colaborações publicadas
Poema feito em 2001, em homenagem ao Antonio
quando ele passeava nas minhas recordações.
+
Lembrança de um momento lindo e louco,
que o tempo não apagou
+
Reminiscências da minha infância em Brasilia, nos idos de 1958/63
+
Somos todos seres humanos
sequelados,
em que pese a existência
das flores.
+
Tenho um compromisso maior
com a esperança e com a superação,
apesar da dor e da tristeza.
+
A liberdade é o meu bem
mais precioso.
+
Relatos sobre a minha infância, parte da minha autobiografia a ser editada em 2008
+
Trecho dos relatos sobre a minha infância, nos idos de 1957, que é parte da minha autobiografia a ser editada em 2008.
+
O ser humano tem um poder incrível de superação.
+
Quando amamos, não importa a estação.
Tudo floresce. Faz sempre sol em nosso coração.
+
A felicidade há de ser vivida, prioritariamente.
O futuro de ontem é o hoje.
Driblar as tristezas e a morte e ser feliz sempre...
+
Podemos perder o amor de outra pessoa,
mas não podemos perder o amor por nós mesmos e pela vida.
+
Adoro retalhos. De tecidos, de amor, de sonhos,
de vida, de felicidade.
Embora sejam fragmentos, são valiosos e grandes,
se os costurarmos.
+
O tempo teceu dores em minh'alma
e apagou as estrelas
que dançavam nos meus olhos.
+
Há dores que, apesar de insuportáveis, são benditas, porque nos ensinam e fortalecem.
+
Nem sempre podemos manifestar, abertamente, a dor que sentimos.
Mesmo que ela doa muito, que fique latejando, lá dentro do coração.
+
Somos as mesmas crianças de sempre. A sociedade, cruel, é quem cria modelos de juventude e de estética para nos rotular e marginalizar. Precisamos estar atentos para não cairmos nas suas armadilhas. A alegria, os sonhos e o prazer são para serem vivenciados até a morte.
+
Este poema é autobiográfico. Abaixo o medo da vida, as posições ambíguas ou os sonhos vividos pela metade.
+
Essa é uma das lembranças da minha infância, nos idos de 1959 na Cidade Livre, o local onde moravam os pioneiros, os trabalhadores que vinham ajudar na construção de Brasília, a nova capital do Brasil. Esse trecho faz parte da minha autobiografia, a ser editada ainda este ano.
+
Ai, que afliçao!
Bem que eu queria
desviar do farol
e fugir dessa luz...
+
Este poema integra meu único livro publicado "RETALHOS POÉTICOS", editado em 2006, em produção independente.
Os poemas do livro estão disponíveis no meu blog: http://www.walnizia.blogspot.com
+