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José Carlos Brandão Bauru, SP

colaborações publicadas

A PARTÍCULA DE DEUS banco
24/12/2011 05:11 · 2

Poema sobre a mais nova preocupação científica. +

A JOAN MIRÓ banco
18/9/2011 03:13 · 2

+

Aula de Anatomia banco
9/4/2011 13:40 · 1

O quadro de Rembrandt - Aula de Anatomia do Dr. Tulp - deu-me o título e o tema do meu poema. Apenas uma homenagem à poesia e aos poetas.

+

Contemplo o templo banco
3/3/2011 01:26 · 1

poema +

Nenhures banco
18/2/2011 11:05 · 4

poema +

A PRIMEIRA PRESIDENTE DO BRASIL overblog
5/2/2011 13:18 · 6




Em 2009, visitei o cárcere de Bárbara de Alencar, no centro histórico da cidade de Fortaleza. Em casa, vendo as fotos do lugar, não pude me furtar a lhe dedicar um poema. Há uma força estranha que se emana dali, um grito da história e da dor humana. Muitas vezes, lembrando-me do cárcere, incomum, à flor da terra, mas de pedra, pesado, vi-me murmurando: “O túmulo de Bárbara...”... +

Cruzamento perigoso banco
19/1/2011 07:08 · 1

poemetos. +

AUTORRETRATO COM VOTOS DE ANO NOVO banco
3/1/2011 17:56 · 1

Todo autorretrato é falso. Resta a boa intenção. Fiquem com ela: os meus votos de Feliz Ano Novo. +

A gata que pintou o telefone banco
13/12/2010 11:20 · 2

A gata artista pintou de ouro o telefone.
Ao Alcanu, que se preocupa com os meus bichos submissos (?) ao Ibama +

Um cão uivando para a lua banco
4/12/2010 12:06 · 2

+

O BODE CHUPANDO MANGA banco
27/11/2010 17:31 · 2

Poema ilustrando a foto de um bode chupando manga. +

A palavra e a terra banco
19/11/2010 02:27 · 2

Poema-antologia feito com versos do livro Memória da Terra, 2010. +

Os olhos da minha mãe banco
4/5/2010 19:15 · 6

Para o dia das mães. Antes que me esqueça. Por isso que em Portugal o dia é hoje. +

Claridade banco
26/3/2010 22:38 · 7

+

Fotopoemas banco
15/2/2010 16:30 · 11

Poemas ilustrados, imagens & palavras, poesia.

Clique na imagem para ampliá-la (e ler o poema). +

O tempo escorre dos cabelos banco
11/2/2010 12:14 · 6

+

Estalidos banco
9/2/2010 00:04 · 7

+

600 cruzes banco
7/1/2010 17:09 · 11

No dia 8 de abril de 2009 vi uma das mais belas mainfestações de minha vida.
Em Fortaleza, praia do Meireles, Volta da Jurema, 600 meninos carregando cruzes, denunciando o abandono das crianças de rua.
Fiz então este poema, que não mostrei a ninguém. Mostro aqui, agora, para participar da denúncia desse grave problema humano.
+

O Aleijadinho 18-11-1814+ banco
20/11/2009 15:31 · 16

+

Poalha de poemas banco
24/10/2009 12:28 · 6

+

Visita à nascente do São Francisco banco
6/10/2009 12:56 · 10

Visita à Nascente do São Francisco é o rascunho-plano de uma longa crônica que postei aqui há dois anos e pouco narrando a minha viagem à nascente do rio São Francisco. Humilde como o rio que vai nascendo e como o São Francisco que comemoramos hoje, ficou esquecida. Penso que a sua simplicidade vale a pena de ser apreciada.

Ah, essa foto foi batida na nascente do Chiquinho. +

Imanência e transcendência na poesia do Brandão overblog
29/9/2009 21:55 · 9


IMANÊNCIA E TRANSCENDÊNCIA NA POESIA DO MESTRE BRANDÃO

Prefácio de O Silêncio de Deus, de J. C. M. Brandão, por

Luiz Vitor Martinello*


A Poesia brota dos dedos de Brandão. E como disse certa vez: “palavras que são coisas, com o saber de experiência feito, com os mestres, a quem chamamos clássicos, aprendida.”

