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171 SINISTRO

INTERNET  -  DIVULGAÇÃO
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raphaelreys · Montes Claros, MG
4/2/2009 · 268 · 77
 

Amostra do texto



Conta-nos o indefectível Waldir Lamparina que nos bons 2004 aqui nos Montes Claros, terra de Figueira, a sua sogra veio a bater a caçoleta lá pelas bandas do bairro Sagrada Família. Desde a notícia do passamento a filha mais velha da morta abriu a caixa de ferramentas emocional tupiniquim e deu o maior pití. A bem da verdade armou o maior barraco, um escândalo que deu pano para as mangas.
Quando o corpo da "de cujus" chegou para o banho, ela afastou todo mundo e fez o serviço sozinha. No maior berreiro. Dava banho na mãe morta e gritava ao mesmo tempo: O Jesus!...Porque levou a minha mãe! Eu não consigo viver sem ela.... Leva-me também! Com o corpo na sala para o famigerado velório a cada conhecido ou parente que chegava ela armava novo berreiro. Era um pití atrás do outro!
Pulava na poltrona da sala e simulava um desmaio ou mesmo uma pequena convulsão! Momento em que levantava um braço ao mesmo tempo de uma perna em sentido oposto, penducando, assim, o equilíbrio.
Quando chegou o rabecão para transladar o corpo até o santo sepulcro do Cemitério do Bonfim, ela ficou na porta da frente com os braços e pernas abertas impedindo a passagem dos funcionários da funerária.
Levou vinte longos minutos quando enumerou a grande voz as supostas qualidades da morta. Falava das suas virtudes da sua religiosidade. A alma da finada essas alturas já devia estar atormentada nos Hades, com tanta gritaria. Terminada a "latomia" expiatória e já com o corpo dentro do carro fúnebre, ela tomou a chave da ignição do motorista do rabecão.
Impediu a viatura de sair levando o corpo e, novamente, deitou falação para a estupefata platéia de parentes, amigos e curiosos que a tudo assistia. Rasgou a blusa e pediu a Providência Divina que tirasse o seu coração e o enterrasse junto com a mãe! Fez pela terceira vez um relatório das qualidades e virtudes da mesma!
No caminho do cemitério de carona tentou duas vezes se jogar para fora do veiculo, sendo contida pelos demais ocupantes, que evitavam, assim, duas mortes na família no mesmo dia aumentando assustadoramente as despesas com enterros e velórios, o que não é nada barato!
Quando o cortejo que conduzia o paletó de madeira cruzou os portais do campo santo, o pau cantou na casa de Noca! Ela partiu para cima do caixão e o jogou no solo! Fez, então, o quarto discurso falando outra vez, de uma extensa lista de qualidades e virtudes da falecida. A custo foi contida e o caixão ia sendo baixado a sete palmos do buraco final, quando ela deu novo pití!
Na verdade, e o seu quase canto do cisne, pois prometeu se jogar na cova e ser enterrada junto com a mãe! Os parentes e aderentes já ao largo da cova aguardavam o fatídico desfecho, quando ela ficou possessa. Exigiu dos poderes celestiais devolverem a vida da mãe em troca da sua! Logo ela que iria ficar para cuidar das herdades (e do bem bom) que a mãe deixou!
Entregava para Deus até o cartão de aposentadoria da mãe e que Ele cuidasse de tudo! Deu então o último dos pitís de com força total e não se sabe de onde veio um redemoinho que se formou na boca da cova e ela foi jogada dentro da poeira no fundo da sepultura, sem que ninguém visse.
Ai a poeira do redemoinho encobriu tudo e ela sem fala dada à pancada recebida com a queda e os coveiros aproveitaram mandaram bala nas primeiras "pasadas" de terra e toá. Com o barulho do cutruc... cutruc... cutruc... Dos toás na tampa do caixão, ela foi possuída de uma energia de caça fantasma, subiu no caixão e agarrou os pés de um coveiro parrudo.
Esse, supondo o óbvio, puxou o peso para fora na arrancada que deu e gramou o beco, correndo pela Avenida Leonel Beirão! Aí ela soltou o berreiro: olha eu aqui gente! Não quero morrer não! Olhe eu aqui, para cuidar das coisas de mamãe!
E estamos conversados!
Essa é a chamada "chaveta do de cujus"! A chaveta sinistra.
Olho vivo!

