colaborações publicadas
Deveras a vida se renova e delicadamente me beija!
+
Ensimesmamento cerebral veio a lume!
(Festa de aniversário do Lucas,
14 de maio de 2011).
+
Poema para Amy Winehouse, uma virtuose da música pop, que, infelizmente, tem um poder de destruição de si mesma impressionantemente triste. Muitos se aproveitam e se divertem com essa destruição humana de uma pessoa. Uns ganham muito e outros pagam para tudo isso. Um Show (?) no Rock in Rio de Lisboa demonstra isso de uma forma cruel e nada humana.
+
O ser humano é predador por natureza!
"O poder de fogo e da devastação ambiental ficou gravado no vocabulário tanto dos índios quanto dos portugueses. (...). Os índios caiapós usavam tanto o fogo que daí veio o nome da tribo - 'caiapó' significa 'que traz o fogo à mão'".
Leandro NARLOCH - Guia politicamente incorreto da história do Brasil, p. 53.
+
Incongruências da humanidade.
+
Saudades de uma pequena, Elena...
+
Estrelas tornaram-se estrelas. Meras aparências, portanto. Colapso. Fim.
+
Encontrar-se a si mesmo é a busca constante,
mas sempre é estranho esse encontro, ainda que necessário!
+
Sonoridade da dor de estar só.
+
A inexorabilidade da partida,
não obstante os desejos vãos,
ou nãos...
+
Compus esses versos, ora adaptados, por ocasião da enchente de 1977, cujos mortos foram tantos, que só nos lembramos por que tudo se repete furiosamente neste ano, sobretudo com a trágica morte de Rosemary Aparecida Romero de Moraes, esposa de meu amigo, Jairo de Moraes, levada pelas enxurradas na tarde escura de terça-feira, em Campinas, 26 de janeiro de 2010, a quem homenageio...
+
Coração feito flor
Murchara e morrera
Na terra já violada e
Ruas feridas.
Os espanhois (brancos), no passado, e, mais proximamente, os norte americanos (brancos) no começo do século XX, saquearam as riquezas e escravizaram os negros do Haiti e da República Dominicana. Agora, passam-se por herois na solução da desgraça, que a natureza intenta e faz reviver. E o Brasil? Ora,...
+
Nunca mais
Efêmero
Cronos!
+
Serei sempre o Leão
De idéias fulgurantes
E de rugidos a soar
Por toda a terra.
+
É demasiada a distância?
Agora alcança ainda mais o teu olhar!
+
Em traços dionisíacos e apolíneos se engalanavam no âmago e na dialética da vida.
+
E a saudade que estranhamente me envolve.
+
Metáforas do desejo submetidos às carências...
+
Embebeda-me o flúmen:
correnteza doce.
+
Parece-me alucinação
a vida caótica de ator!
Cena do filme - Terra em Transe - de Glauber Rocha: http://www.youtube.com/watch?v=-t4qwyGR24Y&feature=related
+
Meu poema ao som da lira
Enche a sua boca subjetiva
De meus sentires bucólicos...
+
Um Argos,
Um rosto,
Uma flor...
+
Estrelas estáticas,
Pirilampeiam pela noite
E Cuiabá
Abre sua boca...
+
Indelével memória. Visão da janela de minh'alma.
+
Uvas verdes
Mosto de vinho nobre
Em invólucro de cristal.
+
Quem sentirá a nossa falta, quando todos partirmos se somos simbioses de nós mesmos,
ano trás ano?
+
Viajando nos sonhos reais...
+
"...Porém é só gozo e alegria que se veem;
matam-se bois, degolam-se ovelhas, come-se
carne, bebe-se vinho e se diz: Comamos e
bebamos, que amanhã morreremos.
Mas o Senhor dos Exércitos se declara
aos meus ouvidos, dizendo: Certamente,
esta maldade não será perdoada, até que morrais,
diz o Senhor, o Senhor dos Exércitos.