A Poesia brota dos dedos de Brandão, iluminada:... +

A ponte impossível - pintando o sete banco
12/9/2009 01:50 · 24

Brincadeirinhas. Em frente à Casa do Poeta Trágico, na Pompeia destruída pelo Vesúvio, lia-se numa tabuleta: CAVE CANEM, cuidado com o cão.
Nas Ilhas Canárias, que têm esse nome não por seus belos pássaros, mas por suas matilhas de cães selvagens, foi brincadeirinha.
Mas não posso deixar de lembrar a frase de Elias Canetti: “O poeta é o cão do nosso tempo”. Então, não é só brincadeirinha.
Adorno... +

haicais para Aníbal Beça, que nos deixou de manhãzinha, cedo demais banco
29/8/2009 00:51 · 4

Publiquei este haicais ontem no meu blog: poesiacrõnica.blogspot.com

Vou compartilhá-los com mais amigos aqui, nesta minha triste homenagem. +

O encantador de cabras banco
4/8/2009 03:05 · 10

O Encantador de Cabras é um poema meio antigo, meio esquecido. Saiu defeituoso, mais com a cara de um Manoel de Barros do que com a minha. Não se encaixa em nenhuma das coleções de meus poemas. Apresento-o aqui para os meus leitores: espero que se divirtam com o meu louquinho. +

O homem cego de si banco
16/7/2009 03:30 · 21

Curta-metragem do GRUPO BONEQUINHO, com roteiro e câmera de Amanda, namorada de meu filho, Aran, responsável pela edição e trilha sonora (banda bonequinho), com o ator Hesso Maciel, e de quebra um poeminha meu, do livro Exílio, 1983. Inverno, 2009.

+

Mistérios banco
8/7/2009 03:37 · 8

Foto tirada na Gruta dos Palhares, em Sacramento, MG. Naturalmente, pela Sônia. +

Obama e a mosca...* banco
4/7/2009 03:49 · 9

*“Obama e a mosca... ou de como o poeta fazia seus poeminhas quando a política e suas mixórdias se intromete na poesia, na figura do imperador com os chifres e sua real sensatez, que fulmina a pobre de uma mosca com um golpe fatal, durante uma entrevista no dia 17 de junho” +

Testamento banco
23/6/2009 03:02 · 23

Hoje, 23 de junho, comemoro o meu 1º aniversário de entrada no Overmundo. Nada melhor - será? - do que o meu testamento, em que me descrevo com uma fidelidade espantosa. Quem não me conhece pessoalmente, terá a honra aqui. Embora quem me conheça vá dizer que eu não sou bem assim.
É preciso dizer que não penso em morrer? Pretendo começar a pensar depois dos oitenta, vai demorar...... +

Exercícios de Admiração banco
19/6/2009 21:38 · 5

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Parabéns, Fortaleza overblog
3/5/2009 14:05 · 5

Dia 12: show de aniversário de Fortaleza, 283 anos. Imaginava Fortaleza mais velha, mas é bela. Mona Gadelha, por falta de uma Mona Lisa, introduz o show. Mona Gadelha é a imagem de Fortaleza, juventude, vitalidade da juventude, e beleza.

Ednardo entra e comove o público por quase duas horas. Ednardo não deixou Fortaleza: leva-a no coração. Fortaleza não deixou Ednardo: canta... +

No Dia da Poesia banco
17/3/2009 01:49 · 102

Falei no IPA (Instituto Penal Agrícola) que a poesia não morre. Nasceu com o homem. Enquanto houver o homem, haverá a poesia. Um carisma social. Existencial.
Em casa, por acaso, escrevi um necrológio da poesia. Por acaso, porque não estava programado. Não me sentei para escrever.
Escrevi o oposto do que falei? Creio que não.
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A coruja verde banco
28/2/2009 01:42 · 172

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A casa do lago banco
22/2/2009 15:12 · 149