Sobre a obra

Toda situação na qual a emoção humana esteja exposta à dor e ao desespero, o ser afetado torna-se susceptível de ser enganado por terceiros. Explorado pelos de sua família e pelos que o cercam. O escândalo é a maior arma para romper resistências e assustar e engambelar otários.

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raphaelreys
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raphaelreys
 

Para que você melhor visualize a potencialidade de um velório para um malandro (a) do pedaço vou te contar a história da Sandrinha Carpideira!

Nos Montes Claros dos anos 60, no bairro Morrinhos onde moro tínhamos a Sandrinha Carpideira, mestra do agá e dos 171. Era assessorada por duas secretárias, formando, assim, uma trinca de velhacas.
Ela, com a sua equipe, tão logo tinham conhecimento de algum velório, caiam dentro do maior luto. Mudavam-se literalmente para a casa onde transcorriam as exéquias do falecido e lá, comoviam e assombravam os presentes exercendo o oficio de carpir o ”de cujus”. Choravam, gritavam, enfim davam o maior show! Um pití!
Enquanto a Sandrinha carpia, as duas secretárias corriam os olhos pela casa para sacar onde havia coisas pequenas e jóias. Eram peritas em avaliação e localização. Levavam duas grandes sacolas cheias de flores, que voltavam barrufadas de valores!
Relógios, jóias, rádios portáteis, equipamentos de uso médico, cartões de crédito, talões de cheques, armas de fogo, de tudo um pouco.
Enquanto os acompanhantes do cortejo se emocionavam e choravam junto com a Sandrinha Carpideira, que dava o maior pití à beira da cova, as duas que ficavam olhando e tomando conta da casa, faziam à festa e passavam o rodo no bem bom.
Durante o enterro de Técio, morador do bairro, morto por ter comido muito tira-gosto de sarapatel e bucho quente, Sandrinha aprontou na beira da cova, pedindo para ser enterrada junto com o falecido. Puro teatro!
Gritava: eu quero ir com ele! Enterra-me junto dele! Deixem-me ir! Deixem-me que eu vou!
Estando o caixão em repouso no fundo da cova, no exato momento de se lançar as primeiras pazadas de terra por cima, a vigarista agitada, escorregou nos torrões de terra seca à beira do túmulo e caiu lá dentro, para o espanto de toda a platéia.
Aí, a cantiga mudou! Quando recebeu as primeiras pazadas de terra na cara, balançou os braços em exagerada gesticulação e gritou: tira-me daqui! Eu não quero ir mais não!
Foi o seu canto do cisne! Pegou mal e a galera manjou a jogada. Foi este o fim da trinca de carpideiras...

raphaelreys · Montes Claros, MG 2/2/2009 05:40
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Jair Jnusi
 

Legaaaaaaaaaaaaaaaallll, aplauso!!!!

Jair Jnusi · Rio de Janeiro, RJ 2/2/2009 07:56
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joe_brazuca
 

Tragédia grega perde feio pra desvairada...Eurípedes que se cuide, sô !...
Só seus contos extraordinários nos fazem rir e relaxar numa 2ª braba...rsrsrs
Ótimo !...eita muiézinha porreta, hein....rs
abraço

joe_brazuca · São Paulo, SP 2/2/2009 08:00
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Ivette G.M.
 