(ISAÍAS 22: 13,14)
+
Um avo de amor de um avô.
+
Há atitudes que emocionam. Duas crianças vieram a este mundo desprovidas de tudo que podemos entender suficiente para ser chamada de vida. Os pais biológicos foram apenas instrumentos úteis, porque canais, porque portadores de algo importante, mas que ignoravam o objeto do transporte. Levavam ouro, como se pedra fosse, talvez porque pedras também considerados. Talvez. Pais que sabiam...
+
Devorava com apetite voraz, à beira da estrada de Cosmópolis-SP, lambendo, degustando e suprindo suas necessidades básicas de nutriente na tarde fria de 17 de julho de 1998: fogo puro.
+
Quando os sonhos desvanecem,
até o ceu desaparece...
+
Neste haicai, a bela visão de um fim de tarde, sol se pondo, o gado pastando, em Alto Garça - MT. E eu, com muitas ideias na cabeça: será que temos vida de gado?
+
Aproximei-me e olhei
com a mesma ternura;
senti com igual choro;
a mesma fala,
os gestos,
a graça,
o amor.
+
A Lagoa Rodrigo de Freitas sempre bela, mas na tristeza da escuridão da torpeza humana e decomposição em inteireza. Decomposição em todos os sentidos. Que fazem, por exemplo, aqueles prédios suntuosos ali? Foi exatamente o que pensei e senti ao compor o haicai, olhando a Lagoa há alguns anos.
+
És mentalmente invisível,
sombra de um sorriso
que fotografa tua própria alma.
E a fotografia dura mais que nós.
Sempre a fotografia:
eterniza que o passado foi hoje;
que agora será amanhã,
como agora também é ontem,
em perfeita consonância joyceana...
+
Linha Vermelha, Rio de Janeiro: eu olho as tristes árvores que olham uma água morta.
+
Após conhecer a história do pai de meu amigo Fausto Aguiar de Vasconcelos, teólogo de oratória ímpar, e exegeta de primeira, sobre o fim da vida de seu pai, que perdera a memória, escrevi em sua homenagem este singelo conto poético.
+
Jujuy - Argentina - 4.700 mts. de altitude - minha pressão cai e sinto o coração prestes a explodir. Neste haicai, a síntese...
+
Em suas ciladas me tenta à exaustão, descortinando nuvens negras em claras manhãs...
+
Epitáfio consciente da finitude da vida e de sabe-la um prêmio, não obstante a compreensão de que o melhor mesmo é o amanhã com o retorno para o Senhor de todas as coisas. "... e o pó volte à terra, como era, e o espírito volte a Deus, que o deu. Vaidade de vaidade, diz o pregador, tudo é vaidade."
Eclesiastes 12:7,8.
+
Homenageio, neste singelo poema, com carinho, todas as mulheres conhecidas e desconhecidas, a propósito do dia 8, mas apenas como pretexto do dia escolhido, pois todos os dias devem elas receber homenagem. Portanto, sintam-se todas acarinhadas com este poema. Como descrito na Bíblia Sagrada, sempre atual, ao dignificar as mulheres:
"Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor...
+
Ouvindo Caetano, compus este poeminha para a minha filha morena, sentindo as cordas do berimbau, instrumento de som singular, assim como a baianidade.
+
O mundo do jazz comemora os 50 anos da obra prima de Miles Davis e companhia: Kind of Blue. Há algo de fora do mundo, de fora da caverna, pensada por Platão na sua alegoria, nesse trabalho fantástico de Miles Davis e Cia.
+
Em um lapso de tempo,
neste haicai,
o meu olhar para o quadro (a vida) surrealista de Salvador Dalí.
+
"Naya demolições. Construtora de deputado é especializada em obras de risco como o prédio que caiu na Barra da Tijuca e soterrou oito pessoas..." - Isto é, de 4 de março de 1998. Pessoas morreram por conta do desdém das autoridades sem autoridade.
