colaborações publicadas
Fiz esse poema para homenagear uma grande amiga em seu aniversário em 15 de março. Fazia tempo que não escrevia poemas, pois tenho me dedicado a escrever contos. Resolvi postá-lo porque gostei um pouquinho dele.
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Dedico ao amigo Jurandir, pois com ele não há a ausência das cores.
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Os pássaros sibilavam um som diferente. Era algo majestoso. As lembranças eram pontes do tempo. De aromas e sabores. Um céu de vida invadia-me. Eu era subjuntivo passado/futuro.
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Hoje ao acordar pensei: qual o sentido da vida? O que nos espera? Era uma dor de cabeça que me acordava numa ânsia de. De viver? Não sei...Acordei olhando para o alto. Os telhados impediam-me de ver além...
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Um amor impetuoso transpirando poesia: Rimbaud e Verlaine.
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Foi lendo Baudelaire que surgiu essa inspiração quase que espiritual:
...O meu dia amanheceu escuro
O sol era lua
E...
Baudelaire falou-me do além:
“Agora somos dois.”
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Escuto a tua pele
Parece que foi ontem
Que loucura!
Os gemidos ainda soam
Ecos costuram a minha face
Somos uníssonos...
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Um mergulho nos olhos de Clarice Lispector.
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Que posso sentir o seu sopro
Ao meu ouvido
Ouvindo Bocelli
Sentindo o toque
Escutando com os dedos...
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Sexo roçando no sexo
Sexo proibido?
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Somos o tempo
Somos o amor...
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Teu sorriso me deleita
Nas longas esferas espirituais...
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Crônica elaborada em 31 de dezembro de 2008 às 23:30h, véspera de ano novo.
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Poema que mostra a beleza do Rio Capibaribe, localizado em Recife-PE.
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Há metáforas no texto,mas não é ficção. Ficção se fantasia. Não utilizo-me disso. É uma crônica de existencialismo da Vida na morte.
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