Segunda feira, 1o. de fevereiro, 8:07hs da manhã, abrir o computador e ler um texto teu, sem dúvida, dá outra cara à segunda feira, sempre execrada. Já dei bastante risada e agora estou muito bem humorada para passar o dia.
Abração, Ivette G M

Ivette G.M. · Cotia, SP 2/2/2009 08:05
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raphaelreys
 

Jair Jnusi! Beleza de alegria meu caro overmano! Um abraco!

Joe Brasuca! Vi que 171 porreta! So escapa quem tiver olho vivo! Aqui e assim! Um abraco!

raphaelreys · Montes Claros, MG 2/2/2009 08:06
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victorvapf
 

Grande Rapha dos Montes que ainda sao Claros. Pena que eu passava algumas ferias ai. Nao dava tempo de me inteirar do dia a dia, pois ficava somente por conta do atoa. Ferias eram sagradas meu caro, era pegar cedo no batente: Nada de manha e nada a tarde. Podia ter concorrido a prova dos cem metros livres, mas nem isso... Belo conto! Ainda bem, pois ponho em dia as coisas que ficaram despercebidas na epoca!
Abracos

victorvapf · Belo Horizonte, MG 2/2/2009 08:27
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lady sophie
 

Ah meu querido! Adorei esse seu senso de humor.
Maravilhoso texto, me desta um "UP" nos sorrisos para hoje.
beijos, muitos beijos

lady sophie · Porto Alegre, RS 2/2/2009 08:30
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Ailuj
 

Rhafa
Como sempre adorei seu hilário conto
Quando eu morava no interior vi muita coisa parecida
Pessoal ''de roça'' tem esses pitis quando morre alguem da família
Na cidade onde fuii criada,tinha uma faímilia muito grande e como era grande vivia morrendo parentes,quando morria alguem era espetáculo durante todo tempo que o corpo estava no velório,[sentinela,como dizem lá]Uns tinham convulsões,outros gritavam,outros desmaiavam,não se sabia até onde ou pra quem a dor era real,ou apenas teatro
Beijos e mais uma vez parabenizo você

Ailuj · Niterói, RJ 2/2/2009 08:31
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TÂNIA MARA CAMARGO
 

Excelente, estou aos risos, uma leitura gostosa e leve.
Beijos!

TÂNIA MARA CAMARGO · Jundiaí, SP 2/2/2009 09:03
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Orisvaldo Tanniy
 

Raphael.

Adorei, e esse desfecho então até agora estou rindo.Belíssimo!Depois eu volto.Abração!!!

Orisvaldo Tanniy · Teresina, PI 2/2/2009 09:10
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raphaelreys
 

Victot! Naqueles eras passar férias aqui era genial. Agora é só cachaçada e futebol. A violência dominou com borra a noite e os prazeres meu caro!

Layde Shofie! aço qualquer coisa para você sorrir. Alias, o que voce me pedir rindo eu faço até chorando! Um beijo!

Julia! No Camocim também era assim na base do piti 171! Malandro tem em todo o pedaço! Beleza a sua alegria!

TÃNIA! Nada melhor do que o hilário para desopilar o estresse! Um beijo!

Orisvaldo! Belza que provoquei o seu riso! Abraços!

raphaelreys · Montes Claros, MG 2/2/2009 10:01
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Ivan Cezar
 

O "estelionatário" é sempre um artista ...
As histórias são quase semrpre hilárias
E a sua tem traços cômicos
abraço

Ivan Cezar · São Sepé, RS 2/2/2009 10:07
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Raiblue
 

Grande,Raphinha!!!

Muito bom seu texto,meu lindo!!!Mais um momento relaxante e divertido!!!!Coisas de um anjo red...rsrsrs...o drama faz parte da trama...hehhe...e quantos tem por aí dando esse 171 sinistro...rsrs...

Maravilha,querido!!!Estava c saudades...
beijinhos bluecarinhosos
Blue

Raiblue · Salvador, BA 2/2/2009 10:28
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O NOVO POETA.(W.Marques).
 

texto ótimo, gostei muito.
depois eu volto.

