à dádiva da paz
mais esquecida...

Um sorriso preciso, bonito,
perdido no beijo que o ensejo
do desejo deixa no ar,
brilhando na rima nua dos olhos,... +

Soneto polimétrico XLVI banco
6/2/2010 03:24 · 2

Guarda-se dentro da gente
Mesmo sem o conhecimento
E pode revelar-se de repente
Na força viva do sentimento...

Infinito é o seu momento,
Eterna vida que se sente
Brotar do instante lento,
Passado e futuro no presente...

Efêmera eternidade do muito viver,
Eterno sentir de dor e alegria
Brindando ao segredo que se possa conter

No íntimo de tudo, em realidade ou fantasia.
Ganhar... +

Soneto polimétrico XLV banco
4/2/2010 02:14 · 2

Tantas vidas se cruzam em algum momento
E depois simplesmente se esvaem, perdem-se,
Deixando ainda mais ferido um resto de sentimento
Por tudo do nada que nos pertence.

Um gosto desgastado pela sempre eterna perda,
Doce delícia de um vício amargo, viver
É a plena falta de fé presente na certeza
De que todos os caminhos nos trazem sofrer.

Uma pedra na mão carrasca do... +

P O S S E banco
1/2/2010 07:10 · 1

para Zizi

Tentação é essa tua voz
que afaga, faca afiada, fogo feroz
perigo amigo, presença mansa e tensa
anjo do mal, gênio do bem, perto do coração
porto onde a canção tem um sorriso de perda...
+

Soneto polimétrico XLIV ( ou: Amórica ) banco
30/1/2010 07:02 · 1

América, soy loco por ti, de amores,
Mesmo que sem a guerrilha do povo
E com a mesmice de outras flores,
Mais vale sonhar teu sonho sempre novo.

América, soy loco por ti, de amores,
É tua a vida em que me movo
Por entre tons de várias cores,
Mas todas saídas de próprio ovo.

América, de amores, soy loco por ti,
Pelos longos quinhentos anos
De curtir a rexistência que... +

Soneto polimétrico XLIII banco
28/1/2010 00:51 · 1

Ao descer o manto negro da noite fria,
quem esquece o brilho de tantas mil estrelas
não sabe viver em si a mais plena alegria
nem capta dos olhos o mágico segredo em vê-las.

Cada crepúsculo, assim como a aurora inicial,
é luz vagando em busca de quem a veja
e nunca deixa fluir escuridão total,
dando às estrelas o brilho que esperanças enseja.

A existência é todo momento... +

(TUDO É) PERDA banco
25/1/2010 23:22 · 1

... ... para todas as “musas”, passadas, presentes, 'futuras'...


Viver é o início de sofrer...
É por isso que se sente
na hora da partida
uma dor doída
machucando a mente
“pois o primeiro amor da vida
não morre dentro da gente”...

E cada amor
é a primeira dor de sempre...
+

Soneto polimétrico XLII banco
20/1/2010 07:16 · 1

Felicidade... Como dizer o que ela é?
Não sei se eufórica ou se alma tranqüila.
Ou serão as duas coisas, temperadas pela fé?
Na verdade, não sei dizer, somente senti-la...

E do que ela traz, o que ela deixa?
Isso é muito fácil de descrever:
Dela tenho paz, nenhuma queixa
do que por ela foi antes sofrer.

Talvez recompensa de quem sabe esperar,
de quem também pensa nos... +

Soneto polimétrico XLI banco
17/1/2010 10:40 · 1

Quantos sonhos destruídos!... Desamor e egoísmo
margeiam a estrada da vida neste mundo cruel...
Quantos passos se perderam, em profundo abismo,
mesmo sempre procurando alcançar o céu.

Não é só desencanto o real tormento da alma
que se constrange em viver tão dualistamente,
perdida entre o gritar e o sofrer calma
todas as tempestades da melhor sorte ausente.

Mas quem... +

( . . . . . . . . . ) banco
15/1/2010 10:32 · 1

Flor aberta
dentro da pedra do segredo


Flor alerta
entre a medra e o medo


Flor secreta
engendro de tarde ou cedo

+

Soneto polimétrico XL banco
13/1/2010 07:20 · 1

Este poema foi escolhido por meu pai, Luiz Gonzaga Fernandes Carvalho, para homenageá-lo, quando ainda vivo. Ele faleceu pouco depois, em setembro de 2009 (dia 18). Passei a ver melhor o poema (este e outros, inclusive de outros autores), em toda sua simplicidade, porque havia para opção poemas que eu considero melhores mas mesmo assim ele insistiu neste. Coisas de íntimo sentido,... +

Soneto polimétrico XXXIX banco
11/1/2010 06:58 · 1

O teu corpo, delírio do meu pensamento,
fonte de prazer e ilusão de amor...
O teu corpo, para mim, é vida e tormento,
mas também felicidade, disfarçada em dor.

Quisera eu tê-lo comigo, em tais anseios
de conquistá-lo com o fogo de meus desejos
e, sentindo a volúpia divina em teus seios,
acender-lhes mais a chama de vida com mil beijos...

O teu corpo, mistério de encantos... +

M A T E R E A L I S M O banco
7/1/2010 21:11 · 2

para o povo brasileiro (1989)

Até quando
morrer pela vida?...
Até quando
viver morrendo,
em vão,
por tudo
o que é não?...
+

Soneto polimétrico XXXVIII banco
4/1/2010 22:08 · 1

Como são perfeitas as formas do teu corpo:
as tuas curvas, em suaves contornos,
parecem ter em teus seios maduros
taças de vinho inebriante como adornos.

Todo teu espaço é perfeição harmonizada,
dos mais altos cumes ao mais profundo vale,
emoção viva, nos meus sentidos vivenciada
pelos desejos, em sentimento admirado.

Como pode haver tão natural perfeição,
a encantar... +

Soneto polimétrico XXXVII banco
2/1/2010 17:51 · 1

Invejo o sol que todo dia te beija o rosto,
abraçando-deliciando tuas formas perfeitas,
mas ainda mais invejo o tão sublime gosto
de quem te sente no leito onde te deitas.

Se o mundo é um desencontro de amores,
bem melhor seria para mim não mais te amar,
mas como resistir, se encontro até nas flores
esse sentimento ainda mais forte, a te desejar?

