colaborações publicadas
Poema de verso livre da grande poetisa gaúcha Alma Welt 1972-2007, que foi mais prolífera em sonetos (cerca de 2.000)
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Novos sonetos inéditos recém-descobertos pela irmã Lucia na infinita Arca da Alma. Já passam de 2.000 os sonetos da poetisa Alma Welt descobertos e publicados nos 41 blogs póstumos da poetisa gaúcha. Sem dúvida nenhuma no mínimo um recorde mundial, para o Guiness Book. Confiram.
Entrem pelo
http://www.luciawelt.blogspot.com/
e depois pegue os outros 40 links
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Alma Welt (1972-2007) é sem dúvida o(a) poeta que mais sonetos escreveu em toda a História da Literatura Mundial, uma vez que seus sonetos publicados na Internet já ultrapassam a marca de 2.000. Desde 2007, sua irmã Lucia Welt, herdeira e divulgadora de seu expólio literário mantém 41 blogs da obra da Poetisa do Pampa. Sugerimos aos interessados que entrem, por exemplo, pelo blog...
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Mais três achados inéditos da infindável Arca da Alma, cornucópia generosa da Poetisa do Pampa.
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Novos sonetos recém descobertos pela devotada Lucia na Arca da Alma. Admiramo-nos da imensa produtividade da Poetisa maior do Pampa, desproporcional à sua curta vida. A guria parece ter vivido com a caneta ou o lápis na mão, a registrar as mínimas nuances de seu pensamento ou as batidas do seu coração poético. Aqui dois sonetos entre centenas que tratam do difícil relacionamento...
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Mais sonetos inéditos descobertos inéditos pela Lucia Welt na maravilhosa Arca sem fim da Poetisa Alma.
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Mais sete sonetos inéditos descobertos recentemente pela Lucia Welt na famosa Arca da Alma. Já se aproximam de 2.000 a produção da Alma neste gênero clássico, no qual ela, no entanto, se revelou uma poetisa tão original...
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Vinte sonetos que evidenciam de maneira saborosa a relação terna e cheia de humor da poetisa Alma com a sua ex-babá (atual cozinheira), a fiel Matilde, uruguaia de nacimento e irmã do também fiel Galdério, factotum da estância pampiana da família Welt.
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Mais sonetos inéditos descobertos pela Lucia diariamente na já mítica Arca da Alma...
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Mais quatro sonetos inéditos de Alma Welt recém-encontrados pela devotada Lucia Welt na prodigiosa Arca da Alma. Já passam de 1.800 os sonetos descobertos e publicados nos blogs póstumos da grande Poetisa do Pampa.
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Mais oito sonetos inéditos da grande Poetisa do Pampa, descobertos pela devotada irmã Lucia na inesgotável Arca da Alma
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Mais nove sonetos inéditos descobertos pela Lucia Welt na fenomenal Arca da Alma. Já se aproximam de 2.000 os sonetos da Musa...
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Mais sonetos inéditos encontrados por Lucia na Arca da Alma...
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Mais dez sonetos inéditos descobertos pela Lucia Welt na Arca sem fim da Alma.
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Mais seis notáveis sonetos recém descobertos pela irmã Lucia na arca de inéditos da grande Poetisa Alma, que nos parece inesgotável em sua inspiração, sempre com a mesma força, lirismo e originalidade que lhe são peculiares...
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Mais cinco sonetos recém-descobertos na pujante Arca da Alma. A Musa gaúcha escreveu tantos sonetos quanto foram os seus dias sobre a Terra. Lucia, a devotada e infatigável irmã calcula que serão precisos mais vinte anos para compilar, digitar e publicar todos os manuscritos inéditos da já famosa poetisa Alma que passou por nós como um cometa fecundo...
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Mais quatro sonetos recém-encontrados pela devotada Lucia na profícua Arca da Alma...
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Mais notáveis sonetos da poetisa gaúcha falecida em 2007, recém descobertos por Lucia na inesgotável Arca da Alma, encontrada após a morte daquela que agora está se destacando como um dos maiores talentos que vieram do extremo Sul do nosso País.
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Mais sonetos da estrela do Pampa, descobertos pela Lucia na já mítica Arca da Alma. Notem que por mais abundante que seja a obra de Alma Welt em sonetos, ela é sempre instigante a cada soneto, nunca se repetindo, sempre criativa e gostosa de ler. Isso se chama GENEROSIDADE de Artista...
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Eis aqui um notável tríptico de sonetos recém-descoberto pela Lucia na Arca da Alma. Achei adequado ilustrá-lo com o meu tríptico das "Cabeças Metafísicas", de 1991.
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Novos sonetos recém descobertos na Arca da Alma. Todos os dias Lucia os encontra nessa Arca, verdadeira cornucópia de belezas e... delírios da última grande lírica moderna, que inusitadamente veio daquele longínquo Pampa para o mundo...
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Mais alguns sonetos recém-descobertos na inesgotável Arca da Alma...
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Mais uma seleção dos mais líricos sonetos da grande Poetisa do Pampa, que são, como se pode constatar, dos mais belos da língua portuguesa de todos os tempos. Confiram...
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Mais catorze sonetos recentemente descobertos pela Lucia Welt na já mítica Arca da Alma, comprovando a pujança da obra da Poetisa maior, um caso raro, senão único na história das Letras deste país. Confiram a força e a beleza do estro aparentemente inesgotável da "guria" riograndense, que alia graça à profundidade de pensamento, sempre contra o pano de fundo do cenário grandioso...
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Prosseguindo na publicação da vertente metafísica dos sonetos de Alma Welt, nos defrontamos, além da qualidade, com a notável abundância, como tudo que se refere à obra da grande poetisa universal do Pampa.
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Prosseguindo na publicação dos Sonetos Metafísicos da grande poetisa gaúcha, percebemos o seu aprofundamento na indagação do sentido da vida diante da Morte como um enígma não solucionado. Há uma evidente angústia presente nesta vertente de sua poesia, tanto mais que a poetisa previa misteriosamente a iminência de sua morte, já que que a tese de seu suicídio não resistiu a uma análise...
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Segunda parte da recolha dos sonetos de teor metafísico da obra da grande Poetisa gaúcha, que tão intensamente viveu, tanto produziu, pensou, amou e sofreu em sua curta vida, e tão fecunda. Sua permanente indagação do sentido da vida e da morte, a permanencia da memória, a convivência com o passado, a nostalgia do infinito, a solidão humana e a solidão específica do Poeta como...
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Uma recolha dos sonetos de teor metafísico da obra da grande Poetisa gaúcha, que tão intensamente viveu, tanto produziu, pensou, amou e sofreu em sua curta vida, e tão fecunda. Sua permanente indagação do sentido da vida e da morte, a permanencia da memória, a convivência com o passado, a nostalgia do infinito, a solidão humana e a solidão específica do Poeta como ser eleito, são...
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Quatro novos sonetos inéditos encontrados por Lucia na já famosa Arca da Alma, que segundo a devotada irmã da grande Poetisa do Pampa, nescessitará ainda mais dez anos para esgotar suas surpresas, num labor diário de pesquisar, comparar, constatar o ineditismo e... publicar. Trata-se de uma da obras mais fecundas da literatura brasileira de todos os tempos. Confiram nos 38 blog...
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Conto memorial publicado em pequenos capítulos diários, como um romance-folhetim, à medida que ia sendo escrito, recentemente, no Facebook. Trata-se de memórias do autor e é absolutamente verídico.
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Mais sete profundos sonetos da Poetisa do Pampa. Todos decobertos nos últimos dois dias na Arca da Alma e identificados como inéditos. A missão de Lucia, de descobrir, identificar, classificar, digitar e publicar essas jóias, é, segundo ela, altamente gratificante. E o vulto da Alma cresce aos nossos olhos a cada descoberta. Estamos diante de um fenômeno artístico raro e emocionante......
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As descobertas de sonetos inéditos de Alma Welt são diárias, realizadas pela devotada irmã Lucia, que garimpa numa montanha de textos da poetisa (a famosa Arca da Alma) para identificar o que é realmente inédito e o que já tinha sido publicado pela própria Alma na Internet, nos dois portais literários: o Leia Livro e o Recanto das Letras, dos quais ela participou no último ano de...
