A falência do Sistema Capitalista (Héber Bensi)
Na maldita liquidez, as ambições, já
Falidas, neoliberalismo, já falido,é
Convencido na ignorância privada, já
Possuída na privada, Estados que não
São unidos na loucura das bolsas. A
Um sistema que vacila quando pessoas
Não investem na satisfação, empresas
Fantasmas, sem satisfação, nas notas
Verdes do segredo de Estado...Corre
O risco o liberalismo que na ganância
É formado, sem reformas, sem jeito,e
Sem razão...da fração inexistente, a
Tudo que é nada na loucura que vive.
O neoliberalismo faliu, o comunismo mostrou-se imperfeito, o socialismo vai contra a natureza humana do desejo de posses... Estamos sem rumo e sem bússola.
Marcos Pontes · Eunápolis, BA 12/10/2008 11:07
Será que a humanidade inteira já faliu?
Parece...
Um abraço
Estados unidos pela destruição do todo. E nessa nós caímos direitinho...
Parabéns
Abração
Aplausos!
Para não perder a mania de poeta deixo um poema como companhia:
Proselitismo reverso
Herculano Alencar
São tantos os neófitos,
Prosélitos neoliberais,
Matrizes ou sucursais,
Quanto os seus sócios.
A sociedade anônima
De nomes ilustres,
Que são os abutres
Da maioria catatônica.
A maioria extraditada
Das fronteiras da dignidade,
Que perdeu a identidade
Na terra globalizada.
São tantos e poucos
Os neófitos liberais,
Que os seus versos usuais
Ficaram toscos.
Ainda assim ditam a regra,
Amplificados pela tecnologia
Da timpânica alegoria,
Da mídia servil e cega.
Acorda meu povo
Que este sono é conivente!
É uma morte latente
dentro da casca do ovo.
Põe a voz rouca nas ruas
Pela tecnologia da fome...
Pela força dos sem-nome...
Antes que a mídia construa
O paradigma neoliberal
do Neo-homem global,
Apátrida, universal...
O hematófago social!
Um homem sem raízes,
Uma mercadoria barata,
De paletó e gravata,
Em todas seus matizes: Verde, amarelo, Azul e branco
Você captou muito bem as instabilidades do sistema dominante nas relações de produção.
Só não sei se podemos ver como sinais de falência, pois o capitalismo sempre se reinventa. O crash de 1929 não me deixa mentir. Fora as crises de petróleo que foram assimiladas e até propriciaram o surgimento de mecanismos mais efientes.
Longe de mim defender esse sistema, mas são mais de 200 anos de supremacia. Isso não acaba da noite para dia.
A verdade é que deveríamos pensar num modelo alternativo, mas quem vai querer largar o osso?
Parabéns pelo poema. Gostei muito.
Votado.
Votado, se puder, leia meu texto jogo sem regras.
-*Lih Dancini*- · Curitiba, PR 19/11/2008 22:59
Consumistas e Finacistas
Quem financiou o Katrina?
Quem apenas não estava lá?
quando a maré, o tufão
a onda real da globalização
tudo ceifando, liquidará
o futuro, alterando gens e raízes ...
Quem agora investe em Sta.Catarina?
Submergindo, desiludidos felizes?
Indefesa, barriga verde, apodrece
sob lodo, lama, despojos, tal latrinas...
Quem finacia os desastres ecológicos?
Desta ou aquela latitude, seus êxodos?
Não são apenas os grandes financistas...
São muitos e cada consumidor! Se esquecem
que suas escolhas, quaisquer, têm repercussão!
Desde uma simples pilha, um eletrônico, até sabão...
fast food, novidades tecno, overcomunhão: ilógicos!
De comum a mesma insanidade, ilusão...
De que são os outros, os maiores, os algozes destas matizes
São tão domesticados, verdadeiros bípedes-gados!
Rápidos em se eximerem de erros, culpas, até pequeninas
como as de NÃO conseguirem, até hoje, entender SÓCRATES!
Que descalço, em túnica simples, viveu seu tempo sem adesão
aos frívolos hábitos da massa, do DEMO, idólatra, vulgar
pois, no que mais se detinha, eram suas próprias lacunas
internas, estas que nem o Estado, nem os que o comandam
como senhores do comércio, valor, estima, apreço terão!