Amor, paradoxal caminho... +

$EM TÍTUL0 ( ' O fetiche da mercadoria ' OU ' Da coi$ificaçã0 do ser humano ' ) banco
31/12/2009 08:41 · 8

Poema basicamente visual. Por ser um poema concreto, com características especiais/espaciais de formatação, não disponíveis no editor do Overmundo (fica, desde já, a sugestão para melhorias no processo de publicar/editar colaborações), sua melhor apreciação só é possível através das imagens que acompanham esta colaboração, mostrando sua visualização em duas versões. A idéia básica... +

Soneto polimétrico XXXVI banco
28/12/2009 21:24 · 1

Por que te esquivas dos meus desejos,
se eles mal algum haverão de te fazer?
Por que foges assim, arisca, aos meus beijos,
se eles são o teu próprio e íntimo querer?

Por que enganas a ti mesma, dizendo “não”,
se o sentimento em teus olhos diz “sim”?
Por que maltratas tanto o meu coração,
se o teu próprio desejo está em mim?

O que te faz tão próxima e ausente,
na minha... +

Soneto polimétrico XXXV banco
25/12/2009 05:10 · 1

........................................................................... para M.

A maior das violências é não amar,
guardar o coração fechado, indiferente,
totalmente inacessível a um olhar,
à beleza de se revelar o que se sente.

Não amar é destruir por omissão,
construindo-se um muro entre as pessoas
que, assim, isoladas, em sua solidão,
perdem mil e uma coisas... +

É ( R ) R O S banco
23/12/2009 03:53 · 3

É ( R ) R O S

( ou Erros de Eros -- na mais-valia do desejo, do prazer e da beleza... -- )



A mulher vende à vista
o seu corpo nu vestido
sem que se dispa
no que foi visto
+

Soneto polimétrico XXXIV banco
17/12/2009 17:27 · 1

Se um dia eu puder te encontrar,
que não seja muito tarde, meu amor,
pois se esse encontro não chegar,
serei eterno prisioneiro na dor.

Há muito tempo que te espero,
já nem sei mais quanto sofri
pois o muito que te quero
é tudo porque assim vivi.

Vamos, vem ao meu encontro, pois tanto
espero ouvir de teus lábios o “sim”
que me fará esquecer todo pranto.

Não negues... +

Soneto-polimétrico-XXXIII banco
15/12/2009 04:34 · 1


O amor está para a mulher
assim como esta para o homem
é o perfume da flor que se quer
e que na beleza se consome.

No amor não há mais que fome
a se alimentar de um desejo qualquer,
no gozo do gosto. De resto, sem nome,
a vida é sempre perdida, como se fizer.

O amor é muito e pouco
é precipício, seio e fim,
transcendência de um gemido rouco

que se espalha no ar... +

Q U A D R I N H A banco
8/12/2009 06:02 · 2

para Cristina de C. T., a "primeira" 'musa'

Saudade, flor da distância
que cresce em íntimo solo
como interna é a eterna ânsia
de floresSER amor em teu colo...

+

Soneto polimétrico XXXII banco
6/12/2009 05:43 · 1

Tenho olhos que me dão o mundo
mas tiram de mim toda esperança de viver.
Tenho o honrado nome de vagabundo,
pois da utilidade nada mais nos resta ser....

Tenho fontes de energia imensas dentro de mim
e me gasto vivendo os outros tanto assim
que procuro o que está distante de se alcançar,
para não mais viver o momento de chegar.

Calo quando não há motivo para calar.
Falo... +

Soneto polimétrico XXXI banco
2/12/2009 23:21 · 1

Meu amor é um poder sem domínio,
um encanto desencantado, que persiste
na magia da saudade e seu fascínio,
onde um mundo vão de esperanças existe.

Meu amor para ti é nada,
mas teu amor para mim é tudo.
E mesmo em tua presença calada,
fala o meu sentimento mudo.

Assim, se viver é amar,
então, tu não mais vives,
pois vivo eu a te adorar

e tu apenas sobrevives,
na... +

A M A R banco
24/11/2009 13:04 · 3

[ para Olinda, ex-colega ]

Somos todos tolos iguais...
Sementes diferentes do mesmo mal,
Flores sem cores, amores ao vendaval...
Raízes no chão da matéria,
Felizes misérias no coração;
Vidas passageiras da presença,
Inteiras crenças divididas:
Sãs crianças, amadurecendo-se,
Se vivendo esperanças “vãs”...
+

Soneto polimétrico XXX banco
20/11/2009 06:22 · 2

A vida é um instante em eternidade,
é uma procura em si que mais se perde,
o tal caminho para uma feliz idade
e, talvez, disso tudo, só a caminhada se herde

de todo o esforço em se prosseguir,
sempre em frente, sempre avante,
sem desânimo, mesmo ao se cair,
pois o destino é ainda mais adiante.

A vida não é um instante apenas
das horas de prazer nenhum
ou das horas... +

Soneto polimétrico XXIX banco
18/11/2009 04:52 · 1

Há crianças vagando nas ruas
e pais preocupados no serviço.
Há verdades que se escondem, nuas,
e pouca gente se importando com isso...

Há ainda um pouco de sossego,
enquanto não se confirma o perigo.
Há um que se preocupa com o emprego
e outro que só pe(r)de um amigo.

Há um mundo inteiro lá fora
e eu aqui, vendo tudo, (coM)fiado, na televisão,
como se não pudesse fazer... +

Historinha das sextas-feiras sem lei em Teresina (Piauí) banco
15/11/2009 22:03 · 0

Devemos cultivar a paciência, a tolerância e a boa-vontade para com o(s) outro(s) mas não a contemporização com o mal.

Toda sexta-feira a história se repete: já a partir do início da noite, os marginais filhotes da classe méRdia sem lei de gente tomam de conta de uma das principais avenidas da zona norte de Teresina e impõem, sobre a lei, sua vontade aos moradores do local, sem... +

i n c R É U banco
12/11/2009 07:43 · 1

Preso do lado de fora da liberdade
a vida me mata todos os dias
dando a penas a metade
de um ser feliz sem alegrias
+

Soneto polimétrico XXVIII banco
9/11/2009 04:42 · 1

O mais belo poema, o mais brilhante,
inédito, ainda está por ser feito.
Trago em mim essa sensação angustiante
de ter que tomá-lo em partes ao meu peito.

