Brasil.gov.br Petrobras Ministério da Cultura
 
 

A idéia mais absurda que já surgiu foi a de seguir a opinião da maioria.

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Giordano Bruno · Londrina, PR
3/3/2007 · 60 · 40
 

O erudito apareceu no lugar da cruz carregando uma almofadinha ensinando; socorro ao frágil nem pensar é caridade, comigo é ganhar dinheiro sem trabalhar, matar e fugir não sendo julgado, ser grande, sem fazer esforço, não reconhecer o direito do outro, adulterar sem o marido ou a mulher do semelhante saber, roubar e não ser chamado de ladrão, não devolver o roubado, abortar com a honra de não ser crime, o best seller da ilusão, o recordista do Guinness Book da mentira e por ai a fora são os seus mandamentos. Atrás dele surgiu o espertalhão do falso profeta aproveitando a ignorância dos ignorantes dizendo; dentro de você estão os 24 Anciões de Dias, Jesus Cristo, os doze discípulos, o juiz do Karma, o Salvador Gêmeo, os Sete Espíritos, o Cristo Intimo, o Cristo Cósmico, As doze Constelações do Zodíaco, os Quatro Evangelhos, A Mãe divina é o esperma para despertar a serpente. E a pessoa ficou mais confusa, porque tudo o que é engano os ignorantes compraram, a verdade foi negada pelos que disseram ser de Deus. Os seus auxiliares seguindo a besta disseram, disfarçados na falsa piedade, idolatrando a letra morta, nos seus discursos criminosos: Jesus encravou a lei na cruz do calvário, a lei foi abolida, reencarnação é coisa do diabo. Mas não existindo lei, não existe pecado, não existindo reencarnação, não existe resgate das dividas. Porque não existindo efeitos, a causa foi negada. E daí surgiram às manchetes de jornal. Os golpistas atuaram outra vez na cidade, os países ricos ofereceram dinheiro aos pobres pelo numero de abortos praticados, aumentou o numero de cheques devolvidos, os roubos aumentaram, os seqüestros não foram informados os seus números, o sangue esta sendo derramado causando inumeráveis vitimas, e causa horror ouvir todos os dias, as mesmas noticias. Mas a maioria não quer ouvir a verdade, porque ela dói. A besta grita; fale a verdade sem doer. Mas ficar atrás das grades dói, desfazer as suas mentiras e ninguém as quer. Ficar preso em um leito de dor pagando pelas aflições que fez o outro padecer, dói mais ainda. As famílias padecem a angustia da separação dos pais, os filhos choram o seu abandono, por causa dos seus adultérios. Um verdadeiro enviado cuida das palavras, não fala aos ouvidos de uma pessoa com pouco entendimento, as verdadezinhas rasteiras temendo conseqüências desagradáveis, enquanto o falso enviado lança ao vento as suas palavras torpes, cheias de falsas promessas que seguem os seus rumos como às torrentes podres percorrendo o seu curso carregando toda a sua podridão. Não estou negando que o pecado inconsciente foi perdoado, mudou o artigo da lei do sacrifício; de bodes e carneiros foi abolido, mas a lei continuou a mesma, para o resgate dos pecados conscientes. Porque não existe perdão na lei para o pecado consciente, todo erro contra o semelhante tem que ser resgatado, para não cair na ira da sua justiça. E quem disse que Jesus resgatou a mentira que eles espalharam em seu nome é mentira e é um mentiroso também. Porque eles se justificaram dizendo com a Bíblia escolhida por eles, não foi dito estas coisas. Mas não disseram que depois de sua Ressurreição Jesus veio aos seus discípulos e lhes falou abertamente, o que antes, não lhes tinha dito, porque O negaram. E o que se justificou que é à mesma coisa, foi uma fuga continuou negando a Verdade. Mas aquele que Me negar muito lhe será exigido. E depois quando eles nascem na Etiópia, Malásia, África, nas regiões de prantos do planeta, não venha Me dizer que não foi avisado, quando começar a dizer:
O que será que eu fiz?
Por que será que não tem água para refrescar a minha língua e não há o que comer?
Por que será que por todo lado é uns chorando e outros lamentando?
Por que será esta enfermidade incurável?

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Autoria
Por que será este pranto, outros se comendo, outros chorando?
Eu fui atrás de tantos mestres! Eu andei em tantos lugares!
E ai, só restará lamentos.
Porque nenhum desses falsos mestres que disseram por ai, vão lá retirar eles do ranger de dentes. E isto é por milênios. Porque ninguém sairá das trevas exteriores e do ranger de dentes, enquanto não pagar o seu último ceitil.
Então não é melhor se acertar direitinho nos caminhos de Jesus Cristo.
Não deixe a porta se fechar para não ouvir dizer: Chegou à hora da sua justiça. Porque, ai, de vós naquela hora, se as tuas mãos estiverem vazias.


Giordano Bruno
Ficha técnica
...Regozijai-vos e estejais alegres, e regozijai-vos ainda mais, porque foi dado a você que Eu deveria falar primeiro com você desde o princípio da verdade até o seu fim...
E quando Eu entrei no mundo, Eu vim ao meio dos regentes da esfera, e me fiz a forma parecida de Gabriel, o Anjo dos Aeons, e os príncipes dos Aeons não me reconheceram, mas pensaram que Eu fosse o Anjo Gabriel. E sucedeu quando cheguei ao meio dos regentes dos Aeons, Eu olhei para baixo no mundo da humanidade, ao comando do Primeiro Mistério. Eu encontrei Elizabeth a mãe de João Batista antes que a tivesse concebido e Eu levei nela um poder que Eu tinha recebido do Pequeno Iao (Jao), o Bom, que esta no Meio de forma que lhe dava o poder de proclamar antes de Mim, e preparar ao Meu modo e batizar com a água do perdão. Agora aquele poder estava no corpo de João. E outra vez, em lugar do espírito dos regentes a quem ele tinha nomeado para receber, Eu encontrei o espírito de Elias pelos Aeons das esferas; e o retirei dali e novamente; Eu levei o seu espírito até à Virgem da Luz e ela entregou-o aos seus receptores. Eles conduziram-no a esfera dos regentes, e eles o lançaram no útero de Elizabeth. Deste modo o Poder Menor do Iao, que esta no Meio e o espírito do Profeta Elias, foram ligados ao corpo de João Batista. Vós duvidastes naquela ocasião quando vos falei porque o João quando disse: ?Eu não sou o Cristo? e vós Me dissestes: ?Esta escrito que quando vier o Cristo, Elias virá antes dele e ele preparará o seu caminho? Mas quando vós Me dissestes isto, Eu vos respondi: ?Verdadeiramente Elias já veio e ele preparou todas as coisas, como esta escrito: E eles fizeram a ele tudo tanto quanto se agradaram. E quando Eu soube que você não entendeu o que Eu disse a você relativo à alma de Elias que estava ligado em João Batista, Eu, respondi abertamente e lhes falei, face a face, dizendo: ?Se te agrada aceitar João Batista, ele é o Elias de quem Eu vos disse que ele virá.?

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Rangel Castilho
 

Giordano Bruno, tenho duas questões a levantar:

1 - Seu TEXTO encontra-se na seção MÚSICA que é destinada a divulgação de......MÚSICA.

2 - O teor de seu texto é adverso a linha geral que norteia esse espaço criado para divulgar a cultura brasileira, e não crença religiosa, tendência política, moda, ou qualquer outra manifestação contrária.

Seu texto encontra-se portanto, DUPLAMENTE deslocado, no que me resta pedir para que voce edite seu texto adequando-o à realidade do Overmundo.