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ESTOU ESTARRECIDO COM O QUE A LÚCIA ACABA DE ME ENVIAR: o trecho por ela recém descoberto do diário da Alma, que diz respeito ao soneto Estória do Umbu-rei, e também ao do "Maus vizinhos", que posterior, menciona uma terrível ameaça que o pai do tal Rodrigo fez à Alma, no intuito de obrigá-la a casar com seu filho estuprador. Estou pasmo e revoltado. Pobre Alma... Como sofreu em...
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Nem comentarei o interessante soneto "O Crítico" que postei primeiramente, ilustrando com o belíssimo quadro do Chagall. ESTOU ESTARRECIDOCOM O QUE A LÚCIA ACABA DE ME ENVIAR: o trecho por ela recém descoberto do diário da Alma, que diz respeito ao soneto Estória do Umbu-rei, e também ao do "Maus vizinhos", que posterior, menciona uma terrível ameaça que o pai do tal Rodrigo fez...
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Alguns novos sonetos descobertos da Alma, que questionam ou celebram o mister de escrever. Mas não esqueçamos que a Poetisa escreveu até o fim... até a véspera de sua morte. E não podemos tirar uma vírgula sequer dessa obra caudalosa e singular...
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Novos sonetos inéditos descobertos por Lucia Welt na célebre Arca da Alma. A quantidade de sonetos produzidos por Alma Welt é prodigiosa, se constituindo provavelmente num recorde mundial (já mais de 1.800 sonetos até agora). Todos os temas referentes à alma humana foram abordados por ela, principalmente os de cunho existencial-filosófico, relativos à vida, procura, realização,...
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Prosseguindo na publicação dos sonetos que Lucia Welt vai descobrindo diariamente, manuscritos inéditos na Arca da Alma...
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Mais belezas descobertas na Arca da Alma...
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Novos sonetos recém-descobertos, inéditos, da Grande Musa do Pampa. Trata-se de um fenômeno, uma imensa obra que o mundo precisa conhecer melhor, apesar de estar sendo publicada diáriamente na Internet, com imenso sucesso há quatro anos. Confiram. Editoras, o que vocês esperam?!
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Novos sonetos descobertos por Lucia, inéditos, na "Arca da Alma". Lucia acredita que os sonetos completos da Alma chegarão a 2.000 pois ela não cessa de encontrar blocos, cadernos e folhas avulsas com textos que a Alma deixou sem ter tido, evidentemente, tempo para publicar na Internet, já que o fez somente durante o começo do ano de 2006 até 19/01/2007( ela faleceu no dia 20)....
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Mais sonetos encontrados na inesgotável Arca de inéditos da poetisa Alma Welt, a mais prolífera sonetista que o mundo jamais conheceu(já passam de 1.800 os sonetos dela publicados na Internet). Confiram.
Alma aborda uma variedade imensa de assuntos e temas nos seus sonetos e poemas. Quase tudo a interessava, exceto a moda, os modismos, a futilidade humana (dentre os assuntos...
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Mais sonetos inéditos encontrados por Lucia na montanha de textos deixados pela Poetisa máxima dos Pampas. A variedade de temas é imensa, e algumas revelações muito significativas sobre a vida da Alma se encontram a cada postagem.
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Mais sonetos inéditos encontrados pela Lucia na espantosa Arca da Alma. Já chegam perto de 2.000 o número de sonetos da Poetisa universal do Pampa.
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Últimos sonetos recém-descobertos na Arca da Alma, alguns que coincidentemente tratam do tema do Destino, tão recorrente na obra da Poetisa. Outros... memórias subjetivas de tempos diversos, alguns tristes, outros mais felizes.
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Na rica cornucópia de poesia que é a Arca da Alma, Lucia descobre diariamente sonetos nunca antes publicados pela Poetisa do Pampa. E algumas obras-primas, como, este comovente (não de modo fácil) "O coração da Vida".
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Mais sete sonetos inéditos recém-descobertos por Lucia na fabulosa Arca da Alma. Já passam de 1.800 os sonetos de Alma já publicados na Internet, em blogs e portais literários. Trata-se, sem dúvida, de um recorde mundial, uma vez que se pode constatar que cada um deles é de excelente qualidade, total originalidade e estilo próprio. Para conferir o que afirmo, coloquem "Alma Welt",...
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Um soneto levemente humorístico, da Musa do Pampa, que comove pela humanidade e ternura, quase dramáticas, em que nos podemos reconhecer... nós, toda a humanidade...
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Um conjunto de sonetos que têm em comum o tom de depoimentos, um tanto desesperados, de despedida e nostalgia antecipadas, de uma vida vivida em Beleza e Poesia, mas também em muita dor.
Lucia continua descobrindo sonetos inéditos de sua irmã Alma Welt, na famosa e já mítica Arca da Alma. Um verdadeiro e tantas vezes doloroso tesouro... Confiram.
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Na inesgotável Arca da Alma, verdadeira cornucópia da Musa, sua irmã Lucia descobre diariamente sonetos inéditos que generosamente nos oferece...
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Uma das inúmeras séries eróticas da Alma, cujos sonetos, se lidos em seqüência contam uma estória completa, de paixão, êxtase, perda e reconciliação dos amantes.
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Mais sonetos inéditos encontrados por Lucia na Arca da Alma.
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Surpreendente soneto recém-psicografado pela Lucia Welt, irmã devotada da Alma, que rememora os momentos que se seguiram à morte da Poetisa, e que revela também a mágoa que ela sentiu por sua absurda expulsão póstuma do portal literário Recanto das Letras, do qual foi, por cerca de um ano, uma das maiores estrelas.
E em seguida, uma terrível revelação...
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Uma republicação (para exibir meu quadro finalizado que o ilustra) e oito sonetos inéditos da fecunda poetisa gaúcha, recém-descobertos pela Lucia na espantosa Arca da Alma, alguns de cunho metafísico e outros existenciais, outros ainda com o costumeiro pendor simbolista peculiar à nossa Musa.
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Novas descobertas da Lucia no inesgotável tesouro da Arca da Alma. Estão perto de 2.000, os sonetos já encontrados da grande Poetisa gaúcha, precocemente falecida... mas cumprida. Trata-se de um fenômeno, pela excelente qualidade (como podem constatar) e originalidade de cada um. Caso contrário, seria apenas um recorde mundial...
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Sete novos sonetos recentemente encontrados na Arca da Alma pela irmã Lucia. Alguém brincando disse que essa Arca parece a Biblioteca do Congresso em Washington ou aquela antiga, de Alexandria. Sim, realmente, é um fenômeno, pois parece um tesouro inesgotável...
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Um curioso debate na Internet sobre a "existência real" ou não da grande poetisa do Pampa. Lucia intervém de maneira um tanto dúbia, não muito esclarecedora, e o Mistério Alma Welt continua...
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Mais sete sonetos de cunho metafísico e simbolista encontrados recentemente por Lucia na famosa Arca da Alma.
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Onze sonetos de caráter sinistro ou mórbido, da Musa Pampiana. Alegorias medievais da morte estão neles presentes.
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Mais dez sonetos recém descobertos por Lucia na inesgotável Arca da Alma. Já passam de 1500 os sonetos publicados da Poetisa na Internet (confiram os seus 36 blogs póstumos, abertos e administrados pela sua incansável irmã).
Dois sonetos líricos dominados pela metáfora da caravela...
Noutros, a característica comum é a especulação sobre o sentido da Vida e da Morte, através da...
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Rodo traz um amigo interessante para passar o fim de semana na estância. Alma se sente fascinada e tenta por sua vez fascinar. O rapaz parece imune aos encantos da Alma. Vai começar um jogo perigoso...
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Seis sonetos recém descobertos por Lucia na Arca da Alma.
O primeiro (De feiticeiras, sopranos e contraltos), um verdadeiro desabafo feminista, chocante, profundo, até mesmo um tanto amargo...
E outros, que evidenciam a persistência da visão xamanística da Poetisa, sua fé na força primordial das palavras, restaurando a relação mágica com o mundo, que o poeta reconhece e preserva...
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Uma das estórias picarescas contadas pela velha Frida, a avó alsaciana da Alma, descrita por ela como uma divertida bruxa que marcou de forma positiva a infância da futura Poetisa, naquela estância pampiana tão cheia de passado e de sonhos...
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Um poema recentemente descoberto por Lucia na Arca da Alma, que cogita do significado, na verdade insondável, de nosso existir sobre a terra, tema que obsecava a Poetisa, em sua incoersível inclinação filosófica, embora ela fosse veemente em distinguir entre poesia e filosofia.