Minha alma vive em angústia constante
e, por mais que tente qualquer jeito,
passa-se em segredo mudo esse instante,
sem bem poder traduzi-lo direito.

E continuo então devendo
o que ainda mais devo a mim
e a todos... +

Soneto polimétrico XXVII banco
6/11/2009 01:53 · 2

Eu fico pensando comigo mesmo:
esse instante é somente meu,
e enquanto o registro para além,
meu pensamento vai ao futuro:

Quem saberá dele, mais adiante,
quando apenas restar sua lembrança?
Quem tentará imaginar nesse momento,
o que se passa em mim, no meu viver?

Se é noite ou se é dia,
se chove ou se faz sol,
se é manhã, cedo ou tarde?

Se há flores nos jardins
e... +

S O L banco
1/11/2009 12:25 · 1

fruta amadurecida
na árvore da tarde cadente
para que no ventre da noite
suas sementes germinem
novos dias de vida



+

Soneto polimétrico XXVI banco
30/10/2009 06:14 · 0

Há momentos em que sinto dentro de mim
toda a alegria e beleza da vida.
Já em outros instantes, não é bem assim
e a felicidade parece ilusão perdida.

Talvez seja assim mesmo a existência:
uma mistura de sabores os mais diversos,
que deixam em tudo um pouco de sua essência,
como a humilde poeira que morre nesses versos.

Pensando sempre o além, em eterna ânsia,
meu olhar... +

Soneto polimétrico XXV banco
28/10/2009 02:01 · 2

O que há de mais profundo na vida?
Impossível não acreditar que tudo é possível,
se o pensamento traduz a parte perdida
de se encontrar na verdade algo incrível...

Qual é o melhor caminho
para sempre se chegar a si?...
Opção entre ser e estar sozinho
ou consumir-se na multidão do “vivi”...

E a vida espera o seu juízo
encancerada na prisão do pensamento,
que vive indeciso... +

E M I S S Ã O banco
25/10/2009 23:29 · 1

Abaixo a beleza!
arte não é certeza
e sim chama acesa:
livre, quando presa...
+

Soneto polimétrico XXIV banco
23/10/2009 15:35 · 1

Eu preciso de você, do teu amor e carinho,
pois sem você já não sei mais nem viver;
você é o meu destino, a luz do meu caminho,
que ilumina tudo em mim, como novo alvorecer.

Você não pode ignorar ou fingir-se distante,
se a tua própria vida também passa por mim;
passa não só por passar e ir adiante,
mas porque nos completamos no mesmo fim.

Fim não de destruição,... +

Soneto polimétrico XXIII banco
21/10/2009 13:53 · 1

Sempre sonho contigo à distância
e não consigo deixar esta ilusão,
o desejo incontido, a louca ânsia
de te sentir bem junto do coração.

Mas, por mais que tente, é amor em vão,
perdido nos espaços, em vil vacância,
despedaçando-se ao viver num sim o não
que se faz em cada momento de relutância,

renitência ao sabor de saber amar,
sentir o gosto do gozo do amor,
o beijo... +

DE LÍRIOS banco
19/10/2009 05:14 · 2

A vida apodrecendo
dentro dos olhos
mais nobres


Da faca (que é o viver),
fica a carne mais solta,
revolta em carinhos
de gente rude, simples
como a própria vida
com que a morte se ilude
+

Soneto polimétrico XXII banco
17/10/2009 00:48 · 1

A vida é apenas um só dia em eterna idade,
absoluto que se perde nas partes dispersas,
fragmentando em infinito a própria unidade,
na profusão caótica de suas coisas diversas.

A manhã que nasce é a infância,
cheia de vigor, luz, ilusões e alegria.
A tarde se adultera, perdendo a magia,
anoitecendo a velhice em tão pouca distância.

A vida é apenas um pequeno instante,
maior... +

Soneto polimétrico XXI banco
14/10/2009 20:48 · 2

A existência é parte resumida
de algo maior em dimensão e teor;
o finito e o sem fim: tudo é vida,
e em tudo transparece o seu valor...

Mesmo sofrimento ou alegria, o amor
é o que completa o viver em sua medida,
pois ainda que seja espinho de dura dor
é também eterna esperança, nunca perdida.

Mas como resistir ao próprio conflito
sempre em nosso íntimo presente
de... +

CANTIGA CONTIGO banco
12/10/2009 03:45 · 4

[ para L. e R., obras-primas da beleza que me ensinaram ]


Vou indo, ainda, contigo,
sempre entre as mais lindas
flores de amores sem cores
e perdas em rimas desencontradas
nos encantos de rosas nuas
pelos canteiros de entremeios

e saídas pela tangente...


Vou indo contigo, ainda,
ao encontro de uma cantiga
que venha dizer par ou ímpar
à própria dívida do viver
e... +

Soneto polimétrico XX banco
10/10/2009 03:04 · 1

Do meu canto de paz nasceu
todo um exercício de esperança,
pois a vida não se perdeu
no sorriso esquecido de uma criança...

Basta lembrar: mais que sobrevivência,
somos presença de eterna idade da vida.
Renovando-se cada momento em sua essência
jamais haverá felicidade perdida...

Há em cada átomo do universo um infinito
que frutifica das fronteiras do finito,
unindo... +

Soneto polimétrico XIX banco
7/10/2009 15:37 · 1

Eu, que vejo o sol brilhar todo dia,
sinto se passarem os momentos no tempo parado,
escorrendo instantes vivos de dor e alegria
no cansaço do sentimento renovado.

Se a busca das emoções não alivia
o espaço do instante feliz distanciado
bem mais fácil e cômodo seria
à alma a ninguém nunca ter amado.

Mas... quem sabe de nós mesmos,
assim, se somos tão inconstantes,
o... +

TRAGO MUDO banco
5/10/2009 05:40 · 1

Vida... combate de poucas glórias
taça de vinho misturado com fel
para ser bebida em nossas vitórias
que transformam esse sabor em mel...


Vida... esse trago mudo pela garganta
descendo e queimando a alma toda
silêncio e grito que mais se agiganta
e ao resto deseja que se exploda...


