colaborações publicadas
memórias líricoafetivas
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mais um poeta de nossa geração se es(vai). paulo tovar, morto em catalão-goiás, em 14/09/2009- nossa pequena homenagem.
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Brasilia, 07/09/2008
esse Poema foi escrito em em homenagem ao escritor mineiro José Afrânio Moreira Duarte, poeta, ensaísta,contista,e, sobretudo, amigo, falecido em Belo Horizonte-MG, em 03/06/2008. Reproduzo-o, dedicando-o à memória de Anibal Beça, de cuja morte soube aqui pelo Overmundo.
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um poema velho, dos velhos tempos
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vamos discutir o ó(b)vio?
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um poemínimo, inspirado (outra vez) pelo texto da Raiblue " "minguante blue.
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sobre poema de Raiblue " H(a)-talhos na mente"
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o brilho da carne na trilha da alma
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um brinquedo de poema um poema de brincar
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a força da poesia, sempre!
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um poema-memoria para o meu pai ANTÔNIO DE ABREU LIMA, no 11º ano de seu falecimento.
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a poesia que teima e que queima, que arde, que nunca é tarde!
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um mínimo cantanárquico para o poeta maximo destoante do coro dos contentes
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o tempo é líquido-fluido. escorre pelos dedos, penetra nas frestas, corre como rio em volta de si mesmo.
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o poder da solidão e a solidão do poder
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flor, brilho de estrela rompendo as noites escuras e os céus de concreto.
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um poema inspirado pelo filme " un chien andalou" de buñuel e dali"
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o poema que devora o poema que devora...
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um poema neobarroco, inspirado pelos textos do poeta Benny Franklin
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cantiga para ninar o grande amor
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é a mesma velha canção, did u remember Zeppelin?
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iimaginárias memoristórias de viagens
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viagem no dorso dos poetas
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a beleza que viça, a beleza que fenece.
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ECOS de uma antiga canção de amor
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O universo pulsa nas cordas quânticas, em dimensões inimagináveis aos olhos humanos... e a poesia pulsa nos versos arrancados do peito e das cordas dos instrumentos.
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um depoimento sobre o overmundo, que há muito tempo eu queria escrever. Se estiver em página inadequada, tudo bem!
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é a mesma velha canção, did u remember Zeppelin?
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um cântico em homenagem a T.S.Eliot e seu poema "The Waste Land"
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Somos todos esfinges, todos enigmáticos sortilégios que nem mesmo nós deciframos. Somos a obra de Deus, e estamos em contínua re/construção.
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Um outro cântico à poesia
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PALAVRA-POEMA
POEMA-PALAVRA
palavroema
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um instantâneo poético.
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poesia- furacão-frutapão
frutifica/ação
contra a coisificação.
furtacor anarcoiris
de cada dia.
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UMA PROSA SOBRE A POESIA
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o desfazimento dos sonhos e o pórtico da solidão.
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um poeta meio deslocado, em meio a um e(mar) anhado de conceitos. Um poeta troglodita, da palavra-dinossauro. Isto ainda é poesia?
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poema inspirado por outro, do EdimoGinot " Loucos. Quem? Nós?"
a quem dedico esta loucura outra.
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a palavra, a cor, o som, a fúria: a viagem
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Poema inspirado por poema da Compulsão Diária "Sem querer" com apropriação poética de seus versos.
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uma viagem pelos sentidos.
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erotismo x pornografia? o que é o quê?
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Ele.Ela.Eles. Encontro possível?
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texto escrito em 1983, inspirado por um grafite " Die Angels" e por um verso de Rilke, in " Elegias de Duino"
"Quem, se eu gritasse, eentre as legiões do Anjos me ouviria? E mesmo que um deles me tomasse inesperadamente em seu coração, aniquilar-me-ia sua existência demasiado forte. Pois que é o Belo senão o grau do Terrível que ainda suportamos e admiramos porque, impassível,...
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texto inspirado por poema do joe brazuca
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Com feijão, com arroz
como feijão, como arroz,
como e bebo sonhos
e poesia
contra o escárnio e azia
da palavra vazia.
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harakiri transcendental
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""cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz"- Gonzaguinha.
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O homem como um todo, todo homem como ser único, corpo,mente e espirito em perfeito equilibrio a reger os elementos.
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a busca pela plenitude...
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Poema em homenagem ao escritor mineiro José Afrânio Moreira Duarte, poeta, ensaísta,contista,e, sobretudo, amigo, falecido em Belo Horizonte-MG, em 03/06/2008.
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Da série "poesia mínima". O mundo e suas leituras.
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Memória: matéria prima do poeta, que inventa e reinventa suas lembranças.
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a beleza é onisciente e a poesia é sua porta-voz!
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um nanopoema sobre o macro e o microcosmo.