E a série Alegorias da Alma, que aborda em seu significado transcendente e simbólico, diversos temas...
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Um ciclo de poemas líricos de caráter sáfico, de verso livre mas com rimas incidentais.
Alma que era "pansexual" (como ela se dizia), amou intensamente mulheres e homens em sua vida intensa e apaixonada.
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ALEGORIAS DA ALMA é coletânea de 30 poemas de verso livre, com rimas incidentais, da Musa gaúcha, nitidamente em sua temporada paulistana, no seu atêliê de pintora, que estabeleceu nos Jardins entre os anos de 2000 e 2005.
Este "Volto à casa... " revela um momento de grande nostalgia, quando a poetisa retorna ao casarão de sua infância, encerrando o seu desterro, mas ainda exilada...
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Alguns sonetos de Alma Welt, de nítido teor humorístico-filosófico, que era sua característica mais surpreendente e peculiar, uma vez que o humor permeava até o intenso lirismo que a notabilizou como grande cantora de sua terra, o Pampa riograndense.
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Uma série de poemas de verso livre escritos por Alma Welt no seu ateliê em sua temporada paulistana, entre 2000 e 2005.
O ambiente intimista de um ateliê de pintura, seu silêncio e até sua luz, são sugeridos aqui nestas breves pinceladas escritas, bem como os devaneios íntimos, delicados, visuais, típicos da pintora-poetisa.
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No primeiro soneto, A cepa da videira, Alma fala do transplante dela ainda criança, da cidade de Novo Hamburgo para o mundo rural do vinhedo que seria o cenário de sua inspiração.
Em O início, Alma recorda seu próprio primeiro olhar (com um notável afastamento brechtiano) sobre a estância e o casarão de seus avós.
Em Finitude, Alma mais uma vez fala da consciência de morte,...
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Análise sucinta do tumulto a propósito de uma mini-saia, numa universidade de São Paulo (por Lucia Welt).
O tumulto ocorrido numa universidade de São Paulo causado pela mini-saia de uma moça, deveria ser analisado à luz da psicologia das massas, disciplina praticamente inexistente hoje em dia e que tentarei configurar em um de seus aspectos básicos.
Houve um enorme retrocesso...
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Alma narra uma dupla e dúbia experiência amorosa sua, ocorrida em sua temporada paulistana, entretanto gótica, misteriosa, parecendo saída em névoas de um Poe que fosse provindo das frias planícies de Flandres.
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A Musa gaúcha tinha notável senso de humor, bem peculiar embora essencialmente feminino. Por feminino, em matéria de humor, entendo uma certa ingenuidade, a ausência aquela malícia masculina, que tanto descamba para a vulgaridade. Podemos no máximo encontrar em alguns uma certa "malícia ingênua", encantadora, que nos remete a um olhar de esguelha, um sorriso de canto de lábios,...
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Uma recolha de sonetos de Alma Welt, de cunho filosófico, embora a Poetisa mesma tenha frisado a distinção entre o poeta e o filósofo, como cavaleiros de "tribos" distintas.
Considero impressionante que uma poeta que morreu tão jovem (35) e que tinha o lirismo e a paixão como sua grande característica, pudesse ao mesmo tempo se revelar uma pensadora tão profunda, e com nítidos...
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Alma se afirma como intérprete do Pampa num soneto em homenagem ao grande Érico Veríssimo.
E uma despedida, última e bela profissão de fé...
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Primeiro, um belo macabro...
No segundo, o tema de Pénelope, aquela que espera e para isso tece uma teia interminável, sempre reconstruída, como um arquétipo da fidelidade.
No terceiro, a poetisa se imagina vagando pela estância e o casarão após a sua morte, talvez pelo seu desmesurado amor e apego à sua terra, ao cenário de sua saga nesta vida (Lucia, a devotada irmã, afirma...
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Alma Welt , neste trecho do seu romance autobiográfico O sangue da terra, terceiro tomo da trilogia A Herança) numa espécie de carta ao seu pai falecido (o Vati) produz um monólogo apaixonado, quase delirante, de grande intensidade lírica, típica da grande romântica tardia que ela era.
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Cinco sonetos inéditos recém-encontrados na Arca. No primeiro, Alma e Lucia contribuem para resgatar a "Louca de Albano", esse curioso dramalhão português antigo, que chegou às nossas avós e mães. No segundo, Alma, com certa auto-ironia, começa a se render à falência da estância, a dar adeus aos dias de prosperidade e alegria...
No terceiro, uma definição do poeta, como ser de...
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Mais nove notáveis sonetos inéditos encontrados por Lucia na fabulosa Arca da Alma. A devotada irmã da Musa gaúcha imediatamente verteu dois deles para o idioma castelhano.
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Um dos primeiros ciclos de sonetos da poetisa gaúcha Alma Welt, que aqui exibe a sua encantadora fantasia e sua característica de acalentar um mundo mágico interior cheio de embasamento no real, fruto de um olhar desvelador.
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Dez sonetos da Alma encontrados juntos, manuscritos, nm pequeno bloco, na Arca. Entretanto, muitos se encaixariam perfeitamente na grande série Sonetos Pampianos da Alma, cujo extenso conjunto narra a saga pessoal da Poetisa desde o seu nascimento até a sua morte trágica e prematura.
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Proseguindo a publicação da inumerável obra sonetística da poetisa gaúcha Alma Welt (1972-2007)
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Lucia, exaltada e talvez doente, continua as suas assombrosas confidências ao poeta CB, que deixam sérias dúvidas quanto à natureza e verdadeiras circunstâncias da morte de sua amada irmã, a grande poetisa Alma...
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Perturbadora e comovente carta em que Lucia conta ao poeta C.B. seus percalços com o delegado oportunista que a assedia a pretexto da investigação sobre a misteriosa morte da Alma...
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Prosseguindo a publicação da correspondência íntima de Lucia Welt com o poeta mineiro C B, cartas (e.mails) que despertam novas e iquietantes indagações sobre a morte da Poetisa do Pampa.
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Carta da Lucia, irmã da Alma, de sua intensa correspondência com o poeta mineiro C.B., que continua a narrativa da espantosa saga post-mortem da imortal Musa do Pampa.
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Prosseguindo na publicação da correspondência eletrônica entre Lucia Welt e o poeta mineiro Claudio Bento, que contém pungentes revelações sobre a vida e a morte da Musa do Pampa.
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Mais algumas cartas de Lucia Welt ao poeta mineiro Claudio Bento. Ao longo desta pungente correspondência eletrônica o mistério da trágica morte da Alma vai aumentando, o que é o motivo para eu postar aqui estas cartas que, embora íntimas, têm, a meu ver, valor histórico pelas revelações surpreendentes que contêm sobre a celebrada Musa do Pampa.
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Mais duas cartas da correspondência (eletrônica ) entre a poetisa Lucia Welt, irmã da Alma, e o poeta mineiro Claudio Bento, publicadas aqui pelo seu teor altamente biográfico (se não histórico) da Musa do Pampa.
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Mais uma carta pungente da correspondência de Lucia Welt...
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Quatro cartas da correspondência eletrônica de Lucia Welt com o poeta mineiro Claudio Bento, que insinuam a hipótese terrível do assassinato da Musa do Pampa.
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Dando sequência à correspondência eletrônica entre Lucia Welt, irmã da Alma, e o poeta mineiro Claudio Bento, posto aqui (com a permissão deles) mais duas cartas. A terceira já insinua uma hipótese terrível quanto à natureza da misteriosa morte da Poetisa do Pampa.
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O primeiro de uma série de e.mails da Lucia Welt, da correspondência que a irmã da Alma manteve com o poeta mineiro Claudio Bento, que se tornou seu amigo através da Internet. Estas "cartas", muito vivas, esclarecem alguns pontos, mas suscitam novos mistérios sobre a morte da Musa do Pampa.
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Alma encontra um cartão postal com a foto de uma estrela de Hollywood da época do cinema mudo, no verso uma mensagem de seu pai a uma desconhecida. Ela fará um investigação, que resultará numa descoberta surpreendente...
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Mais um achado precioso, novos sonetos inéditos recém-descobertos na Arca da Alma, por sua irmã Lucia. A esta altura a obra poética da Poetisa do Pampa encontrada até agora já passa muito de 1.000 sonetos. (Para conferirem essa afirmação consultem os 36 blogs abertos postumamente para a sua obra por Lucia Welt).