O jogo é simples: haverá mais Katrinas e Santa Catarinas!
Porque a ininterrupta fila de partos e de casamentos
são de muito maior procriação, do que a ínfima Luz da razão!
Portanto, o maior mal não são finacistas, mas os consumistas!
wiliam
desculpe-me os erros de digitação, mas ferramenta tão indigente, "tupiniqurt", não permitem edições...
segue abaixo texto tão correto, na msema linha de racíocínio, quem diria!
Passeio Socrático (Frei Betto e Luís Fernando Veríssimo)
Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos em paz em seus mantos cor de açafrão.
Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares,
preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam.
Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: ‘Qual dos dois modelos produz felicidade?’ Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: ‘Não foi à aula?’ Ela respondeu: ‘Não, tenho aula à tarde’.
Comemorei: ‘Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir
até mais tarde’. ‘Não’, retrucou ela, ‘tenho tanta coisa de manhã…’ ‘Que tanta coisa?’, perguntei. ‘Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina’, e começou a elencar seu programa de garota robotizada. Fiquei pensando: ‘Que pena, a Daniela não disse: ‘Tenho aula de meditação!’
Estamos construindo super-homens e super-mulheres, totalmente
equipados, mas emocionalmente infantilizados. Por isso as empresas consideram agora que, mais importante que o QI, é a IE, a Inteligência Emocional. Não adianta ser um super-executivo se não se consegue se relacionar com as pessoas. Ora, como seria
importante os currículos escolares incluírem aulas de meditação!
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960,
seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta
academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: ‘Como estava o defunto?’. ‘Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!’ Mas como fica a questão da subjetividade? Da
espiritualidade? Da ociosidade amorosa? Outrora, falava-se em realidade: análise da realidade, inserir-se na realidade, conhecer a realidade. Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Pode-se fazer sexo virtual pela internet: não se pega AIDS, não há envolvimento emocional, controla-se no mouse. Trancado em
seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em
Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de
prédio ou de quadra! Tudo é virtual, entramos na virtualidade de
todos os valores, não há compromisso com o real! É muito grave esse processo de abstração da linguagem, de sentimentos: somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. Enquanto isso, a realidade vai por outro lado, pois somos também eticamente virtuais… A cultura começa onde a natureza termina. Cultura é o refinamento do espírito.
Televisão, no Brasil - com raras e honrosas exceções -, é um
problema: a cada semana que passa, temos a sensação de que
ficamos um pouco menos cultos. A palavra hoje é ‘entretenimento’ ; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela.
Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: ‘Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!’ O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose. Os psicanalistas tentam descobrir o que fazer com o desejo dos seus pacientes. Colocá-los onde? Eu, que não sou da área, posso me dar o direito de apresentar uma sugestão. Acho que só há uma saída: virar o desejo para dentro. Porque, para fora, ele não tem aonde ir! O grande desafio é virar o desejo para dentro, gostar de si mesmo, começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se
viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são
indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.
Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Se alguém vai à Europa e visita uma pequena cidade onde há uma catedral, deve procurar saber a história daquela cidade - a catedral é o sinal de que ela tem história. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shoppings centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. Ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas… Entra-se naqueles cl
claustros
ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar
no dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas
com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas
sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos
céus. Deve-se passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no
cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar,
certamente vai se sentir no inferno…
Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados
na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do
McDonald’s... Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta
das lojas: ‘Estou apenas fazendo um passeio socrático.’ Diante de
seus olhares espantados, explico: ‘Sócrates, filósofo grego, também
gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de
Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele
respondia: ‘Estou apenas observando quanta coisa existe de que não
preciso para ser feliz. ’
Setembro 2008
Muito bem. Me restaurou a fé no protesto no dia de hoje! Votado, claro.
Estou em fila de edição:
http://www.overmundo.com.br/banco/moca-na-janela
Héber Bensi · Moji Mirim (SP)
A falência do Sistema Capitalista
Parabéns Amigo Poeta por botar no devido lugar, este sistema mercenário que desrespeitou o Humano pensando e qualificando tudo como mercadoria para vender e comprar e sordidamente ter um lucro ou passar para outro um prejuizo qualquer.