Vida... um corpo boiando no amar
e a maré embriagando todos em tudo
infinita loucura... +

Soneto polimétrico XVIII banco
2/10/2009 23:12 · 2

Você pensa que me conhece muito bem,
porque é uma boa pessoa, mas assim se ilude:
sou fragilmente humano, bom e ruim, pois também
tento ser pra você algo que pra mim não pude.

Posso ser em alguns momentos uma doce ilusão
se realizando por completo, dentro da vida.
Em outros instantes, perco a própria razão
e a pura emoção também pode ser perdida.

Você é uma parte boa... +

Soneto polimétrico XL banco
30/9/2009 19:14 · 1

Soneto polimétrico XL
( Para o meu pai, Luiz Gonzaga Fernandes Carvalho, por escolha dele mesmo )


Se cada pessoa vivesse o amor,
a felicidade seria de todos,
pois a alegria iria estar
no gesto fraterno, de sentimento

verdadeiramente vindo do coração,
íntimo da liberdade ao viver
em cada coisa, no olhar sincero e amigo,
um instante maior de união total.

Apenas... +

Soneto polimétrico XVII banco
20/9/2009 01:34 · 1

Tu não sabes que passo noites em claro
por teu impossível amor, que jamais terei,
nem podes imaginar o quanto me é caro
ser ainda assim, como se fora escravo um rei.

Não me deves nada, nada posso nem quero cobrar-te
de assunto tão vário é melhor mesmo nem tratar,
mas de tua beleza me chega tanta arte
que sinto em mim nascer um poema singular.

Nem me conheces, ao menos,... +

P O E T A M A N T E banco
17/9/2009 23:41 · 2

Sou um pobre escritor
com uma grande ambição:
escrever a poesia do amor
dentro do teu coração.

________________________________________________________

para Tânia, amiga de infância




+

Soneto polimétrico XVI banco
15/9/2009 01:46 · 1

Esse teu gesto que me falta e acalenta
é meu encanto, tormento e ainda mais,
parte de toda a idiossincrasia que me alimenta,
buscando a tormenta na impossível paz.

Esse teu gesto que me salva e sustenta
o próprio existir do universo tão fugaz,
esse teu gesto tem o gosto gasto de lenta
esperança se perdendo em partes desiguais.

Esse teu gesto, de possível intento
natural,... +

Soneto polimétrico XV banco
13/9/2009 00:41 · 1

No interior deste meu peito
cursava um rio de sentimentos,
ora definhando, seco, em seu leito,
pela vazão de tantos sofrimentos.

Águas límpidas e cristalinas de outrora,
instante de única felicidade passado,
canícula ressecando emoções agora
que escorreu todo sentimento represado.

Rio que nasceu do teu sorriso
em meus olhos, menina dona do meu olhar,
fonte d’água preciosa,... +

A S S I M banco
10/9/2009 23:42 · 2


“Eu te espero no escuro
por trás do muro do cemitério...”


Eu te quero
como um bem venéreo
um mal bem sério
uma brincadeira tola
ou toda uma vida,
inteira.
+

Soneto polimétrico XIV banco
8/9/2009 18:32 · 1

A vida é mesmo uma coisa engraçada:
algumas vezes, parece ser muito, tudo,
outras vezes, parecendo ser quase nada,
mistério infinito que mais se revela mudo.

A vida, um bem que nos faz tanto mal,
a beleza, sempre tão cheia de contradições,
um encontro perdido, encanto sem igual,
no sentimento único das grandes emoções.

Viver é mesmo uma coisa que passa e fica,
a eternidade... +

Soneto polimétrico XIII banco
6/9/2009 12:22 · 3

Preciso do teu amor loucamente,
como a água pro perdido no deserto,
mas espero o teu amor silente,
que vai tão longe pra chegar tão perto.

Esse teu amor, que é vã indiferença,
lutando para mais continuar a ser o que é.
Esse amor desencontrado, fé sem crença,
que insiste em se fazer desesperança, até...

Mas ele existe, se mente, bem sei disso,
mesmo que ainda distante,... +

N O T A S banco
4/9/2009 12:02 · 2


Se faz sol ao meu redor
a melodia é ainda melhor
em meio ao dia

+

Soneto polimétrico XII banco
2/9/2009 11:59 · 1

Sozinho, eu sou tudo e nada,
o que se consome na solidão,
caminheiro perdido na estrada,
sem um rumo, sem direção.

Contigo, sou nada e tudo
o que se faça mais preciso,
se contemplo em beijo mudo
a beleza plena do teu sorriso.

Nada e tudo, tudo e nada...
É, sempre é assim:
dualidade digna de estudo

pois nesse teu colo de fada
o mistério parece não ter fim
ou tu... +

Doce conformismo? ou Da derrocada da poesia para a história banco
31/8/2009 05:54 · 0

Doce conformismo? ou Da derrocada da poesia para a história



as coisas são como são
e não como deveriam ser
penar por elas é em vão
e ultrapassa o próprio viver


+

D E S – H O J E banco
28/8/2009 22:59 · 2

Como um suicida ama a vida
eu te amo, querida:
sem rima perdida,
por ainda não vinda.


+

Soneto polimétrico XI banco
26/8/2009 10:17 · 3

Não sei quanto tempo se passará:
se um momento somente ou a eternidade,
até que você venha para apagar
a chama que me consome em saudade.

É preciso um pouco mais que esperança,
um amor de constante e viva presença,
acalentando não somente a lembrança,
mas vivendo sua própria crença.

É bom acreditar no futuro,
porém, melhor é viver o presente,
pois a vida é um modo... +

Conto de f...da banco
24/8/2009 05:57 · 3

Conto de f...da

a bela É a fera


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Poema essencialmente visual. Para apreciá-lo melhor, veja a figura que o ilustra ou faça o seu "download", com as três versões da obra. +

NOÇÕES banco
22/8/2009 05:40 · 2


O que é a vida?
Uma estrada errante,
uma rota perdida,
indo mais adiante?...

Mas... para aonde
vai o seu caminho?
O que se esconde
em todo destino?

Vida... quem te sabe
ou te pode conter,
se no infinito não cabe

o finito do viver?...
Se a porta que se abre
é a parte de perder?...

