colaborações publicadas
Poema feito para meu Sorriso de Três Palmos de Felicidade
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Ministério da saúde adverte: Diabético? Há tantos olhos doces por aí... Cuidado!
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me realfabetizei nas coisas do dia:
reaprendi a ler nuvens...
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não procure sentido. não é para fazer sentido.
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Isso de ser pássaro
nunca me avoou
nas idéias.
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Hoje, pela tarde,
dedilhei minhas cordas
vocais
para arrancar
um solo de garganta.
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delirar pelos olhos
e ouvidos
como se delira
por entre
as pernas.
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Ler teus olhos
é incompreender-se
a si mesmo...
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A uns dias atrás, uma moça me lançou um olhar e um sorriso tão acolhedores que o mínimo para retribuir seria uma homenagem.
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O mundo está numa mesmice irritante. Tédio. O mundo, a vida: tudo um tédio.
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poesia sobre a existência e outras coisas que perturbam esta alma incompreensível.
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Eu não faço a menor idéia do que eu queria dizer com essa poesia. Foi saindo, quando vi estava assim, aí deixei.
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Tô de saco cheio do tempo. Tudo é o tempo. Esse controle absoluto da vida através do tempo é um saco.
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Só um brincadeira refletido como utilizamos os órgãos e seus sentidos para perceber o mundo.
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Encerro aqui esse poema meio-conto meio-nada-a-ver.
Agradeço aos que acompanharam esta pequena empreitada.
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Sei lá como descrever "A revolta dos versos". É meio conto, meio poesia, meio nada a ver. Dividido em quatro pequenas partes, numa espécie de curta-metragem.
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Sei lá como descrever "A revolta dos versos". É meio conto, meio poesia, meio nada a ver. Dividido em quatro pequenas partes, numa espécie de curta-metragem.
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