O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 2/2/2009 10:42
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Falcão S.R
 

Raphael,

Esse enterro foi realmente hilário, até lembrou-me do sepultamento de um cabo eleitoral de uma pequena cidade do interior.

O político para não perder a oportunidade de aparecer, enaltecia num longo discurso a beira da sepultura, as "qualidades do extinto". O caixão estava aberto e no auge da empolgação, sua dentadura caiu sobre o defunto, no que ele sem perder a pose exclamou:
" LEVA CONTIGO MEU ULTIMO SORRISO!!!'.

Abraços

Falcão S.R · Rio de Janeiro, RJ 2/2/2009 12:45
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valdezz
 

MUITO BOM!!!
ganhei o dia ao ler o teu conto

valdezz · Arraial do Cabo, RJ 2/2/2009 12:50
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raphaelreys
 

Ivan Cezar! Bem dito que todo 171 é hilário! Vira romantico! Obrigado pela passagem!

Raiblue! Bem que te alegras com o meu conto! Um beijão!

W.Marques! Obreigado pela passagem! Um abraço!

Falcão! O interiro tem a sua mística! Axé!

Valdezz! Consequi levar a alegria!

raphaelreys · Montes Claros, MG 2/2/2009 12:57
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meus traços e linhas
 

Raphael, comentei teu texto no lugar errado!
Me matando de dar risadas aqui!
Eu como profissional da saúde, já conhecia a cena, é muito corriqueira e vergonhosa, considero isso uma falta de respeito a um corpo inanimado. Me vi novamente cuiando de um pós-morte, os filhos arracandos as jóias e aos tapas num leito de hospita ante o morto.
Este enterro foi hilário alem da conta!
Confesso que hoje eu precisava dar boas risadas...
Daria nota mil pro teu conto!

bjssssssss

meus traços e linhas · Cabedelo, PB 2/2/2009 13:04
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samuca santos
 

rapha,
que é que é isso?
votado.

samuca santos · Olinda, PE 2/2/2009 15:34
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Rose Rocha
 

Seus contos são fascinantes!

Rose Rocha · Jundiaí, SP 2/2/2009 15:54
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Angela Lara
 

Exatamente....e pessoas suscetíveis, são alvo fácil. Parabéns pelo belo texto.

Angela Lara · Porto Alegre, RS 2/2/2009 17:36
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raphaelreys
 

Diná! Em hospital dá para ver de tudo ampliado! O morto na maioria das vezes é tratado no tapa. Já vi coisas do arcop da velha! Beleza das suas risadas, ajuda a desopilar! Um abraço!

Samuca Santos! Isso é o 171 de velório meu caro. Mais comum do que imaginanos! Morto o dono das coisas e os herdeiros se matam ma divisão! Não sobra nem sapato na atual crise!

Rose Rocha! Obrigado pelo incentivo cara menina! Um beijo!

Angela Lara! Somos todosalvos desses171. Um abraço!

raphaelreys · Montes Claros, MG 2/2/2009 18:35
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alcanu
 

Raphael, parabens, esse texto é de Morte !
Um beijo !

alcanu · São Paulo, SP 2/2/2009 19:25
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Cintia Thome
 

As carpideiras lalaus...
Gente esse é o texto mais hilário de Raphael
Cada um melhor que o outro, rs

Quem está lendo Raphael Reys pela primeira vez, leia todas
as colaborações...é um deleite, é excepcional contador
de estórias pra lá de mineiras! Parabens 10 vezes!

ab

Cintia Thome · São Paulo, SP 2/2/2009 21:15
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Juscelino Mendes
 

Os engambeladores sempre encontram as vítimas prontas...

