colaborações publicadas
Então...
Estou, daqui há 47hs
solicitando a desativação
do meu perfil.
Essa é a minha despedida
de todas as pessoas belas
que encontrei aqui.
Um forte abraço, e saudades.
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Uma das primeiras poesias escritas por Cecília,
aos cinco anos ela fazia aula de dança popular
no Balé Popular do Recife, e aprendia a frevar
com Nascimento do Passo, talvez por isso a mistura
de danças populares dentro da poesia, "os cavalos se alegram..."
é uma referência infantil ao "Cavalo Marinho" que ela também curtia.
A poesia, ela "cantou" para eu ir escrevendo,
recitou...
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É uma declaração de amor ao site mais tesudo
de todo o universo que se desanda a crescer, e crescer,
numa "rede".
e dedicado à todos os OverAmigos que fiz aqui.
Um parabéns meio nas coxas à Comissão Moderação de Frente,
que tá mostrando trabalho e o site tá todo cheio de "pra-que-isso",
mas continua tesão.
e especialmente dedicado às mãos que me trouxeram aqui.
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O sonho vem trazendo
A suavidade do querer.
A realidade draga
Toda a força deste querer.
O tempo cravado
Entre rugas e flácidez,
Demarca o território
Onde o amor pode crescer
Na volúpia da embriguez
De doar-se em carne e insensatez.
O medo é declarado,
A denúncia vira arma,
Atingindo com afinco
O limite entre a ilusão
E o duplo instinto.
O medo percorre as vias
Que...
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Paralela aos IX Jogos dos Povos Indígenas, vem acontecendo a Mostra de Cinema Indígena na Praça do Carmo/Olinda-PE, promovida pela ONG Vídeo Nas Aldeias, em parceria com a Secretaria de Cultura de Olinda.
As exibições trarão os filmes de realizadores indígenas, produzidos pela VNA, dentro do projeto "Cinema na Praça" da Prefeitura Municipal de Olinda.
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O lançamento do dvd "Cineastas Kuikuoro", com - agora confirmada - a preseça das Lideranças Kuikuro, alguns Kuikuro que irão apresentar suas danças antes da exibição.
O trabalho cinematográfico do "Coletivo Kuikuro", cineastas indígenas mostrando sua cultura, de um modo geral.
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O ambiente está tomado por uma atmosfera translúcida. A m´´usica enche o lugar com uma voz de mulher machucada entoando palavras duras. Em tudo ali, uma cor viva demais, uma oitava acima do seu verdadeiro e usual tom. Como se tudo ali tivesse sido recém-pintado, recém-colocado para uso contínuo, diário. Aquelas mesmas coisas, aquele mesmo ambiente, mas com um quê de arrumado para...
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Precisava sair de casa, se desentoxicar de si mesma. Nada de festas ou farras, mas um cinema, um teatro, uma exposição, um curso noturno de Ikebana, qualquer coisa onde pudesse respirar algo de novo.
No entanto, ficava apenas na vontade que sem muita força era rapidamente abatida pela proteção da solidão. E ela, invariavelmente cedia ao silêncio e à individualidade da solidão.
Agora...
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Eu sou da turma que acredita que é "preciso" assitir a pelo menos "um" programa eleitoral da tv. Ou para se decidir se o jeito é mesmo votar nulo, ou para ver e ouvir o que os candidatos têm a dizer e a mostrar, ou para ficar ainda mais furioso(a) porque o voto não é facultativo, e você vai votar mais por obrigação que por consciência cidadã - o que, na minha humilde opinião, já...
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Desde a minha mais tenra adolescência, um sonho-pesadelo me perseguia assutadoramente. Digo sonho-pesadelo porque o sonho começava sempre belo, e a cena era sempre a mesma, com sutis diferenças, como por exemplo, haver ou não pessoas. O cenário era no entanto, sempre o mesmo: "Estou numa bela praia. Céu azul, mar limpo, sol delicioso, brisa suave, eu estou sentada na praia,...
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