colaborações publicadas
"Não olhe o mundo de cima, menina,
Que o mundo é um juiz que não dorme.
O mundo é o carrasco da vida, menina.
O mundo é maior que você."
Pensando a vida a bordo do vôo 1507 da Gol...
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Da análise ontológica dum dito popular
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O dia das crianças às lentes da escola contemporânea de poesia...
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Uma homenagem a quem, quando chegaram, já estava...
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Análise artÃstico-metalinguÃstica da sÃlaba.
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Do nascimento, esta dádiva de um Divino Poeta.
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Um estudo em "V" pela vergonha das férias que a Verdade parece ter tirado...
Vae Victis!!!
Inspirada no personagem "V" do filme "V de vingança"...
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Um soneto invertido.
- Somente a distância - ânsia
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(...)
Quando chegar
ao final da vida,
de tantos versos extras,
talvez me enterrem romance.
Vá se lá saber,
talvez me enterrem apenas...
(Estudos Neoconcretistas)
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banco
(...) Mas no canto de meu sentimento cabem os sentimentos do mundo...
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(...)
E eu, que já visitei o porto
E o rubro estádio internacional
Procuro, sob as lajotas
O alegre do qual falava Mario Quintana...
Da visita não tão Alegre ao Porto...
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Da incrÃvel descoberta de poder ser, no verbo escrito, qualquer pessoa.
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(...)
Em respeito à tua lembrança,
Não declamei poesia nem desejei existir,
Vesti-me de preto à combinar com o resto da mobÃlia.
(...)
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O dissabor da ausência
que minh'alma consome
é a ingrata dura fome
do "não ter" o que desejo.
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Um brinde aos que desejam, mil brindes aos que não possuem! o/
Um estudo cômico sobre sonetos, rendas e sonhos...
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Taedium vitae matinal nestas obscuras segundas-feiras...
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Escrita em tempos remotos, para que sua antecessora não sofresse de solidão...
http://overmundo.com.br/banco/santa-engenharia
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Do desejo de ser a arte que não sou, de possuir a habilidade que não possuo.
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(...)
Tu, morena,
és verso escrito
sem papel ou caneta.
E eu escritor
sem verbos, adjetivos
ou conjunções...
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Por Caroline Almeida, senhora de meus verbos e adjetivos...
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Meu passado é uma prostituta
que a troco de nada se vendeu
O presente é o destino que me coube
E o futuro a ilusão que me definirá
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(...)
Quisera o amanhã chegar-se no hoje
Para na fenda do tempo encontrar no espaço
Teus olhos perdido no nada que fui
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Um estudo cômico dedicado aos contemporâneos colegas de arte e sua imensa anti-platéia.
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Controverso, o escritor, contra o verso escrevia
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Poesia é palavra nua vestida em gala
É palavra crua em pêlo, pele e cetim
É sexo sagrado entre artista e linguagem
É sentido escroto estampado em marfim
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Brincando com a lógica do Tempo!
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Quando nos cansarmos
Do sabor do orvalho,
Tornemo-nos à medÃocre
Vidinha de sempre.
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Essa é dos primórdios...
Escrita há sete anos, no tempo em que se faltavam as pedras, os castelos e as princesas não eram tão apaixonantes.
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A percepção de um triste panorama nacional...
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Côncavas
curvas onde
convoco meus
cromáticos
sentidos.
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um silêncio louco
de poucas notas,
de muitos tons
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(...)
E tudo quanto desejo
É que me deixem em paz
O telefone;
O maldito quadro;
O riso ignóbil das canetas.
(...)
Como diz o velho deitado: O trabalho enlouquece o homem!
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...teu palhaço lisonjeiro...
Nova temática, apenas uma alusão aos tempos que pela graça de um Deus justo, bom e verdadeiro numca mais verei.
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Com este fecho a temática...
"Ademais, são teus olhos, em mim,
a própria “esperança dos desgraçadosâ€
E se não os tivesse, seria eu, apenas
um desgraçado sem esperanças."
Já publiquei tantos olhos que, me imagino, fazendo as vezes de oftalmologista.
(he he he)
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Uma brincadeirinha literária, para suavizar a gravidade dos dias...
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(...)
O que dizer desses teus olhos,
se me são, eles mesmos,
espelho do bom passado e
esperança d`um futuro`inda melhor...
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Foge ao estilo costumeiro, mas há olhos que justificam a fuga “d`estiloâ€, ou da razão.
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(...)
Em mim, calado,
Vociferavam idéias infames.
Me faltava calma,
Me sobrava culpa.
(...)
Um homem é sempre um homem...
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Mais um dos antigos, data de uns quatro anos, inÃcio de Mahayra em mim…
Nesses dias nebulosos, me parece, a inspiração me abandonou.
Não fossem os olhos negros de Capitu nem teria o que escrever...
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...Se passa em marcha lenta,
Como se passam os dias,
Como se passa o tempo...
Essa é das mais antiga, mas,se aplica perfeitamente as atuais circunstâncias.
É como fechar o ciclo, novamente.
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“Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? Vá, de ressaca.†ASSIS, Machado de. Dom Casmurro
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Vejo nos textos um meio de estagnar sentimentos no tempo.
É como deixar algo congelado, para depois de anos, encontrar e se confundir sobre quem é, foi ou será...
Pura MetafÃsica Literária!
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Sobre o divórcio, meu estranho escuro.
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Sobre o divórcio, meu estranho escuro.
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Rebelião "In Essence", é isso!
Ou não?
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Uma quadrinha, uma homenagem ao ilustre Ãcone de nosso paÃs
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Amam-se
Fundem-se
Reexistem.
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Chamaram-me à destruição,
Teus olhos.
Antes tivesse ouvido minha mãe (...)
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No duro chão de pedra
Dormia uma criança.
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Que Danem-se
Tuas pernas!
Entenda (...)
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Minha antÃtese dos dias, hipérbole nas noites...
Está é uma obra de contexto singular. Reservo para mim suas entrelinhas.
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