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Entre pedra e água (Arte poética de João Cabral de Melo Neto) banco
10/2/2009 22:14 · 104

Um poema à maneira de João Cabral de Melo Neto, blocos de quadras de versos de oito sílabas, métrica preferida do poeta, que, assim, queria um ritmo mais próximo da prosa, menos musical, principalmente menos sentimental. +

A revolta dos bárbaros banco
4/2/2009 10:44 · 194

Foi Paulo Francis quem me apresentou a idéia da Revolta dos Bárbaros. A civilização chegou a tal estado de saturação, que os miseráveis, os excluídos, os párias sociais um dia “desceriam” (de onde?, dos morros?, por que “desceriam”?, não poderiam subir dos esgotos?) e tomariam as cidades, “os homens de bem”, e destruiriam tudo que encontrassem pela frente.

Seria o caos. Única... +

A Ladeira da Memória banco
28/1/2009 13:16 · 190

Aos amigos paulistanos, no 455º aniversário de São Paulo.
Crônica selecionada pelo Prêmio Biblioteca Mário de Andrade de Literatura, entre as 50 publicadas no livro "São Paulo / 450 anos / crônicas" lançado na Bienal Internacional do Livro, em abril de 2004.
O livro, afinal, teve distribuição restrita e ficou desconhecido, praticamente inédito. Por isso, republico esta crônica... +

Edgard Allan Poe banco
22/1/2009 13:53 · 156

Homenagem a Edgard Allan Poe, no bicentenário de seu nascimento (19-01-1809). +

A copaíba banco
20/1/2009 13:18 · 140

A copaíba estava no caminho onde se abriria a avenida Getúlio Vargas, em Bauru. Sacrificar a árvore? Nunca. A copaíba continua lá, no centro da avenida. Porque não é uma simples árvore, mas o símbolo da cidade. Um monumento vivo. Contra a farinha da morte. Esbanjando o seu sangue verde, como que fertilizando esta terra. +

O caramujo banco
15/1/2009 08:02 · 145

Uma crônica. O gênero "crônica" tem a grande vantagem de, ao mesmo tempo que se submete ao tempo, ser feita em primeiro lugar para passar o tempo. É uma brincadeira, sem compromisso. Deveria ser praticada pelos poetas e humoristas. Pelos poetas, para apenas criar beleza, mas aí já teria um compromisso. E pelos humoristas... Lembremo-nos de que M. Assis era humorista. Nelson Rodrigues... +

Poesia banco
10/1/2009 13:09 · 162

+

Autorretrato banco
5/1/2009 14:14 · 190

Autorretrato é o meu último poema de 2008 e primeiro na nova ortografia.
Auto-retrato é um justamente famoso poema de Manuel Bandeira. Agora rebaixado a Autorretrato. Deveria haver um adendo nas leis ortográficas: não mexer no título das obras consagradas, aliás, em nenhuma palavra do texto. Nem nas maltratadas ou esquecidas pelo tempo, esse juiz implacável, às vezes injusto, como... +

Inventário banco
1/1/2009 21:30 · 147

"O velho está morrendo!", lamentava meu pai todo final de ano. "Quem?", todo mundo perguntava, como se a piada fosse nova. A piada era nova.

Rei morto, Rei posto. Feliz 2009 para todos! +

Chico Mendes banco
28/12/2008 22:56 · 107

Chico Mendes foi assassinado há vinte anos (22-12-1988). Lutou pela preservação da Floresta Amazônica, pelo extrativismo. Foi derrotado há vinte anos e hoje: seus sonhos continuam por terra. +

Árvore de Natal banco
26/12/2008 23:03 · 119

Conto do Natal de 1965. Como sou velho, como era fácil escrever, que saudades daquele tempo... +

poema de natal 1984 banco
23/12/2008 23:23 · 94

- ... mas é um poema de amor!
Antes que me falem: é isso mesmo.
Aproveito para desejar muita paz, muito amor a todos os amigos nesta festa do Natal de Jesus.
Um grande abraço. +