Qualquer dúvida, leia cuidadosamente:

http://www.overmundo.com.br/estaticas/participe.php

Rangel Castilho · Anastácio, MS 27/2/2007 23:52
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Giordano Bruno
 

Eu gostei de sua colocação porque não creio estar enquadrado em nenhuma delas. Eu não estou falando de religião, nunca citei o nome de religião nenhuma porque sou imparcial. A lei não aceita parcialidades ou discriminação. Eu não estou falando de política porque não sou politiqueiro. Eu estou falando das realidades adjacentes, subjacentes e o plano. Eu estou escrevendo sobre a cultura brasileira, a ciência, a arte, a filosofia, a musica e a poesia. Caso você fizer um dowload e ler os meus textos; eu escrevo sobre bois, pastagens, cachorros, serpentes e a seca. E escrevo sobre Deus e a sua antítese o diabo. Porque a química mostra os pólos positivos e negativos e neutros. Eu escrevo sobre a origem da vida, do universo e do cosmos. Eu escrevo sobre a origem da matéria. Mas eu o defendo os princípios da ciência da natureza superior da matéria sobre a natureza inferior sem imparcialidades. Mas eu não posso modificar a natureza da criação e dizer que foi um boi quem a criou e nem mesmo uma vaca. Agora se as religiões usam o nome de Deus, as escolas, a musica, a arte, eu não tenho autoridade para fazer discriminação a nenhuma delas. Agora aonde existe corrupção, bondade e justiça é matéria cientifica, arte, jornalismo, musica teatro, cinema alertar, reportar, porque tudo isto é cultura em nosso país. Eu desconheço uma cultura que só fala de carnaval, musica, samba e futebol que nenhuma delas fala o nome de Deus ou do diabo. Ou uma poesia ou texto que esteja impedido falar os seus nomes. A menos que cultura tenha mudado de nome e ela seja falar de dinheiro, negócios, mulheres e farras. E caso eu não tenha entendido, por favor acrescente ao diálogo.

Giordano Bruno · Londrina, PR 28/2/2007 01:27
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Giordano Bruno
 

E a pagina que você mencionou responde como: Página não encontrada.

Eu respeito à opinião popular e deixei bem claro nos textos que Jesus não impõe escravidão em seus ensinamentos. Jesus não fundou religião. Giordano Bruno é o Papa da ciência. E cultura é falar da cultura brasileira e a de outros paises. Eu trouxe o resgate da cultura brasileira da primeira nação Quiche. A primeira civilização que povoou a face da terra é a da nação Quiché. É a primeira nação indígena do planeta que depois quando surgiram os paises então surgiu no México, Colômbia, Guatemala, Peru, Venezuela, porque houve as civilizações Mais, Incas e Astecas que precederam até os nossos dias que são povos misturados com a primeira nação Quiché que se espalhou pelo planeta, até a Índia, a China eles tem os seus calendários baseados na criação da raça humana. E nos seus calendários a cada dia do ano eles representam com o nome de um animal. Porque isto veio das origens da nossa cultura, porque veio da criação. O primeiro criador moldou e formou imagens do barro e soprou vidas e surgiram os animais, os peixes e os pássaros pequenos e grandes veja como são os meus textos:
A vida não é originada pelo principio único da matéria, porque ele é o principio do isolamento. A vida é originada pelo principio composto da matéria.
E caso Jesus fosse o Filho único de Deus, os Anjos seriam filhos de quem? Ora é simples de entender! Jesus é o VERBO, o MODELO EXEMPLAR e Moisés trouxe a lei.
O mito do ignorante é ocultar a verdade; para que os seus seguidores sejam manipulados e adoradores da mentira. Porque ele pensa assim, eu vou destruir, perseguir e queimar, porque assim; eu vou ser o seu deus, coroado o seu rei e irei reinar sozinho.
Mas eu não irei revelar coisas novas, mas as coisas escondidas, que sempre existiram. Eu irei lhes falar dos grandes patriarcas, dos grandes pensadores e sábios da criação, porque este é o principio da consideração. Eu irei lhes falar do cheiro da terra, da origem, do fedor que vem da contaminação com a lama, do aroma das matas, do perfume das flores, do brilho e sabor das águas cristalinas, das águas que foram contaminadas, do fogo que arde e purifica e do fogo que queima e contamina, dos elementos e elementais da vida. Porque irei lhes falar da primeira luz brilhante, da primeira luz não contaminada, da esperança que nasce.
O Espírito, o primeiro progenitor desceu a superfície do planeta, quando não existia vida e não existia a luz. Ele era a luz, moldou e formou o seu próprio corpo, para que pudesse gerar a vida. O progenitor veio sem genealogia, porque veio sem pai e sem mãe. Ele foi o pai e a mãe de tudo o que criou. A natureza deu as ferramentas, o pó. O Espírito trouxe a sabedoria.
Esta é uma história contada de lábios a ouvido, pelos nossos pais, este é o resgate da fé, a nossa cultura.
Antes que uma estrela viesse a brilhar.
Antes que um pássaro viesse a cantar.
Antes que um raio de sol viesse a iluminar a face da terra, a vida no planeta não existia. E a vida sem elementos já existia.
O criador veio quando tudo era sombra, debaixo do céu. Na face da terra não tinha nenhum movimento, somente a água no seu repouso, pairava na escuridão da noite profunda, nada estava em pé.
Porque não havia nada em movimento a sua frente, para se inspirar como moldar e formar as imagens, dos primeiros seres viventes. O Espírito é a primeira luz e desejou então, no seu pensamento dar oportunidade, para mais vida e quando o dia viesse a amanhecer deveria aparecer o homem. O sol não tinha surgido no horizonte. Tudo era imobilidade, silencio e a escuridão pairava sobre a face da terra.
O Espírito trouxe a primeira luz, para poder trazer a vida. E pensou, meditou, considerou e concordou com as forças da criação, como faria para surgir primeiro o que produz o alimento e o sustento. A Popol Vuh citou os seus nomes; como Tepeu e Gucumatz, dos progenitores, mas mesmo que citasse apenas um nome são milhares de milhares, nas dimensões, os espíritos que cuidam da vida. Porque a natureza não dá saltos, eles tiveram que esperar o seu tempo, mas ela citou o nome dos espíritos mensageiros e não citou as suas genealogias, logo, eles vieram sem pai e sem mãe também. E primeiro, o criador fez surgir à luz, a face da terra se secou e surgiu toda a espécie da vida; do reino vegetal. Porque surgiram os montes, vales e colinas, águas doces e salgadas, os microorganismos, o pinho, cedro, espécies de ervas e as árvores, aves, peixes, répteis, animais mamíferos, insetos e outros, o seu tempo. Por que como um sustentaria e alimentaria o outro e o outro? Porque primeiro, ele pronunciou: Terra! E as águas se separaram. E tem palavras, que não se encontraram, mas foram reveladas, na Bíblia judaica também. Moisés descreveu que Deus disse; haja

Giordano Bruno · Londrina, PR 28/2/2007 10:38
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Giordano Bruno
 

...luz e a luz foi feita. Porém, a afirmação de uma escritura, não invalida a primeira. Porque segundo a Popol Vuh, o sol, não surgiu primeiro, também. Ele existia, mas estava encoberto por uma neblina, uma densa nuvem, como nos dias nublados.

A origens da Bíblia Popol Vuh:.
O primeiro tradutor Francisco Gimenez, alguns autores o chamaram de nativos da Guatemala, outros; um frade espanhol. Muitos estudiosos declararam que a tradução de; Sherzer que teve acesso aos manuscritos de Gimenez e a publicou em Viena no ano de 1854 e a de Brasseur no ano de 1861 são as mais exatas. Gimenez passou os manuscritos para Afonso Pinart que vendeu o pergaminho a Otto Stoll por dez mil francos. Em 1887 ela foi adquirida por Edward E. Ayer para os Estados Unidos. As atribuições dos estudiosos, como a melhor tradução ao mexicano Adriano Recinos, no ano de 1947, a mais recente. Ele teve acesso aos manuscritos de Gimenez que se encontram atualmente, na biblioteca da Universidade de Newberry em Chicago. E estão sendo micro filmado e retirado dos manuscritos, as colagens adicionadas.


