Onivaldo Paiva Uberlândia, MG

colaborações publicadas

UM POEMA DE AMOR E DOZE CANÇÕES DESESPERADAS banco
9/6/2009 17:07 · 14

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Yo la quise, y a veces ella también me quiso.
En las noches como ésta la tuve entre mis brazos.
La besé tantas veces bajo el cielo infinito.
Ella me quiso, a veces yo también la quería.
Cómo no haber amado sus grandes ojos fijos.
Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Pensar que no la tengo. Sentir que la... +

INVENTÁRIO (Canto de Quasimodo) banco
27/5/2009 00:33 · 16

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Doce Agonia banco
20/5/2009 15:40 · 11

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OS JAGUNÇOS (ou A Morte visita o Quilombo) banco
13/5/2009 17:26 · 6

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VIVER AGORA banco
30/4/2009 12:48 · 15

Poema que trata da necessidade de valorizar o HOJE e não deixar para um imponderável Amanhã a busca pela realização dos sonhos mais íntimos. +

ÁGUIA CEGA banco
25/4/2009 00:46 · 81

EU Nem Augusto Nem Anjo +

POEMA banco
17/4/2009 16:28 · 93

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FRAGMENTOS banco
13/4/2009 12:21 · 94

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Te esquecer ao vento banco
26/3/2009 00:29 · 144

Não sei se posso dizer que este foi escrito em parceria, pois minha “parceira” nem sabia que fui lá, num poema dela, copiei parte de uns versos (todos significativos) e juntei com algo meu, umas palavras mais pobres. +

Sem asas sonho banco
23/3/2009 13:19 · 82

Sem asas sonho ébrias auroras +

Ninguém sabe a resposta banco
18/3/2009 11:25 · 109

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O DESEJO banco
13/3/2009 01:27 · 138

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POEMAS PARA A MULHER AMADA banco
8/3/2009 14:32 · 137

À Mulher que é Fêmea.
À Mulher que é Mãe.
À Mulher que é Ternura.
À Mulher que é Zanga.
À Mulher que é Lutadora.
À Mulher que é Nova.
À Mulher que é Madura.
À Mulher que é Mar.
À Mulher que é Dor.
À Mulher que é Infinito.
À Mulher que é Amor.
À Mulher que é...(escreva aqui o que é a Mulher para você)
............................................
À Mulher que é o MEU... +

BRIGA DE GALOS banco
6/3/2009 11:45 · 140

Coitado da Amarildo, o filho do Pedro Ponte! Uma vez comprou um galo duns ciganos, um galo cantor. Não era muito grande, mas bonito: duas penas coloridas no arco do rabo. Porém, o danado estava com as gonorréia de galo, lá naqueles lugares que eles usam pra fazer as coisas. Morreu o galo, um mês depois, deixando um punhado de galinhas enxertadas da doença +

A ESPERADA banco
2/3/2009 13:48 · 145

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RELEMBRANÇAS - Cap. I A VI banco
28/2/2009 17:51 · 113

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conto Relembranças banco
26/2/2009 10:09 · 126

CAPÍTULO TRÊS
Havia seis anos que Joaquim morrera! Como a morte nos pega de surpresa! Ele escorregara na cozinha, tentara se segurar na pia, tentara se segurar na porta da geladeira, mas não adiantou, caiu batendo a cabeça na quina da pia. Quina de granito!
Pia de granito. Fora ele que a construíra. Do jeito que ela exigira. “Dá a volta aqui, rebaixa ali, e deixa espaço para um... +

MÃE banco
21/2/2009 20:30 · 128

Acróstico dedicado para minha mãe, MARIA ESMELINDA, quando completou oitenta anos. +

O Professor banco
15/2/2009 22:26 · 133

A dona da academia de dança... vê chegar um forasteiro à cidade e... e leiam o conto! +

Briga de Galos banco
30/1/2009 21:13 · 63

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