O homem nu banco
14/12/2008 14:19 · 128

"O homem nu" é uma crônica de Fernando Sabino. Eu nunca escreveria um novo "O homem nu". Basta o original. Mas o assunto se me impôs. "Estou aqui", ele me dizia. Afinal, não é todo dia que se vê um homem nu na rua.
Por outro lado, nem era preciso dizer, nada de anormal: não viemos nus ao mundo? Não é tal a nossa nudez que queremos ocultá-la com panos e moralismos, tradições e fundamentalismos?... +

Sementes banco
10/12/2008 14:02 · 114

Poemetos de ternmura e melancolia.
Li quando adolescente os "Poemetos de ternura e melancolia" de Ronald de Carvalho. Costumo lembrar o título, mas, embora carregue muita ternura e melancolia nos ombros, os meus poemetos, não.
Mas pensem neles como poemetos de ternura e melancolia. +

As pedras polidas banco
1/12/2008 18:58 · 124

poeminhas... +

Iluminações banco
21/11/2008 00:04 · 161

Alguns poemetos. +

Alba banco
13/11/2008 18:05 · 124

“Alba” é a minha leitura de “Mattina”, o poema mais famoso de Giuseppe Ungaretti (1888-1970). “Mattina” é a prova de que poesia é intraduzível. Como recriar em outra língua a beleza e a amplitude de visão daquele punhadinho de palavras?
Quem não se lembra de imediato (e para quem se lembra, para se deliciar mais uma vez com o encantamento dessas palavras), o poema é isto:

Mattina

M’illumino
d’immenso.

Um... +

VERMEER DE DELF banco
9/11/2008 23:51 · 124

+

Dentro da noite verde banco
7/11/2008 20:00 · 173

Crônica de nossa aventura às margens do Tietê, a Sônia e eu andando no mato na beira do rio, na ponte sobre o rio, sob o céu, as estrelas e a lua. De lá, as fotos da Sônia: http://www.overmundo.com.br/banco/luas-1 +

Prenúncio - Sônia Brandão overblog
7/11/2008 10:14 · 296




A ESSÊNCIA DA POESIA


Poesia é síntese.

Sou suspeito para falar da poesia da Sônia, minha mulher, mas ninguém pode contestar essa afirmação: poesia é síntese. É a imagem concentrada no mínimo de palavras. Quando não sobra nada. Permanece apenas a essência da poesia.

Ezra Pound encontrou num dicionário alemão-italiano a tradução de ditchten, fazer poesia, como condensare.... +

O novo Orfeu banco
5/11/2008 10:07 · 158

+

Sirga Alta banco
30/10/2008 17:04 · 130

+

Véu das Noivas banco
27/10/2008 17:46 · 193

A foto é de 03-07-08.
A crônica é de 2003, quando a cachoeira estava quase seca, poucas águas, até as pedras estavam tristes.
+

A poesia do vestido velho banco
13/10/2008 19:51 · 159

+

A bunda banco
9/10/2008 01:28 · 145

Escrevi quarenta poemas de amor para meu quarto livro, mais um, que é a dedicatória. Alguns poemas ficaram de fora, como "A palavra amor", porque falava do meu pai, e não da minha mulher; e este "A bunda", que fez sucesso na época (1999), mas achei por bem não incluir no livro. Apresento aqui para o deleite (ou para a desaprovação, quem sabe) dos amigos do Overmundo. +

Os degraus banco
6/10/2008 10:09 · 124

+

Os arautos do Espírito banco
3/10/2008 15:04 · 153

Para o Cristiano.
Para a Raiblue.
Para o Dan.
Para todos os arautos do espírito do Overmundo, que não rastejam pelos supermercados do consumo.
+

Os fantasmas do chapeleiro banco
1/10/2008 10:58 · 136

"Os fantasmas do chapeleiro" é nome de um romance de Georges Simenon. Eu o havia lido, mas a idéia do poema veio-me muito depois, sem nenhuma relação com o romance além do título. +