+
Nossa Constituição Federal, e outras leis que lhe são subordinadas, na denominada hierarquia das leis, são claras no sentido de que sejam condenadas aquelas pessoas que são preconceituosas e intolerantes, cujo procedimento se baseia na exclusão dos que consideram inferiores, especialmente pela cor da pele. A prática da vida tem demonstrado, todavia, que essas leis, se não chegam...
+
Reflexões: gratidão pelo mar,
vida, sonhos, realizações...
+
Na Praia do Forte, sob o sol singular da Bahia de todos os baianos: meu ócio e o do sol se encontram.
+
Na praia, absorto em ideias, olhando um papagaio sendo empinado e as ondas quebradas do mar: liberdade em estado puro.
+
Amo a cidade de São Paulo. E sofro. E detesto o seu trânsito. E detesto o seu rio sujo e lúgubre. Mas amo a cidade de São Paulo. E sofro de novo. E assim, neste amálgama de sentires vários, amo de novo a pauliceia desvairada. E o Corinthians Paulista!
+
Virá ao mundo, seleta
Meu genro vai ter rebento;
Eu, uma Έ;;;;;;λ;;;;;;ε;;;;;;ν;;;;;;α;;;;;; – neta.
+
Queria sentir
O cheiro da relva
Contigo – só.
+
Noites coloridas e descanso, depois da febre. E a revolução de Igor Stravinsky na música clássica, com a "Sagração da primavera". E nasce o modernismo na história da música!
+
A indiferença para com uma pessoa talvez seja a pior forma de menosprezo. La Invención de Morel de Adolfo Bioy Casares é cortante em demonstrar isto. É cruel.
+
O desamor, as sendas (des) humanas da amargura e do rancor, o ódio que alimenta a guerra entre seres humanos que descendem de um mesmo pai, que não terá fim! Ismael e Isaque continuam a guerra.
+
Enxergo nas águas escuras de tu´alma a luminosidade nascida pela pujança de um vento que me acalma...
+
Acabara de acordar às 5h00 em Manaus na primavera de 1998, e, com os olhos ainda turvos, vi a imagem mais fantasmagórica de minha vida: o sol que desabrochava no silêncio, com a sua imponência fulgurante. Compus este haicai, porque me senti tão diminuto quanto diante de nosso sol. E nosso sol é mais lindo que todos os outros sóis.
+
A arte poética está em profusão em nossos dias, ou são apenas palavras misturadas, engalanadas como se fossem tijolos amontoados em busca de construção sólida e bem delineada?
+
Homenagem a Ana Cristina Cesar, uma das pessoas mais belas e doces que conheci na vida. Saudades!...
+
Lições preciosas de Maquiavel em interessante artigo de George Bull - Finance Times - aplicáveis aos négócios e na vida em geral.
+
Sempre que vou a um sepultamento, ou simplesmente em uma visita ao cemitério, penso e me lembro de Nelson Rodrigues: "Gosto de olhar os túmulos, na esperança de um dia encontrar meu nome". Penso, sobretudo, no Eclesiastes 9: 9,10: "Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias da tua vida vã, os quais Deus te deu debaixo do sol, todos os dias da tua vaidade; porque esta...
+
Eu estava em minha biblioteca lendo Nabokov, naquele dia 25 de dezembro de 2000, e olhando pela janela as nuvens escuras, grávidas da chuva, quando o telefone tocou e recebi a notícia de que meu amigo Pedro Corilow havia morrido. Moreu logo após o almoço. Parei, agradeci a Deus por sua vida profícua, enquanto viveu aqui neste mundo e escrevi este conto poético em sua homenagem e,...
