colaborações publicadas
Não me fale a verdade
Espero que minta
Eu quero que diga o que sinta
Que é melhor pra mim
Mas, se for me enganar,
Tome cuidado, que se eu descobri
Vou fingir que não sei, que não vi
Porque assim o nosso amor vive mais
Porque assim a gente vai ficando em paz
Perdoar e esquecer é fácil demais
Difícil é não ver tudo aquilo que você me faz
Não dou bola prôs outros, sigo...
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Parceria minha e do José Raimundo Junior,com a pegada Pop-Rock da Mr. Simple:
Não me fale a verdade
Espero que minta
Eu quero que diga o que sinta
Que é melhor pra mim
Mas, se for me enganar,
Tome cuidado, que se eu descobri
Vou fingir que não sei, que não vi
Porque assim o nosso amor vive mais
Porque assim a gente vai ficando em paz
Perdoar e esquecer é fácil demais
Difícil...
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As voltas que o mundo dá, mundo dá, mundo dá
Eu vim lá do sertão contando causo prô pessoar
Canto moda bonita pra fazer moça chorar
Nas voltas que o mundo dá, mundo dá, mundo dá...
Eu vi sapo virá rei, eu vi rei virá sapo
Eu vi mudar a lei e a mosca engolir o sapo
Vi a besta enfurecida tocando fogo no mundo
Eu vi Nossa Senhora enxotando o cão imundo.
Eu vi um mendigo pedido...
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Há um mastro de pau d’arco num barco n’areia
N’areia um barco há
Mareô,marea ,leleleleô marea
Hasteia bandeira, hasteia bandeira, bandeira hasteia.
Vinha Virgulino Ferreira, cangaço na fogueira Lampião
Vigília noite inteira brincadeira, levando a bandeira desse povão
E a menina vestida de chita era a mais bonita da região
Era a menina Maria Bonita rainha mestiça lá do Sertão.
E...
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As voltas que o mundo dá, mundo dá, mundo dá
Eu vim lá do sertão contando causo prô pessoar
Canto moda bonita pra fazer moça chorar
Nas voltas que o mundo dá, mundo dá, mundo dá...
Eu vi sapo virá rei, eu vi rei virá sapo
Eu vi mudar a lei e a mosca engolir o sapo
Vi a besta enfurecida tocando fogo no mundo
Eu vi Nossa Senhora enxotando o cão imundo.
Eu vi um mendigo pedido...
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Deixaram o meu novilho amarrado num moirão
Sem ter água pra beber negaram a alimentação
Abriram as porteiras descuidaram da plantação
Deu arrevoada de corvo assaltando o milharal
Tem essa ave de rapina que sobrevoa meu sertão
Já comeu vaca leiteira quer jantar meu barbatão
O meu novilho é um gado manso não fere esse cantador
Vaqueiro só quer descanso nos braços do seu amor
O...
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Chegou meu talismã de ouro
Prenda pingente dourado
Folheado de amor,chegou
Bailando na folia desse terreiro
Anunciando primeiro nosso tempo já chegou, chegou
Balança meu amo teu maracá
Que é prô povo vim olhar
A beleza deste lugar que chegou
Dança meu talismã precioso
O teu cordão é de ouro
Teu coração é o batucar de pandeirões
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POEMA INFANTIL COMPOSTO EM PARCERIA COM LUIS FELIPE, MEU FILHO DE 07(SETE) ANOS.
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Texto do jornlaista: Gleyser Azevedo
Glad Azevêdo lançou em 2005 o seu terceiro disco intitulado Por Inteiro e o Quase Tudo (Mills Record’s). Antes, o primeiro CD Marcas (1994) e o LP Inocência(1990), os dois independetes. Maranhense mas morando no Rio há 11 anos, Glad Azevêdo hoje é um artista independente que busca apoio e patrocinadores para a realização do projeto de um novo...
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Não quero ser nada além do que sou
nem quero ter nada além da medida do amor
quero brincar com as núvens do céu
e fazer meus castelos com a areia do mar
vou cantar a vida do jeito que Deus me dá
do jeito que tem que ser
pode até melhorar
vou cantar, cantar...
mas sei que assim também não pode ser
algo novo vai acontecer
e eu não tenho só que esperar
vou lutar, vou lutar,
vou...
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É o tempo que se foi
É o tempo que se vai
O amanhã ainda vem
O amanhã é o que se tem
O amanhã é um tempo a mais
Vou colher flores no jardim e plantar árvores nos quintais
Escrever um livro é importante
Ter um filho muito mais
O amanhã é um tempo a mais
Caminhar é fazer o caminho
Abrir janelas no computador
Ser o senhor de seu destino
Ser...
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Se tu me pedes um colar todo de estrelas
Com uma vara derrubarei o teu clarão
Se tu me pedes pra pescar uma sereia
Na lua cheia navegarei minha paixão
Mas tu pedes coisa de pouco sustento
Pra trazer no vento a cria de estimação
Mas tu me pedes em nome de nosso rebento
Pra trazer lamento pra casa de meu patrão
Eu só te peço pra você ficar comigo
Põe aquele...
