Cheguei a Picos, no Sul do Piauí, em Outubro de 1982, travando relacionamento comercial, com Cesário Borges, comerciante de armarinhos, visando receber instruções sobre a liquidez e os comerciantes da praça.
Dia de pouco movimento, conversavámos sobre a guerra das Malvinas, assunto da moda no momento, e as intempéries, que sofrem os civis, moradores do local, e no curso da ação militar.
Relatou-me então um caso exótico! Duas senhoras idosas, suas parentes, oriundas de um pequeno povoado conhecido como Saco do Engano, uma data demarcada, localizada na mesma região.
As velhas senhoras estiveram hospedadas em sua casa, por um período de setenta dias, para tratamento médico de ambas. A última vez que vieram à urbe fora em 1942 e, vivendo num local ermo e isolado dos meios de comunicação, não conheciam a luz elétrica e muito menos o aparelho de televisão.
Instalou-se, então, a instrumenga moderna no quarto de dormir das hóspedes, para o entretenimento das mesmas. As noites que se seguiram foram passadas no aposento, assistindo à novidade.
A mídia na época dava ênfase demasiada à guerra das Malvinas. Residia naquela cidade matriarca da família das Alvinas, mãe de políticos locais, deputados, e fazendeiros, gente habituada a mandar.
Ela era temida por toda a população, devido ao seu temperamento violento, e a sua condição de impunidade. Maria Alvina, vez por outra, para demonstrar a sua autoridade, espancava algum feirante ou passante que lhe apetecesse, e sempre no Mercado Municipal.
Era lá, que ela se mostrava sempre nos dias de feira. Provocava um reboliço geral! Recém chegado à cidade, um camelô cearense, vindo do Cariri, terra de cobras criadas e de valentes, instalou a sua bruaca próxima à entrada principal do logradouro.
Foi advertido pelos demais feirantes em ir para os fundos, pois se a Maria Alvina deparasse com ele, chutaria os seus pertences, podendo até espancá-lo! No que ele retrucou que: fizesse isto, e seria o último ato da velha! Todos ficaram esperando pela tragédia anunciada.
O previsto aconteceu! A velha chegou, chutou a bruaca, batendo-lhe em seguida na cabeça do novo feirante com o cabo de uma pirata. O camelô sacou de dentro dos seus pertences uma corda de couro de amarrar criação grande, dominou a valentona, pisou-lhe no pescoço e, ato seguinte, aplicou-lhe um coro conversado.
Ninguém interveio! Era a glória das vítimas. Todos se deliciaram com o que ocorrera e, com o que poderia ocorrer em seguida. O valente fugiu sem deixar rastro e a capangada da família se espalhou na região, numa verdadeira caçada humana.
Só se falava no ocorrido pela cidade e região e o fato serviu para gerar o primeiro movimento de contestação da população contra a família Alvina.
Voltemos, entretanto, às velhas senhoras do Saco do Engano. Um domingo à tarde, e estando preparadas para voltar às suas origens rurícolas, e tendo terminado o tratamento médico, faziam sala com a família anfitrioa, quando o chefe da casa pediu desculpas formais por algum não atendido.
A mais velha das senhoras respondeu: o senhor fez tudo por nós, seu Cesário! Deus lhe pague! A única coisa que temos a reclamar foi o medo que passamos todas as vezes que saímos para exames e consultas, de sermos atingidas de alguma forma pela ação da Guerra das Alvinas.
Continuou a fala: santo Deus seu Cesário. Esse povo das Alvinas ficou rico demais nesses quarenta anos. Compraram até navio e avião, para fazer a guerra com os cearenses. O aparelho da televisão só fala nas briga das Maria Alvinas.
Cesário respondeu: comadres! Essa guerra que a televisão tanto fala é a guerra das Malvinas, e não da nossa Maria Alvina. Essa Malvina é um povo no estrangeiro, a nossa não é guerra, é briga da Alvina velha com gente vindo do Ceará.
Por conta da mídia, as velhas senhoras passaram setenta dias de terror na guerra das Malvinas, que na verdade, só existia nas suas cabeças e nos seus temores.
1982. Duas velhas senhoras campesinas afastadas da civilização vivendo em um lugarejo no interior do Piauí viajam para exames clínicos e tratamento médico após quarenta anos de isolamento com o resto do mundo.
Deparam-se pela primeira vez com energia elétrica e com o famigerado aparelho de TV.
Vivem quarenta dias no teatro de operações da Guerra da Malvinas.