+
A história do nascimento de Jesus contada e cantada de uma maneira criativa e surpeendente por:
Um pequeno Natal - Musical Infantil
Muito além do Natal - Musical
Mensagem cantada e encenada por crianças e adultos nos dias 13 (10h00) e 14 de dezembro de 2008 (19h00), no templo da Igreja Batista Cidade Universitária - Campinas, SP
+
A partir da Metamorfose de Kafka, o poema tenta revelar a situação do ser humano, demasiadamente humano, ainda que no caminho inverso ao delineado por Nietzsche. Seríamos todos Gregor Samsa? Nabokov, magistralmente, descreveu-nos a propósito de "Metamorfose". A Bíblia, perfeitamente.
+
Jesus Cristo é o Alfa e o Ômega, conforme as Escrituras. Ele é a personificação da paz, sem a qual ninguém verá a Deus, o Pai. É a verdade nos três sentidos filosóficos: no grego Aletheia; no latim, Veritas; e no hebraico, Emunah, isto é, a verdade como aquilo que revela o que é, ou que se manifesta a si mesmo, ou aquilo que é como aparece no dizer de Agostinho.
Compus...
+
Na música, no som, sempre ficam as coisas mais profundas, indeléveis, marcantes. E cada vez que se repete aquele som, os sentires todos se amalgamam em perfeita harmonia no presente, no instante da vida.
"(................................................)
You don't need no Cadillac car
You don't have to be no movie star
Just what you are
And I know that you make it through...
+
A conexa leitura de Proust, Prevé, Marx e Luxemburg inspirou-me alguns versos desconexos neste soneto...
http://www.youtube.com/watch?v=EFXfM40V5bQ
+
(i) Fui colaborador nas causas timorenses e por sua luta de independência, finalmente conseguida, não obstante muito ainda tenha que ser feito para confirmá-la.
+
Eu visitava o velho Cemitério da Ricoleta numa tarde de sol e céu imensamente azul a cobrir Buenos Aires. Contraste fabuloso com aqueles túmulos suntuosos de pessoas outrora importantes da vida argentina, mas lúgubres. Senti forte desejo de compor este poema, pensando em meu privilégio de estar ali e poder admirar tudo aquilo nessa era de fim-de-século e milênio e estar presente...
+
Fragmento poético sobre a filosofia e o amor...
+
Um cheiro, o jeito de falar, o acarajé, a banana real, os becos, família, o frio... tudo me lembra Conquista, aonde quer que eu esteja no mundo. E Pessoa resume tudo o que sinto a respeito de minha cidade no trecho seguinte:
"O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio...
+
As distâncias e impossibilidades são sentidas em grau máximo nas chuvas, no frio e nos ventos, mas se há amor, a alma se aquece ainda que nessas circunstâncias.
+
Assisti a esse belo filme e compus, ao final, este poema. As suas imagens, diálogos, silêncios, ficaram vivos em minha memória e tentei verbalizar tudo isso o melhor possível. Espero ter conseguido. O filme é adaptação do maravilhoso livro do escritor francês de formação filosófica, Pascal Quignard.
+
Um haicai para ser haicai, e preservar as origens nipônicas, há que nascer de algo visto e sentido da natureza pelo poeta. Há muita gente chamando de haicai o que haicai não é. Vemos e sentimos toda a cena, quando lemos o belo poema do mestre do haicai, o poeta japonês Matsuo Basho (1644-1694), quando, ao contemplar uma lagoa tranqüila, escreve:
Furu Ike ya
Kawasu tobikomu
Mizu...
+
Reflexão poética sobre a vida, a morte e o depois. Neste sentido o último inimigo a ser destruído é a morte, conforme 1 Carta de Paulo aos Coríntios 15:26. Se não serei mais, ela não mais poderá me alcançar, daí a vitória definitiva.
1 Cor. 15:26 - O último inimigo a ser destruído é a morte.
+
Reminiscências de Vitória da Conquista, minha cidade natal. O frio conquistense jamais apagou o calor de minha alma nas lembranças de minha infância de carências várias, de lutas, mas forjadas em sonhos coloridos.
