A FÉ
Eu sou a força augusta, a força soberana
Que as montanhas abala, e o homem torna forte,
Se Deus é meu escudo, a vitória é meu norte
Nuvem alguma o meu astral empana.
Do meu verbo de luz um sol de ouro espadana
Ao justo e ao mártir dar consolo é a minha sorte
E repartidamente, entre a glória e entre a morte,
Rasgo triunfal caminho à consciência humana
Circunda-me um fulgor, como uma auréola estranha;
O decálogo sou, e o sermão da montanha,
E por símbolo tenho esta grandeza – a Cruz
Filha do amor, nasci como primeira alvorada,
Indiquei a Moisés a redentora estrada,
E me santifiquei no seio de Jesus.
A FÉ
Eu sou a força augusta, a força soberana
Que as montanhas abala, e o homem torna forte,
Se Deus é meu escudo, a vitória é meu norte
Nuvem alguma o meu astral empana.
Do meu verbo de luz um sol de ouro espadana
Ao justo e ao mártir dar consolo é a minha sorte
E repartidamente, entre a glória e entre a morte,
Rasgo triunfal caminho à consciência humana
Circunda-me um fulgor, como uma auréola estranha;
O decálogo sou, e o sermão da montanha,
E por símbolo tenho esta grandeza – a Cruz
Filha do amor, nasci como primeira alvorada,
Indiquei a Moisés a redentora estrada,
E me santifiquei no seio de Jesus.
Lindo o poema poeta, lindo.
me faz lembrar de algo assim:
"o mundo não me satisfaz... o que eu quero é a paz... o que eu quero é viver."
bjsssss;)
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