__________________________________________________________

“A massa” (Raimundo... +

Soneto polimétrico X banco
19/8/2009 02:06 · 1


Quantas maravilhas existem no mundo!...
Impossível fazer-se descontente ao pensar
no encanto todo desse veio profundo
que sempre se esconde pra mais se revelar.

É maravilhoso o encanto de cada coisa, tudo
parece resplandecer uma serena beleza
em segredo que mais se revela, mudo,
no íntimo sentimento da natureza.

Quem não sabe ouvir os passarinhos
cantando alegremente... +

foi ou é ou será banco
16/8/2009 23:49 · 3



não o feito
nem a coisa por fazer
ou o imperfeito perfeito

o que me anima
é a magia lógica das possibilidades
+

D E S E J O banco
14/8/2009 12:10 · 1

D E S E J O

Quero
a nudez do teu corpo
estampada em meu rosto.

Em teus olhos, quero o amor
e o seu espanto, o gosto da vez primeira
e o teu último instante da minha espera...

+

Soneto polimétrico IX banco
12/8/2009 05:53 · 1


Ainda serei eterno, mesmo esperança,
ainda que tendo que me desfazer em nada,
pois todo o sonho que mais se alcança
são os passos deixados nessa estrada.

Ainda serei eterno, como uma criança
que se esqueceu do tempo e, abandonada,
perdeu-se nos caminhos de sua andança,
sem o desespero da distância a ser alcançada.

Ainda serei eterno, como o momento
que se deixa ser... +

v i s ã o banco
8/8/2009 01:19 · 2

visto o poema
este meu pobre poema
com a roupagen dos teus olhos
asas de vôo imperfeito
por feito para pousar
no vão de tudo
muito
pouco
nada
há(r)
mar
peixe fora
d’águora
q
u
i
retorna o instante ao continente da vida
passada a limpo, linda e prosaica, rede sem nós
... +

C O I S A S banco
5/8/2009 03:59 · 1


Palavra
falada,
calada
palavra


Palavra
calada,
falada
palavra


Calada
palavra
falada


Falada
palavra
calada

+

P a r a l e l o banco
3/8/2009 01:45 · 2


Há um deus em cada homem
e não serão os seus dessemelhantes,
na vã tentativa de que o domem,
que mudarão o que já era antes...

+

Capitolismo ou O sorriso da caveira banco
31/7/2009 23:14 · 2

predadores à espreita
muito mais que esperto
tem-se que ser sempre vivo

preço da evolução
lei da sobrevivência
juras de a-mor
juros e mais ou menos valia

antenas atentas
vigiam os espaços
(e o tempo)
da vida
mínima
nas promoções do dia-a(-)dia

é isto o que vinga:
a morte é hereditária...

+

CÍRCULO banco
29/7/2009 03:43 · 1


Palavra: fetiche
Palavra: fantoche
Palavra: feitiço
Palavra: fantasma

+

Soneto polimétrico VIII banco
26/7/2009 02:03 · 3


Há tanto tempo meus olhos te querem ver
que já não têm outro qualquer pensamento,
mas a tua distância parece ainda mais crescer
assim que se passa em mim cada vão momento.

Não sei o que te deixou tão distante,
se o meu carinho sempre se fez sentir.
Penso em tua presença a todo instante,
Sem poder, desse passado de amor, fugir.

A saudade é um grito em minha alma,
preso,... +

v i d a m o r banco
22/7/2009 13:57 · 2

para M.

A maior das violências é não amar,
guardar o coração fechado, indiferente,
totalmente inacessível a um olhar,
à beleza de revelar o que se sente...

Não amar é destruir por omissão,
construindo-se um muro entre as pessoas
que, assim, isoladas, em sua solidão,
perdem mil e uma coisas boas...

É preciso um pouco-muito... +

P O É T I CA banco
20/7/2009 03:58 · 2



EM QUANTO ENCANTO ENQUANTO EM CANTO








+

CANÇÃO ALEGRE banco
18/7/2009 01:27 · 2


Eu te quero menina, eu te quero mulher,
eu te quero sina de todo bem que te quer...
Quero-te pura, quero-te pecadora,
de nada, obscura; de tudo, reveladora...
Dá-me da luz maravilhosa do teu olhar,
dá-me do teu sagrado segredo de amar...
Entrega-me tua alma no teu corpo de carinhos,
entrega-me o meu querer aprisionado em teus caminhos...
Traz-me felicidade, um pouco... +

universalidad banco
15/7/2009 23:13 · 1

(em "portuñol")






¿que tienen las mujeres
que nos hacen
perder la vida
para morirmos de amor?
+

Poema de A a Z (POEMAZ) banco
13/7/2009 01:29 · 2

Ou Da poética e(m) seu grau zero



Cantar contra
todo encanto
enquanto tudo
contar contra


+

Soneto polimétrico VII banco
10/7/2009 12:51 · 2

Você é um amor impossível,
beleza demais para um só,
delícia de sabor incrível
que se faz encanto maior.

Carícia que se satisfaz
somente com mais desejo
e nua no ar se deixa em paz
no carinho de um beijo.

Você para mim é tudo,
porém, também o nada,
pois esse sentimento mudo

se perde pela estrada,
na distância em que me iludo,
só de saudades suas, minha amada.... +

MARÍLICA banco
6/7/2009 05:12 · 1

luz a zul
nu se(i-)o
u céu
ilha em mim
meu
olho
ar
-te
mor

-----------------------------------------------------------------------------------
Poema visual: aprecie-o melhor através do "download"... +

S E M I ( E R ) Ó T I C A banco
3/7/2009 06:16 · 5

ou Da visão dos signos (símbolos) do Amor




Entre o sol e o(s) seio(s)
a blusa abusa de ser o desejo
segunda pele
segundo apelo
dos dois pólos
+

R É - E V O L U Ç Ã O banco
28/6/2009 19:34 · 0

O homem, animal racional,
trilhando seus caminhos,
trocou o bem pelo mal,
a florosa pelos espinhos.

O homem, em sua evolução,
tem corrido sem parar,
tem parado o coração,
tem deixado de amar.

