Óh menino, o descampado
Onde pousa a borboleta
Foi frutuoso e encorpado
Enfeitava este planeta
Hoje sem o viço dos rios
Que rodeava os cantos
Parece um escuro manto
À sombra dos desvarios!
Ai de mim, que fui criança
Tão feliz como a borboleta
Ia às margens de barqueta
A confabular com o sol
Via as copas nas matas
Cantava com as andorinhas
E era o amigo dos peixes
Sem fome e nenhum anzol.
Nina Araujo
E era o amigo dos peixes
Sem fome e nenhum anzol...
temo esse futuro ao Rio Cuiaba e outros tantos......
mto lindo esse poema.
parabens,
bjssssssss;
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