colaborações publicadas
É sede, é fome, é seca... é a água que servimos!
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Zeladores é objeto, também do inquietante olhar, que o versejador debruça sobre as escituras e similaridades que percorrem seus escritos.
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entre os parênteses... seus atos
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o poema, meu reclame motivado por dois prantos sentenciados.
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uma palavra lascada
todos os olhos... a encruzilhada
uma boca flechada
duas vistas esfumaçadas
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um busca pela poetização na convivência humana.
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e teus planos entre vagões
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prato de barro, de todo dia, prato de louça e moça fina
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...o desterro
o coração em silêncio
a primavera a sesmaria
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fineza as escuras,
a vista branca, alvura
liso asfáltico, procuras
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missão de não ser!
o ardor, o pesar, o prover
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três mundos
três tempos, três temas
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Estes versos, os conjugo no tempo passado, ou no futuro se seus indicativos forem congelados.
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A cicatriz se conforma depois de um tempo e descreve a sorte; se o corte tiver pequenas dimensões, a cicatriz dura poucos a se contar pelos dias; se a dor for grande, porém, a cicatriz pode durar uma vida.
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O beijo e a palavra em cerimônia... é o desejar o primeiro encontro,o primeiro sono no colo da amada,é a primeira pedra que se instala na construção do beijo e da palavra dada ao beijo como a seiva do amanhecer
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Não se pode negar que o é magnífico. É uma pena abrir mão dele. Ao mesmo tempo é impossível deixá-lo ir... Hum...
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Do caminho das necessidades básicas da vida humana para o olhar natural e motivador dos desejos do corpo ou de uma parte dele...
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Muitos versos brilham isolados e com rara beleza nos traz ao encontro que não se pode deixar perder, em retalhos!
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A poesia encontra-se em todas as coisas - na terra e no mar, no lago, no rio e a margem.
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Compreende-se por verso o ajuntamento de palavras, ou ainda uma só palavra, que ressoa como musica.
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Entre tradição e modernidade, amores e sinceridade, amigos e cumplicidades como enfim os muros são perfumados, na poeira das estações... nos inventários, nos corações, passeiam nossos cálidos pés!
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A audácia, o perigo, a energia, a guerra, a tecnologia, a fome, as luzes feéricas das cidades trazem e exalta a imagem de outro mundo, mundo da liberdade!
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Prêmio Dival Pitombo de Poesias de Feira de Santana/ Funlac 1995
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