Um triste peito feminino
Pergunta com singeleza de criança
De que cor é a saudade,
Se branca é a paz, e verde a esperança.
Quem dera saber desse mistério
Terei, quiçá, um ou outro palpite.
Deve ter a saudade algum tom cinéreo
Entre o da neve e o do grafite
Pois como a cinza verdadeira
Guarda um tanto do que queimou,
A cinza cor não deixa por inteira
Ir embora a luz que chegou
A saudade é meio nuvem de tempestade,
Por isso, plúmbea, pesada, alta e ancha
Tem o matiz da montanha de madrugada,
É um pouco cor do tecido, outro tanto cor da mancha.
A saudade, estou quase convencido,
É uma emoção meio gris,
Mas pelo que tenho entendido
Só a sente quem já foi feliz.
Que coloração teria este sentimento
Que chora sobre o pouco que resta
Senão o esgotado brilho cinzento
De um salão de baile depois da festa?
Aldo, qualquer coisa de belo é este poema.
Parabéns!
Saudade é cor de chumbo, de tarde nebulosa, e de noite sem luar.
Abraços!
que poema lindo!
Aldo, parabéns!
abraços
Caríssimos Benny e Roberta,
De certo modo, vocês aí, em latitudes tão distantes das minhas, sem que eu os conheça pessoalmente, com sua presença carinhosa nos recados me dão uma espécie de saudade daquilo que ainda não vivi e dos que lugares que ainda não conheço!!!
Abraços calorosos.
Aldo
Caríssima Francine,
Tua visita e teu recado me deixaram contente!
Abraço,
Aldo
Maravilhoso poema poeta Aldo. Eu adorei mesmo. Meus sinceros aplausos e abraços.
Carlos Magno.
Magnânimo Magno!
Obrigado pelo estímulo e carinho.
Abraço,
Aldo
Saudade não tem cor,
por ser algo tão profundo
e dilacerante
não há cor que se atreva
a colorir a dor.
Adorei esse poema! Parabéns!
Cara brigitte,
Obrigado pelo estímulo e pelo comentário-poema!
Abraço,
Aldo
Saudade é sempre essa réstia, de uma lembrança de dia de festa, querido Aldo. É também como dizes com acerto: só a sente que foi feliz.
Um abraço, amigo.
Caríssimo Adroaldo,
Obrigado pela emoção da tua visita.
Um abraço cinchado!
Aldo
Valeu Tadeu!
Me alegra ter dialogado com tua sensibilidade. Este é um dos privilégios de quem escreve: fazer contato com a alma de quem a gente não conhece pessoalmente!
Abraço,
Aldo
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