Juscelino Mendes · Campinas, SP 2/2/2009 22:13
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Regina Lyra
 

Raphael,
Você está expert em histórias trágicas e cômicas.
Parabens!
Beijos,
Regina

Regina Lyra · João Pessoa, PB 3/2/2009 00:22
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  Gorete
 

Raphael;
Pra variar, rrsrs...quase morri de rir; vc é único meu amigo!
Mas vou lhe contar um causo tbm:
Em periodos de ferias, as estradas ficam sempre abarrotadas de veiculos, o que muitas vzs provoca grandes e demorados congestionamentos. Num fatidico dia destes de ferias, ia um medico do interior com sua familia para a praia, e em determinado momento começou a formar-se uma lenta e extensa fila.
O calor era insuportavel e como era de se esperar, as crianças aprontavam bastante dentro do veiculo, o que aumentava ainda mais o calor; irritadissimo o dito cujo sai para fora do veiculo para inteirar-se do motivo que provocava a longa fila, e como consequencia, o desconforto da sua familia.
Ao questionar alguem a respeito, foi-lhe dito que acontecera um acidente gravissimo; imediatamente nosso amigo pensou uma forma de se sair bem da situação, usando sua profissão como desculpa.
Certo é que havia se formado uma grande multidão de curiosos, o que lhe impedia de chegar ao local do acidente e assim colocar em pratica seu plano!
Sendo assim ele aos brados dizia:- deixem-me passar; sou o medico que vim atender ás vitimas do acidente a pedido da familia.
Imediatamente as pessoas iam se afastando, o que lhe facilitava
acesso ao local e às vitimas.
Qdo ali ele chega, estirado no asfalto estava a vitima:
Um burro!

Gorete · Ipatinga, MG 3/2/2009 01:51
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  Gorete
 

Agradeço a oportunidade de exercitar umas boas e sonoras gargalhadas; o que faz muitas vzs meu esposo adentrar pelo quarto,
indagando-me pq estou rindo sozinha! rsrrs
Se me mandarem pra um hospicio, espero que vc se redima, indo me visitar e levando umas palavras cruzadas!!!
bjosssssssssssss

Gorete · Ipatinga, MG 3/2/2009 01:54
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raphaelreys
 

Alcanu! Texto de pura morte meu caro. Hoje, a malandragem nao perdoa nem morto!

Cintia Thome! E bondade do seu coracao mnha cara poeta! Agradeco o incentivo a um aprendiz de cronista! Axe e mironga!

Jucelino Mendes! As vitimas sempr a esperar o 171. A historia se repete!

Regina Lyra! Sou platonico! Tragedias e comedias!

Gorete! Essa do burro e genial! Valeu a sua passagem no postado! E a sindrome do efeito retardado do hilario! TOME CUIDADO!


raphaelreys · Montes Claros, MG 3/2/2009 07:49
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Claudia Almeida
 

Rapha,

Querido templário, suas crônicas são impecáveis,bjs.

Claudia Almeida · Niterói, RJ 3/2/2009 09:46
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Rosane Mergener
 

Raphael, seu texto é hilário...kkk...
Adorei tua forma de descrever...se já não tivesse visto algo bem parecido com meus próprios olhos, diria que você tem uma fértil imaginação! Mas infelizmente esse tipo de coisa acontece de verdade...adorei viu!
Obrigado pelo convite!

Rosane Mergener · Mauá, SP 3/2/2009 11:22
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cibele salma
 

Maravilha de conto, Raphael!
Típico de cidades do interior,
ainda mais, de Minas e Goiás.
Grande beijo, voltarei.

cibele salma · Brasília, DF 3/2/2009 13:04
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raphaelreys
 

Claudinha! Te adoro minha flor de Jupiter!

Rosane Mergener! Bem que vistes uma presepada dessa! 171 tem em todo lugar e em muitos velórios!

Cibele Salma! São histórias bem do interior! Obrigado pela visita!

raphaelreys · Montes Claros, MG 3/2/2009 13:26
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Doroni Hilgenberg
 

Raphael,
que conto !
ri bastante
Na hora H, se a loucura momentanea não surte o efeito desejado, o melhor é tirar o corpo fora e partir para outra
BJS

Doroni Hilgenberg · Manaus, AM 3/2/2009 18:47
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Sônia Brandão
 

Do jeito que a coisa anda, nem morto escapa.
Você sempre me faz rir com esses seus causos malucos.
bjs

Sônia Brandão · Bauru, SP 3/2/2009 22:29
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Lola...
 

