Eu
só...
Sem
Dó,
Sem
anjos,
arcanos,
deuses,
sonhos.
Eu,
Branco
fundo,
Profundo
negro
abismo
e dor...
Eu
sem
cor
adorno
ardor,
pelo
corpo
tenso
de
amor
Eu
entrega
espera
conflito
condenação
Eu
silencio
vozes
força
palavras
gritos...
Eu
perdida
largada
deixada,
coibida,
silenciada
torturada
confundida,
fodida,
fodida,
fodida.
Dora!
Inspirada,
inspirada,
inspirada,
por mais que diga que és
pirada,
pirada,
pirada!
Abração!
http://interludios.blogspot.com
Dora.
Verdade de muitos...
A verdade inteira de todos.
abç.
Legal, um poema bacana! Abraços.
Erode Lino Leite · Campo Grande, MS 16/1/2008 08:47Jogue-se. Entregue-se.
Higor Assis · São Paulo, SP 16/1/2008 10:48
Poesia é entrega. Loucura é não assumir-se. Beijos!
Paulo Esdras · Brumado, BA 16/1/2008 12:22
Eu
me
encanto
contigo.
Adorei, asumidamente louca!!!!
Gosto disso, dos que se assumem, que não guradam ou resguardam-se em lojas de conveniências.
A vida jé é uma loucaura, então sejamos ,ais um, definitivamente loucos, loucas! Tô nessa!
Abração amiga, estou com vc!
Bjs
Têm dois tipos ( ou mais ) de amor:
O pra gente e o pros outros.
O pra gente é gostar de coisas, pessoas, cachorros, gatos ;
o pros outros é querer bem, não querer pra eles o que não se quer pra si;
Não se deseja o mal, ele volta pra gente !
Se se deseja o bem, ele volta pra gente !
Não sou eu quem diz,
sou só mais um tolo aprendiz,
aprendendo com os meus enganos, sem iludir, talvez cale sobre algo, omita,
mas reflita,
tudo é questão de conversar.
Se você perde um ônibus, pega o seguinte, daí você vÊ que o da frente se fodeu num muro que nem aquele acidente aí na sua cidade anteontem e vocÊ dá graças a Deus, ou a quem quiser, por ter perdido a porra do ônibus, graças a Deus você está viva pra fazer feliz ou infeliz muita gente.
Bola sua, emoções fortes, expressa-se da maneira que pode, quebre tudo, grite, esperneie, se valer a pena...
Vale a pena ?
Busque a felicidade, você nem imagina onde ela está, pergunte pra Branca Pires que ela te fala, ela sabe !
Aprendi com alguém,
dele até já me esqueci,
deve ter sido no Himalaya
ou em Ipacaraí.
Me falou de um modo terno
que a gente é que nem caderno:
primeiro se escreve a lápis, só confusão.
Mas pra isso tem borracha,
vê como isso se encaixa,
aprendeu bem a lição ?
Um beijão,
Alcanu
Aí, Dó, o primeiro voto foi meu, bola pra frente, menina !
Alcanu
Votado e bacana mesmo. Gosto muito do teu estilo
e dos teus sentimentos.abçs.
Eu, ontem fiquei lendo este poema, em voz alta (o meu jeito de sentir).
Perplexa, cada vez mais porque percebi que há em seu verso, tantos sons de mulheres mudas e cobertas de véus, opacos ou não, negros ou coloridos e ainda véus.
Sou sua admiradora porque tudo que você escreve ressoa além das palavras, sempre.
beijos
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