+
E a história continua com o mulato exteriorizando as suas análises sobre os porquês da falta de afeto, de amor com a madre e compreende todos os reflexos do ato, feito a jato, que não gostou do fato de se apreciar mais aquele do que este.
+
Poema que exterioriza momentos de fortaleza, e, paradoxalmente, de fraqueza. Momentos de reflexões filosóficas e teológicas, que desembocam na poesia. E acalmam o poeta.
+
"A Associação Nacional de Pós-graduação em Filosofia, fundada em março de 1983, congrega todos os cursos de mestrado e doutorado em Filosofia do Brasil, credenciados pela CAPES, e tem como um de seus principais objetivos estimular, em todos os níveis, a investigação filosófica no País.
Tradicionalmente a ANPOF realiza, a cada dois anos, encontros nacionais de Filosofia, reunindo...
+
Em 1999, eu estava na sala de espera do Aeroporto JK, em Brasilia, por longo tempo à espera de meu vôo para Campinas. De repente, meu olhar foi direcionado para uma menina de 9 anos, excepcional, olhar parado, fixo, sem direção. Fitei-a, mas mesmo assim ela continuava alheia a mim e a tudo que a rodeava. Perguntei o seu nome para a sua mãe: Júlia. Fiquei triste, chorei e compus...
+
Poema composto por ocasião da morte de João Cabral de Melo Neto em 1999. Singela homenagem àquele que foi um dos maiores poetas brasileiros.
"O poeta João Cabral de Melo Neto, um dos nomes mais importantes da literatura brasileira, morreu no dia 9 de outubro, praticamente cego. Triste ironia para um poeta que amava a pintura e cuja poesia explora os recursos da imagem. A obsessão...
+
Compus este curto poema, enquanto as águas engoliam coisas, pessoas e animais no Tsunami mais terrível de todos os tempos na Ásia. Ondas gigantes me deixaram atônito e tentei em poquíssimos versos demonstrar o meu sentir naquele instante de tragédia humana. Lembrei-me de alguns versos bíblicos e os pus como epígrafe.
+
¹ “A ação é centralizada no vendedor que expõe a ‘mercadoria’ aos seus clientes. Senhoras com ares arrogantes, munidas de sombrinhas, cutucam os quadris das negras, enquanto as mãos intrusas do comprador apalpam o corpo seminu da escrava sob o possível pretexto de verificar a ‘qualidade do produto’. (...). A cena recupera melancólica particularidade do sistema escravocrata no Brasil.”...
+
Muito tempo depois de deixar Paris, eu vivia a sonhar. Era tão real, que pensava de fato ainda vivesse lá, mas acordava. E aquele perfume parisiense que me inebriava com doce sensibilidade se desvanecia em segundos. Então resolvi compor este soneto em sua homenagem e matar as saudades. Nunca mais sonhei! Paris me deixou em paz. Mas o rastro de seu aroma ameno permanece.
+
Compus este poema numa noite de verão em Salvador. Senti-me solitário e triste em um quarto de hotel. Dei-me conta de que uma dia morreria; que a morte estava mais próxima a cada dia vivido. Senti-me, não obstante a fé e segurança em Deus, uma quase nada humano diante daquela realidade imutável. À medida que compunha o poema, meus pensmentos retornavam ao presente da vida e...
+
Minha filha, Maristela, sofreu um grave acidente no dia 28 de julho de 1990, então com 9 anos de idade. Vi-a na fronteira entre a vida e a morte. Senti a impotência do nada ser. Convivi com a burocracia dos hospitais e com a indiferença de algumas pessoas, embora também tenha encontrado outras que compensaram e me ajudaram a ter esperança e fé. Houve um milagre de Deus que foi misericordioso...
+
Deslumbramento do meu ser na imagem de encontrar o Criador de todas as coisas um dia. Isto se me afigura como algo inevitável, agradável e maravilhoso.
