colaborações publicadas
Fiz este poema um pouco inspirado nos cheiros e sabores das manhãs da minha infância para brindar os ares de renovação e esperança que um novo dia sempre traz.
Acrescente na mistura a exaltação da vida que volta e meia aparece nos meus escritos.
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Mais um pouco das relações entre vida e poesia, dessas coisas que nos movem para dispor em estrofes as emoções e/ou impressões do cotidiano.
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Uma leitura despretensiosa sobre as grandes cidades que configuram - ou desconfiguram? - a vida no Brasil e no mundo.
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Este poema foi feito há uns dez anos, numa época em que escrevia de forma quase compulsiva sobre os mais variados temas. Neste trabalho divago sobre o certo e o errado na noção construção da vida e do viver.
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Trago mais uma parceria com a poeta Ivy Gomide, dona de uma grande inspiração.
Fizemos esta parceria para um concurso e agora a compartilho com vocês.
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Inspirado em Raiblue numa ode à vida líquida que inquieta Zigmunt Bauman e espreita a todos nós.
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Com a publicação deste poema venho comemorar um ano de Overmundo com vocês. Vivi muitas coisas boas por aqui, e espero que outras mais aconteçam.
Obrigado pelo apoio de vocês.
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Mais um pouco das minhas impressões sobre os momentos noturnos, dessa vez deixando de lado a Lua para falar de outras protagonistas:
As Estrelas!
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Um pouco de divagação sobre a vida e o viver...
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Esta é minha segunda parceria com a poeta Sirlei Passolongo, onde mais uma vez falamos sobre o amor, este sentimento sempre inesgotável para a inspiração dos poetas.
Amor também é como um momento de dança, com as almas bailam juntas pelos bailes e caminhos do sentir.
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Este poema surgiu de um convite da talentósíssima overmana Nina Araújo. Eu, que não sou bobo, aceitei o mais rápido possível.
Nossa intenção foi falar das emoções que potencializam o fazer poético, da relação do poeta com o seu ofício.
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Um momento para falar de amor, já que é isso que nos impulsiona.
Um instante para deixar fluir pelos poros os suspiros que nos guiam por terras sempre desconhecidas.
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Gosto quando o vento bate no rosto num dia de verão-outono-inverno-primavera, desperta a inspiração e remexe os versos na mente...
O vento que embala a vida andança afora...
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Este poema surgiu de um desafio feito pelo overmano Thiers há um ano, quando recebi um trote de boas-vindas numa comunidade poética do Orkut.
Ele me propôs um trabalho inspirado em Charles Baudelaire, poeta francês do século XIX. Na época não conhecia nada sobre ele, mas acredito que transcrevi de forma apropriada a atmosfera criada por este poeta "maldito".
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Um pouco - talvez apenas uma gota d'água - das minhas impressões sobre o nosso estar no mundo e do impacto da poesia nesse processo.
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Todo dia um dia todo...
Tantas coisas no cotidiano em que se caminha a vida...
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Sempre há um sopro de vida, por mais que a rotina pareça sufocar os sentidos...
Como se diz por aí, se não terminou é porque não chegou ao fim.
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Resolvi trazer desta vez um poema mais curto, numa proposta mais leve.
Ou será pretensão falar da vida - ou do viver, do ato de desejar - sem um a construção refinada?
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Quantas faces têm as horas da nossa vida?
Quis neste trabalho conjugar a arte de escrever com a de viver. Se bem que são duas coisas que não estão separadas, por mais que às vezes a poesia parece caminho e destino completo a preecnher lacunas, suspiros.
A vida é experiência infinita.
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Sou apenas mais um lunático - talvez imensamente romântico, quem sabe? - à solta pelo mundo e pelo Overmundo...
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Pensando num poema para postar aqui no Overmundo, resolvi resgatar o primeiro poema em que trato da lua, um dos meus temas preferidos. E que sempre é um campo de inspiração que não se esgota...
E vocês, vêem algum segredo na lua?
Ou preferem que o olhar simplesmente boie nas noites prateadas?
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Um pouco de divagação sobre poesia nunca é demais né?
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Não há muito o que dizer desses versos. Acho que todo mundo tem um dia em que nada parece no lugar.
Vale por um desabafo...
Por quem - como eu - já se sentiu no sentido contrário da vida.
Hoje não tenho motivo para escrever um poema que caminhe por este lado, mas resolvi colocá-lo aqui para mostrar que não costumo me prender num estilo. Escrevi, escrevo e espero escrever muito...
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Esste é um poema inspirado nos nossos rápidos dias e em os outros poemas que de uma forma ou outra tangenciam a mesma temática, os quais tive o privilégio de ler nesses dois meses da minha pariticipação no Overmundo.
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Como seria o resumo de suas vidas?
Em um dia qualquer escrevei essas palavras aí acima, que se tornaram tão importantes por terem me proporcionado a emoção de ser finalista de um concurso de poesias em 2007, além de ser um dos poemas que mais gostei de compor pela estrutura e sintetização do tema.
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Trago mais uma parceria poética, desta vez com a poetisa Sirlei Passolongo.
Foi uma das minhas primeiras experiências de composição dupla, feita para um concurso no orkut.
Quero que vocês também navegem no amor...
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Desta vez optei por um tema mais leve e breve (ou não).
Falar sobre a vida nunca é fácil, mas eu sou teimoso mesmo hehehe.
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Resolvi mostrar desta vez aqui no Overmundo um lado mais crítico dos meus versos. Alguma coisa da crueza do cotidiano, do absurdo em que às vezes se deita o Brasil.
Para mim poesia também é isso: colocar um olhar mais duro sobre a realidade.
Nossa melhor arma é a palavra.
Por que não usá-la para mostrar o que sentimos e pensamos, não é mesmo?
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Este poema é fruto de um desafio feito para a minha posse na Academia Virtual de Letras da Navegantes das Estrelas (comunidade do orkut). Escrevi meio que correndo (este tema do tempo foi apenas um de alguns outros), mas gostei do resultado (tanto que não mexi depois de feito).
E para vocês, o tempo tem mistério?
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Para não dizer que não falei de amor...
Eis aqui alguns versos meus sobre este nobre sentimento, quiçá o maior de todos eles...
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Essa é a minha primeira parceria com a querida poeta Ivy Gomide, uma talentosa overmundana que resolveu não postar nenhum poema para me acompanhar na postagem desta tarde. Não estranhem se ela responder os comentários, pois esse poema tem pais muito corujas, cheios de orgulho do "filho" (hehehe).
Fizemos este poema para participar de um concurso de parceria numa comunidade poética...
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Este poema é especial para mim pois com ele apresentei pela primeira vez em público os meus versos.
Já tenho um tempo que escrevi esses versos, mas eles ainda refletem um "eu" que ainda busco nas minhas palavras.
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Com este poema fui classificado em 2007 para a antologia da Canteiros Editora.
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