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Hoje você vem e senta perto de mim
Perguntando coisas que esqueci de aprender
Por que o mundo é assim como desenhos a colorir
Se temos a terra inteira o que ainda falta pra construir
Talvez uma janela para ver o sol nascer
Ou quem sabe uma aquarela
Pra pintar o amanhecer
Faça o que quiser sonhe o que tiver pra sonhar
Só não deixe de fazer aquilo que acreditar
Ouça meu coração...
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Esse sistema tem me maltratado
Isso é coisa do diabo sim
Mister Sistem é arretado.
Já dizia Rauzito ele tá doido é pra dança comigo
Me deixou estrompiado, arrebentado e confundido
Minha aposentadoria pra sair
É uma agonia pra sair,
Imagine outro dia o meu salário é que num saia, imagine só!
Eu cai nas graças desse tal cheque especial
Lá se foram minhas férias meu cartão...
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BASEADO EM FATOS REAIS.
UM CONTO DE NATAL.
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Cícero filho é um produtor, diretor e roteirista maranhense que vive em Teresina, no Piauí e se dedica a fazer longas de ficção, com boas intenções, poucos recursos, e muita boa vontade.
Como muita insistência consegue levar seus filmes para as telonas e para as salas de exibição dos shoppings nordestinos, mas, é no mercado clandestino da pirataria que sua obra tem uma dimensão...
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Conto regional de minha autoria publicado no periódico TIPO ASSIM, dos alunos de Comunicação Social da UFMA, em 18 de abril de 2000.
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UM POEMA PELA LIBERDADE, PELA DEMOCRACIA E PELO POVO DO MARANHÃO.
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AI QUE VIDA!- O MEIO NORTE NA REVOLUÇÃO POPULAR DA ARTE CINEMATOGRÁFICA.
O Mundo se surpreendeu quando o Indiano “Quem quer ser um milionário” levou para casa a estatueta dourada do homem careca de melhor filme e mais sete, incluindo o de melhor direção, derrubando às mega-produções dos estúdios americanos.
A reposta para a inevitável pergunta “como é possível?” está no saturamento...
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DARUEIRA, OS GUADIÕES DA SABEDORIA.
NÃO FOI UM SONHO... E MUITO MENOS REALIDADE.
DARUEIRA, foi minha banda de garagem, não era propriamente uma garagem nosso local de ensaio, era só um quarto que sobrava em minha casa, e que servia de depósito de tudo, logo os bagulhos deram lugar aos instrumentos, e os ensaios musicais revestidos de uma misteriosa mística tomavam conta do...
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Um tributo aos profissionais da área de Saúde.
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Trata-se de um fragmento do meu romance infanto-juvenil "Luzes na Retina" escrito entre 1991 e 1992( inédito).
Veja também:
http://www.overmundo.com.br/banco/luzes-na-retina
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já havia colaborado com este poema em 18.02.2008, com apenas uma pequena amostra do texto e envei um arquivo do texto completo, eis ai o texto integral.
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Publicado no periódico TIPO ASSIM, dos alunos do Curso de Comunicação social da UFMA, em novembro de 2000, esta crônica é uma critica ferrenha ao colunismo social, redigida com sarcasmo e humor politicamente incorreto, é uma obra de ficção, qualquer semelhança entre nomes, fatos, marcas, etc, é mera coincidência.
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Trata-se de um fragmento do meu romance infanto-juvenil "Luzes na Retina" escrito entre 1991 e 1992( inédito).
O protagonista, Leornardo é um jovem vaiodoso, cheio de orgulho, que havia perdido a visão e a recuperado milagrosamente, reencontra sua amada e não a reconhece, em um outro plano sua ações são analisadas por um Padre que aconselha um jovem com tedências suícidas que...
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SEVERINO (PARALAMAS DO SUCESSO, 1994)
-UMA ANÁLISE ESTÉTICA-
SEVERINO é mais um daqueles discos lançados dez anos à frente de seu tempo (tal como ocorreu com SELVAGEM?, 1986, também dos Paralamas), portanto são necessários pelo menos dez anos para uma melhor compreensão do mesmo.
SEVERINO, assim como SELVAGEM?, é um disco revolucionário, entretanto, este foi um sucesso de...
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Gravação 100% independente.
Título: CATIVEIRO ( O COCHE DE ANA)
Ai vai a letra:
CATIVEIRO ( O COCHE DE ANA)
Quem não viu o coche de Ana passar
carvalos com olhos de fogo
é coisa de arrepiar
trazendo tristes preságios
vem sinhá!
Anuncia a morte seu moço
que é o tempo pra descansar
dos desenganos da vida
de quem vive só de esperar
É triste sofrer de novo
dores...
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