A Popol Vuh o seu nome veio dos Maias, o livro do pergaminho na madeira.
Eles acreditaram que ela teve a sua origem de um pergaminho de 1700 anos. E, no entanto o seu nome é Popol Bug, o primeiro escrito, foi em pergaminho de couro animal.
Francisco Gimenez trouxe uma narração do que estava no oculto, uma revelação por Tzacol, Bitol, Alom, Qaholon, que se chama Hanhpú-Vuch, Hanahpú-Utiú, Zaqui-Nimá-Tizís, Tepeu, Gugumatz, u Qux Cho, u Qux Paló, Ah Raxá Tzel, às vezes apareceram outros nomes. E assim se chamaram a declaração e esta oculta; ao investigador e ao pensador.

Giordano Bruno · Londrina, PR 28/2/2007 10:42
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Rangel Castilho
 


OS 10 MANDAMENTOS DO OVERMUNDO

1. Levarás em conta a proposta original: O Overmundo é dedicado às culturas de todo o Brasil ou produzidas por brasileiros pelo mundo afora, dando visibilidade sobretudo àquilo que não aparece na grande mídia e que precisa de espaço para circulação e debate (portanto: também não confundir o Overmundo com o seu blog pessoal, onde você pode dar sua opinião sobre o comportamento da sua tia ou assuntos do gênero...) O conceito é amplo e por isso mesmo já gerou diversas discussões interessantes sobre seu alcance. Levando isso em conta, a comunidade apela para o seu bom senso: temas que em nada se aproximam da proposta original aparecem de vez em quando, mas se a exceção se tornar regra é possível que o site comece a se descaracterizar. O que seria ruim para todo mundo. Para que isso não aconteça, usaremos nosso poder (que certamente é antipático, portanto queremos usá-lo o menos possível) de apagar conteúdos "nada-a-ver" e "sem-noção", não deixando que venham a ser votados ou publicados. Regras são necessárias para que a democracia funcione, e para que a coletividade aproveite ao máximo o site.

2. Não serás um overmané: A comunidade do Overmundo não tolera nenhum conteúdo com conotação racista, fascista ou bobamente agressiva. Tanto que esse apelido carinhoso já foi usado em alguns comentários justamente para criticar abusos autorais. A censura não faz parte da cartilha deste site, mas isso não significa que postagens problemáticas serão mantidas. Isso vale também para participações nos fóruns, blogs e nos comentários de matérias.

3. Honrarás tua língua acima de todas as coisas: O português é a moeda mais preciosa do Overmundo. Não a desvalorize. Crie o hábito de revisar suas colaborações (comentários etc.) antes de postar. Se tiver alguma insegurança, internet, gramáticas e amigos podem ajudar a resolver a dúvida em poucos segundos. Corretores ortográficos existem na maioria dos processadores de textos e mesmo em alguns browsers gratuitos (o do Firefox é muito bom). Lembre-se: a comunidade está de olho e não se furta em fazer correções públicas (e, de preferência, respeitosas) na fila de edição.

4. Publicarás no lugar adequado: Indicar um passeio ao Cristo Redentor no Fórum de Classificados não ajuda a divulgar o passeio e nem faz os classificados funcionarem. Entenda o que é Overblog, Agenda, Guia e Banco de Cultura e veja em qual perfil sua colaboração se encaixa. Numa só tacada você terá leitores (ouvintes, espectadores) mais atentos e ajudará a manter o site organizado.

5. Respeitarás a autoria do próximo: O Overmundo licencia seus conteúdos em Creative Commons, um sistema de licenças flexível que preserva os direitos do autor. Se você postou uma dica no site e está à cata de alguma imagem para ilustrá-la, ou se você gosta muito de uma banda e acha que seria o máximo vê-la no Banco de Cultura, por favor, consulte os autores primeiro. É importante eles saberem quais são os termos e condições em que suas obras serão veiculadas. Da mesma forma, se você achou algum conteúdo do Overmundo bacana e quer republicá-lo em um veículo com fins comerciais, você deve antes solicitar uma autorização de quem o postou.

6. Honrarás o teu karma no Overmundo: O bom overmano não participa do Overmundo apenas para somar mais pontos de karma. Isso é uma conseqüência da sua participação. Publicar conteúdo, votar e comentar são formas de interagir no Overmundo, mas lembre-se de que, aqui, o ambiente é sempre de colaboração, não de competição. Fominhas de karma são também bem-vindos aqui, contanto que sua ambição não estrague a "brincadeira" dos outros.

7. Valorizarás tua participação: Gente que quer aparecer demais pode acabar causando antipatia em volta. Isso também acontece por aqui. Se você acabou de conhecer o Overmundo e, numa empolgação inicial, ficou tentado a postar AO MESMO TEMPO todos os textos que escreve nas horas vagas, segure a onda. Dificilmente alguém vai dar atenção a tantos textos de um mesmo autor publicados assim, seguidamente. Além disso, causa um certo estranhamento ver as filas lotadas com colaborações da mesma pessoa. Que tal postar um por dia, ou a cada dois dias? Certamente isso vai valorizar seu "passe". E se você pretende publicar um livro inteiro de poesia, por exemplo, considere postá-lo de uma só vez, ao invés de enviar uma série de poemas avulsos.

8. Comentarás sem perder a linha: Esperamos que você saiba que, para discordar da opinião do texto de um colega, não precisa achincalhar o autor até a décima quinta geração. O Overmundo é um ambiente democrático e a pluralidade de vozes é mais que bem-vinda. Até a crítica mais dura pode ser feita com educação.

9. Não apelarás para o spam: Aquele curso sobre cavalgadas em elefantes somalianos mancos que você conhece é um barato, mas nem todo mundo está disposto a ler um comentário genérico, indicando a novidade, a infestar tudo quanto é texto do site. Nada de spams,

Rangel Castilho · Anastácio, MS 28/2/2007 11:09
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Rangel Castilho
 

Giordano Bruno, conforme sua aceitação (vide frase sua): "Eu gostei de sua colocação porque não creio estar enquadrado em nenhuma delas." E de acordo com as regras desse espaço, voce sabe o que tem que fazer. ( Edite seu texto)

Rangel Castilho · Anastácio, MS 28/2/2007 11:22
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Giordano Bruno
 

Eu gostei porque em primeiro lugar eu não encontrei o seu nome entre nenhum destes, o que não me impede de continuar lhe perguntando o que você não entendeu que se sentiu ofendido; o que você pretende? O que você quer e o que entende petende dizer? A agressividade é a difisuão desenfreada da imoralidade com toda a sua corrupção, ou um esclarecimento aos que defendem a Moral e os bons costumes. Porque existem dois pólos no átomo o positivo e o negativo e nenhum entre eles se atraem. Mas eu acredito que as pessoas de bem buscam nas palavras a solução que lhe conforte, ainda que elas sejam somente palavras. Porque nenhum escritor quer dar água com a çucar aos seus leitores. Porque nenhum leitor quer ser enganado, e quando ele busca um autor é pelas qualidades do seu conhecimento. Ele o quer como um amigo, o que enchergou o que ele não viu, e mostrou o que outro desconhece o que o esclarece. E cada um tem a seu próprio conhecimento, outros são os seus imitadores, mas eu não sou um imitador de homem nenhum. Eu sou o que sou.
coordenação

Hermano Vianna
José Marcelo Zacchi
Alexandre Youssef
Ronaldo Lemos

moderação e fluxo de conteúdo

Helena Aragão - moderação-geral
Thiago Camelo

com

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Saulo Frauches

administração

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colaboradores oficiais

Acre - Rosiane Farias
Alagoas - Wado
Amapá - Carol Assis
Amazonas - Daniel Valentim
Bahia - André Stangl
Ceará - Ricardo Sabóia
Distrito Federal - Daniel Cariello
Espírito Santo - Ana Murta
Goiás - Edson Wander
Maranhão - Zema Ribeiro
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Mato Grosso do Sul - Rodrigo Teixeira
Minas Gerais - Sérgio Rosa
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Paraíba - Fábio Queiroz
Paraná - Adriane Perin
Pernambuco - Bruno Nogueira
Piauí - Natacha Maranhão
Rio de Janeiro - Delfin
Rio Grande do Norte - Yuno Silva
Rio Grande do Sul - Eduardo EGS
Rondônia - Adriel Diniz
Roraima - Gilvan Costa Santa Catarina - Demétrio Panarotto
São Paulo (São Paulo) - André Maleronka
São Paulo (Bauru) - Ricardo Fela
Sergipe - Marcelo Rangel
Tocantins - Glês Nascimento

colaboração especial - Cardoso

Giordano Bruno · Londrina, PR 28/2/2007 13:42
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Giordano Bruno
 

