colaborações publicadas
Aos críticos oportunitas que se escondem por trás da vidraça.
Não falo de governos, mas de cidadania.
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Um olhar sobre o livro "Caim" de José Saramago
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Um olhar sobre livro "O Evangelho
segundo Jesus Cristo" de Saramago
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Um soneto à poesia muda: a pintura!
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Um soneto sério para dar risada!
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Menção tangente à verve de Manuel Maria Barbosa du Bocage na sua vertente satírica.
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Uma visão ao entardecer!
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Menção ao livro "CAIM" de José Saramago.
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Uma reflexão sobre os rumos para os quais caminha a humanidade.
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Embora possa parecer pretencioso, ouso poetar sobre pensamentos filosóficos, pois há várias formas de se ler um pensamento.
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"Sou um menino que vê o amor pelo buraco da fechadura. Nunca fui outra coisa. Nasci menino, hei de morrer menino. E o buraco da fechadura é, realmente, a minha ótica de ficcionista. Sou (e sempre fui) um anjo pornográfico."
Nelson Rodrigues
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Um pouca de história impoética
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Uma meia dúzia de sonetos com temas do pensamento de Nelson Rodrigues (Que ele me perdoe a ousadia!)
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Parodiando Chico Buarque de Holanda
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O poeta há de vagar pelo cosmo!
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Uma pitada de humor em poesia!
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Melpômene, na mitologia é uma das filhas de Zeus: a deusa da tragédia.
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Vinicius, Tom, Chico, Raul e Noel
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"Saudade, asa de dor do pensamento..."
Da Costa e Silva
Brindo a saudade em reverência a este grande poeta piauiense!
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A metáfora é uma espécie de pele que veste a poesia!
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Se alguém gostar, que atire a primeira flor!
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Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902 e nunca mais morreu!
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O vinho é a uva em poesia!
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Poemas que nasceram da contemplação de pinturas e paisagens!
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Todo poeta tem lá sua veia romântica. Trago-lhes um pouco da minha!
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Soneto à sensualidade poética!
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Onde o preconceito abraça o prazer...
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Vez enquanto chega à mente do poeta a lembraça de que também é médico!
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Meia dúzia de pequenas fábulas em forma de soneto, sem a moral da história!
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Em menção ao poema "A Bunda, que Engraçada " de Carlos Drumond De Andrade.
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Soneto em menção à verve de Augusto dos Anjos.
Que ele não me ouça!
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Um passeio pela saudade!
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Para a minha e outras mulheres!
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"Deus está morto mas o seu cadáver permanece insepulto"
Nietzsche
Este soneto é uma divagação após a leitura do livro de Irvin D. Yalom: "Quando Nietzsche chorou"
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Poema em formato de cordel,com a linguagem estilizada do poeta popular lá dos cafundós-de-judas, que pretende ser engraçado. Assim espero!
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Um poema de paixão, que é o amor em sofrimento!
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A poesia às vezes veste-se de luto, mas não se esconde atrás do preconceito: Mostra a cara!
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Um soneto que pretende ministrar a sensualidade em doses homeopáticas!
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Meia duzia de sonetos é tudo o que posso fazer para o autor destes versos:
..."E eu vos direi: "Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas".
Olavo Bilac
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Às vezes pode-se encontar filosofia em uma pequena e singela fábula: depende do jeito que se lê!
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O poema faz menção a uma fase da vida em que aflora a sexualidade para todos e, a poesia, para alguns.
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Sempre há algo que se possa aprender e ensinar nas coisas simples da vida.
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Poema, em formato de décima de cordel, conta uma estória que bem poderia ser uma história.
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Há sentimentos que não têm tradução, são feitos para sentir, e só!
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Uma reflexão sobre a empáfia humana!
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Meia dúzia de sonetos versando sobre algumas vertentes da poesia sob uma linha comum: A matemática!
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Um soneto, de inspiração médica, temperado pela verve de Augusto dos Anjos.
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Poema romântico, com um quê de sensualidade. Ou seria o contrário!?
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Que me desculpem as crianças, mas o Papai Noel dos adultos não tem nada de lúdico!
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Uma evocação à infância vivida em outras plagas.
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Poema em décima de cordel, com a linguagem fonética estilizada do caboclo nordestino (Eu).
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Um pouco de filosofia de botequim, pois outra não sei fazer.
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Soneto de adeus a um amigo que passou para outra dimensão.
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O poema descreve, em cenário idealizado, a criação (poética).
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Um poema que pretende ser um soneto em estilo inglês.
Se conseguir, já é grande coisa!
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Um poemeto para um deus e dois diabos.
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Cordel jocoso em linguagem estilizada.
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Um soneto que pretende trazer um mensagem para reflexão.
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Um sonetinho despretensioso e com uma boa dose de humor.
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Algo para refletir. Apenas isso!
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—Uma esmola pelo o amor de Deus!
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Hoje já é janeiro no meu sonho!
Lá vem você com seu olhar risonho
de quem bebeu amor o ano inteiro...
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Cordel baseado na leitura de um livro de filosofia: uma tentativa de tornar o estudo mais palatável.
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Poema em formato de cordel.
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