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Alguns sonetos da Alma selecionados por Lucia pelo intenso lirismo...
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Um soneto da musa gaúcha em que ela reune os seus amados e amadas, todos, em sua estância. Segundo Lucia, sua irmã, O reencontro foi um episódio real da vida da Poetisa e constituiu uma despedida consciente, dos seus amores e... da vida.
E outros sonetos, um tanto eróticos, da musa gaúcha que na sua breve vida, viveu intensamente o amor, a poesia e o sexo.
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Alma sobrevoa o sertão nordestino da Paraíba no Pavão Misterioso pilotado por seu amante sertanejo Josué. Neste romance humorístico a Musa Gaúcha se revela uma verdadeira "Macunaíma" de saias, não fosse a evidente nota de "princesa esperada", reencarnação de Isabel, a Redendora tão aguardada no Sertão, com que o povo humilde a viu na sua chegada a bordo da nave mítica, ela, a branca...
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A vertente "gauchesca" da poesia de Alma Welt, fizeram dela uma expressão original desse gênero, que ela transportou do regional para o universal, pois inteligível e apreciável por todo o Brasil, e por qualquer cultura...
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Alma está morando em São Paulo e leva uma nova amiga para o seu apartamento alugado, nos Jardins. Sua faxineira, Luiza, que se apegou à patroinha, chega para o trabalho e a pega na cama com a moça. O diálogo que se segue entre patroa e empregada, revela, apesar do choque e desconsolo da serviçal, a grande ternura que a Alma despertava e... que sentia pelas pessoas.
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Narrativa de um amor "que poderia ter sido"? Ou de um amor mesmo, acontecido no coração, malfadado como a vida... e belo, por simplesmente ser.
Alma conta um episódio de sua estada em São Paulo. A fronteira entre o conto e a crônica é tênue e ambígua na obra da Poetisa. O que é o real? O que é o imaginário? Jamais saberemos... Na Alma, tudo é real. Eis a razão de ser... da Ar...
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Poema narrativo autobiográfico, que a própria Poetisa classificou de "cordel". O poema, aparentemente inacabado, é interrompido após a descrição de um episódio importante de sua infância, que a traumatisou, uma vez que sua evocação é recorrente em sua poesia. É curioso perceber que ele contém a alegoria evidente da prova do fruto da "árvore da razão" (e do sexo) e da expulsão do...
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Uma coletânea, organizada por Lucia, dos finais de diversos ciclos narrativos de sonetos da Musa pampiana. Emocionantes por seu "alto astral", sua alegria comovente, afinal recuperada depois de cada percalço, e cheia de feminilidade, ingenuidade e idealismo. E, às vezes, de peculiar humor...
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Mais sonetos humorísticos compilados entre os Pampianos da Alma, de Alma Welt. Na verdade o humor e a índole narrativa perpassa grande parte da obra lírica da gaúcha, o que a torna tão peculiar. Seus sonetos funcionam freqüentemente como pequenas crônicas do cotidiano em sua estância, e do seu terno relacionamento com seus familiares e os peões.
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Compilados principalmente entre os Sonetos Pampianos da Alma, Lucia reune aqui os que extravasam o humor sutil e peculiar da Poetisa, com leve auto-ironia, bem femininos, feitos para sorrir, não para gargalhar...
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O ateliê paulistano da Alma em seu auto-exílio. Alma prepara-se para começar o seu labor diário de pintora. Uma tela em branco a espera. Está tensa. Lança uma primeira pincelada vertiginosa. Mas... o telefone toca. Um possível cliente agenda uma visita ao ateliê no mesmo dia. Alma não pintará mais por hoje... agora ela se move no território da Poesia.
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Crônica ou conto? Alma narra com delicadeza a sua inusitada relação com a sua terapeuta, uma mulher madura, a incrível Doutora Jensen, que tinha acolhido a poetisa um ano antes em sua Clínica, e que agora gozava férias (irregularmente) na estância de sua paciente...
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Lucia reuniu os sonetos da Alma que evocam o casarão da estância
pampiana que foi o lar da Poetisa a partir dos 9 anos de idade (a primeira infância Alma passou em Novo Hamburgo). Como são muito numerosos os sonetos que evocam essa casa cheia de mistérios e tradições da época dos farroupilhas, faremos várias postagem sobre o tema.
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Lucia reuniu os sonetos da Alma que evocam o casarão da estância
pampiana que foi o lar da Poetisa a partir dos 9 anos de idade (a primeira infância Alma passou em Novo Hamburgo). Como são muito numerosos os sonetos que evocam essa casa cheia de mistérios e tradições da época dos farroupilhas, faremos mais de uma postagem sobre o tema.
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Coletânea de sonetos da Poetisa gaúcha que evocam o famoso e quase mítico vento Minuano que sopra nas planícies e cidades do Pampa.
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Terceiro Ato (Final) do drama lírico original em 42 sonetos (cenas) e três atos, Sonetos à Mayra, de Alma Welt, que em sua progressão revela uma estória real, que pode ser vista como uma peça de teatro ou uma opereta.
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Segundo Ato do drama lírico original em 42 sonetos (cenas) e três atos,Sonetos à Mayra, de Alma Welt, que em sua progressão revela uma estória real, que pode ser vista como uma peça de teatro ou uma opereta.
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O Primeiro Ato (de três) da obra de Alma Welt, em que a musa inspiradora de nossa Musa é uma adolescente linda e bem dotada, que tomava aulas de pintura e História da Arte com a Pintora-poeta por quem se apaixona, e com quem (fugindo de casa?) vai encontrar-se no Sul, naquele casarão de estância pampiana tão celebrado pela Poetisa.
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Coletânea de sonetos da Alma que evocam a fiel Matilde, ex-babá da poetisa em sua primeira infância, atual cosinheira da estância e uma espécie de segunda mãe da família Welt. Mulher de origem humilde, de mentalidade tradicional e religiosa, Matilde tentava, sem êxito, orientar "moralmente" a Alma, que por sua vez lhe tinha afeto e gratidão.
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Alma recorda a tumultuada última festa de galpão de sua estância, num Pampa que nunca mais seria o mesmo de sua infância e juventude...
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Lucia Welt, a irmã da Alma, faz de maneira sucinta a psicanálise das metamorfoses do astro Michael Jackson em seu direcionamento progressivo e seguro à feiura e ao macabro, enfim... à morte.
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Pungente poema recém-encontrado na arca da Alma, e que talvez explique o final trágico da musa do pampa.
O original, num pedaço de papel de embrulho, não tinha título, que foi improvisado por Lucia.
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Um duelo humorístico entre dois grandes poetas, às vesperas da morte de um deles...
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Nove sonetos inéditos da Alma Welt recém-descobertos.
Em Pássaros migrantes a poetisa conclama um bando de aves migratórias a levá-la consigo para um norte sonhado.
Em A Figueira Alma compara sua poesia com uma figueira recentemente plantada, cheia de promessas...
Em Inverno a Poetisa evoca os momentos inesquecíveis de suas andanças com Rodo pelo pampa, com seus pensamentos...
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Um soneto humorístico, para ser lido com sotaque português, e que pode ser chamado de soneto de cordel , uma vez que o Cordel é um gênero editorial e não um gênero literário, como a maioria das pessoas pensam. Na Espanha e Portugal desde o século XVI , tudo já foi publicado em "folhetos de cordel": Sonetos, romance folhetim, sermões, pensamentos, sátiras, poemas, lendas, epigramas,...
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Alma se dirige de modo enigmático a um amor seu que não conseguimos identificar (talvez simplesmente um ideal), e que o poema celebra de maneira simbólica e arquetípica, atribuindo-lhe enfaticamente uma transparência e pureza que se expressam pela repetição quase mântrica das palavras clara e claridade, meia centena de vezes no poema.
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Oito sonetos recentíssimamente encontrados pela Lucia na Arca da Alma.
Em o Edital, Alma faz uma citação, no verso final, a um verso de um soneto do escultor e ourives renascentista italiano Benvenuto Cellini (o autor da estátua de Perseu com a cabeça da Medusa que se encontra na Piazza de la Signoria em Florença).
Em Coração Infame Alma evoca os privilégios de sua vida, incluindo...