Mas se o teu boi e o teu burro caem no atoleiro, você o retira mesmo sendo em dia de sábado. O burro quando cai no atoleiro nem mesmo cutucando com uma vara às vezes é possível fazer que ele saia, porque ele empaca e não sai. O boi é mais fácil, quando ele cai no atoleiro na primeira cutucada com a vara ele sai. Existem os quentes e os frios e os mornos eu os vomitarei de minha boca.
E religião sempre existiu antes das religiões que surgiram no cristianismo. Os fariseus, Saduceus, Essênios eram partidos religiosos, e, no entanto, o templo não é religião. Igreja não é religião também ainda que eles chamem a religião de Igreja. A igreja é uma coletividade humana e religião é uma instituição humana. A religião tem os seus próprios estatutos, as suas leis, as suas próprias regras, as suas próprias hierarquias humanas. E instituição humana são as escolas, creches, hospitais porque elas têm os seus próprios regulamentos, a sua lei humana que disciplinam as suas regras. Jesus trouxe a sua doutrina, assim como os homens tem as suas próprias doutrinas humanas. Então se chamou cristianismo, porque Ele era o Cristo e no inicio era chamada de doutrina do caminho. E Igreja é este corpo o qual Deus fez. Então se lave por dentro e por fora e venha cear com Jesus, este é o seu convite. Jesus não fundou religião nenhuma elas surgiram no 327 D.C no primeiro concilio de Nicéia quando os cristãos fizeram a sua aliança com Constantino Cloro I.
Existem dois lados do suspense, em um lado ele é excitado, o coração bate porque atua no estado emocional, mas ele se alimenta e não sabe do que se alimentou. Assim como do outro lado, o suspense dissipa, ele treme e fica agitado, mas é isto o que ele procurou. E os dois lados sabem se defender com as suas próprias palavras. Assim como Jesus Cristo disse aos judeus; vós sois filhos do diabo, mas eles achavam que eram filhos de Deus e ainda disse; vós sois raças de víboras. E Jesus não ensinou e não fundou religião, mas disse isto aos religiosos, porque eles eram fariseus. E eu não falo e não escrevo em nome de religião nenhuma. E a nenhum homem eu ouço e nenhum deles me ensina e nenhuma deles eu ouço também, porque de nenhum deles eu recebo o meu sustento. Porque o empregado é escravo do seu salário, porque recebe do seu patrão o seu sustento. Então para obedecer a uma ordem, ela tem que ser superior e não de homens que pensa de si mesmo, e não tem entendimento. Uma vez que eu não obedeço a ordens de religião nenhuma. Eu obedeço às leis. E lhes dei a sua explicação assim como elas estão redigidas. Mas Giordano Bruno também fez isto e foi excomungado pelas três religiões calvinista, protestante e católica. E até os dias de hoje nenhuma delas aceitou o seu ensinamento e no entanto, ele se tornou o Pai da ciência atual.

Giordano Bruno · Londrina, PR 28/2/2007 17:32
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Rangel Castilho
 

Giordano Bruno, respeito o espiritismo, assim como as religiões calvinista, protestante e católica, que lhe expulsaram. Não tenho nada contra voce, só tentei lhe chamar a atenção sobre o objetivo do Overmundo, talvez o único espaço brasileiro, na grande web, que apoia, divulga e abre portas a novos autores da cultura brasileira.
Voce ao contrário, copia textos de um site espírita, tentando doutrinar a quem puder alcançar. Voce deveria buscar uma outra forma de fazer isso. Temos regras, e todo aquele que quiser colaborar são bem-vindos desde que cumpra as mesmas e tenha um mínimo de ética. Ética, palavra tão enxovalhada e tão primordial em nossa vida.
Talvez por falta dela, muitos usurpam do coletivo para satisfazer seu ego, por falta dela estamos aí a mercê dessa violência cruel que nos assola.

Rangel Castilho · Anastácio, MS 28/2/2007 18:28
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Giordano Bruno
 

Em primeiro lugar a tua acusação é improcedente, eu não tenho nenhum texto copiado de site espírita e você não prova o que disse. Eu desconheço um site espírita que tenha o conteúdo nos textos publicados. E ainda que tivesse as frases não são as mesmas e quando são de Jesus ou de outro autor eu cito o seu nome. Porque assim é o procedimento de Bruno quando comentou sobre Platão, Sócrates e Aristóteles e outros grandes sábios concordando ou discordando dos seus textos. Eu concordo com kardec mesmo que existem textos dele, que contrariam a Bíblia, que é considerado como básico de todo o conhecimento teológico. Mas eu não falo contra religião e contra nenhum autor descaradamente como você o fez sem nenhuma prova, sem conseguir provar nenhuma palavra. E nem mesmo provar que site é este que tem o texto semelhante que eu desconheço. Porque ele pode até mesmo o ter copiado pelo menos é esta a regra do overnudo.
Tudo o que escrevi eu provei e não porque escrevo sobre as realidades adjacentes subjacentes e o plano. E não existe ninguém que possa me impedir comentar concordar ou discordar de um autor. Porém eu faço isto com ética como você chamou e não demonstrou ter porque não comprovou nada, me denunciou falsamente que eu copio textos de site espírita que eu desconheço. Eu já lhe disse que sou original e o que escrevo é inédito. Mas nunca impedi que alguém publicasse em seus sites o que divulgo. Talvez você seja inimigo dos espíritas para fazer esta perseguição aos seus textos semelhantes em conteúdos. Mas você demonstra falta de entendimento porque os textos espíritas não são tão novos assim, o que eu comprovo são que os fatos que Kardec falou são conhecidos desde a primeira Bíblia popol Bug do planeta. E que a Bíblia judaica esta repleta de seus exemplos. Como sucedeu após a ressurreição de Jesus quando apareceu e falou aos seus discípulos. E você se surpreendeu pela rapidez que eu respondi e se enganou, eu tenho os textos escritos em meu computador e sou capaz de publicar duzentas mensagens por dia minhas mesmos sem copiar nada de ninguém.
Agora eu lhe pergunto e se o que você disse fosse verdade, quem lhe deu autoridade para julgar um autor o que ele deve ou não, ou como ele deve escrever? E até mesmo impor a sua própria prepotência, com as suas próprias idéias humanas como ele deve ou não escrever? Porque eu desconheço qualquer tipo de autoridade sua senão igual a minha no overnudo. Talvez você esteja querendo concorrer à vaga da edição de um livro pela Petrobras e por isto esta fazendo a sua politicalha. Mas eu não preciso fazer jogo sujo contra ninguém para querer se aparecer, eu não estou pedindo esmola e nem mesmo ajuda a ninguém. Eu não sou comerciante de livros e não me escondo atrás de religião nenhuma para fazer perseguição a quem quer que seja. Eu jogo limpo e o que escrevo é face a face o que tenho a dizer. Eu só espero que você tenha ética profissional pelo menos, da próxima vez que comentar o texto d alguém no overnudo.

Giordano Bruno · Londrina, PR 28/2/2007 19:58
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Giordano Bruno
 

Veja como eu lhe disse o que eu falo eu provo, veja o comentário de quem conhece o assunto e não esta blefando.
...mas que coisa...a cada dia o overmundo me deixa estupefato...eu nunquinha ia imaginar ver um texto desse por aqui...nunquinha hehe...interessante mesmo...hehe...
Helder Dutra · Rio de Janeiro (RJ) · 26/2/2007 22:30
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...acabei esquecendo de falar....entrei pra ler esse texto por que sou das exatas e por que tem um texto meu, ,este aqui no overmundo, onde tentei tratar a subjetividade de uma forma exata...queria te perguntar Bruno...pra você qual a relação do titulo com o conteudo de seu texto?
Helder Dutra · Rio de Janeiro (RJ) · 26/2/2007 22:39
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...hehe...
Helder Dutra · Rio de Janeiro (RJ) · 27/2/2007 13:37
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Giordano Bruno · Londrina, PR 28/2/2007 20:25
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O maior absurdo da acusação que ele me fez foi dizer que o texto foi copiado da internet, quando eles são inéditos, assim que eu termino de escrever o edito.