+
Este poeminha revela a descoberta do ser de forma paulatina, intensa e prazerosa, indicando a ausência de preconceitos, de intenções de mero interesse unilateral. É uma chamada para a descoberta do amor ao próximo sem barreiras, vaidades e interesses vãos.
+
Poema em homenagem a um dos maiores líderes que este País já conheceu, o soteropolitano Carlos Marighella. Nessa época este poeta ingressava na fileiras do MR-8, cheio de vida e idealismo. Este singelo texto, também, é uma crítica perene aos comandantes do Brasil, que eram apenas comandados pelos americanos do norte.
Escrevi este poema nos tempos de chumbo como homenagem ao ser...
+
Mendes, Juscelino V. – O Poeta e a Rosa. Livro de poesia filosófica e haicais, Poemas Reunidos, Balé do espírito, Editora Komedi, p. 84.
+
Todas as manhãs, o tratador do Zoológico de São Paulo Vicente Lucas Soares ia ao recinto dos chimpanzés para alimentar os quatro animais que viviam ali. Assim que notavam sua aproximação com a bandeja cheia de frutas, verduras e ração, os macacos começavam a pular e a gritar. "Era uma festa", lembra Soares. No último dia 24, a recepção foi diferente. Todos pareciam mais quietos...
+
(1) Título de reportagem televisiva de março de 2000, dando conta de que crianças Filipinas são mortas anualmente, ou ficam deficientes, por ingestão de inseticidas importadas de americanos e ingleses, para aplicação no plantio e na preservação de flores que são posteriormente exportadas para estes dois países.
(2) Fundo Monetário Internacional
(3) Referência à peça o Tartufo,...
+
Índio covardemente queimado no dia 21 de abril de 1997, enquanto dormia em ponto de ônibus de Brasília, por alguns jovens "civilizados" e abastados da Capital federal. Estes, por manobras várias, ficaram livres, aumentando o calor das chamas e de nosso clamor por Justiça.
O brasileiro morto era um "indivíduo dos pataxós, tribo indígena, cujos remancescentes vivem nas terras do...
+
Escrevi este texto, após sair de uma visita ao então maior presídio de Campinas. Fui lá apenas para conhecer os meandros de uma grande prisão, e, sobretudo, levar uma pouco de esperança para aqueles jovens fortes, destemidos, mas de corações duros e almas voltadas para o mal aos seus semelhantes e a si mesmos. Entreguei-lhes vários exemplares do Novo Testamento. Se todos nós nos...
+
Esse conto é uma homenagem à escritora cearense, Carmélia Aragão, quando, ainda adolescente, gostava de ler e afagar o seu siamês. Carmélia, em seu livro, "Eu vou esquecer você em Paris", Fortaleza: Imprece, 2006, faz referência a este conto no seu "Felis Catus".
Homenagem também à magnífica obra de Balthus e aos meus escritores favoritos.
+
Poema composto a partir de um sonho. Terezinha sonhou e eu o realizei em forma poética.
+
Homenageio, singela e delicadamente, a minha mulher. Pessoa incomparávelmente doce, amável e delicada.
+
Relato de uma dor sem remédio, em breve reflexão poética, vivida por mãe e filha, vítimas de um crime dolorosamente imperfeito.
+
Um poema: fragmento de um amor.
+
Sentimento nascente após assistir reportagem que noticiava a fome em estado puro, cortante, malévolo, na Cidade Maravilhosa.
(1) Do poema ''O bicho'', que Manuel Bandeira escreveu em 1956 - Obras Poéticas.
(2) "Cerca de mil pessoas cavaram com as mãos ou pás os escombros em busca de restos de alimentos. Eram as sobras do incêndio que, no último dia 21, destruiu um pavilhão da...
+
Este poema consta de meu livro "Balé do Espírito", de 1999.
+