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Uma coletânea organisada por Lucia Welt com os sonetos da Alma que mencionam o fiel Galdério, verdadeiro "chevalier-servant" da Alma, no ambiente pampiano da estância da Poetisa e musa.
Alguns são verdadeiras pequenas crônicas, cheias de ternura e humor.
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Doze poemas e um soneto da poetisa e Musa pampiana que se encaixam nesse gênero poético que tantas belas canções rendeu a grandes poetas no passado: as chamadas Canções de Lua
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A pedido, mais cinco sonetos recém-encontrados da Alma em que ela aborda temas diversos, sempre com o cenário de fundo de sua estância pampiana.
Em seguida um poema que alguns leitores consideram atípico e em que Alma expressa a sua convicção de que o rosto das pessoas é que produz o nascimento do amor no outro, assim como a última lembrança, a que levaremos conosco para o túmulo......
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Alma hospeda um seminarista amigo de Rodo, seu irmão, por alguns dias, na estância. Entretanto, o rapaz surpreendentemente logo se tornará persona non grata...
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Pensamentos da poetisa Alma Welt sobre treze temas relevantes da condição humana.
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Alma levanta do seu leito num dia triste e se põe a vagar na pradaria, como Tess, dos D'Urbervilles, de Thomas Hardy (que morreu enforcada) e logo como Ofélia...
Mais um soneto de velada premonição (e um tanto auto-irônico) da Musa dos pampas.
Outros três sonetos da série dos "Pampianos" evocam a personagem trágica de Shakespeare.
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Os últimos 22 da coletânea de 66 sonetos feita por Lucia do sonetos de Alma Welt que misteriosamente evocam ou pressentem a sua morte iminente, que ocorreria em 20/01/2007 .
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Continuação da coletânea de sonetos da Alma organisada por sua irmã Lucia, que prevêm ou prenunciam a morte iminente da Poetisa.
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Conjunto de 22 sonetos premonitórios da Alma ( de um total de 66) compilados pela irmã Lucia, que prenunciam a morte da grande poetisa, que se daria na manhã do fatídico 20/01/2007. O lirismo desses sonetos afastam qualquer conotação de morbidez ou obsessão. Neles fica patente como Poetisa amava intensamente a Vida...
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O amor da poetisa por seu irmão seria um "pathos"? Talvez.... mas certamente parte inerente do seu mito, daquilo que podemos chamar "o Caso Alma Welt", que em termos poéticos renderia alguns dos mais belos sonetos da autora e também, creio, da lingua portuguesa.
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Coletânea de sonetos da poetisa gaúcha, que abordam o tema do vinho e do vinhedo de sua estância pampiana. Seu avô, o "boche" Joachim Welt foi um pioneiro na plantação de uvas para vinho em pleno Pampa, tradicionalmente região de gado, charque e mate. Até então os vinhedos do Rio Grande do Sul se limitavam à região serrana, de Garibaldi, Bento Gonçalves...
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Alma contrata um jovem violeiro para acompanhá-la num recital de sua poesia. Entretanto a atração acontece, é mútua, e vai, com a permissão pedida ao leitor, desaguar no leito musical da poetisa...
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Cinco sonetos inéditos recém-encontrados na Arca da Alma.
Em O Iceberg, Alma celebra o mundo do sono, do inconsciente, dos sonhos, muito maior e mais amplo do que o da nossa vida desperta, o mundo limitado da razão.
Em Álbum de memórias, a Poetisa abordando o tema clássico do álbum de fotografias faz um passeio rápido mas abrangente de sua vida em três momentos emblemáticos, e...
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Coletânea de sonetos da Alma que se referem ou foram dedicados ao seu pai (o Vati) , também chamado "o Maestro", que testemunham o grande amor da Poetisa por aquele que foi o estimulador e mesmo o patrono do seu poetar lírico por toda a vida.
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Oito recentíssimas descobertas entre os inéditos na Arca da Alma. Na primeira, um verdadeiro testamento, ou "profissão de fé' da diva gaúcha, às vesperas de sua morte tão anunciada e, no entanto, tão inesperada...
Na segunda, um grande concílio anímico de seus amores.
A terceira, um soneto que evidencia a tênue fronteira entre realidade e fantasia em que se movia a grande poetisa...
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Alma, guria, tem o seu diário arrombado, violado por sua irmã Solange, a invejosa, e suas pequenas confissões podem causar-lhe apuros se cairem nos ouvidos da severa Mutti.
Será preciso submeter-se à chantagem, um pequeno capricho humilhante, de sua irmã.
Numa segunda crônica Alma narra a relação de seu pai com o piano, de Beethoven.
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Mais doze sonetos da extensa produção da grande poetisa gaúcha, (onze deles encontrados recentemente na famosa "arca da Alma"', pela sua imã Lucia). O primeiro, Gato na cama acaba de ganhar uma ilustração em pintura a óleo, por mim, Guilherme.
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Alma descobre flores no túmulo de sua mãe. Seriam de um amor perdido, desconhecido? A imaginação da poetisa voa, afinal gratificada, reconciliada com a imagem distante, incompreendida de sua mãe, a "Açoriana".
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Alma conta o encontro, a convivência e a trajetória tocante de um pequeno discípulo que teve em seu ateliê de pintura em São Paulo.
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Mais sonetos inéditos de Alma Welt 1972-2007, alguns de tema recorrente na obra da poetisa gaúcha, encontrados na famosa Arca da Alma.
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Quatro sonetos inéditos recém-encontrados por Lucia na arca da Alma. Dois deles se referem à viagem do espírito, por mundos, para além do jardim da poetisa. Os outros? Bem... de certa forma, também.
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Alguns sonetos de uma "suposta" sonetista sertaneja e outros de uma hipotética moça da cidade de Lima Duarte, MG (antiga Nossa Senhora das Dores do Rio do Peixe).
Como acabo de publicá-los em forma de folheto ilustrado com uma xilogravura minha, desconfio que estou lançando um novo gênero: Sonetos de Cordel.
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Mais doze sonetos da Alma que abordam alguns dos "mistérios" de que sua alma profunda era povoada.
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Zequinha (o pai do narrador?) tava ali há muito tempo, fazendo nada. Aí observou o galo no terreiro, cheio de "atitude". Esta é uma estória sobre nada, ou melhor: sobre alguém que foi embora de repente...
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Um dos raros ciclos de poemas em que Alma não se coloca como o próprio tema ou protagonista da narrativa. Aqui ela aborda com muito humor as figuras e naturezas "humanizadas" de alguns animais.
Alma se inscreve dentro de uma tradição, a mesma, talvez, que perpetuou as fábulas de animais, de Esopo a La Fontaine. Entretanto a Poetisa, com alguns toques metafísicos, ao contrário dos...
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Seis novos sonetos encontrados recentemente na famosa Arca da Alma. Em A Árvore dos Sonhos, Alma conta como superou o trauma de sua expulsão do paraíso terrestre. No segundo, A ribalta, Lucia pensa ter descoberto uma chave para o entendimento de como a Alma via seu próprio fazer poético. Ela estaria consciente de estar construindo dia por dia o seu próprio Mito através de seus...
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Uma bela donzelinha, agregada de um velho coronel, dormia na antiga senzala e cresceu na fazenda servindo na casa grande. Mas ao crescer embeleza, e vai ser motivo de disputa entre pai e filho...
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Alma, cavalgando, se perde e vai parar numa acolhedora casinha, onde a proprietária, hospitaleira, dá-lhe de comer e a convida a passar a noite. Mas, haverá um mistério em tudo isso...
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O narrador, pacato cidadão, morigerado e um tanto convencional, chega de uma viagem de negócios, saudoso de sua família, e entra em seu apartamento... Não! Não é o seu apartamento! Houve um terrível engano. Como pode ser isso? O pesadelo vai começar.
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Mais 14 sonetos encontrados em tempos recentes na famosa Arca da Alma por sua irmã Lucia Welt, que comenta alguns deles.
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Uma bela oleira foi encontrada morta. O suspeito é o filho do dono da olaria. O povo quer justiça...
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Neste ciclo de sonetos, Alma se identifica com as antigas personagens da mitologia grega, culminando com Psiqué, a própria alma feminina do mundo (Anima Mundi= Alma Welt)
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Um soneto de pôquer, de Carnaval e de máscaras, mas... de Veneza. Em outro, Colombina deslocada no pampa, queima a sua fantasia. Num terceiro, Alma sonha entregar-se, sem volta, num último Carnaval...