Giordano Bruno · Londrina, PR 28/2/2007 21:11
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Giordano Bruno
 

Falar e escrever qualquer coisa qualquer um pode falar ou escrever. Agora falar a verdade divina e provar o que fala não é coisa para qualquer um. Muitos ignorantes se tornaram comerciantes das palavras de Deus falando em seu nome, mas não graças ao seu nome. E quando eu disse que não estou pedindo esmola ou ajuda é porque eu nunca recebi ajuda de quem quer que seja. Eu concertei a guerra que existia entre as religiões no Brasil, mas nunca falai ou escrevi em nome de nenhuma delas e nunca recebi ajuda de homem nenhum.
Eu não preciso que homem ou religião me ensine. E ninguém esta comigo e ninguém me sopra aos ouvido o que devo ou não escrever. E quando eu disse que houve alguns erros nas edições de kardec, isto foi devido à perseguição, mas quando um enviado erra vem outro e a corrige. Portanto as suas obras não são para serem condenadas. Os erros que existiram foi que kardec não comprou que o seu ensinamento estava nas escrituras. Ele também disse que existe transmigração das almas para mundos superiores. Mas o livro do Apocalipse não confirma, porque ninguém vai de um mundo inferior, para um mundo superior. Um espírito Superior pode vir de mundo superior para um inferior ajudar na evolução do planeta. E os espíritos de um planeta quando ele alcança um grau superior no do seu ciclo evolutivo, os espíritos que não acompanharam a evolução do planeta são transferidos para mundos inferiores. Assim como não haverá um mundo de regeneração não havendo mais haverá as expiações e as provas. O que não haverá mais são as expiações. Porque é impossível que um espírito ainda imperfeito não passe por provas. E as manifestações dos espíritos já foram comprovadas também que são verdadeiras desde o principio. Então eu não estou debaixo de cabresto de religião nenhuma que esteja impedido de falar a verdade

Giordano Bruno · Londrina, PR 28/2/2007 23:12
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Rangel Castilho
 

http://www.guia.heu.nom.br/pistis_sophia_e_reencarnaçao.htm

Rangel Castilho · Anastácio, MS 1/3/2007 09:36
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Rangel Castilho
 

Compare com o que VOCE escreveu na FICHA TÉCNICA.

Rangel Castilho · Anastácio, MS 1/3/2007 09:40
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Giordano Bruno
 

Então eu não copiei como você disse; a Ficha técnica se você a encontrou e é verdadeira e eu lhe disse faça o donwload e verá que ela existe. Mas quem disse que existe um limite para a ficha técnica. Eu não preciso fazer comparação nenhuma para lhe dizer nada. Porque eu já afirmei que a ficha técnica é do livro a Pistis Sophia, como existe a ficha técnica que pertenceu a Sócrates, Platão e outros sábios. E até mesmo na Bíblia. E quem a limitou como deve ser a sua comprovação? E quem impediu que a ficha técnica fosse apresentada? E quem limitou os ventos? E quem limitou o espaço? Neste espaço ela segue os seus padrões. Assim como eu poderia seguir outros de sua apresentação, que pertencem a criatividade do autor. E eu afirmei que a Pistis Sophia pertence a Jesus Cristo e que são deles as suas palavras. Eu disse que não escrevo em nome de religião, como também não escrevo por ordens de homem nenhum. Eu escrevo em nome de Jesus Cristo, porque sou o seu envidado e este é o meu novo nome. Porque eu comento o que os grandes sábios do planeta disseram. Eu não estou escrevendo a Pistis Sophia eu estou escrevendo sobre as realidades adjacentes, subjacentes e o plano, no livro da Criação e estou comprovando na ficha técnica que a verdade já existe e foi negada e esta nestes capítulos, para que vejam e seja comprovada do livro a Pistis Sophia, porque ela é desconhecida pela maioria dos povos e até mesmo a sua compreensão. Assim como eu também escrevi e comprovei que o seu conteúdo estava no livro a Popol Bug. Porque eu disse o que eu escrevo eu provo. E outra vez eu digo que não fiz cópia de site nenhum. Portanto a tua acusação é falsa e esta fora dos mandamentos do próprio overnudo. E nem mesmo a tradução é igual, porque ela pertence a outro tradutor que eu desconheço o seu nome. Eu estou dizendo que é inédito o que escrevo, porque não faço cópia.
Foi desde o principio que os religiosos, sempre assim fizeram com os profetas, eles quiseram impor que fossem modificados os seus textos recebidos. E sempre os ameaçaram com prepotência demonstrando estar bem intencionados, com palavras perfumadas. E representando as suas falsas posições, ou se apresentando como juizes e os fiscais de Deus. E depois quando não alcançaram êxito, os seus textos eram rejeitados, perseguidos, traídos, queimados ou esquecidos. E assim também aconteceu com o próprio livro a Pistis Sophia que esta sendo mostrado.

Giordano Bruno · Londrina, PR 1/3/2007 11:24
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Giordano Bruno
 

Outra falsidade, a pagina não é espírita como você disse e não existe nenhuma conciliação entre a pagina e o que esta escrito porque a tradução da página, o seu conteúdo e o seu comentário é uma criação da fantasia do autor. E eu discordo de tudo o que esta nela escrito.

Giordano Bruno · Londrina, PR 1/3/2007 11:49
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Giordano Bruno
 

Eu já disse a você que eu não preciso que homem nenhum me ensine, eu conheço as leis e sei o que estou escrevendo. E se palpite fosse bom ninguém dava, vendia. Portanto se você não tiver o que fazer não o faça aqui, trazendo coisas imundas editando nas minha página.

Giordano Bruno · Londrina, PR 1/3/2007 12:19
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Giordano Bruno
 

Você quer a prova da ficha técnica do que eu falei então ela segue:

Giordano Bruno · Londrina, PR 1/3/2007 12:35
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Giordano Bruno
 

Outrora, Samael encontrara indizível prazer nos momentos em que, ao lado do príncipe, recitava as leis contidas no pergaminho, que eram transformadas em lindas canções. Agora, tais momentos tornaram-se desagradáveis, pois aqueles princípios contrariavam os seus ideais. Decidiu, contudo, não revelar seus sentimentos de revolta. Suportaria o antiquado pergaminho até que, com sua autoridade, pudesse bani-lo do novo reino que seria estabelecido. Não seria ele o guardião daquelas leis? Essa "vitória" procuraria alcançar mediante sua influência e sabedoria.

Julgando poder influenciar o filho de Adonias com seus sonhos de grandeza, Samael aproximou-se dele com euforia, e passou a falar-lhe das glórias do reino vindouro, onde os dois, cobertos de honras, desfrutariam dos louvores de uma Salém vitoriosa. Seriam eles os heróis do mais perfeito reino estabelecido entre os homens.

As delirantes palavras do súdito honrado trouxeram preocupação e tristeza ao coração do jovem príncipe, pois não refletiam os ensinamentos de amor e humildade do pergaminho.

Vendo o seu íntimo amigo em perigo, Melquisedeque, com uma ternura jamais revelada, conduziu-o para junto do trono, onde, tomando o pergaminho, passou a ler compassadamente os seguintes parágrafos:

- O reino de Salém será firmado sobre a humildade ,pois esta virtude é a base de toda verdadeira grandeza.

A humildade é fruto do amor, sendo contrária ao orgulho, que pode manter uma criatura presa ao pó, fazendo-a contentar-se com suas limitações ,iludindo-a como se as mesmas fossem de infinito valor.

A humildade consiste no esquecimento de si, e este, numa vida de abnegado serviço pelos semelhantes.