O homem, senhor dos animais,
em seu constante progresso,
não sabe mais o que faz:
se continua ou inverte o processo...
+

b e l e z a banco
26/6/2009 02:42 · 2

um poema
é a coisa mais importante do mundo
resto de naufrágio
em que a vida mais se agarra
ele guarda a humanidade
em suas múltiplas faces
pétalas delicadas
sol do perdido
na infinidade do deserto
(a)firma o rumo do tempo
na eternidade flagrante
da fugacidade de cada instante
estrela do a-mar
na tranqüilidade abissal do sonho
mostra que nem tudo
é domínio e medo

______________________________________________

para... +

AMAR É... banco
22/6/2009 14:06 · 0

Como as águas do mar,
em balanço louco de vida,
minh'alma vai se encontrar
na chegada da parte ida

Meu peito é mar revolto
que se deixa navegar
que se prende por ser solto
... +

Soneto polimétrico VI banco
17/6/2009 08:26 · 1

O chão é o meu céu, onde habito,
e nele está toda a minha verdade:
dele é que se faz o momento altivo
e os instantes de mais insalubridade.

Não sou capaz de nenhum milagre
mas acho na vida o fantástico
doce do mel, mesmo no vinagre,
vivendo um viver pleonástico.

Buscando vencer o próprio desejo que não se esgota
a gente vai se perdendo na mesma esma história
que nos... +

às mulheres que amei banco
15/6/2009 06:11 · 3

as mulheres que eu amei
não me amaram tanto
partiram para o sempre
e nunca mais retornaram
nem mesmo
numa saudade piedosa
sequer disseram adeus
para mais permanecerem
distantes
infinitamente distantes
as mulheres que eu amei
amaram outros
porque eu as abandonei
na minha solidão de amar
mais do que o amor pode
mais do que o amor pede
mais do que amar precisa
+

PRINT banco
12/6/2009 17:51 · 3

. . .
. . .
. . .
A espera
desespera.







+

ACONTECIMENTO banco
7/6/2009 18:35 · 4

Que surjam de todos os espaços
as rimas que jamais se tenham encontrado
Que este tempo esteja mais vivo agora
como nunca antes tenha estado
Que diante disto as palavras, verdes ou maduras,
percam todo o seu significado
Que o que outrora era frente
passe a ser agora frente, verso, lado
Que esta certeza de ora
neste momento se tenha materializado
nas dobras do tempo, nas... +

d r u m m o n d i a n a banco
5/6/2009 11:04 · 3

d r u m m o n d i a n a

perdi o ônibus e a esperança
de
um dia
a felicidade...
...sigo devagar
divagando
sobre os mistérios da vida
e seus encantos
a beleza passa por mim
e se desfaz na distância
enquanto seu prazer
é o momento líquido
preenchendo
os espaços vazios
da solidão humana
vejo no rosto das pessoas
o mesmo cansaço de tudo
e a vida escorrendo inexorável
mas... +

SOLUA banco
3/6/2009 04:02 · 4

SOLUA *

meu dia
meta de
sol
meta de
lua





__________________________________________________________
* Para Selene, personagem de “Pacto com a Lua”, em “Contos da Terra do Sol”, de Airton Sampaio.

+

p a l a v r a s banco
28/5/2009 00:03 · 3

parto
a palavra
como o pão
dos que crêem
na doceterna ilusão
de um novo início
de tudo

parto
a palavra
nasce
o poema
cresce
o sentido
permanece
ou se vai
partir
porto
além
do
aqui
g
o
r
a


________________________________________________________

para o poetamigo Elias Paz e Silva
+

ÍCARO banco
25/5/2009 11:20 · 0

O vôo
desaba no céu
deságua
desarma
desata
c

!
.
.
erra na terra
e se encerra em si
em
cio





+

negócio banco
16/5/2009 02:28 · 3

a morte industrializada
sob o rótulo “VIDA”
abastece em cada rês
a existência perdida


________________________________________

para o poeta Rubervam Du Nascimento



+

C A L I D O S C Ó P I O banco
8/5/2009 11:44 · 3

C A L I D O S C Ó P I O


DO OUTRO LADO ODAL ORTUO OD
OHLEPSE ON AMEOP O O POEMA NO ESPELHO
NÃO ESCONDE NADA ADAN EDNOCSE OÃN
SARVALAP SA EUQROP PORQUE AS PALAVRAS
SÃO APENAS UM JOGO OGOJ MU SANEPA OÃS
OÃÇA-NEGAMI ED DE IMAGEN-AÇÃO


_____________________________________________

para... +

TEMPO banco
3/5/2009 02:08 · 3

TEMPO


É preciso que todas as pessoas
Dêem muito mais vida às emoções
E procurem temperar as suas ações
Com o sabor e o saber do sentimento,
Tendo sempre, como marco a lembrar,
Da preciosidade de cada momento,
A certeza de que esse instante
Nunca, jamais se repetirá...
+

rotina banco
30/4/2009 07:25 · 2

rotina


homem de rituais
modernos
modernamente
morro todos os dias
do mesmo jeito:
desfeito em contas e em cantos
mais nada
tudo menos

________________________________________________________

para o poeta Paulo Machado
+

F L A M A banco
27/4/2009 12:33 · 2

F L A M A

olho
aberto sobre
a tarde em círculo
( o círculo da tarde )
reflete nu espelho azul
o sou
l
o
posto entre luz e trevas

_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _

para minha amiga Mara Santos

= = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = =

Poema visual. Aprecie-o melhor através do "do... +

outra “fábula moderna” ou “a modernidade revisitada” banco
25/4/2009 13:00 · 1

outra “fábula moderna” ou “a modernidade revisitada”


musamada passeava pelos campos em alegria
quando confusa abelha pica-lhe o peito
pensando ser, talvez, uma outra flor que havia
desabrochado no ar, por algum mágico efeito.

“Eu”, atento fauno, de plantão, todo insuspeito,
apressa-se em aliviar a dor que a crucia,
com muito remédio, da mesma abelha, de mel feito,
para... +

POEMA CONCRETO banco
23/4/2009 09:26 · 42

POEMA CONCRETO


O aço e o cimento conjugados
((pedra j o g a d a)
nos olhos (de vidro))
no dia-a-dia da vida.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Poema visual. Aprecie-o melhor através do "download"... +

INTIMIDADE banco
21/4/2009 09:20 · 56

INTIMIDADE

Tu vens, me queimas de desejos,
depois, me jogas água fria.
Não compreendo mais os teus beijos
e essa tua sensualidade vazia.