O Humano tem de se livrar deste sistema imundo para poder viver a sua parte divina no amor e nas relacóes fraternas, tornando o mundo melhor para se viver.
Parabéns.
Abracáo Amigo.
Tudo que é nada na loucura que vive.
mais dos mesmos:
Ampliando perspectivas: Por que a tragédia?
Nossa intenção é ampliar a perspectiva de reflexão da tragédia de Santa Catarina, oferecendo aos leitores mais subsídios críticos, além dos meros enfoques das mídias, mais preocupadas em explorar o emocional, o sentimental e dor, e a reação nacional a isto com solidariedade, agora quase uma competição para vermos quem doa, auxilia com mais toneladas de mantimentos e outros produtos de primeira necessidades.
O estado flagelado é o 4º na economia brasileira. Seu porto é estratégico para o extremo sul (RS, PR, MS e até SP ou MG) na escoação de CARNES congeladas(aves, suínas e bovinas).
As maiores empresas de exploração deste mercado, como o suíno, tem sede lá.
Leiam com atenção a matéria abaixo, como exemplo, porém terá muitas outras fontes de informações e estatísitcas desta produção nacional.
http://www.aenoticias.pr.gov.br/modules/news/article.php?storyid=33728
O Paraná é o maior produtor de carne de frango do país, responsável por 19,6% da produção nacional, que foi de 161,014 milhões de unidades, segundo dados da pesquisa Produção da Pecuária Municipal 2006, divulgada nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Brasil é o terceiro produtor mundial de carne de frango, atrás apenas dos Estados Unidos e da China. Em 2006, existiam no país 821,5 milhões de unidades de frango, o que representou um aumento de 1,1% em relação a 2005. A região Sul é a maior produtora, com 49,9%, seguida pelo Sudeste, com 27,9%.
Segundo o técnico, o fato de o Paraná ser grande produtor de grãos, como milho e soja, também beneficia a produção de frango, pois eles são insumos. “Quando há comida perto, fica mais barato. A alimentação é o maior peso no custo-produção”, explicou ao comparar a região Sul com o Nordeste, onde a produção de frangos é baixa justamente pela falta de insumos.
“Esses fatores contribuem para o aumento da produção e dão competitividade ao Estado”, que é o segundo maior exportador de frangos, atrás de Santa Catarina”, contou Andrade. Segundo ele, em 2006, o Paraná exportou 27,69% e Santa Catarina 27,94%. “Estamos muito próximo deles e a tendência é chegar ao primeiro lugar. Em termos de abate, por exemplo, em 2006, fizemos 23% do total nacional, e Santa Catarina, 16%” contou.
O Sul apresentou o segundo maior crescimento no rebanho (1,7%), com maior aumento de efetivo no Paraná (5,9%). O Sudeste, com 2,4%, obteve o maior crescimento do país, sendo que a maior taxa (4,6%) foi registrada em São Paulo.
PRODUTOS – Todos os produtos de origem animal pesquisados pelo IBGE registraram aumento em 2006.
Em termos nacionais, a produção de leite de vaca atingiu o volume de 25,4 bilhões de litros em 2006, 3,2% superior a 2005. Foram ordenhadas 20,9 milhões de vacas, o que aponta para um aumento de produtividade por vaca/ano de 1.193 litros (2005) para 1.213 litros (2006). A produção brasileira ocupa a sexta posição mundial, atrás dos EUA, Índia, China, Rússia e Alemanha.
Após este aperitivo indagamos:
1-Quais as contribuições destas empresas agropecuárias (e seus respectivos governos municipais, estaduais e federais, além dos agentes públicos fiscalizadores...) com suas crescentes quebras de recordes de exploração, produção, exportação e seus impactos ambientais tanto no solo, na atmosfera e nas bacias hidrográficas e mananciais?
2-Há realmente,de fato, relação entre os efeitos das chuvas, da drenagem do solo, da topografia e hidrografia da região com as atividades econômicas agropecuária e industrial da região nas últimas duas décadas? Ou o fenômeno têm variáveis globais e não apenas locais, regionais, isto, também outros efeitos semelhantes porém cumulativos?