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O jovem pintor, decaído de sua condição de classe média, está instalado em seu primeiro ateliê, o porão de um cortiço. Como um náufrago de si mesmo, terá que reconstruir os passos da humanidade. Entretanto sua mente o trai, o navio afunda, precisa zarpar ou... ser queimado.
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Alma se dirige de maneira íntima e confidencial ao seu adorado pai falecido.
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A casa está infestada de ratos? Um marido relutante compra um mata-ratos por insistência da esposa. Não haverá mais paz, segurança... A vida não é mais possível...
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Alma, na varanda do casarão de sua estância, vê pousar um balão de cujo cesto desce um atraente jovem baloneiro. Nessa noite Alma vai voar em sonhos numa barca de seda...
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Dois sonetos em que Alma relata a sua experiência de vivenciar mitos inefáveis relativos a Zeus e suas metamorfoses para seduzir as princesas mortais por quem se apaixonava. A poetisa aborda em dois sonetos, com certo humor mesclado de lirismo, três dessas transfigurações marotas do grande Zeus: O cisne de Leda, a chuva de ouro de Danaé, e a nuvem de Ío.
Devo ressaltar que...
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Alguns dos inúmeros sonetos da Alma que abordam os mistérios e as tortuosas sendas de seu percurso excepcional nesta terra.
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Alma aconselha os poetas inexperientes a evitar os lugares-comuns pseudo-poéticos, e a escolher de preferência a simplicidade e a autenticidade, mesmo que mais próximas do coloquial.
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Sonetos da Alma que foram encontrados por Lucia nos últimos dias na famosa arca do sótão. Agradecimentos finais é um verdadeiro "testamento vital" da Alma, uma autêntica "profissão de fé" de uma poetisa que amava intensamente a vida, a arte e o amor...
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Uma estória, um barco, uma ilha, uma metáfora...
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Alma conversa com sua empregada, no seu ap durante a sua fase urbana paulistana. Ah! O mundo era mais vasto, estava lá fora, como o circo que esperava por ela... O trapézio...
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Alguns dos numerosos sonetos da Alma de temática regionalística, que ela conseguia tornar universal pelo encanto de sua abordagem, verdadeiras pequenas crônicas em quatorze versos.
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Três sonetos recém encontrados na inesgotável arca da Alma, que corroboram o mistério que cerca a vida e a morte da Poetisa gaúcha.
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O porão poreja água, o musgo invade as paredes... O navio precisa zarpar!
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Alma, depois da morte do seu pai, se vê numa posição de poder na estância. Sendo, na verdade, uma artista, isso a faz meditar no sentido e propósito do poder, como dom de destino.
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Mais três sonetos da Alma Welt recentemente encontrados na sua arca do sótão (tesouro inesgotável) por sua irmã Lucia.
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Alma, num momento de relexão compassiva, se reconcilia interiormente com a "Açoriana", sua mãe, ao perceber a beleza peculiar daquela com quem tinha tanta dificuldade de relacionamento...
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Mais dez sonetos recém encontrados na famosa arca da Alma, e que Lucia, pesquisando descobriu serem inéditos até então, isto é, não publicados em vida da poetisa em nenhum site ou blog.
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Altamiro, vaqueiro de Deus, soldado tardio de Dom Sebastião, quis transportar sua milícia toda ao reino subterrâneo do "Esperado", para começar a Guerra que há de redimir o Sertão. Foi então que Segismundo, o manquinho, herdou a liderança...
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Continuamos aqui a publicação da série 258 sonetos Pampianos da Alma, que se lida em seqüência produzem a saga da vida inteira da autora, de sua infância até a sua trágica morte no dia 20/01/2007
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Osório, frequentador do nosso Empório, sujeito finório, último a usar suspensório, era chegado em velório e tão notório cliente do genuflexório do padre Tadeu, que quando este morreu...
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É antevéspera do Natal. Alma, guria, está no sótão do casarão, no quarto de seu irmãzinho Rodo. Sonolentos, adormecem abraçados. Então chega a irmã Solange, a invejosa...
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Alma devaneia sobre a iminente chegada de seu amado irmão Rodo, para nova temporada na estância da família, ele que, aventureiro, vive pelas estradas do mundo no seu carrinho esporte, jogando poquer, correndo, jogando...
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O narrador recorda um episódio de sua infância, na sua aldeia, quando o mistério da magia se apresentou pela primeira vez para confundir, em sua alma, vida e arte, amor e perda...
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Dois agricultores rivais em terra pobre e seca, depois de matarem mutuamente dois de seus filhos, se resolvem por um duelo que conteria um pacto. A chuva que desaba suspende o duelo, mas mantém o acordo redentor que reverdecerá toda a terra...
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Na vila natal do narrador, havia uma moça com um dom especial, e que por ele morreu em "odores de santidade"...
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Alma, num momento difícil entre ela e sua correspondente, faz considerações sobre as estrelas, de delicado lirismo...
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O Chalaça era o companheiro habitual de farras de Dom Pedro I, e tinha uma senha para se encontrar nos corredores escuros com o Imperador, para partirem mascarados à boêmia nas ruas do Rio de Janeiro, e ao bordel de Madame Corine. Entretanto, uma noite, a senha lhe foi arrancada pelo austero conselheiro José Bonifácio...
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Alma narra as circunstâncias de uma estranha relação que a sua luta contra a solidão a levaram a entabular. A paixão, como sempre, a levará ao encontro do inusitado, desconhecido...
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Um garimpeiro, nordestino longe de sua terra, se decepciona com aquela lida, deplora o rio enganador, e resolve voltar pra casa e pra família...
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Prosseguindo na publicação aqui no Overmundo, dos "258 Sonetos Pampianos da Alma", obra que se lida na sequência correta conta a saga da vida inteira da Musa gaúcha que tão cedo nos deixou (em 20/01/2007). Estou publicando a obra aqui de vinte em vinte, pois sendo extensa, é tarefa para meses. Tanto mais que os Sonetos Completos de Alma Welt se contam em mais de 1.000, e levarei...
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Um velho sertanejo, ex jagunço de coronel, narra um episódio marcante de sua juventude, uma noite de tiroteio num milharal disputado na divisa entre terras de fazendeiros rivais. Sua filha predileta nasceu nessa noite...
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O Senhor Robledo, pacato cidadão, bom leitor, um tanto "demodé", figura conhecida do bairro, encontra um objeto inusitado no sótão da sua nova casa alugada. Sua vida vai se desequilibrar. Alma, consternada, testemunha...
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Um vaqueiro nordestino apaixona-se por uma linda jovem judia, filha do merceeiro Labão, e submete-se a um penoso tributo até conseguir casar com sua amada. Mas, na noite do casório, na madrugada, após a festa...
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Três pequenas crônicas confessionais da poetisa gaúcha, exemplares desse universo pessoal que já podemos chamar de "weltiano".
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Um narrador conta um episódio estranho que ouviu, durante uma andança, da boca de um tropeiro jovem que faleceu quase um ano depois. Seria uma "visage", ou efeito de paixão? O Sertão tem muita coisa...
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Alma, aqui numa de suas raras obras não confessionais (se é que isso é possível) descreve com lirismo e humor os personagens do circo.
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Um doutor da capital, andando a pé por uma estrada do sertão (talvez porque seu carro quebrou) encontra um tropeiro com uma tropa de jegues, que lhe dá "carona", e, falador, lhe conta uma estória espantosa...
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Primeiro um anúncio de Recital. Depois um cordel curto e triste, para aproveitar melhor o espaço. A estória de uma malfadada beldade, morta por seu crime de beleza...
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Alma, em São Paulo, se dá conta de que existe alguém exatamente como ela, por aí. Mas o mais perturbador é constatar que não se trata de outra pessoa, ou seja, uma sósia... Alma se defronta com o aterrador fenômeno do Duplo. Dentro de si?
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Um pau-mandado, agregado de um coronel, conta a um forasteiro, na mesa de um bar, a delicada e desconfortável missão que seu patrão lhe confiou.
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Mais vinte sonetos da série Pampiana da Alma, que se lidos em seqüência produzem a saga da vida toda da poetisa desde a sua infância até a sua morte prematura em 20/01/2007.