Essa inércia, esse fogo sem calor
que em mim consome a alma,
esse teu corpo vazio, sem amor,
que me faz perder a calma.

Tua boca convida ao prazer,
teu corpo é o mais infinito desejo,
mas... +

imagem banco
19/4/2009 09:13 · 34

i m a g e m


O
sol pondo-se
d
f i m
n a sce

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Poema visual: Aprecie-o melhor no "download"... +

ESTE POEMA OESTE banco
17/4/2009 08:56 · 56

ESTE POEMA OESTE

Sim
não
sinal ver
melho
ama r
é
lo
amarduressendo verde



---------------------------------------------------------

para Teresa e Elias, no aniversário dela

+

ave, fênix banco
15/4/2009 08:01 · 34

ave, fênix
para o poeta Waldinar Alves da Silva

pássaro
as
a
s
a o
ar
aro
em vôo
nus olhos +

LIVERDADE banco
15/4/2009 01:25 · 77

LIVERDADE


o ex
páss-ar-
o
voa
e vai
a
l ´
em
n os
sos
olhos
de bis ânsia
+

JÓIAS banco
11/4/2009 07:52 · 47

JÓIAS

Os teus seios...
Quando os tenho comigo,
Deles me sirvo com ardor,
Eles são o perfeito abrigo
Para os meus beijos de amor...

Os teus seios...
Quando os aperto contra meu peito,
Sinto-os desejando as mais loucas carícias,
Buscando o carinho a que têm direito
E retribuindo muito mais em suas delicias.

Os teus... +

SIGNO banco
9/4/2009 06:43 · 34

SIGNO

para a poetisa Marleide Lins


pensar
pra
ser
prazer:
pan
ser
+

O C A S O banco
7/4/2009 05:11 · 32

Sol nascente
jazsente
sol:
um seio se põe em chamas no horizonte do meu olhar...


. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Poema visual. Veja-o em sua forma original no "download". +

POEMA A UMA SENHORA banco
4/4/2009 18:25 · 61

POEMA A UMA SENHORA


Existe um grito calado em meu peito
ecoando em minha alma pela tua distância
Se fosses minha não sei bem se seria direito
mas ao menos em mim mataria essa ânsia

Esse desejo louco que é minha vida
querendo fazer da tua vida feliz.
Porém, nem posso chamar-te de querida
pois assim o meu mau destino o quis

Às vezes a ilusão me adormece
e eu sonho... +

q u a d r o banco
31/3/2009 23:26 · 47

q u a d r o

a poesia é um rio
que corre cem rumos

um poema é o que se pesca desse rio

------------------------------------------------------
poema dedicado para meus compadres, Cardoso e Edite; dona Emília (mãe dele) e família e para a comunidade do bairro Poty Velho (Teresina - Piauí) +

S E I O S banco
29/3/2009 22:15 · 64

S E I O S

poente e
nascente
olho-
-os
dois
: sois
nu horizonte
meu desejo é séu
+

t u d o (para minha amiga Mara) banco
27/3/2009 20:48 · 41

t u d o (para minha amiga Mara)


você é um poema da natureza
dizendo que a vida vale o enquanto
durar o vir ver a tua beleza
no infinito instante deste encanto

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Mais um poema em homenagem à minha querida amiga Mara Santos, de Várzea Grande (MT) +

K W Y banco
25/3/2009 13:29 · 58

K W Y


Penso
logo
p
e
s
o
.
.
.
+

Poesia ingênua e sentimental ou A tal peregrinação romântica banco
23/3/2009 13:23 · 53

Poesia ingênua e sentimental ou A tal peregrinação romântica

S A L D A D E

Saudade,
Fantasma da presença,
Distância que é quase nada
Para a pessoa que pensa
Na outra pessoa amada...

Saudade,
Encontro na distância,
Num único pensamento:
Duas vidas nessa ânsia
... +

aurora (para o professor Airton Sampaio) banco
22/3/2009 22:45 · 88

aurora (para o professor Airton Sampaio)


um galo abre a goela
e fala ao silêncio
que se cala para ouvi-lo
contar uma história de ouro
+

SEM RIMAS banco
19/3/2009 07:50 · 63

Poema do tempo (1999/2000) em que pensava que os dois (ou mais...) podiam se unir, pelo menos no Piauí, para uma perspectiva progressista que somasse, ao invés de dividirem-se. O título, propositadamente dúbio, permite múltiplas interpretações (na verdade, duas, ou melhor: uma centena delas... ) Lembrando que um dos sinônimos de política é civilidade, justificar o poema não é necessário,... +

m e i o banco
17/3/2009 07:43 · 58

meio

sou seu
sol
meu dia




+

C O N T A R banco
16/3/2009 16:50 · 98

C O N T A R


Não sei cantar os teus encantos
no verso simples que faço:
eles são muitos, tantos e tantos
que só cabem mesmo é nos meus braços...
+

deseJu ( para Jussandra ) banco
15/3/2009 03:11 · 86

desejo ( para Jussandra )


No Livro da Minha Vida
Capítulo do Amor
Página da Felicidade
estaria escrito
o teu nome
menina
+

O L H O banco
12/3/2009 12:18 · 81

OLHO

Em meio ao dia

o sol

Nu seio da tarde


. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Poema visual. Aprecie-o, em sua melhor forma (configuração original), na imagem que o ilustra em sua respectiva página neste portal ou no também respectivo arquivo para 'download'.
+

P E R D A banco
11/3/2009 02:18 · 78

P E R D A


São muitas as mulheres no mundo
e eu sou a penas um só
para todo o desejo mais profundo
do amor da carne no cerne
do amor maior

+

BIS banco
6/3/2009 09:03 · 46

( o ) desejo ( o ) prazer


. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


Poema visual. Pode ser visto melhor na imagem que o ilustra ou no respectivo arquivo para 'download'. +

Poema e Poesia banco
6/3/2009 01:33 · 77

Poema visual - Este "Poema e Poesia" é o meu poema de que mais gosto, para mim, minha obra-prima. Veja-o em sua forma principal no respectivo arquivo de 'download" +

NÓS banco
2/3/2009 05:35 · 61

NÓS


A tv me promete
o leite da moça,
o prazer em pó,
líquido,
instantâneo,
integral...

Que faremos de nossos olhos,
de nossas mãos?


