Vida leve. Sem dono, sem lenço ou documento.
Vida alegre. Curtindo adoidado todos os momentos.
Vida doida. Conhecendo gente e dando risada.
Vida errante. Sempre sem destino, sem se preocupar com nada.
Vida amiga. Sinto que o tempo está do meu lado.
Vida cúmplice. Parece que nada nunca vai dar errado.
Vida .. vida... sorrindo muito. Às vezes chorando.
Mas acima de tudo vivendo.
Errando bastante, e às vezes acertando.
Taí, Paulinha, Adorei... Parabéns!
Benny Franklin · Belém, PA 16/7/2007 09:30
- Eu já tinha lido, gostado, achado lindo nesta coisa de coesão, costurando, como mote de repente "vida...vida..vida" cadenciando.
- é que tinha ido ver se tava de visual novo e esqueci de falar, nao esqueça de avisar, muitas vezes se esquece, outrs não tem tempo mesmo,. bjs. andre
Acertando sim,Paulinha!
Esta poesia deu muito certo!
Parabéns!
Gostei!
Votei!
Adorei.
heheheh
anota ai: http://www.overmundo.com.br/banco/voce-tem-lembrancas
Muito boa, Paulinha. Como vc viu, estou buscando a concisão. Valeu pelo comentário.
bjs
Não tão belo quanto o seu sorriso, mas é tudo em seu nome, bonita.
Parabéns por ambos.
Tao doce e puro quanto voce... Beijos!
Andre Intruso · Jaboatão dos Guararapes, PE 17/7/2007 18:17Na proxima postagem coloca uma foto sua ...
Andre Intruso · Jaboatão dos Guararapes, PE 17/7/2007 18:18
ei pessoal,
só preciso de mais 13 pontos.
votai: http://www.overmundo.com.br/banco/voce-tem-lembrancas
Paulinha, querida:
Não se irrite e nem se espante, mas, na minha opinião, você está cometendo um plágio, certamente involuntário, neste poema. Eu, que nem sou muito afeito à MPB, reconheci duas ou três trechos de letras de música colados no seu poema. E não falo apenas em palavras, mas no espírito das letras musicais.
Não pense, no entanto, que isto seja difícil de acontecer com qualquer pessoa. Somos diariamente submetidos a uma intensa invasão de sons, palavras e conceitos e, muitos deles, retemos sem ter consciência de onde vieram parar na nossa cabeça. no processo criativo eles nos vem à mente eos utilizamos, certos de que se trata de achados próprios. Mas é possível combater esta tendencia procedendo a uma fiscalização rigorosa dos conteúdos criativos Mostrar aos outros, como fez aqui, costuma ser uma outra maneira, mais dolorosa, porque pública, de aferir isto caso as pessoas realmente se disponham a ajudar umas às outras, como faço agora, e não apenas proceder a esta massagem recíproca de egos que normalmente se vê no overmundo, a maior concentração de grandes poetas que já vi em minha vida, a julgar pelos comentários às mancheias distribuidos (elogia o meu que eu elogio o teu, tá?). Desculpe(m) o desabafo!
beijos e abraços
do Joca Oeiras, o anjo andarilho
Lindíssimo, Paulinha. Leve, sereno, quase um mantra! rsrsrsrs. Adorei.
Beijinho.
Querida,
cá estou! Meio ausente, é verdade... Mas vim rapidinho, no meio da correria, no meio da madrugada, entre um porre de saquê e uma caneca de chocolate quente! Eu gostei!
Beijão
olá paulinha,
ainda que os argumentos bem intencionados e fundamentados do joca façam sentido - especialmente no que diz respeito ao ufanismo elogioso que reina no overmundo em detrimento de feedbacks mais substanciosos - vejo por outro lado uma licenciosidade possível em escritos como este teu, que traz uma certa ingenuidade que, longe de ser uma escrita usurpadora ou que se pretenda um marco de ineditismo, revela para mim uma leveza de menina que rabisca despreocupadamente em sua agenda os seus mais aflorados e prosaicos sentimentos.
beijos,
r
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