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Um cidadão mineiro, ao se tornar viúvo, encontra no espelho, depois na estrada, um misterioso sujeito parecido fisicamente com ele mesmo, que o incentiva a jogar a sorte na roleta...
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Alma passa uma manhã deliciosa no poço da cascata, brincando docemente com uma guria desconhecida que ali encontrou...
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Um velho sertanejo conta a um doutor visitante (que já conhecia) o acontecido a um moço muito bonito, apaixonado por si mesmo, que vivia olhando o seu reflexo na água de um açude do sertão. Qualquer semelhança com aquele mito antigo, não é mera coincidência...
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Sêo Zusa era um bravo homem, bom açougueiro, bom pai e marido, mas tinha um pequeno defeito (outrora considerado um dos sete pecados capitais... )
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Mais vinte sonetos da celebrada série 258 Sonetos Pampianos da Alma, que se lidos em seqüência narram a vida toda da poetisa gaúcha desde a sua infância no seu Pampa amado, na sua estância, casarão, jardim, pomar, no sótão proibido, no fatídico "poço da cascata"...
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Uma dupla de violeiros repentistas, famosa mas em decadência, tentada e contratada por um italiano sinistro tenta uma última apresentação, que se revela desastrosa.
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Ensaio sobre a obra "Contos Secretos de Alma Welt", que arrisca uma análise sobre o peculiar erotismo da poetisa gaúcha, e que tenta encontrar a chave do que o ensaísta chama de "pathos weltiano", um perturbador mergulho da autora nas chamadas "pequenas perversões", que no entanto não excluem a sua celebrada candura.
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Quatro de um conjunto de 26 estorietas ficcionais com nítido timbre lendário, e de caráter europeu, medieval, mas de pura invenção da poetisa Alma que aqui abandonou o seu característico tom confessional.
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Pequeno artigo sobre a poetisa Alma Welt, que expressa o entusiasmo do "descobridor" desse verdadeiro fenômeno das terras do sul.
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Mais vinte sonetos da série de 258 sonetos "pampianos", da diva gaúcha, que se lidos em seqüência refazem o percurso interior de sua vida inteira, vivida em intensidade, plenitude de amor e exaltação poética.
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Um homem maduro (ou que deveria sê-lo) é procurado pelo antigo amor de sua adolescência, por quem fora apaixonado e do qual sofrera a ruptura. As brasas são sopradas sob as cinzas e se reacendem, vai começar o desastre...
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Alma retornando de São Paulo( onde montara ateliê nos Jardins ) se emociona ao rever a sua terra, o seu Pampa amado, sua estância e casarão. Ela planeja juntar toda a família, mas por enquanto sómente Rodo seu irmão, e Matilde, a cosinheira, estão ali e a recebem carinhosa e efusivamente. Na primeira noite, Alma levanta do seu leito, vai ao jardim, e lembranças dolorosas a assaltam......
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Um vaqueiro poeta chamado Dantino (Dante) encontra um romeiro poeta chamado Virgiliano (Virgílio) diante de um portal sinistro, na boca do Sertão. Dai por diante vai começar a travessia de uma caatinga áspera e cruel como a vida...
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Dando continuação à publicação aqui (de vinte em vinte) dos celebrados Sonetos Pampianos da Alma, que se lidos em seqüência narram a saga interior da vida inteira da poetisa gaúcha Alma Welt, falecida aos 35 anos em sua estância pampiana, em 20/01/2007, de maneira misteriosa, que levanta sérias dúvidas até hoje.
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Numa aldeia do sertão nordestino, uma bela rendeira tem um trágico fim na mão de um noivo ciumento...
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Os vinte primeiros sonetos da celebrada e extensa série de 258 Sonetos Pampianos, de Alma Welt, que se lidos em seqüência narram a saga íntima ou o percurso interior de sua vida inteira, vivida em plenitude de amor e entusiasmo vital, no cenário deslumbrante de seu Pampa amado.
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Um típico romance de Padre e moça, no sertão, no tempo em que isso, ou qualquer coisa, causava escândalo...
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Seqüência de sonetos que narram uma jornada interior no atelíê da Alma, quando de sua temporada paulistana nos Jardins, onde montou seu ateliê de pintora.
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Alma se dirige à sua amada Aline, em tom epistolar mas extremamente exaltado, extravazando a sua paixão romântica pela bela modelo que ela descobriu em São Paulo e que conseguiu atrair para a sua estância onde ocorreria tumultuado capítulo de suas relações.
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Mais cinco sonetos da poetisa gaúcha Alma Welt, da série "Sonetos Castellanos de la Alma" ( 35 até o momento, assim denominados por terem sido vertidos para o idioma castelhano por sua irmã Lucia Welt que os comenta.
www.sonetoscastellanosdeamawelt.blogspot.com
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Um velho santeiro de Tracunhaém, no agreste pernambucano, com fama de santidade na região, recebe a visita de um gringo (tudo leva crer que um americano de San Francisco) que quer comprar todas as suas imagens...
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Alma ouve um piano em sua mente e desabafa a sua angústia pela morte de seu Vati (papai) ocorrida meses antes. Um telefonema devolve-lhe a esperança: é Rodo, o irmão amado, chegando no seu carro vermelho...
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Uma linda mucama servia café na "casa grande" da fazenda de um coronel, mas ainda morando na senzala remanecente. Até que um dia...
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Prefácio às crônicas, até hoje inéditas em livro, da grande poetisa gaúcha Alma Welt (1972-2007), escrito em 2004 quando a autora era ainda viva e convivia com este cordelista e seu "descobridor" .
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Numa aldeia de Minas, uma bela professora vinda de Diamantina faz a sua entrada e logo conquista o povo com um gesto aparentemente simples mas generoso.
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Crônica da poetisa Alma, que conta doloroso episódio ocorrido com a sua amiga, a cigana Rafisa, já conhecida de seus leitores. Vide também o cordel "Romance da Vidência" já publicado aqui no Overmundo, de autoria de Guilherme de Faria, inspirado por episódio vivido por esta personagem real e que lhe foi contado pessoalmente pela poetisa.
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Numa aldeia de Minas, uma bela professora vinda de Diamantina faz a sua entrada e logo conquista o povo com um gesto aparentemente simples mas generoso.
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Crônica que descreve um episódio da pré-adolescência da autora, evidenciando sua natureza hipersensível e um tanto compulsiva. Sua mente especulativa e literária já apontava para a poesia, desde cedo. Aqui, Alma desvela a conotação misteriosa e abismal que a primeira menstruação pode apresentar na alma de uma menina-poeta, fornecendo a chave de sua futura sensualidade, talvez ...
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Dez sonetos da poetisa Alma Welt, alguns já vertidos para o idioma castelhano por sua irmã Lucia Welt, que também os comenta.
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Um matuto sertanejo conversa com um jornalista sobre uma caverna, que ele chama de "grota", contando a experência de umas estranhas "visagens" que teve ali certa vez, e que o encheu de escrúpulos tardios.
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Cordel que apresenta em rimas toda a fauna específica catalogada, da cratera (de meteorito) de Vargem Grande, na Grande São Paulo.
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Mais treze sonetos inéditos recém-encontrados na arca do sótão da Musa gaúcha, um mais antigo, e dois deles imediatamente vertidos para o castelhano por sua irmã Lucia.
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Um capiau que era um pobre ferreiro, apaixonado pela filha de um coronel vai procurar a famosa cigana Rafisa para que ela lhe bote as cartas pra saber seu futuro...
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Mais dez sonetos da Musa gaúcha Alma Welt, recentemente encontrados por sua irmã Lucia e vertidos por ela livremente para o idioma castelhano.
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Estes sonetos são alguns dos últimos encontrados na arca de inéditos da poetisa gaúcha Alma Welt (1972-2007) por sua irmã Lucia Welt que os vem vertendo para o idioma castelhano para postá-los no site espanhol "Voz de La Palabra Escrita - Internacional".
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Conversando com um doutor, numa cidade onde tem um cinema, um sertanejo manifesta o seu sonho de voltar para o seu ranchinho, localisado no meio da caatinga árida.
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Em sua estância, Alma concede pernoite a um misterioso peão forasteiro, que desperta sua curiosidade e a surpreende.
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Um velho sertanejo faz considerações filosóficas sobre a vida, algumas humorísticas, outras de sabedoria moral.
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Alma narra um episódio singelo e poético de sua infância em sua estância pampiana no Rio Grande.