Raphael, seus contos são mesmo muito bem humorados, bom te ler e rir das situações que narra. Descreve tão bem as mazelas humanas, sempre com uma fina ironia...
Beijo

Lola... · Curitiba, PR 4/2/2009 01:36
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Falcão S.R
 

Raphael,

Retornando!

Abraços

Falcão S.R · Rio de Janeiro, RJ 4/2/2009 05:56
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raphaelreys
 

Doroni! A loucura sempre usada como chave para abrir portas! O escandalo e tran chan!

Sonia Brandáo! A vida de hoje e pura maluquice! Obrgado pela passagem no velorio!

Lola! A ironia esta oculta em minha roupagem psicologica assim como a contundencia! Um abraco!

Falcao! PObrigado pela volta e pelo voto! U abraco!

raphaelreys · Montes Claros, MG 4/2/2009 07:45
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  Gorete
 

Raphael meu amigo!
Estou atarefadissima ajeitando as malas apara fazer uma longa viagem, da qual retornarei so dia 11/04, se Deus quiser, mas msm assim, corri aqui para dexar meus votos e bjosssssss!!
Espero poder fazer fazer ctt, com frequencia!
...mais bjossssssss

Gorete · Ipatinga, MG 4/2/2009 08:09
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Orisvaldo Tanniy
 

Raphael.

Esse texto é maravilhoso, quando estou sozinho e lembro do que lí, dou risadas.Votado!

Orisvaldo Tanniy · Teresina, PI 4/2/2009 08:23
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claudia gomes
 

Muito divertido! Maravilhoso!

claudia gomes · Salvador, BA 4/2/2009 08:31
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joe_brazuca
 

joe_brazuca · São Paulo, SP 4/2/2009 10:12
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Rosane Mergener
 

Bjs

Rosane Mergener · Mauá, SP 4/2/2009 10:52
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Circus do Suannes
 

Toda cidade deveria ter um cronista que a imortalizasse.

Circus do Suannes · São Paulo, SP 4/2/2009 11:01
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cibele salma
 

Voltando para votar.
Beijos.

cibele salma · Brasília, DF 4/2/2009 11:25
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Marlene Bastos
 

hilário e fantástico!
Adorei!
Bjokas

Marlene Bastos · Goiânia, GO 4/2/2009 11:36
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Regina Lyra
 

Beijos

Regina Lyra · João Pessoa, PB 4/2/2009 12:57
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raphaelreys
 

Gorete! Boa viagem e breve regresso! Um beijo e obrigado por tudo!

Orisvaldo! É o efeito retardado do riso! Bom para desoplilar o fígado! Um abraço!

Claudia Gomes! Axé e a benção dos Orixas para você!

Joe Brasuca! Obrigado pelo apoio meu caro!

Rosane Mergerner! Um longo e tenebroso beijo!

Circus de Sauannes! A bem da verdade os cronistas tem essa oprtunidade de esmiuçar a história da sua urbe!Um aforte abraço e obrigado pelo apoio!

Cibele Salma! Um longo abraço!

Marlene Bastos! Um beijo e obrigado minha cara!

raphaelreys · Montes Claros, MG 4/2/2009 12:59
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Ivette G.M.
 