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poema escrito em 1992, para minha mulher, TEREZA
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escrito por inspiração no poema "faca cruza porta aberta rasgando noite adentro & dividindo Espaç&Tempo(S), de André Teixeira · Aracaju (SE) ·
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As palavras estão vivas, pulsam, clamam por nosso mergulho em seu mar interior.
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Um tributo à poeta do mar e das claridades
Deixai-me limpo
o ar dos quartos
E liso
o branco das paredes.
Deixai-me com as coisas
Fundadas no silêncio.
Sophia de Mello Breyner Andresen
De "Livro Sexto II" (1962)
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Flor: ponte entre início e fim, fonte da emoção primária, do alumbramento perante o milagre da vida.
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Semente: início, cio do ser, reinício.
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entre sombras e luz, entre a paz e o pus, o poeta barroco viaja e divaga
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um poema de geração, um pop-poema.
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O homem em sua eterna luta entre o bem e o mal ora se arrasta, ora se eleva, nesta dicotomia existencial que é sua glória e sua perdição.
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navegamos, entre vícios e virtudes, entre pecados e alumbramentos, buscando o caminho. Qual é o caminho para a redenção de nosso próprio ser?
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A poesia busca transcrever, em suas sendas, o transitório passar do tempo, buscando eternizar nos versos o efêmero da beleza e o viço e o frescor da primavera, como um instantâneo retrato do ser.
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A luta do poeta, que não é uma luta vã, é com o mundo e com as palavras, luta infindável.
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Uma ode em homenagem ao velho poeta Walt Whitman, que cantou a força dos homens e mulheres, irmanados, caminhando juntos rumo à nova era.
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Poema sobre o verso:
Meu silêncio é estrela-guia
Quer cada verso inquieto
Quer ter o amor por perto
O olhar de sabre que fita
do poema " O silêncio" de
Nina Araújo"
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o homem e o universo, num abraço cósmico, num poema de múltiplas leituras.
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Um texto em homenagem ao meu pai, ANTÔNIO DE ABREU LIMA, nascido em 1914 e morto em agosto de 1998, em Alvinópolis-MG, e que me deixou exemplos de vida singulares e lembranças inesquecíveis.
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Os barcos singram os mares, os homens vêm e vão, as águas correm, circulares e concêntricas enquanto os sonhos se vão
no ritmo das ondas.Mas aindaq aé possível sonhar!
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Poema em homenagem ao poeta João Cabral de Melo Neto, inspirado no poema "Tecendo a manhã".
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uma viagem do corpo e da alma pelos reinos da natureza.
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o poema é pedra, o poema é água, o poema é vento, o poema é nada, é tudo, é yn-yang, é prana, é kama, é sutra, o poema respira.O que é o poema?
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o poema deve ser sentido, com todos os poros, olhos, bocas, o poema tem que ser provocativo, tem que ser trampolim para um mergulho na alma. O poema não explica, joga as pedras e as deixa rolar, para não criarem limo.
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Poema inspirado pela obra magnífica da grande Cecilia Meireles, poeta modernista que cantou o efêmero e o transitório da existência e do também grande poeta Walt Whitman, americano, romântico moderno, naturalista e telúrico, que cantou a grandeza e a beleza das relações humanas, do homem na natureza e da benesse divina da vida humana, em sua plenitude como criaturas.
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Variações sobre o poema "Versos Íntimos" de Augusto dos Anjos, grande poeta brasileiro, cantor das misérias materiais e imateriais do ser humano.
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um poema parafraseando Raimundo Correia ( de quem sou leitor assíduo), uma releitura das pombas(bombas) da paz, que sobrevoam e explodem em nossas cidades. As pombas aos pombais, e a paz? Nos jornais?
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esta é a beleza do humano: o ser transitório, o saber que nada é eterno, que a beleza, a perfeição, tudo é improvável, tudo é inconstante, tudo é poesia... Cantar o belo, cantar o horrendo, cantar a vida, o efêmero e o transitório, cantar o instante exato do nosso sentir, do nossos perceber. Esta é a grandeza da poesia, que se projeta em poemas imperfeitos, que rabiscamos nos papéis:...
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Um poema sobre verso do poema" No meio do caminho, uma flor de Lótus..." de Raiblue.
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Melhor guardar as idéias, as palavras, os própositos, os sentidos, até o momento certo de semeá-las no ar, sem que se percam no vento, ao relento, sem valia e sem alento em mãos dos que passam em vão.
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um poema dos anos 80, revisitado, que trata da eterna temática da bsca do homem pelo sonho, tramando e tecendo os fios da vida, construindo o referencial de sua existência, à base de ilusão( o véu de Maya), das decepções, dos desencontros, mas também dos encontros e encantos inesperados que fazem as vidas valerem a pena.
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literatura brasileira- contos
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literatura brasileira - conto
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reflexões a parrtir de uma frase de Tereza, minha companheira de estrada, sobre a vida, o tempo que passa, mudando as cabeças e os costumes.
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