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A história (ou estória) de um professor primário que foi tentado pelo poder e pelo luxo, mas que acaba voltando para a sua missão verdadeira de educador.
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Conto, ou mais apropriadamente crônica de Alma Welt, narrando episódio real de sua pré-adolescência, na estância pampiana de seus pais, no Rio Grande.
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Conto, ou mais provavelmente crônica, da poetisa gaúcha Alma Welt, falecida há um ano e meio (em 20/01/2007), que ilustra bem o universo delicado, e mesmo requintado, em que ela se movia, na sua estância gaúcha em pleno Pampa, no casarão cercado do vinhedo de seus avós...
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Um malungo tocaiado, encurralado, cercado pelos jagunços de um coronel, seu rival no amor de uma moça de zona, enquanto espera com a arma na mão o desfecho fatal, rememora, não sem humor, as circunstãncias que precipitaram essa situação e da vida que o levou até isso.
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Estes dois contos, que poderiam ser considerados crônicas, pois são absolutamente verdadeiros, narram episódios reais da vida da Alma, como quase tudo o que ela escrevia, e constituem dois dos mais espantosos relatos desse caderno secreto, inédito ainda em livro, emboras alguns já constem dos blogs póstumos de sua obra, abertos por sua irmã Lucia.
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Cordel original do autor, contando estória imaginária verdadeira (dessas que bem podem ter acontecido...)
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Crônicas-díptico ( uma continuação da outra) sobre o tema do encontro da poetisa com um lobo-guará em sua estância, no Rio Grande.
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Alguns dos últimos sonetos descobertos por Lucia Welt na "arca do sótão" da grande poetisa gaúcha Alma Welt falecida em 20/01/2007, em sua estância no Pampa rio-grandense. Aqui a irmã comenta os poemas e uma "reflexão" da Musa que nos deixou no auge de sua beleza e talento.
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Cordel original, com estória sertaneja inventada pelo autor, mas que poderia ter acontecido, como tudo neste mundo...
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Cordel de genêro armorial e sebastianista, contando uma estória, de sêca, fome e misticismo do povo do sertão nordestino.
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Cordel que conta uma estória que poderia ocorrer, dessas que atestam a fé singela do nosso povo sertanejo.
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Ensaio sobre a vertente erótica da obra da poetisa gaúcha Alma Welt, que nos deixou prematuramente em 20/01/2007, mas deixando extensa e excepcional obra em prosa e verso (mais de mil sonetos, poemas, quatro romances, inúmeros livros de contos , lendas e crônicas. Grande parte de sua imensa obra já está acessível na Internet, nos blogs póstumos abertos para ela por sua irmã,...
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Trovas matutas de pura criação do autor, e de sertanidade difusa, cujo espírito vai do Nordeste ao Rio Grande do Sul, daí terem
sido dedicadas à poetisa lírica gaúcha Alma Welt 1972-2007, grande Musa deste cordelista.
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Cordel matuto em que um peão boiadeiro conta um episódio desventurado ocorrido entre ele e um companheiro durante uma "comitiva". A estória aborda a dificuldade da gratidão numa pessoa orgulhosa.
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Poema da irmã da poetisa gaúcha Alma Welt (1972-2007), evocando a imagem amada e inspiradora da grande poetisa pampiana falecida há um ano e cinco meses.
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Diante de uma casinha abandonada o narrador conta uma estória trágica acontecida ali, dos irmãos Téia e Lino e seu malfadado pai, um cordoeiro, plantador de sisal.
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Cordel que conta uma estória trágica, verdadeira, acontecida mesmo. Ouvi esta estória de uma sertanejazinha mineira de dezessete anos, num serão na cozinha da casa de meus pais, onde era empregada doméstica (quando eu também tinha dezessete), na rua Bela Cintra. A tragédia ocorrida com sua irmãzinha me foi narrada por ela exatamente como a registrei em versos 42 anos depois (apenas...
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Cordel que conta a estória de uma Penélope "às avessas", valente sertaneja que pede a anuência do seu marido, para receber um forasteiro em seu leito de viúva.
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Um velho sertanejo narra a um forasteiro, diante das ruínas de um casebre, uma trágica estória de traição e abandono ocorrida a há muito tempo naquele local.
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Cordel que narra uma estória típica de universo familiar desfeito por conta de sedução de um forasteiro corruptor.
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Cordel de tipo incomum, contando vários pequenos "causos" típicos do universo sertanejo.
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Este cordel é uma versão livre, do cordelista paulistano Guilherme, do já clássico (ou folclórico) tema do Pavão Misterioso, do sertão nordestino. A versão mais antiga que se conhece em cordel desse tema é o longuíssimo "Romance do Pavão Misterioso, de autoria de João Melquíades Ferreira, da década de trinta. O curioso é que aquele mesmo cordel é atribuido também a José Camelo de...
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Cordel de tipo "armorial", narrando um suposto descobrimento por estudiosos acadêmicos de uma caverna no sertão baiano, onde foram surpreendidos por fantásticas visões. O cordel revela a saga, inclusive post-mortem, de um vaqueiro carismático que se torna líder místico.
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Cordel humorístico, onde um malungo picaresco conta o causo de uma festa no sertão que acabou com um único sobrevivente, ele mesmo, para contar a estória...
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Cordel original do autor paulistano, narrando a estória do encontro de um sertanejo com uma viúva que espera seu filho há longo tempo. Poema narrativo que revela a visceralidade da alma sertaneja naquele habitat intenso e por vezes cruel.
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Cordel que narra a saga de um velho sertanejo obstinado que estaria construindo um navio no seco, em plena caatinga, na expectativa de que "o sertão vai virar mar e o mar virar sertão".
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Cordel que narra a pequena saga de um vaqueiro sertanejo que só tinha "de si", além do seu cavalo, uma vaquinha magra e depauperada.
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Poema escrito dois dias após a morte da Musa gaúcha, ainda num momento de grande perplexidade (antes da ficha cair..)
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Poema de uma série escrita por Lucia, em homenagem à sua irmã,
a grande poetisa gaúcha Alma Welt falecida em 20/01/2007, em sua estância no pampa riograndese, no auge de sua beleza e talento, aos 35 anos.
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Cordel urbano-provinciano ambientado nos anos trinta, contando a estória e uma bela moça sensual que seduzida por um primo elegante (ou janota) foge da casa da tia que a criara e vai parar num bordel do cais do porto do Recife, onde incrivelmente descobre a sua vocação e se sente feliz.
A metade da estória, isto é, o depoimento de Doralice é escrito em forma epistolar.
Tema...
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Aa estória do amor súbito e incontrolável de um padre jovem de aldeia do sertâo por uma jovem bailarina chilena de um circo mambembe que por ali passou e que por isso sequer pôde fazer sua apresentação a não ser o próprio desfile de chegada pela rua principal.
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Poema da vertente humorística da minha obra "Romances de Cordel", conjunto de 100 estórias em versos rimados, de cunho sertanejo, publicados em forma de folhetos ilustrados por mim com xilogravuras, e apresentados de 10 em 10 em caixinhas de madeira com original fecho de cadarço de couro, a que denominei "Kit-cordel".
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Este cordel faz parte da obra Romances de Cordel, que consiste numa coleção de 100 poemas narrativos de cunho sertanejo, publicados em folhetos ilustrados com xilogravuras de minha autoria, e distribuidos em 10 caixinhas de madeira que denominei Kit-cordel.
"Romance do Cunhado Inesperado" é um exemplo da vertente humorística do meu trabalho, que se divide em quatro vertentes:...
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Este obra faz parte de um conjunto de 100 cordéis de minha lavra, que entitulei "Romances de Cordel" e que desde 2002 venho publicando em folhetos ilustrados com xilogravuras e acondicionados de dez em dez em caixinhas de madeira com rótulo de xilo e original fecho de cadarço de couro, que chamo de "Kit-cordel", e que podem ser encontradas em São Paulo na Livraria da Vila (da Alameda...
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Este cordel faz parte de um conjunto de 100 compostos por mim a partir de julho de 2001 até o presente, e publicados em folhetos de cor marfim ou salmão pelas minhas artesanais "Edições do Pavão Misterioso", ilustrados com xilogravuras de minha lavra e acondicionados em caixas de madeira (Kit-Cordel) com rótulo em xilo com o titulo de "Romances de Cordel", e tem tido grande sucesso...
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