Samael, esforçando-se para encobrir sua indignação ante a leitura do pergaminho que para ele era ultrapassado, disse ao príncipe, em tom de conselho amigo:

- Meu bom companheiro, reinaremos numa Salém vitoriosa, que fulgurará muito acima deste pergaminho ,cujos princípios foram cumpridos fielmente nesses anos de prova. A plena liberdade não será a glória de Salém? Pois saiba que, completa liberdade não coexistirá com estas leis, cujo objetivo encerra-se ao fim dos cinco anos. Caberá a nós dois coroarmos Salém com a honra de uma total liberdade, que gerará uma felicidade sem fim. Tal liberdade é impossível existir sob as limitações do pergaminho.

O filho do rei ficou muito abalado ante as palavras de seu amigo, que evidenciavam loucura. Como libertá-lo desse caminho de morte?!

Ninguém em Salém, além de Melquisedeque, conhecia a triste condição de Samael. Com paciência, o príncipe procurava conscientizá-lo do real valor do pergaminho, cujas leis não podiam jamais ser alteradas, pois isto seria o fim de toda a paz.

Os conselhos do príncipe despertaram finalmente o seu coração. Meditando sobre suas palavras, conscientizou-se de estar seguindo por um caminho enganoso.

Ao ver nos olhos daquele a quem tanto amava as lágrimas do arrependimento, o filho de Adonias alegrou-se com sua vitória sobre o orgulho e o egoísmo.

Os dias que seguiram-se à libertação, foram cheios de realizações; O príncipe revelava-se ainda mais amigo, disposto a dar tudo de si para que seu companheiro pudesse prosseguir triunfante no caminho da humildade. Naqueles dias de júbilo, foi dada a ele a honra de conhecer o cetro que estava sendo moldado.

Giordano Bruno · Londrina, PR 1/3/2007 12:37
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Giordano Bruno
 

Num momento de descuido, Samael que voltara a desfrutar paz de espírito, permitiu que seu coração novamente ficasse possuído por um sentimento de grandeza, que fez desencadear nova tormenta em sua alma. Esse sentimento misto de orgulho e cobiça lhe sobreveio no momento em que o príncipe mostrava-lhe o dourado alaúde, no qual estava sendo impresso o selo de todo o domínio.

De sua mansão Samael contemplava Salém em seu resplendor matinal. Vendo-a, qual noiva adornada à espera de seu rei, cobiçou-a. Em seu delírio passou a formular planos de conquista. Já podia sentir-se exaltado sobre o seu trono, tendo nas mãos o cetro precioso. Todos aclamariam-no como o libertador da opressão daquelas leis. Salém seria um reino de completa liberdade e prazer. Dominado por esta cobiça, passou a maquinar planos de conquista.

Samael decidiu agir sutilmente entre os súditos, levando-os a ver no pergaminho um impecílio à real liberdade. Em sua missão de engano, agiria com aparente bondade, revelando interesse pelo crescimento da felicidade de todos.

Pondo em prática seus planos, passou a visitar os súditos em suas mansões, falando-lhes das glórias do reino vindouro, onde desfrutariam completa liberdade.

Grande era a sua influência em Salém. Todos admiravam sua beleza e sabedoria, tendo-o como um perfeito apóstolo da justiça e do amor. Ninguém podia imaginar que em meio àquela atmosfera de júbilo e gratidão uma armadilha sutil estava sendo colocada, nas garras da qual muitos poderiam cair por descuido.

Em sua sedutora missão, Samael não falava contra o pergaminho, aliás, louvava-o por haver exercido naqueles seis anos prestes a findarem ,uma missão de prova. Em sua lógica, contudo, procurava mostrar que, no reino vindouro, quando todos estivessem aprovados, estariam acima daquelas leis. Seus argumentos, aparentemente corretos, preparavam-lhe o caminho para afirmar abertamente que, no novo reino, a existência do pergaminho, seria um entrave à concretização da verdadeira liberdade.

As sementes da rebelião lançadas por Samael não tardaram a germinar no coração de muitos em Salém. Isto acontecia a seis meses do Yom Kipur, quando o destino de todos seria selado. Um terço dos habitantes ,seduzido pelo terrível engano, exaltava-o agora, em completo desprezo às leis e ao príncipe, a quem julgavam ultrapassados.

Adonias, que sofria ao ver o surgimento de toda essa rebeldia, convocou os súditos para uma reunião de emergência. Na face de todos podia-se ver as contrastantes disposições.

Com voz compassiva, o rei passou a revelar-lhes, como jamais fizera antes, a grande importância das leis registradas no pergaminho, mostrando que elas eram a base de toda a prosperidade e paz. Se tais leis fossem banidas, toda felicidade e glória se extinguiriam, dando lugar ao caos.

Depois de mostrar a necessidade das leis, Melquisedeque, movido por um forte desejo de salvar aqueles a quem tanto amava, ergueu diante de todos o pergaminho e, com voz cheia de bondade ofereceu-lhes o perdão e a oportunidade de recomeçarem no caminho da paz. Suas palavras a todos emocionou, ficando até mesmo Samael ficou a princípio motivado, contudo, o orgulho impediu-lhe novo arrependimento. Desta maneira, o súdito honrado, quando ainda podia olhar arrependido para o pergaminho, endureceu-se em sua rebeldia, decidindo prosseguir até o fim. Esta decisão, todavia, não a manifestaria prontamente, pois idealizara um traiçoeiro plano.

Ao findar o encontro da oportunidade, Samael convocou seus seguidores para uma reunião secreta, que foi realizada sob o manto da noite, junto ao riacho de Cedrom que ficava fora dos muros de Salém.

Após maldizer o pergaminho e a todos aqueles que o defendiam, ,começou a falar-lhes de seus planos de vingança e traição:

- Como vocês sabem, os seis anos da prova estão se esgotando, restando, a partir de hoje, vinte e quatro semanas para o dia da coroação. Se vocês quiserem ter-me como rei em lugar de Melquisedeque, poderei roubar-lhe o cetro, apoderando-me do reino.

Samael passou a explicar-lhes os lances da traição, dando-lhes as devidas orientações sobre a maneira de agirem a partir daquela data:

- Precisamos manter uma aparência de fidelidade ao pergaminho e ao príncipe até que chegue o momento de agirmos. O golpe será dado na noite que antecede o dia da coroação. À meia-noite, furtivamente nos ausentaremos de Salém. Roubarei nessa noite o cetro e, juntos, fugiremos para o profundo vale onde estão as cidades de Sodoma e Gomorra. Ali nos armaremos, e marcharemos contra Salém, subjugando nossos inimigos. Acabaremos então com o pergaminho e com todos aqueles que se recusarem prestar obediência ao nosso governo.

Giordano Bruno · Londrina, PR 1/3/2007 12:40
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Giordano Bruno
 

Sobrevieram dias de aparente tranqüilidade e paz Samael, fingindo fidelidade, estava sempre ao lado do príncipe, demonstrando admiração pelas suas novas composições que exaltavam as leis do pergaminho. Os seguidores de Samael, da mesma maneira, uniam as vozes em louvores que expressavam a grandeza dos princípios aos quais repugnavam.

Melquisedeque, cheio de alegria por ver aproximar-se o dia de sua coroação, ensaiava com os súditos os cânticos da vitória, os quais compusera especialmente para aquela ocasião.Com felicidade falava a todos sobre seus sonhos em tornar Salém cada vez mais honrada por sua beleza e harmonia.

Samael, em sua maldade velada, zombava do príncipe. Já previa a dor que lhe traria o golpe da traição.

Naqueles dias de aparente paz, o súdito rebelde procurou conhecer o lugar em que o cetro ficaria oculto até o dia da coroação. O príncipe, sem nada desconfiar, revelou-lhe todo o segredo: a sala, o cofre com seu enigma, o rico estojo e, finalmente o tesouro. Contemplando-o o astuto Samael animou-se ao ver estampado em seu bojo o selo do domínio; Compreendeu que, aquele que o possuísse, teria nas mãos o reino de Salém. Somente alguns dias, pensou, e teria sob seu poder aquele instrumento precioso.

O sol declinou trazendo para Salém o dia que significaria vitória ou derrota.

