colaborações publicadas
Um sentimento forte, de mesquinhez, deselegancia com o sofrimento alheio.
um grão de areia fina, perdida em praia deserta.
um dente quebrado, uma conta atrazada, um medo de raio.
uma , centenas, milhares de seres, abandonados, esquecidos, cheios de fome, dor de carne queimando, dor de vida morrendo.
seguimis e, não aprendemos, não nos antenamos, imperfeitos que somos, não conseguimos...
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Muta dor, magoa e depressão, perda.
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Uma vontade de escrever algo na hora, o que viesse na cabeça, não tenho a menor ideia do que as pessoas vão achar, escrevi, pois e o que gosto de fazer.
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Uma coisa de mulher, adorando os homens, mas sabendo que somos mais fortes, sem criticas, sómente a verdade da vida.
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um texto, de repente, uma mágoa, muita tristeza, falta de pouso.
Vontades, amarrada, presa, escrevo! lamento! penso!
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desabafo, de uma vida pedinte, pisoteada pela humilhaçao, um ser que necessita de ajuda, não por querer nada fazer, imposta pela vida, aquilo que não se espera, simplesmente acontece..
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um texto antigo, 2002, uma mágoa esquecida, perdoada.
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falo sobre depressão, longos e dolorosos quatorze anos, e junto a dor eterne da perda.
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um relato de como não podemos deixar o tempo correr, sem que corramos atraz dos sonhos, pois o tempo corre, e não espera para que se realize nossos desejos, e que assim faça com que se fique com um gosto amargo na boca, e uma pergunta recorrente no cérebro. porquê? quando o tempo passa, chegam as dores, as tristezas, as perdas, e aí, se temos nossos sonhos realizados, temos algo...
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escrito em novembro de 2004, ano em que minha menina mulher se foi, e passei a escrever sobre ela para ela e por ela.
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Falo da perda de minha filha, escrevi em 2007, ela partiu em 2004, e ainda não elaborei sua partida. não coloco para penalizar, é sómente uma necessidade, pois de algum tempo, um ano, no máximo, as pesoas não se disponibilizam mais a ouvir, e eu entendo perfeitamente, só que minha necessidade de escrever sempre existiu, e depois que ela se foi,, passei a escrever para ela, e tendo...
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muitos peitos estão calados, amargurados, querendo e precisando um dia gritar, mas sem coragem para tal. Tudo fica guardado, amarrado, em nome da educação no medo de magoar, de entristecer, é melhor me calar.
esse grito, pode ser dado no papel, escancarado, alto bem alto, um grito para que o peito tenha um pouco de alivio, de paz, que a angustia saia , que a dor caminhe em outras...
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um momento de muita trizteza e dor.
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como tantas outras, falo das verdades, doídas demais, mas verdadeiras. claro que das minhas verdades.
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mais uma de tantas coisa que escrevo, verdadeiras, ficticias, doidas, demolidoras, e poucas vezes, pouquissimas divertidas.
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texto meu, de minhas dores e horrores.
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somente dizer, que meu portugues ruim, péssimo, pode ter deixado algo errado.
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