E isso aí galera! O Brasil tem dessas coisas! Temos gente vivendo ainda nos anos 40.
raphaelreys · Montes Claros, MG 21/6/2008 08:40
Amigo overmano! Li acho que umas 3 vezes tua narrativa! adorei! me diverti á bessa! Gostei demais!!!
Um texto impecável, muito bem escrito, aliás como tudo que escreves! Um texto delicioso de ler !!!
Um abraço e voltarei para voto!!!
O Brasil tem mais coisas que imaginamos e só quem faz essas viagens pelos sertões nordestinos é que sabe realmente do que se trata
Eu já viajei muito pelos sertões cearences e se fosse contar aqui minhas aventuras dariiam um livro.Tem coisas boas,coisas ruins,coisas tristes,coisas cômicas que acontecem que muitas pessoas que não conhecem pensariam ser piadas
Um beijo meu anjo
rsrsrsr....
Brasil grande e bobo mesmo!
Necessitamos
para ontem
de progresso
Em todos os sentidos
Em todos os rumos
regiões
mentalidades
'urnas'...
não é?
Muito bom!!!!
bjs
Espetacular !!!...divertidísssimo !!!..Texto delicioso e preciso !!!..
Apesar do sabado cinza aqui em Sampa, ri muito ...rsrsr !!!...
abs
Joe
Bem contado e divertidissimo....Esse pessoal do interior, tece e acontece.... Bjsssss
Doroni Hilgenberg · Manaus, AM 21/6/2008 11:35Pensei que não ia me divertir nesse final de semana e eis que chega a notícia do teu texto!!! Menino, menino!!! Que bom te ler, me deliciar!!! Mil beijinhos, querido!!!
Lena Girard · Belém, PA 21/6/2008 11:51
É...ESTAS FAMÍLIAS QUE MANDAVAM E DESMANDAVAM...EXISTEM AINDA, EU AINDA ACREDITO, APESAR QUE MUITAS ESTAMOS AÍ VENDO PERDENDO A VALENTIA...QUANTO ÀS DUAS SENHORAS, AINDA EXISTEM PESSOAS QUE MESMO VINDO A MODERNIDADE E TECNOLOGIA SE ESQUIVAM DESTAS PARAFERNÁLIAS QUE MODIFICARAM E MODIFICAM O HOMEM (PRA PIOR)...GUERRA DAS MALVINAS...1982 MES DE MARÇO/ABRIL, O MUNDO ENTROU EM PÂNICO...
MUITO BACANA, RPHAEL VOCÊ COM SUAS ESTÓRIAS...QUE COISA HEIN CONHECE BEM TODO O BRASIL? DÁ UM LIVRO BONITO ...QUE ESPERA?
(DESCULPE O CAPSLOK...COMECEI, AGORA TERMINO...AB)
Prezado Joe Brasuca! Em edição. Beçleza que destes gragalhadas do real tormento ddas duas velhotas do Saco do Engano!
Cara Celima Marques! E viva a alegria do Amazonas! Obrigado pela presença!
Ailub! Tem umas histórias do Ceará que me lembrei, ocorridas em Camocim que logo, logo contarei!
Ilamar Al Pan! É uma pátria continental! Cada canto uma história!
Cara Doroni! Gente do interior realmente tece e acontece as coisas hilárias!
Lena Girard! Seui sorriso dá para escutar de longe!
Cara Cintia! Já tenho material para uns quatro livros. Sou moroso para essas coisas! O dia que aperecer alguem disposto para formatar e preparar dou autorização para publicar!
Bom fim de semana para todos os overmanos!
olá, Rapha: passo por aqui pra deixar meu abraço e admiração por seus escritos; a sua crônica é divertida. Faz bem a alma rir um tiquinho pra esquecer os momentos ruins. Parabens.
graça grauna · Recife, PE 21/6/2008 16:17
carissimo Rapha !!...Minhas "gargalhadas" não foram exatamente sobre o "real tormento das duas velhotas..."...rsrsr...Mas, sobre sua literatura extraordinária...modo de contar...delicia mesmo !...se bem que, certamente, por ser bizarra cituação de total "ingenuidade" das pobres do "Saco do Engano", torna-se hilário...Como tambem , nao esqeuçamos, da atormentada Mª Alvina...tudo muito engraçado...é o tipo de coisa "seria trágico se nao fosse cômico"...parafraseando o ditado, ao seu contrário....rsrs
Queremos mais "causos" !!!...mão a obra, caro avermano !
abs
Joe
Rapha, meus cumprimentos, não diga a elas que me chamo Alvaro, pois temo as conseqüências de tal associação...