História banco
29/9/2008 10:29 · 161

+

Jorge Luis Borges banco
25/9/2008 21:53 · 170

+

O universo verde banco
19/9/2008 18:40 · 122

+

os elementos banco
16/9/2008 14:22 · 137

+

Maturidade banco
13/9/2008 21:33 · 181

Faz mais de vinte anos que escrevi este poema, mas ainda dói.
"O menino é pai do homem", disse Quincas Borba. Mas esse menino se torna homem contemplando o pai, vendo-se no pai como num espelho. Morto o pai, estamos irremediavelmente órfãos. Irremediavelmente, chegamos à maturidade.
+

Mavutsinim banco
8/9/2008 13:18 · 154

A Graça Graúna.
A Mirian Sofiatti, que primeiro gostou deste poema, quando o escrevi, há uns trinta anos, lá em Santos, onde morávamos.
À Sônia, que gostou de "Mavutsinim" e do que ele simbolizaria, mais do que eu, que sentia alguma resistência a algo de imperfeito em sua composição. +

Estrangeiros banco
6/9/2008 09:48 · 147

+

Naufrágio banco
3/9/2008 13:12 · 126

+

Construção banco
29/8/2008 09:40 · 100

A foto é uma imagem da Caverna do Diabo, que fica no Vale do Ribeira, SP, entre os municípios de Eldorado e Iporanga. Pertence ao Parque Estadual do Alto Ribeira - PETAR. +

Dislexia e Poesia banco
21/8/2008 10:30 · 122

+

Manoel de Barros, a sabedoria da criança ou do louco banco
10/8/2008 21:54 · 205

Crônica-síntese de um ensaio sobre Manoel de Barros.
Todas as citações são tiradas de "Gramárica Expositiva do Chão (Poesia quase toda)", Editora Civilização Brasileira, Rio, 1990, de Manoel de Barros. +

Cronista, esse espécime anacrônico banco
7/8/2008 11:38 · 95

Em memória de Rubem Braga, o sabiá da crônica.
(Me tiraram, vê se pode. Eu certo de que tinha postado certo: como texto de não-ficção. Peço desculpas aos amigos que já me leram e comentaram. Juro que não sou culpado - mas o condenado sempre jura inocência...) +

A magia da poesia banco
31/7/2008 23:40 · 135

Bato sobre a mesma tecla? O poeta só conhece as teclas da poesia.
Acontece que o texto anterior suscitou (boas) reflexões, e me lembrei de vários outros que tratam do mesmo assunto. Este foi escrito em 15 de janeiro deste ano. Diz quase a mesma coisa que o outro.
Diz o que o título diz: que a poesia é magia. Costumo advogar uma poesia mais racional; cansado de ver poemas... +

Com o pé no estribo ou A educação pela pedra banco
29/7/2008 14:51 · 146

+

A iluminação no espelho da tarde banco
24/7/2008 12:23 · 110

+

O Absoluto banco
15/7/2008 22:46 · 103

O Absoluto é uma série de quinze poemas sobre, justamente, o poema.
Quinze?! Alguns – ou todos? – tão mínimos que é difícil chamá-los de poemas.
Não importa. A poesia é o que mais importa para o poeta: por isso tanto poetar sobre o poema.
Tenho uma vantagem: curto, não canso. São muitos? Leia dois ou três.
Responda: qual agradou mais?
Se nenhum, não importa: Nada acontece... +

A flor nos lábios banco
12/7/2008 16:44 · 118

A flor nos lábios era uma série de poemetos sobre o motivo da flor - a beleza, o efêmero, o êxtase. Penso que pode ser lida, também, como um só poema. +

A Rosa banco
2/7/2008 05:03 · 153

+

Lavradores banco
27/6/2008 22:40 · 116

+

Haicais a Nempuku Sato e Masuda Goga banco
23/6/2008 03:17 · 102

Homenagem aos cem anos da imigração japonesa.
Homenagem a Nempuku Sato, que veio do Japão e se radicou em Bauru, de onde começou a difundir a arte delicada do haicai,
e a Masuda Goga, que continuou o seu trabalho.
O último haicai tem o kigo da primavera no Japão em homenagem a Masuda Goga, que se encantou no dia 29 de maio último, primavera na terra do Sol Nascente. +