3-Quando a lama secar, a normalidade retornar, os culpados serão efetivamente investigados,intimados a depor, provar que não tiveram nenhuma relação com a tragédia? Ou só a natureza, as chuvas serão os únicos culpados? Teremos como população brasileira, que ficar pagando a conta, o débito e prejuízos da exploração globalizada e seus efeitos, desviando o foco o centro real do problema, como a mídia e governos fazem, até quando?
Leitor, sugiro assistirem aos arquivos de vídeo, mas cuidado!! Sua perspectiva não será a mesma, como na cena das pílulas de |Matrix... “A carne é fraca”, de 2004 (é...háa 4 anos atrás já denunciou isto!! http://video.google.com/videoplay?docid=845406110683094593&hl=pt-BR
ONG Nina Rosa, de S.Paulo, principalmente os argumentos do jornalista Washington Novaes, Dagomir Marquezi e Flávia Lippi, contextualizando isto há cerca de 4 anos....Pois, até você pode ser responsável pela tragédia, se indiretamente for/foi um consumidor fiel deste mercado acima. Sempre quem pagará a conta é você cidadão consumidor...
Referências: www.institutoninarosa.org.br/, http://www.macondolugar.com.br/noticias.php?acao=ver&id=62
Ver:http://video.google.com/videoplay?docid=-6718434770864499282
http://www.youtube.com/watch?v=NIQEU3eEHbk&hl=
"tudo o que nada na loucura é que vive" ...
Maris Stella · Vitória da Conquista, BA 3/12/2008 23:11
Vim de novo. Abraço fraterno de Brida.
Estou em fila de edição:
http://www.overmundo.com.br/banco/coita-de-amor
Tudo a ver !
bendita seja a tua lucidez !
Um beijo !
feliz 2009 !
Querido, estou em fila de edição:
http://www.overmundo.com.br/banco/a-palavra-amor#c368376
Aplausos à tentativa, mas a obra não foi nada prima.
poesiaeparaiso · Juiz de Fora, MG 23/2/2009 04:44
"Tudo que é nada na loucura que vive.". É esse o meu sistema vivendo nesse sistema a gente corre, luta pra que?
Taco · Belo Horizonte, MG 8/5/2009 11:31
"O progresso é a concretização de utopias"...
Nada é perfeito, para quem disse que o comunismo se mostrou imperfeito... Mas vencer as imperfeições para o melhor é o que chamamos evolução. E chegar a derradeira mudança, é o que chamamos revolução.
E quanto à "reinvenção" do capitalismo, que acontece a cada cíclica crise, leva consigo milhões de vidas desperdiçadas, combustíveis para o motor do sistema.
Não, não acho que meu sangue deva ser gasolina para sistema nenhum e logo, não permitirei que ela permaneça. Que cada ato meu e de todos seja um passo para destrui-lo.
E se o todos os antigos e o presente sistema se mostraram ruins, assassinos e desumanos. A pergunta seria, precisamos mesmo de um sistema? De ordem hierárquica, autoridade, soma de egoísmos e poderes centrais?...
Talvez seja esse nosso erro.
Que maravilha em colega!
Adorei, bem original
votado!
Ainda bem q existe um PODER SUPERIOR q, apesar de td, ainda conduz toda a humanidade....somos viajantes...
Chabudé · Tarumirim, MG 4/7/2009 02:07"Não nos dispersemos". Saúde e Paz na Terra. jbconrado.
ayruman · Cuiabá, MT 23/7/2009 17:30Valeu, Héber. Mando-lhe um fragmento de Zeca Baleiro como uma forma de percepção do seu poema: "Eu despedi o meu patrão; Ele roubou de mim aquilo que eu MAIS VALIA". Um abraço!
Jairo de Salinas · Salinas da Margarida, BA 30/7/2009 23:48
vende-se, em liquidação
liquidado!
titãs derrubados, dinossauros extintos, gigantismo não obrigado
MEU LIVRO SANDINISTA À VENDA POR ESSE SITE AE, AMIGOS.
PAZ A TODOS. FIQUEM COM DEUS.
CHEERS! HEBER
http://www.livrosilimitados.com.br/loja/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&codigo_produto=13
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Está no ar o blog de pesquisas do Instituto Overmundo. Você já pode encontrar lá os primeiros dados da pesquisa “Análise de modelos de negócios... +leia
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