walnizia santos Brasília, DF

colaborações publicadas

ÂNCORAS banco
23/11/2008 10:50 · 218

Poema feito em 2001, em homenagem ao Antonio
quando ele passeava nas minhas recordações. +

SONHOS RECICLADOS banco
15/11/2008 22:33 · 164

+

ESCARLATE banco
25/10/2008 18:09 · 128

Lembrança de um momento lindo e louco,
que o tempo não apagou +

MARCAS DO PASSADO banco
22/10/2008 16:59 · 126

Reminiscências da minha infância em Brasilia, nos idos de 1958/63 +

TERRA À VISTA banco
19/10/2008 01:04 · 165

+

PURO CARMIM banco
12/9/2008 21:59 · 212

Somos todos seres humanos
sequelados,
em que pese a existência
das flores. +

TRISTEZA PASSAGEIRA banco
9/9/2008 18:56 · 149

Tenho um compromisso maior
com a esperança e com a superação,
apesar da dor e da tristeza. +

REBELIÃO banco
5/9/2008 11:55 · 141

A liberdade é o meu bem
mais precioso. +

INFÂNCIA II banco
1/9/2008 07:12 · 137

Relatos sobre a minha infância, parte da minha autobiografia a ser editada em 2008 +

INFÂNCIA I banco
28/8/2008 17:29 · 157

Trecho dos relatos sobre a minha infância, nos idos de 1957, que é parte da minha autobiografia a ser editada em 2008. +

SEM MEDO DE AMAR banco
25/8/2008 20:40 · 139

+

REFLEXÃO banco
22/8/2008 20:16 · 92

+

INDIFERENÇA banco
18/8/2008 12:13 · 117

+

SOBREVIDA banco
14/8/2008 19:37 · 118

O ser humano tem um poder incrível de superação. +

FATO CONSUMADO banco
10/8/2008 19:20 · 126

Quando amamos, não importa a estação.
Tudo floresce. Faz sempre sol em nosso coração. +

PREMÊNCIA banco
6/8/2008 11:25 · 85

A felicidade há de ser vivida, prioritariamente.
O futuro de ontem é o hoje.
Driblar as tristezas e a morte e ser feliz sempre...
+

DAR UM TEMPO banco
2/8/2008 22:58 · 92

Podemos perder o amor de outra pessoa,
mas não podemos perder o amor por nós mesmos e pela vida. +

RETALHOS E SONHOS banco
1/8/2008 00:05 · 86

Adoro retalhos. De tecidos, de amor, de sonhos,
de vida, de felicidade.
Embora sejam fragmentos, são valiosos e grandes,
se os costurarmos. +

CORAÇÃO À DERIVA banco
29/7/2008 08:33 · 94

O tempo teceu dores em minh'alma
e apagou as estrelas
que dançavam nos meus olhos. +

ORIGENS banco
21/7/2008 22:11 · 82

Há dores que, apesar de insuportáveis, são benditas, porque nos ensinam e fortalecem.
+

SENSATEZ banco
19/7/2008 00:35 · 97

+

ESCONDERIJO banco
7/7/2008 23:48 · 109

Nem sempre podemos manifestar, abertamente, a dor que sentimos.
Mesmo que ela doa muito, que fique latejando, lá dentro do coração. +

PASSAPORTE banco
5/7/2008 11:56 · 91

+

ESPELHO FALSO banco
3/7/2008 02:31 · 93

Somos as mesmas crianças de sempre. A sociedade, cruel, é quem cria modelos de juventude e de estética para nos rotular e marginalizar. Precisamos estar atentos para não cairmos nas suas armadilhas. A alegria, os sonhos e o prazer são para serem vivenciados até a morte. +

OS EXTREMOS banco
29/6/2008 19:53 · 133

Este poema é autobiográfico. Abaixo o medo da vida, as posições ambíguas ou os sonhos vividos pela metade. +

OS RATOS banco
27/6/2008 23:34 · 93

Essa é uma das lembranças da minha infância, nos idos de 1959 na Cidade Livre, o local onde moravam os pioneiros, os trabalhadores que vinham ajudar na construção de Brasília, a nova capital do Brasil. Esse trecho faz parte da minha autobiografia, a ser editada ainda este ano. +

VAGA-LUME banco
20/6/2008 22:50 · 86

Ai, que afliçao!
Bem que eu queria
desviar do farol
e fugir dessa luz... +

ENTRANHAS banco
13/6/2008 11:33 · 54

Este poema integra meu único livro publicado "RETALHOS POÉTICOS", editado em 2006, em produção independente.
Os poemas do livro estão disponíveis no meu blog: http://www.walnizia.blogspot.com +

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