O menino morto banco
19/6/2008 18:34 · 120

+

Arte de Amar banco
12/6/2008 18:35 · 108

Poema em homenagem ao Dia dos Namorados. Foi composto lembrando o poema Namorados de Manuel Bandeira (que tem um poema chamado Arte de Amar), em que o namorado diz para a namorada: “Antônia, você parece uma lagarta listada” e pouco depois conclui: “Antônia, você é engraçada, você parece louca.” Ah, a quantas doces loucuras, a quantas gostosas esquisitices não nos leva o amor! +

A voz das estrelas banco
8/6/2008 21:12 · 98

Um poema de amor. +

Dois Córregos Revisitada banco
3/6/2008 20:43 · 92

Memória da infância perdida, como tudo que se viveu, mas guardada no fundo da alma. Ah, se todos os fantasmas que assombram os homens fossem tão doces com os da minha infância - encantada num Paraíso Perdido, o Matão, no município de Dois Córregos, SP.

Morei os primeiros oito anos da minha vida no Matão. É de lá que eu falo. Saudades do Matão.




+

A Árvore da Infância banco
27/5/2008 22:23 · 110

+

O Aleijadinho banco
22/5/2008 20:58 · 95

Era o dia 2 de novembro de 2007 - era Finados! - e eu subia e descia as ladeiras de Ouro Preto, quando senti arfar atrás de mim uma sombra que me seguia. Na frente da Igreja de São Francisco, a sombra assim me falou:

Deixei os pedaços da minha carne nas ladeiras de Ouro Preto.
Entre as pedras do calvário das ladeiras de Ouro Preto
Deixei os pedaços da minha carne e dos meus... +

A aldeia de Tolstoi banco
21/5/2008 15:03 · 85

Uma crônica sobre a cor local como parâmetro de uma obra de arte.


+

corpo e figo banco
13/5/2008 16:07 · 171

Um poema de amor. +

O nobre animal Mário Quintana banco
5/5/2008 19:29 · 104

Poema-homenagem a Mário Quintana. +

A Caverna do Diabo banco
2/5/2008 15:12 · 51

A Caverna do Diabo fica no Vale do Ribeira, SP, entre os municípios de Eldorado e Iporanga. Pertence ao Parque Estadual do Alto Ribeira - PETAR. Escrevi esta crônica há um ano, quando a conheci. Hoje está fechada à visitação pública. Uma pena. Peníssima. É uma das mil maravilhas do mundo.
+

Mário de Andrade sessenta anos depois banco
26/4/2008 19:52 · 61

Como já diz o título, homenagem a Mário de Andrade no dia dos 60 anos de sua morte. +

Viagem à Nascente do Rio São Francisco overblog
23/4/2008 10:27 · 183


Vou conhecer a nascente do São Francisco. Começo por São Roque de Minas, a entrada da Serra da Canastra, berço do rio. Vejo logo o porquê do nome: as montanhas em forma de uma imensa canastra de couro. Saberei que por mais que ande não verei as anfractuosidades próprias das serras: as montanhas se juntam suavemente, harmoniosamente, sem nenhum conflito. Estamos numa geografia... +

Bueno Brandão, MG banco
20/4/2008 09:34 · 104

+

Usina de Sonhos overblog
15/4/2008 17:25 · 123



Quando digo que sou de Dois Córregos, logo, querendo elogiar-me como poeta, dizem: “Só podia ser!” Tudo isso por causa do meu amigo José Eduardo Camargo, que inventou uma Usina de Sonhos para produzir poesia, elemento em falta no mundo de hoje. Não vou explicar o que é a Usina de Sonhos porque não sou a pessoa mais indicada para fazê-lo, sou até a menos indicada, tanto que impliquei... +

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Revista Overmundo nº 6: esquentando as turbinas!

A Revista Overmundo está chegando ao fim de sua primeira temporada e você não pode perder a oportunidade de colaborar! A edição nº 6 da revista,... +leia

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