O fim da tarde
alcança o alpendre
da velha casa.
Pássaros em fuga
traçam roteiros de regresso
no palido acontecer de vácuo.
E meu avô descansando
( numa cadeira de vime)
a fraqueza dos seus ossos
liberta de seu ventre adiposo
os gases de sua velhice.
Júlio, achei tão simbólicos seus belos versos: o fim do dia, o fm da vida, os que voltam aos seus caminhos... pássaros de eterno retorno.
Muito bonito!
Gostei imensamente.
beijos
Julio, fim do dia...cansaço, à espreita um fio de esforço
belíssimo. bj
Que bom texto. parabens.
http://www.overmundo.com.br/banco/acorrentados
veja este texto elio candido de Oliveira Ibia -Mg
Júlio ,belo poema, parabéns. completo seus votos.
bjs
sinvaline
Parabéns, gostei muito, veja se: merece a sua votaçao.
abraços
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