Antes que os raios risquem
e os trovões soem meu corpo,
me deixem tragar o último gole de whisky
e extasiar-me de prazer na última foda.
Banhar-me no doce sal do azul do mar.
Tocar pela última vez
os espinhos das flores campestres.
Admirar a negritude brilhante
da lua crescente.
Beijar as prostitutas
sentindo pela primeira e última vez, o amor.
Dar o último suspiro
no que me restou de vida.
Quarto texto do meu primeiro e único livreto "Os Covardes também cantam canções de amor".
...e que os desejos se realizem!!!
um poema forte e irreverente.
gostei mto.
bjssssss;
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