colaborações publicadas
E a homenagem a poeta Nydia Bonetti continua.
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Este poemas curtos foram feitos para homenagear a poeta Nydia Bonetti.
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para Graça Grauna, intelectual da melhor cêpa
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Depois de ler o poeta beatnick Allen Ginsberg.
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Há no fabulário amazônico um lenda pouco comentada de que quando um amazônida morre, um deus da floresta vem buscar seu espirito e o transformar em aves, rios,peixes, igarapés, folhas. arvores, montanhas e vales.
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para a poeta brilhante Nydia Bonetti que teve um rio em sua infância.
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Ernesto Penafort foi um dos maiores poetas amazonenses da geração madrugada. Era conhecido como o peota do azul. Faleceu no vigor da idade e de sua produção literária. Boêmio, foi um espécie de Paulo Leminsky da Amazônia.
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O Íbis Bar não resistiu a ambição imobiliaria, após 40 anos de boêmia sadia. Era o bar de nossa juventude e a nossa diversão até
pouco tempo.
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Depois da releitura do livro "Olhos de Folha Minha" de autoria da grande poeta contemporranêa Cintia Thomé, que o Estado de São Paulo pariu para o Brasil e para o mundo.
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Dedicado á memória daquele que foi um ícone do teatro universal: Augusto Boal.O teatro do mundo ficou um pouco mais pobre com a passagem para o plano superior de Augusto Boal, fundador do Teatro do Oprimido.
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Este poema é dedicado a poeta Doroni Hilgenberg que veio de tão longe e abraçou a Amazônia como sua segunda terra. Também presto homenagem aos divinos poetas, Thiago de Mello, Drumond, Manuel Bandeira e Vinicius de Moraes.Faço alusão de suas obras nas entrelinhas do poema.
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Dedicado ao grande poeta marajoara Benny Franklin, amazônida como eu, cuja inteligência só engrandece à Amazonia brasileira.
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Este é dedicado a memória do pintor Pablo Picasso, que amava a Corrida de Touros ( tourada) e pintava touros miúras de três olhos e mulheres cúbicas.
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" O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética.O que mais preocupa é o silêncio dos bons". Martim Luther King.
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Epigramas dedicados ao poeta Affonso Romano que sabe fazer de coisas pequenas coisas grandes. A primeira foi feita em cima de seu poema National Gallery, London. Eu quis homenagear um dos maiores poetas da humanidade Mário Quintana que foi reprovado três vezes para ingressar na ABL.
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Se este poema não for publicado não tem importância. A importância maior dele é se revestir em um grito, embora tenue,contra a especulação imobiliária que está matando as cidades brasileiras e não há um gesto politico para salvá-las. Manaus que já foi conhecida no passado como a Paris dos Trópicos, está sofrendo uma fase de deformação urbana que chamam de progresso urbanistico....
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Para que a humanidade nunca mais possa ver repetida essa loucura humana: a tormenta nazista.
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Para todos poetas do Overmundo que em suas oficinas poéticas fabricam os poemas nossos de cada dia.
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Para Judite companheira fiel nas planicies e nas cumeadas desta
vida.
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Para Compulsão Diaria pelas palavras sobre minha oficina poética.
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Estes poemas são dedicados aos poetas Chacal, Francisco Alvim e in-memorian a
Cacaso, Paulo Leminsky e Ana Cristina Cesar.
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Este poema é dedicado a memória do poeta piauense H.Dobal, um dos maiores do universo poético brasileiro falecido em maio préterito.Guimarães Rosa dizia que as pessoas não morrem se encantam.Certamente Dobal está encantado.Ele falava em sua oficina poética de cavalos, fazenda, gado, rios, das cidades e do tempo.
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Este poema foi construido no quarto do Hotel Campanile, na Saint Charles em Paris, em 11|08|2008, após a reeleitura do poema Na Terra da Brisa Perfumada, da notavel poeta paulistana Nydia Bonetti. Fiz deste poema a minha Passargada.
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Café do Pina era o local que nas décadas de 60 e 70 os intelectuais de Manaus se reuniam todas as tardes.Lá estavam os poetas Jorge Tufic, Elson Farias, Farias de Carvalho, Luiz Bacellar,Anibal Beça, este iniciando, os contistas Artur Engracio, Aluisio Sampaio e outros da geração Clube da Madrugada.
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Para Clara Arruda, poeta de tintas fortes.
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Essa marinha foi concebida olhando o mar de Canoa Quebrada-CE.
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Sôninha Zona Franca foi vitima da prostituição infantil que assola esse país e ninguem toma providências.
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Este poema é dedicado a jovem dama da poesia contemporanêa brasileira, Cintia Thome, cuja a inteligência e a cultura deixam-me num dilema quase shakespeareano: não sei a exalto ou se a invejo.
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Este poema foi construido na minha fase socialista, quando os americanos queriam dominar o mundo.
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O segundo poema é reminiscencias do lugar onde nasci no interior
do Amazonas.Rio Juruá é o rio que banha minha terra.
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O poeta maior da Amazônia e um dos maiores e respeitados do planeta terra, Thiago de Mello, inaugurou oitenta anos de idade com orgulho de ser amazonense, indio e cidadão do mundo. Thiago, a exemplo dos pássaros, envelheceu cantando, seu canto de mundo, de liberdade e de esperança. E certamente morrerá cantando.
Com suas canção-poemas libertárias, transformou-se em patrimonio...
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É proibido pisar
na grama
no jardim
no cimento fresco.
Pisar na cara
dos politicos
não é proibido
julio Rodrigues Correia
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Antes que a noite chegue
e povoe de sombras
essas ruas e becos
antes mesmo do apocalipse
das horas acontecer
e encher este quarto de solidão
vomitarei,amiga, minha paixão
por ti,
com caricias e gestos prontos
e no instante orgasmico
em que inundar
teu universo pubiano
de seiva espermica
encherei teus ouvidos
de palavras obscenas
blasfemias,...
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