Um abraço !
Raphael, obrigado pelo seu convite. O enredo é interessante, traçando parâmetro com a guerra que teria início no ano de 1982 (março/abril).
abrs
Querido amigo Raphael,
Muito bom o seu texto. Como nos brinda com as comédias da vida.
Voltarei para votar.
Abraços
Oie meu poeta!!
Bom texto viu. Aqui na minha terra tb em algums lugares que não tem energia eletrica. Gostei sim e muito da sua historia. Tenha certeza que volto para re-ler.
Beijos meu poeta amado.
Graça Grauna! Rir ainda é o melhor remédio. Abarços apertados!
Caríssimo Joe Brasuca! Tem mais histórias do Saco do Engano e adjacências. Algumas mesmo de asombrar! Tem uma na qual participei como personagem que foi objeto de investigação até da CIA. Veja na minha pasta em overmundo algumas outras publicadas e a disposição do seu sorriso! Obrigado pela energia positiva!
Nobre Álvaro Alcanu Alvino! A sua participação seria se algo erótico houvesse ocorrido no contexto. Sois um filho de Eros e discípulo de Pteros!
Caro Rubênio! Me distrai e coloquei a data de outro relato ocorrido nas proximidades do local citado no texto. Já corregi em edição. A verdade foi mesmo em 1982. A Cintia Thome já havia observado e deu uma bobeira e só agora corrijí! Beleza a sua participação na Guerra da Maria Alvina!
Caro Saavedra Valentin! Axé as suas energias overmanas e a sua participação na Guerra da Maria Alvina, parente do Alcanu!
Ilia Noronha! Minha menina, flor selvagem e bela. Ninfa das matas, dos caboclos e das Yaras! Por aí também tem Marias Alvinas dos tantos bois dos Parentins! Beleza a sua paricipação na falada Guerra da Maria Alvina!
Abraços apertados aos overmanos e beijos trágicos e passionais nas overminas!
Meu querido,só vcs a quem amo ao extremo podem me tirar das mãos de uma enfermeira chatinha rsrs E olha que ela se coloca aqui ao meu lado como um cão de guarda.
Senhora não pode ficar ai sentada por muito tempo.
Senhora está digitando rápido demais,olha o esforço...Aff quem me dera poder viajar agora Rafa,ir de encontro ao seu conto.
Suas narrativas não-ficção me ajudam a conhecer nosso Brasil.
Deixo aqui um beijo enorme em seu coração.
Rapha,
Dois doce de côco essas Senhoras!perfeita sua crônica aqui em casa todos leram, muito divertido.
beijinhos
Claudia Almeida
Minha flor libriana! Filha de Vênus e Eros, ninfa da beleza e do amor. Coração transbordante! Descanse e obedeça a enfermeira. Vc. vai ter que centrar as energias naturaes do corpo e da alma. Depois, e ao seu comando, lhe conduzirei a qualquer destino por vc. projetado. Te levareia até os Mundos Encantados de Naiades onde descobrirás que sou sua alma gêmea sedenta de amor.
Vá descansar, queremos que mantenha o seu frescor tropical!
Abraços doidos e beijos de pura alegria!
Esse Brasil tão cheio de Alvinas, de Malvas e Malvinas e seus cronistas miraculosos.rs. Mas rir é bom demais por histórias como essas e outras tantas de "Malvadeza". Que o discípulo de Eros ou de Pteros não se embrenhe no Piauí tal qual o archeopterix das grunas das Sete Cidades, se passar na frente do boteco da Rocha e lá no telephunken estiver tocando o "Tiro ao Álvaro". rs.
Uma crônica com a verve da linguagem dos altos Montes Claros que me trouxe na manhã de domingo mais alegria complementando a que obtive ao ler outra história também verídica que me chegou por e-mail, lá das brenhas de outras Minas:
- cumpadi, diz prá mim uma coisa ruim!
- prontamente cumpadi: a minha sogra!...
- não cumpadi, é coisa ruim de comer!
- tá bom cumpadi: - é a filha dela...
rs.
obrigado, Raphael, pelos momentos de bom humor.
abraços.
Marco.
Rapha, amigo !...irei le-las todas !...as que ja existem e as que virão !!!...adorei mesmo !...rs
Caro Marcos Bastos...sua pequena trova "cumpadi" tb me surtiu efeito hilário imediato !...espetáculos brasileiros, da lígua "brasileira", né mesmo ?...rsrs...abs
Joe
caro Marcos Bastos! A trova é por demais minieira, curraleira e hilária! Beleza de gargalhadas no domingo. O tiro ao Alvaro é perigosopara o overmano Alcanu, que além de Alvaro é também da família das Alvina pelo lado paulista.
