Sarjeta em cacho.
O olhar vaga em circulo,
em oração.
(Que nem...)
Branca argamassa
que parida fode o ouro
e acentua o poema.
(Que nem...)
Turva aparência
que trôpega trafega
a ermo.
(Que nem...)
Ávida penumbra
que escora a boca de um pé
— o esterco —
e jamais a ausência,
a façanha da foice.
Poema de ontem.
O poeta resmunga em pêndulo,
em nada.
© Benny Franklin
Pseudo-poema que usa frauda e patina a seu modo.
Benny,
Belos e densos versos. O poema, construção feita com a argamassa da alma, e também com a lama, que cobre o brilho do ouro, pois nem tudo há que brilhar sempre, há também o lado obscuro, penumbra de ser incompleto. Olhando para o passado, o poeta depara-se com um nada que já foi um hoje,e foge como o tempo que jamais retornará. Ele vive entre o pêndulo e a foice...
Parabéns ! Vo(l)tarei.
Abraços poéticos
Entre o pêndulo e a foice!
O brilho e a penumbra!
A lama q derrama entre o tudo e o nada!
A subjetividade nos leva um entendimento particular .
Gostei
Meu Beijo
Em pé e em efes trôpegos trafega o poema na penumbra e o poeta no pêndulo do tempo, resmunga?
Compulsão Diária · São Paulo, SP 9/9/2008 03:08
Meu querido poeta del mundo.
De turva aperência mas não resmungo.Deixo meu carinho e leitura.
Benny,
que viagem sem pé e com cabeça...O vôo entre letras, trespassam o tempo.
Muito bom, muito bem, parabéns
abraços e votos
O poeta resmunga em pêndulo,
em nada.
Caro Benny
Já conhecia este teu poema.
Ótimo foi relê-lo.
Um abraço
Benny, são especiais suas palavras.
Deus o abençõe.
Salve, Benny!
Esse criar do nada extremo na crueza das palavras
e dar-nos a isca à boca.
Como não morder e viajar fisgado por essas linhas?
Belo escrito. Parabéns.
Abraço Pantaneiro
Benny, não é pra qualquer um, amigo. Vc é bom no trem.
Sérgio Franck · Belo Horizonte, MG 9/9/2008 16:45
Quem na pátina patina
Nas fraldas se frauda
Suará ao te saudar
ainda que sem sudário
(Que nem)
Cumpradre meu Quelemém
já dizia, por Rosa, Benny,
o que a vida cobra é coragem.
que não lhe falta
(Que nem)
(com amor)
Saudações em verso, de pouca cor
que a foto é o retrato perfeito da dor,
sem tirar nem pôr, nem crítica a apor.
É arte, destarte, alguns deles desdenhem.
Bela, essa Maria,
que não é nem uma,
nem a outra, sendo única.
Benny, amado poeta meu
(e não é meu só, que pena!)
Tua carinhosa dedicação à poesia,
ao poema e às pessoas do bem merece muitos aplausos.
Ouves, estou de pé.
Bravo!
Benny, amigo e parceiro.
Navegar entre o sol e a lua, sempre será possível pelos caminhos dos teus versos.
belo poema, benny.
Abraços fortes
Noélio
Benny
Hum...a boca cheia de lama...
um chute seria...ou amassar seria
barro...vaso...flor...
Ausente por problemas técnicos, mas admiro aqui o que escreve e admiro acolá o que me
deixa de comentário(rs).
Sempre supra...
ab
Acabei de ver esta imagem e achei um poema...vc escreveu e nasceu a imagem unindo duas artes......
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