colaborações publicadas
(Hê, Hê,... misifio! Si mureco tá cum escrevedô muito baratinado)
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não houve nenhuma tentativa fazer todo o texto parecer pejorativo ao insistir com o termo chulo. mas não pude fugir dele, capturei-o assim "in natura", foi a frase mais sincera que eu consegui de resposta num diálogo franco entre eu e um indivíduo ao entrevistá-lo. vi-o perdido até de alma, um farrapo humano consumido pelas drogas pesadas.
daí, escrever esse jogral assim com palavras...
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um escrito que homenageia os meus muitos amigos de Sampa. posto-o, incentivado após a leitura de uma crônica da poetisa Iva Tai, sob título: "em Sampa", sobre o qual comentei: "expor São Paulo assim com todas as suas razões. é um olhar honesto no cotidiano da Cidade mãe". Daí esse meu poema homenageando o "em Sampa" da Iva, como observou o poeta Suannes; Caetano Veloso não...
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depois de conviver com a morte, o horror do incêndio, da fome diária, órfão, pobre. ser um tutor responsável, mas criança, como será o ligar e o desligar de suas emoções.
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de quem é a culpa da arma, da mão. dedos e medos?
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Seja esta singela mensagem, um presépio em versos, que ele represente o meu abraço fraterno e sincero aos Poetas e Poetisas, e aos administradores desta casa juntamente com seus entes queridos.
Meus cumprimentos de;
Boas Festas, um Natal Santo e um Ano Novo de Paz.
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quando o poema é o resultado etílico de uma noite de boemia... palavras bêbadas.
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o poema pode não levar o ledor ao êxtase, mas há ecos abafados produzidos. quiçá, audíveis.
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seguir em frente, sem importar-se com as adversidades. o poeta, indivíduo um tanto louco, um tando místico. ele desaparecerá e seu universo não será totalmente desvendado.
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