Nobre Joe Brasuca! Teu nome sugere o de um produtor de teatro em Chicago ou de empresário da mafia do boxe. Estou hilário pois estou em estado de graça! Levei um beijo de surpresa da mulher que adoro, tem dois dias que estou flutuando!
Beleza de participação caros overmanos. Tem mais histórias já prontas no Baú do Sorriso!
Me rio, Raphael.
É intenso, denso, bem humorado, picaresco, mordaz, fino; palmas, mestre!, sutil, do modo que disse o menino a respeito da roupa nova do rei dizes das oligarquias e como se as enfrenta.
Por certo, com algum temor, mas sem o medo da submissão.
Dizem que ainda ainda muita gente que não acredita que o homem já chegou a lua. Abraços.
Falcão S.R · Rio de Janeiro, RJ 23/6/2008 03:55
Retificando:
Dizem que ainda existe muita gente que não acredita que o homem já chegou a lua. Abraços
Caro Adroaldo Bauer! Aqui no norte de Minas até pouco tempo havia oligarquias em pleno exercício. Ainda há pedaços de Karma por todo lado. O heroi da Guerra da Maria Alvina nunca foi localizado! Escafedeu-se. Como bem relatas, eu tenho a tendência de ser hilário e afiado quando escrevo. Obrigado pela participação na Guerra da Maria Alvina!
Caro Falção S.R.! Em 1960 ví uma família de um povoado aqui no Norte de Minas abrir um rádio portátil( peça rara na época) para ver o tamanho das pessoas que ficavam dentro do mesmo cantando! Estou feliz pois conversei com a nossa amiga Clara Arruda que está se recuperando. Vamos fazer uma corrente de bons pensamentos para ela! Abraços!
Claudia Almeida! O seu comentário demorou aparecer. Só agora percebi. Beleza que os seus gostaram da graça da história. Na minha pasta raphaelreys aí em overmundo tem um estoque de textos, reais e hilários como bem é a vida! Um garnde abraço a todos aí!
raphaelreys · Montes Claros, MG 23/6/2008 05:03
Felicidade meu amor poder abrir sua votação.Maior Prazer reler a confusão gerada por um nome(apenas parecido)
Sou uam apreciadora do seus belos contos e crônicas.Pois antes de tudo sou uma encantada com a pessoa que és.
receba um beijo em seu coração.
Clara! Vc. é um doce minha flor libriana! Obrigado por existir! Sua presença é pura alegria. Beijos overmanos!
raphaelreys · Montes Claros, MG 23/6/2008 08:59
Raphel, estou voltando para votar em sua fantastica guerra. E que venham mais contos como este para sairmos do serio e alegrarmo-nos com o cotidiano da vida. Bjsssss e parabéns
Quando tiver um tempinho ...
http://overmundo.com.br/banco/fim-4
O texto é muito bom!
De uma fluidez excepcional. O fraco é o final: explicativo demais.
Aliás, isso parece permear todo o texto e talvez até sua vida. Você é professor? Há lucidez no que eu digo, acredite, pois sofro do mal tremendamente oposto: um obscurantismo, guptismo, laconismo, inexplicativismo terrível.
Adicionaria, portanto, meia xícara de ironia e uma pitada de misteriosismo, e menos obviedade. Existem alguns usos um tanto complicados de pontuação, mas em nome do estilo pouca coisa se retruca, se sentássemos a canetar o texto.
Como a papagaiada geral sempre diz, e, neste texto, diz bem, há maturidade nele. Mas eu sinceramente reformaria um pouco o estilo, brigaria com a excessiva clareza que uma história insólita como essa prescinde.
Novamente, meus cumprimentos. Não sou de elogiar por elogiar, então fique com as críticas que os elogios são (quase) inúteis. Elogio é um presente de data festiva: a maioria não serve pra nada, mas adoramos receber, sempre na esperança de que valha a pena abrir o pacote.
Abraço,
Dimas Gomez.
http://www.overmundo.com.br/banco/muchedumbre-colorada
Cara Celina Vasques! Obrigado pelo retorno e pelos beijos!
Doroni Hilgenberg! (Obrigado por participar da guerra de Maria Alvina tia segunda de Alcanu) na minha pasta raphaelreys no overmundo tem mais histórias de pequenas guerras de estrada. Obrigado pela energia.
