colaborações publicadas
Esperança Humana da política da boa vizinhança!...
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Depois de um filme pela vida...
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É a rotina
Sem eira nem beira
Das matines
Vestindo a fantasia
De ser mais feliz
Em tempos de correria
Paixões humanas
Diante de tanto prazer
É a essência anulada pelo andar do falante
E a palavra calada pra quem nada diz
É a natureza alertando com infinitas promessas
E a ganância clonando o início do fim
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Será à volta de um ponteiro
Que não se cansa de iludir
O tudo e o nada. Os extremos
O inicio a mercê de um fim
Que importa céu ou inferno
Qual a certeza diz pra mim?
Será à volta de um ponteiro
Que não se cansa de enganar
Ou será minha cabeça
Que não se esquece de pensar?
Rotulando tantas coisas
Reinventando outro lugar
Tantos gestos quantos motivos
Dos nossos vínculos...
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De um hospedário de uma idéia que não mais se encontra por aqui, ao menos em mim... Se alguém se deparar com algo similar, será uma mera coincidência(?!)... Eu particularmente, não sei.
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Eu já passei tanto por ali
Que nem me lembro mais
Dos caminhos perdidos
Dos ponteiros parados
Sepultados por ninguém
Sinto que não sei demonstrar
Que a estrada estará sempre lá
No silêncio e na palavra
Dos desejos humanos
Aos olhos e ouvidos de todos
Ao sabor da eterna busca
Da videira em sua origem sã
Dos juízos da existência primeira
Da voz criadora nos seres
Agora...
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A quem possa interessar...
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Não gostar de escrever sobre questões tolas, no entanto adorar desfrutar poesia... Permitam assim, o exercício da faculadade onde; o pensar seja uma catarse simplória de um nobre sollitário em meados de um século qualquer aquem e além mar...
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Nil freitas: aprendizes de voluntários no asfaltos
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Venho de onde nem todo mundo sabe, portanto evitarei redundâncias insuportáveis... Mesclo meus passos, donde sei que não percebi tantas distâncias que nos separariam assim tanto quanto dizem por aí nas placas e sinais das estradas que existem agora... Não acredito em certos tipos de milagres, estou de passagem... Quer ir ou vir meu bem?!. ...rsrsrs!... (risos de gozo pleno)
Rezo...
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Para quem ama sem a pretensão de saber ser..
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Esta é a nossa paz
Esta é a nossa doce paz
Solidão já nunca mais
Pois você me satisfaz
Com teu amor...} Bis
Esta é nossa paz
Esta é nossa doce paz
Sim doce paz
Não a paz que o mundo dá
Sem razão... } Bis
Dentro deste coração
Existe paz, sim doce paz
Solidão já nunca mais
Não a paz que o mundo dá
Sem razão... }Bis
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De um sentir que vem e que vai circunstacialmente... Eis uma amostra desse morrer inusitado que vivo a compartilhar, tal idéia travestida desse "anônimo" que me parece não ter família, nem tão pouco paradeiro... Um verdadeiro ermitão, sem idade que se saiba; árvore sem raíz...(?!).... Podemos por aproximação chama-lo de índio.. (!?)... Um nome seria sugestivo: Don Juan... (!?)......
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Gosto de escrever algo novo
Mas tudo me parece ser repetido
Por dentro um como vento
Dissipando tudo
Uma sombra me acompanha
Onde quer que vá
Mesmo no escuro ela lá está
Se acendo a luz ela ri
Se corro ela me alcançará
Devo fugir daqui
Quem sabe ela me achará
Ou mesmo se esquecerá de mim
Devo chorar gritar
Fingir que não estou assim
Que arranquem meu coração
E me...
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O nome desta foi idealizado para traduzir a idéia de uma energia que se encontra inata e perceptívelmente vinculada à vida, quer seja na relação entre: A Criação deste imenso cenário que tentamos desvendar, e o possível Elo que há na convivência diversificada dos seres(vivos ou não)... Sendo assim, pensando em se aproximar para sintetizar tal sopro(ou na falta dele), que se cumpre...
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Escrevo como quem desejando conscientização para uma libertação dos "eus" que existem e que se colocam, por ingenuidade ou não; a mercê daqueles que buscam antes o "ter" muito bem antes da noção do saber "ser" existente dentro e fora desta fantástica engenhoca "humana". "Eu"(?)... Ando errante para algum lugar onde possa comungar de uma "Hóstia" que não tem obrigação nenhuma...
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É a rotina
Sem eira nem beira
Das matines
Vestindo a fantasia
De ser mais feliz
Em tempos de correria
Paixões humanas
Diante de tanto prazer
É a essência anulada pelo andar do falante
E a palavra calada pra quem nada diz
É a natureza alertando com infinitas promessas
E a ganância clonando o início do fim
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