colaborações publicadas
Ainda bem que tive um pai assim!!
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Li um texto lindo de Noélio e fiz este em sua homenagem.
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Aonde me levariam esses meus sonhos?
Eu hein!!!
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Olhar pra dentro de si não é fácil.
Mas eu tentei.
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Os pés.
Parte muito importante do nosso corpo.
Não acho que os meus sejam bonitos, mas me servem muito bem!
Pés, pra que falar deles, neles, né?
Ah, sou assim mesmo!!
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Há sempre alguém procurando para si a pessoa certa.
Certo? Errado?
Isso é relativo.
O que é certo para uns, pode ser errado para outros.
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Quem, quando criança, não saiu atrás de algum "doido" gritando bobagem?
Quem não tinha medo dos homens e mulheres que andavam insanos na rua.? Quem não teve, na infância, medo do velho do saco, da mulher velha?
Quando somos crianças, se não há velhos do saco ou velhas corocas, nós nos incumbimos de criar.
A mulher do meu texto era real.
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Assisti nos noticiários as cenas de violência entre policiais(civis e militares) em São Paulo e não pude deixar de me indignar.
Em uma entrevista a uma emissora de TV, o Governador de SP disse ser essa uma greve política. Que greve não é política? Que ser humano não é político? Quem sabe aqueles que já se foram para o "além"?
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Desta vez não foram os bebuns, mas um gatinho, sapequinha que me deslumbrou com uma das cenas de amor mais belas que já vi. A natureza é sábia.
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Ainda hoje, quando o encontro pela rua, rio dele. Ele já sabe o porquê e ri também.
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Fui dona de um "botequim" (era um bar e lanchonete que assim eu chamava por ser pequeno) por treze anos. Trabalhando lá, encontrei os mais variados "tipos". Lá aprendi a conhecer e a conviver com toda espécie de gente. Lá, me divertia ouvindo presenciando histórias, as mais mirabolantes. Foi uma escola de vida. O nome era "Nosso Esquema".
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Fiquei impressionada com o espetáculo que presenciei. Vinha para casa do trabalho por volta de meio dia e vi uma borboletinha amarela quase sobre mim. Era como se ela quisesse que eu as visse. Olhei, então, para o céu. Nossa! O que vi me deixou sem fôlego. Milhares de borboletas voavam em uma mesma direção. Parei para vê-las. Extasiei-me. Ninguém parecia vê-las. Só eu.
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Vejo o mundo dando reviravoltas, vejo coisas ruins acontecendo. Sei que o mundo é assim. Também acho que tem um montão de gente querendo e fazendo de tudo pra que o mundo seja um lugar bom de viver. E eu sempre sonho e sonho e sonho...
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Mundaia é uma personagem real de minha infância. Ele sempre me fascinou. Acho que o me atraía e me deixava com uma inveja danada dela, apesar de ser tão criança, era a liberdade que tinha: podia ir e vir pra onde quisesse, sem que tivesse que pedir permissão a quem quer que fosse, podia vestir-se como quisesse, fazer o que lhe aprouvesse, falar o que desse na "telha". Podia viver...
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Preciso te encantar. Se assim fizer, me amarás? Quem saberá?
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O padroeiro de minha cidade - Cametá - é São João Batista. Desde o dia 14 de junho, um arraial e armado em volta de igreja. Os festejos vão até o dia 24 de junho, que é dia de São João. Ainda hoje é uma festa concorrida e leva muitos turistas em minha cidade.
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Não nasci em Belém, mas sou apaixonada por esta cidade. É linda!!!
Quando eu era criança, o cheiro de cidade grande que ela tinha, me fascinava. Tudo aqui me encanta: as pessoas, os lugares, os pontos turísticos, o calor, a chuva, os cheiros, os sabores. Nunca provei, nos lugares que já fui, sorvetes tão saborosos quanto os daqui. Meu perfume mando fazer com as ervas cheirosas...
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Pode até não parecer, mas esta história aconteceu de fato. Meu ex-marido que o diga.
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Nasci em Cametá, cidade simpática, às margens do Tocantins. Ah, o Tocantins! Continua sendo um encanto, apesar de ter sido cruel com minha cidade. Águas verdes, translúcidas, belas, mornas, cheias de encanto e magia: é um barquinho à vela, é uma gaivota pescando, é um boto fazendo pirueta e deslumbrando gente. Gente vivente, decente, sobrevivente que a tudo observa sem se dar conta...
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Quando adolescente li um livro de um escritor paraense, Benedicto Monteiro. Na época não entendi muito o que li, mas o jogo de palavras por ele usado ficou guardado na minha memória. Depois de muito tempo, lembrei-me dele e escrevi este texto.
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Estive em São Paulo em janeiro. Foi minha primeira vez. Na cidade onde nasci diriam que eu seria "uma matuta do sítio" olhando feito pateta pra esse lugar. A palavra certa é DESLUMBRAMENTO. São Paulo me encantou: movimento, cores diversas, tipos, os mais exóticos que já tinha visto, diferentes. Lugares bonitos, sombrios, pulsantes e "gentes". Precisei, um dia, esperar uma pessoa...
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Um dia li um texto "Tanta Gente", de Eneida de Morais, escritora paraense. Nesse texto, a escritora fala dos "loucos" de sua infância. Dentre esses "loucos", há uma mulher chamada Arantes, que tem pavor do vento. Então, fiquei imaginando o que poderia ter causado a loucura daquela pobre coitada e escrevi este texo que está aí. Há, no final do texto, citações da crônica de Eneid...
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Um dia, de manhã bem cedinho, vinha eu de uma ilha que adoro, dentro de um ônibus, olhando "as gentes". Não resisti.
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