Caro Dimas Gomez! Obrigado pela participação na guerra da Maria Alvina. No final do texto tentei reproduzir o diálogo das partes na sala e isso tomou espaço. Trabalhei muitos anos em vendas daí o hábito de explicar e explicar. Não somos opostos, só manipulamos de maneira diferente. A pega com as coisas é que difere de um para o outro. A sugestão do mistério é excelente, decerto enriqueceria o texto e o tornaria mais óbvio que já é hilário. Como crônica, não observei à preocupação demasiada com o estilo e sim com o poder de querer comunicar. Faltou realmente o insólito, anotei a sua sugestão e vou observar as novas escritas, essas de agora foram e estão sendo publicadas na sua maioria foram feitas em 2003 quando comecei a escrever crônica. São, portanto, do inicio de aprendizado. Obrigado pelas sugestões, não são críticas, pois foram dadas de coração para construir o melhor. Beleza a sua intenção e obrigado por abrir o pacote. Não há nada como a surpresa do que é que tem dentro. Sua participação é o bom combate.Abraços a todos os overmanos!
Beleza, Raphael.
Essas senhoras tinham puras as suas almas, até se depararem com a modernidade e com a famigerada tv.
Grande abraço.
meu caro rapha...tendo o prazer de te publicar...
conheci picos também...mas só passei por lá...
um abraço meu caro.
samuel
Raphael meu bom amigo,
Temos fé em Deus que nossa generosa e querida amiga, vai sair vitoriosa de mais essa.
Deixando meu voto e abraços.
Nobre Wander! Estavas sumido. Decerto as almas das velhas senhoras não é mais a mesma. Televisão é fogo!
Ailub! Se algum dia eu morrer será por ter me embriagado nos seus beijos! Obrigado pela energia.
Nobre Samuel! Tomastes também da pinga Mangueira nos Picos! Decereto comestes um bucho de cabrito! Obrigadopela participação na Guerra da Maria Alvina!
Nobre Falcão! Por aqui demos curso a corrente de energias para a nossa amiga!
Abraços curraleiros aos overmanos e beijos apaixonados nas overminas!
Este é um traço característico do sertão. O sertão foi, fez, constituiu um rastro de matriarcado no Brasil. A sociedade sertaneja da região agropastoril, do criatório extensivo teve uma sociedade matricarcal.
A coisa de que o nordestino é machista, não procede. O machismo conhecido do nordeste é o da região da monocultura. O sertão não.
abraço
andre
Cara Ana Wagner! Beleza que o sistema engoliu a sua mensagem! Obrigado pela presença!
Andre Pessego! O sertão é matriarcal, de forma direta ou indireta mais é! Beleza a sua observação meu caro overmano!
Querido Rapha!
Menino,que confusão masi doida,hein?
Como falta de informação termina gerando verdadeiros conflitos emocionais e guerras desnecessárias...rsrsrs....mais um brilhante texto!!!Divertido e reflexivo!
Parabéns!!
Um beijo bluecarinhoso ao som de um forró e muito licor...rs
Raiblue
Rapha,
Tenho contato c/ pessoas bem idosas e posso lhe afirmar que
algumas preferem viver no "mundinho" delas, não querem ou
não aceitam a modernidade...Ah! São umas gracinhas, nem imaginas...rs
Gostei muito do texto !
Beijos...
Raiblue! Minha doce poeta canceriana! Filha da lua azul. O mundo é composto, tem de tudo! A vida é uma experiência única e multipla.
Linda Yasmin Backer! Esses reclusos correm o risco de estarem em algum teatro de operações de uma guaerra qualquer! Um beijo overmano!
raphaelreys · Montes Claros (MG)
A GUERRA DE MARIA ALVINA
Maior orgulho estar aqui e votar no seu trabalho, táo bacana e bem feito, passando idéias,experiéncias e valores.
Contribuindo sempre..
Merece toda votação
Parabéns.
abraço amigo
Querido Raphael,
Fiz quase um ensaio ontem a noite sobre seu texto.
Mas ao enviá-lo a pagina espirou. Perdão.
Mas, agora apenas digo que o texto é agradável
e traduz conhecimento.
Beijos e votos,
Regina
Caro Azuir! Grande overmano do coração enorme. Beleza a sua presença na Guerra de Maria Alvina!É bala para todos os lados!
Saavedra Valentin! Obrigado pela confiança e pelo incentivo!
Regina Lyra! Estavas sumida minha cara poeta! Muito trabalho penso eu! Obrigado pelo seu incentivo! ABRAÇOS.
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