Voltei para votar.
Ivette G M

Ivette G.M. · Cotia, SP 4/2/2009 14:37
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camuccelli
 

Achei que só eu conhecia o termo (latomia),mas escrevi no poema do jeito que se fala pra ficar mais fácil de ler.E o texto aqu escrito,dá um lindo enrredo para uma peça.Quem sabem um dia....É comédia pura!

camuccelli · Rio de Janeiro, RJ 4/2/2009 14:43
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Cláudia Campello
 

Rafhaaaaaaaaa Rei Srsrsrs.... q doideira !!!
texto mtoooooo bom... valeu! Obrigada pelo meu sorriso ta ?

bjssssssssss ( vivinha da silva, hehehehe)

Cláudia Campello · Várzea Grande, MT 4/2/2009 14:48
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MaluFreitas
 

Não ri não! GARGALHEI.....KKKKKKKKK! MUITO BOM ESTE TEXTO ME LEMBRA PASSAGENS QUE MINHA CONTAVA DE "CAUSOS" DO INTEIRIOR.
BJOS!!!

MaluFreitas · Salvador, BA 4/2/2009 15:18
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raphaelreys
 

Ivete G.M.! Obrigado pelo voto e tome um beijo!

Camuccelli! ´E o núcleo de uma peça hilária sem dúvida! Obrigado pelo apoio!

Cláudia Campello!Obrigado pelo sorriso e pelos beijos!

Malufreitas! É puro humor de interior minha cara! Cidade pequena dá de tudo. Tem coisas de que até Deus duvida!

raphaelreys · Montes Claros, MG 4/2/2009 17:37
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rosa melo
 

hua hua hua
Se meu pai e mãe, que nada entendem de internet, chegam na hora que tô lendo esse conto, me internam como louca. Gargalhei sozinha na frente do computador. Vou chamar um monte de gente pra ler.
Sempre bom demais, você!

rosa melo · Pio IX, PI 4/2/2009 21:40
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su angelote
 

Votado. Um excelente texto.

su angelote · Jaboatão dos Guararapes, PE 4/2/2009 21:41
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Lola...
 

Lola... · Curitiba, PR 4/2/2009 22:01
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victorvapf
 

victorvapf · Belo Horizonte, MG 4/2/2009 22:54
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Samuel Luciano Assunção
 

deu me livre rafha...
mas ela bem que mereceu...

abraços

Samuel Luciano Assunção · Angra dos Reis, RJ 4/2/2009 22:55
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Claudia Almeida
 

Templário,bjs.

Claudia Almeida · Niterói, RJ 5/2/2009 04:17
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raphaelreys
 

Rosa Melo! É hilário mas, verdadeiro! Golpistas atacamemtodas as frentes possíves! Bem que esopilastes o fígado. O efeito maior é o riso retardado!Depois você sentirá vontade de gargalhas em via pública, aí é perigoso! Um beijão!

Su Angelote!Agradeço pelo beijo de coração!Vários amplexos e ósculos para você!

Lola! Axé pelo seu retorno e voto! Beijão!!!

Victor! Obrigado pelo apoio!

Samuel! O castigosempre pega o malandro! Beleza asua passagem e voto! Abraços!

Claudinha! Um cheirão em você!


raphaelreys · Montes Claros, MG 5/2/2009 05:45
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azuirfilho
 

raphaelreys · Montes Claros (MG)
171 SINISTRO

No ser transportado para a época, e no viver junto o momento histórico com as emocóes dos personagens, no acompanha este show berreiro desta filha, sem entender bem o porque do tamanho excesso, causa na gente um desgaste emocional muito grande.
Está descrito realmente uma situacáo terrível de acompanhar.
Um estilo de demonstracáo de sentimento que abala os nervos dos demais acompanhantes. Coisa incrível mas acontece.
O Autor náo poupa capricho e vai fundo no descrever o teatro montado pela dona do defunto.
Puxa vida já vimos estas coisas na condicáo de uma em cada lugar e em cada acontecimento. Neste Trabalho esta personagem juntou todas as acóes e tornou o fato impressionante.
Uma leitura impressionante e inesquecível.
parabéns pelo talento de combinar tantos fatos que tem a ver com tudo.
Abracáo Amigo.

azuirfilho · Campinas, SP 5/2/2009 07:25
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Raiblue
 

mil beijinhos azuis,Raphinha,meu anjo redddd!!!rs
Bluezinha

Raiblue · Salvador, BA 5/2/2009 09:12
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Carlos Mota
 

li como leio todas tuas crônicas, com gosto...
abraço,

Carlos Mota · Goiânia, GO 5/2/2009 12:25
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raphaelreys
 

Azuir Filho!Um verdadeiro teatro armado na verdade! Obrigado pela pasagem no postado meu caro!

