Na casa ao lado
Tem um passarinho preso na gaiola
Tem um canto tão amargurado
Que a tarde toda chora
Quando ele canta o vento pára
Nenhuma folha cai
Sinto que o meu peito falha
Quando ouço seus tristes ais
Na casa ao lado tudo é triste
Tudo é cinza cor de grades
Na casa ao lado a tristeza resiste
Em prenuncio de tempestade...
Só quem passou por tempestades sabe o valor da bonança... quem é que sabe os desígnios do Superior? ... e prá quem não sabe viver, espera-se, ao menos, que isso lhe sirva prá, quando for aprender a viver, não querer voltar atrás... entonces, quem cultivar a alegria, pode saber que será um bom exemplo prá quem estiver vendo... beleza!
Marcos Filho · Campo Grande, MS 16/9/2009 10:25
Salve, Marcos!
Profunda reflexão, amigo.
Abraço Pantaneiro.
Poema triste mas singular.
Mais preso que o passarinho com certeza é seu dono com sua sensibilidade adormecida.
Abraço fraterno Rangel...
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