+

tanto bem-querer banco
27/2/2009 11:44 · 61

eu te quero tanto bem e feliz
que perco a própria felicidade
sempre e sempre por um triz
tão distante nessa realidade

morrendo de amores porque quis
de toda a vida a eternidade
eu te quero tanto bem e feliz
que perco a própria felicidade

e a tua beleza é que me diz
que tudo pode mesmo ser nada
sem o sentimento em bis
dividido um pelo outro em cada
eu te quero tanto,... +

C L I C banco
25/2/2009 10:59 · 64

Poema visual (Veja a imagem ilustrativa na respectiva página deste Overmundo e o poema, em sua disposição gráfica original, no também respectivo "download"). Amostra, sem a específica distribuição espacial:

CLIC


a luz

assombra

as sombras
+

(SOBRE) O CADÁVER DA BELEZA banco
23/2/2009 09:17 · 44

(SOBRE) O CADÁVER DA BELEZA


Uma lágrima-sorriso
se verteu do amar dos olhos,
com tanto sal, com tanta vida
quanto a própria luz do olhar.
Uma lágrima choveu do céu dos olhos,
brincando com os ares do rosto
num sorriso cáustico
de que mesmo a vida
já teria sido sonhada
alguma vez...
+

cama e mesa banco
21/2/2009 09:04 · 45

cama e mesa

o sol avisa de que ainda é tempo
de fazer as compras
de pagar as contas
de fingir às pampas
de se pôr de costas
para o dia guardado
na noite dos olhos seguintes


Cláudio Carvalho Fernandes +

soneto polimétrico xix banco
19/2/2009 05:08 · 47

soneto polimétrico xix

Eu que vejo o sol brilhar todo dia
Sinto se passarem os momentos no tempo parado
Escorrendo segundos vivos de dor e alegria
No cansaço do sentimento renovado

Se a busca das emoções não alivia
O espaço do instante feliz distanciado
Bem mais fácil e cômodo seria
À alma a ninguém nunca ter amado

Mas quem sabe de nós mesmos
Assim se somos tão inconstantes
O... +

DE VERSOS banco
16/2/2009 03:00 · 47

DE VERSOS


A dor de passar pelas pessoas
e depois deixá-las me consome:
Como viver tantas coisas boas
só para alimentar de saudades essa fome?...

É infinita essa fome de amar
e ser feliz fazendo outros felizes
Mas, a penas um, como pluralizar
em frutos diversos as nossas raízes?...


Cláudio Carvalho Fernandes
+

B I S T Â N C I A banco
14/2/2009 02:02 · 55

Um poema com pretensões reflexivas, num texto crítico ao meio de comunicação de massa televisão. +

massa banco
12/2/2009 10:02 · 90

+

Soneto polimétrico XVI banco
8/2/2009 05:58 · 21

Mais para uma simples e efusiva mensagem lírico-amorosa, o poema, generalizando-se um pouco (ou muito), sem grande rigor, a partir da amostra da inter-relação de alguns de seus elementos, também pode ser visto como um apelo=declaração (de princípios, estético-literários!!!) à própria poesia, personificada numa abstrata musa, para que ela continue, num ato de retribuição ao afeto... +

alien banco
5/2/2009 04:30 · 70

Pequeno poema apresentando uma visão heterodoxa da beleza, em função das possibilidades de seus efeitos (viciantes?), especialmente válido (assim espera-se) para a sociedade moderna, em que o ritmo frenético e alucinante de tudo faz com que muitas vezes se engula sem mastigar ou ao menos provar o verdadeiro sabor das coisas... +

Sartreana banco
4/2/2009 00:43 · 100

Uma pequena mensagem-poema que se pretende anarcoexistencialista, para fruição e reflexão, dentro da perspectiva de que o temor intenso do novo muitas vezes pode trazer a segurança (do rebanho?) mas com certeza também pode, igualmente, deixar a perder muito de bom e do melhor. Mutatis mutandis. +

ilusão renitente banco
31/1/2009 07:19 · 58


Um poema que aborda figurativamente o processo de criação literária e suas implicações. +

xxi banco
31/1/2009 00:38 · 90

+

doce deleite banco
27/1/2009 06:07 · 49

seios
cheios:
ceio-os

........................................................................................


Pequeno poema lúdico, brincando com as palavras. +

Jus banco
25/1/2009 05:04 · 42

É natural toda a maravilhosa surpresa:
Meus olhos muito te admiram porque
Eu não sei se você é feita de beleza
Ou se a beleza é que é feita de você

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - ------------

Pequeno poema dedicado à ( minha ) musa Jussandra, com muita saudade daqueles tempos bons de Universidade.

+

Soneto cibernético ( III ) [ Soneto L ] banco
22/1/2009 23:41 · 52

Este poema foi dedicado inicialmente ao meu pai, Luiz Gonzaga Fernandes Carvalho ( técnico em eletrônica ), no livreto artesanal Tempoçapse ( 2004/2005 ). Posteriormente, em inícios de 2007, constou com o título "Soneto cibernético III", e sem dedicatória, na minha participação no livro conjunto "Escritos Et O breve verbo", por pensar em dedicar um outro poema ao meu pai, já que... +

Soneto polimétrico V banco
20/1/2009 21:18 · 70

+

O L H O banco
18/1/2009 06:24 · 48

+

Soneto polimétrico IV banco
16/1/2009 04:52 · 41

+

Soneto polimétrico III banco
14/1/2009 04:18 · 74

+

Soneto polimétrico II (ou Ignota ânsia) banco
11/1/2009 07:21 · 51

+

soneto polimétrico I banco
3/1/2009 19:53 · 73

+

filtro por estado

busca por tag

observatório

feed
Revista Overmundo nº 6: esquentando as turbinas!

A Revista Overmundo está chegando ao fim de sua primeira temporada e você não pode perder a oportunidade de colaborar! A edição nº 6 da revista,... +leia

revista overmundo

Você conhece a Revista Overmundo? Baixe já no seu iPad ou em formato PDF -- é grátis!

+conheça agora

overmixter

feed

No Overmixter você encontra samples, vocais e remixes em licenças livres. Confira os mais votados, ou envie seu próprio remix!

+conheça o overmixter

 

Creative Commons

alguns direitos reservados