Pouco antes do anoitecer, Samael deixara o palácio onde passara todo o dia ao lado do príncipe, ajudando-o nos preparativos para a cerimônia da coroação. Dirigindo-se para sua mansão, saudou as trevas com um sorriso maldoso. Como ansiara por aquela noite!

Enquanto os fiéis, embalados pela emoção da feliz vitória , revisavam sob a luz de candeias os adornos de seus instrumentos, de vestes e mansões, certificando-se que seriam aprovados na manhã seguinte, Samael e seus seguidores faziam seus últimos preparativos para desferirem o golpe.

À meia-noite, seguindo as instruções de Samael, todos os seus seguidores abandonaram silentemente suas mansões, rumando-se ao profundo vale de Cedrom, onde esperariam pelo seu novo rei.

Samael, por sua vez, dirigiu-se aos fundos do palácio, por onde esperava entrar sem ser notado, indo ao encontro do cetro. Evitando qualquer ruído, transpôs o portal, dirigindo-se silentemente à sala que guardava o precioso cetro.

Naquele momento, o príncipe que, insone rolava em seu leito, pressentindo algum perigo, dirigiu-se ao quarto de seu pai e o despertou dizendo:

- Meu pai, ouvi ruídos de passos no interior do palácio.

Afagando a cabeça de seu filho, Adonias, sonolento respondeu-lhe:

- Filho, não se preocupe. Deite-se comigo e durma tranqüilamente. Daqui a pouco raiará o alvorecer e você terá nas mãos o alaúde dourado.

O príncipe, tranqüilizado pelas palavras confiantes de seu pai, entregou-se a um sono de lindos sonhos em que vivia ao lado de Samael e de todos os súditos de Salém, os momentos festivos da coroação. Enquanto isso, o rebelde com as mãos trêmulas, apossava-se do cetro. Naquele momento, teve a idéia de levar somente o alaúde, deixando o estojo em seu devido lugar.Com um sorriso cheio de maldade, imaginou o momento em que o rei entregaria ao seu filho aquele estojo vazio.

Levando consigo o cetro, Samael dirigiu-se apressadamente ao lugar em que seus seguidores o aguardavam. Ao encontrá-los, deu vazão a todo o seu orgulho proclamando:

- Agora eu sou o rei de Salém. Quem possui um cetro como o meu? Com ele domino a terra e o mar.A minha força está nas trevas , pois através dela o conquistei.

Festejando a vitória, a turba ruidosa afastou-se para distante de Salém, seguindo rumo às cidades corrompidas da planície, onde pretendiam armarem-se para a conquista de seu reino.

O sol surgiu no horizonte, trazendo a luz do dia da expiação (Yom Kipur)..Despertando de seu sono de lindos sonhos, o príncipe apronta-se para a cerimônia do juízo e da coroação. Vestes especiais de linho fino, adornadas com fios de ouro e pedras preciosas, foram-lhe preparadas. Depois de vestir-se, Melquisedeque encaminhou-se para o encontro de seus súditos, na extremidade sul de Salém. Dali os conduziria numa marcha festiva rumo ao palácio situado ao norte, sobre o monte Sião.

Adonias, fazendo soar um longo chifre, convocou a todos para a reunião do julgamento. Deixando suas mansões, todos os remanescentes dirigiram-se para a praça do portão sul, levando consigo seus instrumentos musicais.

Ao encontrar-se com aqueles fiéis, Melquisedeque ficou surpreso pela ausência de muitos. Esse mistério doía-lhe na alma, pois lhe ocultava-lhe a face mais querida de seu amigo Samael.

Deixando seus seguidores reunidos, o príncipe saiu à procura dos ausentes. Em sua busca infrutífera, dirigiu-se finalmente à mansão do monte, onde chamou por Samael; Sua voz, contudo, não trouxe nenhuma resposta além de um eco vazio, que traduzia ingratidão.

Giordano Bruno · Londrina, PR 1/3/2007 12:43
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Giordano Bruno
 

Lendo no triste vazio a traição, sentiu vontade de chorar. Num só momento veio-lhe à mente todo o passado daquele a quem buscara com tanta dedicação conservá-lo em sua glória, através de conselhos sábios. Recordou daqueles dias que seguiram à sua recuperação; Como se alegrara com a certeza de que seu amigo não mais voltaria a cair! Levando-o a pressentir a tragédia, veio-lhe a lembrança as indagações de Samael sobre o alaúde, o qual mostrou-lhe num gesto de amizade. A memória deste fato, somada aos passos ouvidos no interior do palácio naquela noite, deu-lhe a certeza que Salém corria perigo. Não suportando essa possibilidade de traição, prostrou-se em pranto, ferido pela terrível ingratidão daquele a quem dedicara tanto amor.

Curvado pela dor, permaneceu por algum tempo procurando encontrar algum consolo. Enxugou finalmente as lágrimas, decidido a fazer qualquer sacrifício a fim de devolver a Salém sua glória e poder, redimindo-lhe o cetro das mãos da rebeldia.

Consolado pela certeza da vitória, Melquisedeque retornou para junto dos súditos fiéis. Ocultando-lhes seu sofrimento, bem como o motivo da ausência de tantos, o príncipe guiou-os em marcha triunfal rumo ao palácio.
Ao aproximarem-se do monte Sião, galgaram os alvíssimos degraus da escadaria, sendo seguidos pela multidão exultante. Doía-lhe na alma a expectativa de ver morrer nos lábios dos fiéis, naquela manhã, o seu alegre canto, devido o golpe da traição.

Encontravam-se agora no interior do palácio, diante do magnífico trono que esperava pelo jovem rei. Na base do trono, jazia aberto, em meio a um arranjo de flores, o pergaminho das leis. Junto dele podia-se ver a linda coroa, feita de ouro e pedras preciosas, bem como o estojo daquele cetro que simbolizava toda a harmonia de Salém.

Os súditos estavam felizes, pois sabiam que seriam achados dignos de herdar aquele reino de paz. Aguardavam agora o momento da coroação, quando o seu novo rei os regeria de seu trono com seu cetro precioso, num cântico triunfal.

Em meio aos aplausos das hostes vitoriosas, Melquisedeque dirigiu-se a seu pai, que o recebeu com um carinhoso abraço. O momento era deveras solene. As hostes silenciaram-se na expectativa da coroação. O estojo seria aberto e, todos testemunhariam a exaltação do querido príncipe.

Com o coração pulsando forte pela alegria, Adonias curvou-se sobre o estojo, abrindo-o cuidadosamente; Ao encontrá-lo vazio, a alegria de seu semblante deu lugar à uma expressão de indizível preocupação e tristeza, pois naquele cetro selara o destino daquele reino de paz.

Ao ver seu pai e todos os súditos aflitos pela ausência do cetro e de tantos amigos que deveriam estar com eles naquele momento, Melquisedeque consolou-os com a promessa de que buscaria o cetro. Inconscientes dos riscos e perigos que aguardavam o príncipe em seu caminho, os súditos despediram-se dele, vendo-o partir apressadamente.

O alvorecer daquele dia que seria o da coroação, alcançou os rebeldes distantes de Salém, a caminho das cidades da planície. Naquele manhã, Samael encheu-se de fúria ao ver que o precioso alaúde estava adornado com inscrições das leis contidas no pergaminho. Tomando uma pedra pontuda, passou a danificar o cetro, raspando-lhe todas as palavras de amor e justiça. Suas harmoniosas cordas estavam agora desafinadas sobre o seu bojo ferido, mas continuava sendo precioso, pois sobre ele jazia selado o domínio de Salém. Possuí-lo, significava ser dono de todo o poder.

Ao chegarem à altura em que o caminho bifurcava-se, Samael ordenou a seus seguidores que prosseguissem rumo a Gomorra, enquanto ele iria até Sodoma, onde permaneceria por dois dias, juntando-se depois a eles.