Raiblue! Obrigado pelos beijos minha feiticeira azul!

Carlos Mota Obrigado pelo apoio meu caro! Um fraterno abraço!!

raphaelreys · Montes Claros, MG 5/2/2009 13:00
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Guilherme de Faria
 

Divertidíssimo, cinematográfico! Daria um curta de ganhar prêmio!
Parabéns, Raphael
Votei, claro, embora você nem precise, de tanto sucesso.
Abraço
do cordelista

Guilherme de Faria · São Paulo, SP 5/2/2009 14:03
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raphaelreys
 

Guilerme de Faria! Bondade do seugeneroso coração meu caro overmano! A crônica parece mesmo um embrião de um curta!Seria hilário a bessa!

raphaelreys · Montes Claros, MG 5/2/2009 14:35
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O NOVO POETA.(W.Marques).
 

votando, abraçossss

O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 5/2/2009 18:48
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Cintia Thome
 

171 não salva nem morto mais...

Cintia Thome · São Paulo, SP 5/2/2009 21:58
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Ailuj
 

: )

Ailuj · Niterói, RJ 5/2/2009 23:10
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raphaelreys
 

W.Marques! Obrigado pelo retorno ao velório 171!

Cintia Thome! Morto hoje é artigo de luxo para 171, parentes, amores e similares. É um Deus nos acuda minha cara! Tá todo mundo virando bicho urbano!

Julia! U, longo e tenebroso abraço pelo seu retorno ao postado das ladras carpideiras!

raphaelreys · Montes Claros, MG 6/2/2009 05:38
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Doroni Hilgenberg
 

voltando
bjs

Doroni Hilgenberg · Manaus, AM 9/2/2009 11:20
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Andre Pessego
 

Posso dizer mesmo, coisa de c inema. coisa para filme. Parabéns
com essas lembranças

Andre Pessego · São Paulo, SP 9/2/2009 19:07
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raphaelreys
 

Doroni! Axé pelo retorno e pelo voto! Abraços!

Andre Pessego! Dá um cuirta metragem para matar de rir! Obrigado!

raphaelreys · Montes Claros, MG 10/2/2009 10:36
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Vilorblue
 

É Raphael, por isso a dito cuja se referiu ao cartão da aposentadoria, com certeza esta senhora que faleceu vivia numa cama e sua filha administrava tudo, inclusive a sua parca aposentadoria, o fato dela querer cuidar sozinha do corpo da mãe falecida, era uma clara informação de que os bens teriam que ser "zelados pela filha querida".
É a triste revelação de uma alma pobre de espírito, em que a unica relevância são as pequenas misérias materiais. Pobreza de espírito esta, desmascarada com o cômico desfecho do espírito do vento empurrando a filha dentro da cova.
Um bem escrito conto triste/cômico.
Votado.
Abraço.

Vilorblue · Colombo, PR 10/2/2009 15:38
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raphaelreys
 

Vilorblue! Acertou em cheio meu caro overmano! Éra a dona do corpo e do cartão! Beleza a asuapassagem no postado

raphaelreys · Montes Claros, MG 10/2/2009 18:11
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regina espanhola
 

poxa, não posso rir muito que dói a cirurgia...kkkkkkkk
mas realmente muito hilário !
beijo e voto

regina espanhola · São Paulo, SP 24/2/2009 09:03
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raphaelreys
 

Regina Espanhola! Tem que controlar o riso! Desejo uma recuperação rápida para poder rir mais de outras crõnicas! Obrigado!

raphaelreys · Montes Claros, MG 24/2/2009 16:53
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