Esperou pela noite para entrar em Sodoma. Quando ali entrou, caminhou pelas ruas estreitas sem ser notado, até encontrar uma casa isolada sobre uma elevação. Fazendo do cetro sua arma, invadiu a casa matando seus moradores, enquanto dormiam. Apossou-se dessa maneira daquela residência onde, solitário, maquinaria seus planos para a tomada de Salém.
O entardecer daquele dia que seria o da coroação, alcançou o filho de Adonias a caminhar pelo pedregoso caminho rumo ao vale. Seus olhos carregados de tristeza e anseio voltam-se para o solo, em busca dos rastros dos rebeldes. A lembrança da ingratidão daqueles a quem tanto amava, o fez chorar. Suas lágrimas, refletindo os últimos lampejos daquele sol poente, assemelham-se a gotas de sangue jorrando de um coração ferido. Ele chorava não por causa dos perigos que lhe sobreviriam naquela fria noite, mas pela infeliz sorte daqueles que haviam trocado a paz de Salém pela violência daquelas cidades da planície.

O seu único consolo era a lembrança daqueles que, apesar de todas as tentações, haviam permanecido fiéis. A eles prometera devolver o cetro, e isto o faria apesar de qualquer sacrifício.

Depois de uma longa noite de insônia em que o príncipe ficou recostado ao lado do caminho, raiou a luz de um dia que seria decisivo.

Giordano Bruno · Londrina, PR 1/3/2007 12:47
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Giordano Bruno
 

Ao aproximar-se de Sodoma naquela manhã, o pensamento de estar tão próximo do cetro de sua amada Salém, fez com que se esquecesse de toda a fadiga, abreviando seus passos rumo ao desafio.

Ao abeirar-se do grande portão da cidade, ficou tomado por um temor, ao ouvir ruídos espantosos de desarmonia, que traduziam o orgulho, o egoísmo e a cobiça que ali dominavam todos os corações, fazendo-os explodir na orgia de uma maldade sem fim.

Seria um grande risco expor-se à violência gratuita daquela cidade. Esse pensamento o fez deter-se a um passo do portal, onde estremecido curvou a fronte em indizível luta íntima. Era tentado a recuar, mas lutava com todas as forças de sua alma contra esse pensamento de fracasso.

Pensando na triste sorte de Salém, cujo domínio estava sendo pisado no interior daquela cruel Sodoma, Melquisedeque tomou uma firme decisão: como um destemido guerreiro haveria de avançar, e, mesmo que tivesse de enfrentar o acúmulo de todos os perigos, prosseguiria, até erguer em suas mãos vitoriosas o cetro amado.

Resoluto e esperançoso, transpôs o portão de Sodoma, mergulhando naquele mundo estranho. Tudo ali era o oposto de Salém, começando pelas pedras ásperas e sujas de suas construções. Sodoma era um reino de trevas.

A presença contrastante do príncipe foi logo notada por muitos que, em tumulto o acercaram. A pureza de caráter expressa em sua meiga face e o esplendor de suas vestes, encheram-nos de espanto, e recuaram como que vencidos por uma força invisível. Dominados pela fúria , passaram a perseguí-lo à distância, decididos a fazê-lo recuar. Jogavam-lhe pedras e lama tentando macular-lhe as vestes, mas não o atingiam, enquanto ele avançava em sua ansiosa busca. Desistiram finalmente de perseguí-lo, ao entardecer.

O filho de Adonias percorrera todas as ruas e becos à procura do precioso cetro, mas em vão. Ao ver tombar no horizonte o sol, anunciando a chegada de mais uma escura e fria noite, seu coração ficou opresso por uma grande agonia. Ali, naquele último beco, quase que vencido pela exaustão e pelo desespero, inclinou a fronte, desfazendo-se em pranto. Seus lábios, pronunciaram em meio aos soluços as seguintes palavras:

- Salém, Salém, você não pode perecer! O seu cetro precisa ser redimido das garras da rebeldia! Mas quando e onde vou encontrá-lo?! Já não restam forças em mim, e a esperança de redimi-lo antes da noite me abandona!

O príncipe, em sua suprema angústia, não percebia que outro gemido de dor, procedente de cordas arrebentadas de um alaúde humilhado, fazia-se ouvir naquele entardecer.

Subtamente, o fraco gemido penetrou seus ouvidos, reanimando-o com a certeza de que o grande momento da redenção havia chegado. Enxugando as lágrimas, reuniu as últimas forças correndo em direção à uma pequena casa situada sobre um monte, de onde parecia vir o som.

Ao dirigir-se à porta entreaberta, deteve-se ao contemplar uma cena chocante, de humilhante escravidão: Samael, envolvido por um manto sujo, castigava o cetro de Salém. Tanto o rapaz quanto o cetro achavam-se tão desfigurados, que não restavam neles quase que nenhum traço da glória perdida. Aquele cetro, contudo, mesmo arrasado como estava, era muito precioso, pois nele jazia o selo do domínio de Salém.

A contemplação daquele que fora seu maior amigo e daquele cetro idealizado como símbolo de toda a harmonia, em tão trágica condição, comoveu profundamente o príncipe, fazendo-o chorar em alta voz. Somente então o súdito rebelde percebeu sua presença indesejada. Estremecido, levantou-se, e, cheio de ira perguntou-lhe:

- O que o trouxe a Sodoma?

Apontando para o cetro danificado, Melquisedeque exclamou:

- A glória de Salém está destruída!!!

Com uma gargalhada, Samael zombou de sua tristeza ,dizendo:

- Agora eu sou o rei de Salém. Vocês que são fiéis ao pergaminho, tornar-se-ão meus escravos.

Sem se importar com as palavras de afronta de Samael, o príncipe, movido por uma infinita angústia, lhe disse:

- Samael, Salém está ferida por sua traição. Por que você trocou o seu lar de justiça e amor por esse vale de injustiça, ódio e morte?! Agora, se não deseja retornar à Salém arrependido, devolva-lhe o cetro. Foi para redimi-lo que, a despeito de todos os perigos, desci a esse vale hostil.

Conhecendo o propósito do príncipe, o rebelde encheu-se de raiva e cerrando os punhos disse-lhe :

- Eu o odeio Melquisedeque!

Tendo dito isto, arremessou o cetro ao chão, e pisando-o acrescentou:

- Tenho vontade de fazer o mesmo com você.

Diante dessa afronta, o príncipe não sentiu nenhum temor, mas compaixão. Transportando-se ao feliz passado, lembrava-se dos momentos felizes em que tinha sempre ao seu lado a Samael; Ele era um jovem puro e humilde de coração; Por que permitira ser escravizado pela ilusão do orgulho e do egoísmo?! Quão doloroso era ver aquele jovem que, por sua beleza e simpatia, havia sido honrado acima de todos os súditos, agora arruinado pela cobiça!

Giordano Bruno · Londrina, PR 1/3/2007 12:49
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Giordano Bruno
 

Não fora o sonho do príncipe ter junto ao seu trono glorificado, aquele que lhe era o mais precioso amigo?! Essa tragédia feria-lhe a alma. Contudo, a triste condição do cetro o atingia ainda mais, pois ele fora feito como o símbolo de toda a harmonia ,e estava sendo desfeito sob os pés da ingratidão.

Surpreso por não ver nos olhos de Melquisedeque nenhuma expressão de temor, porém de piedade, Samael sentiu-se frustrado em suas afrontas que visam amedrontá-lo, levando-o desistir de sua missão.

Diante da postura digna do príncipe, que em silente dor o contemplava, sentiu-se envergonhado. Essa fraqueza, contudo, foi banida pelo orgulho que dominava o seu coração. Começou então a planejar algo terrível, para humilhar e ferir o príncipe, fazendo-o sofrer ainda mais.Com escárnio disse-lhe:

- O cetro de Salém poderá ser seu, se você conseguir pagar-me o preço de seu resgate.

Com um brilho nos olhos, o príncipe perguntou-lhe:

- Qual é o preço?

Samael, com um sorriso maldoso, respondeu-lhe pausadamente:

- O preço não é ouro nem prata, mas dor e sangue. Você deverá despir-se completamente de suas vestes, deitando-se ao chão. Deverá suportar nessa condição, espancamentos, até que o sol se ponha. Se você estiver disposto a submeter-me, sem reagir, o cetro será inteiramente seu.

Estremecido ante tão cruel proposta, o filho de Adonias olhou para o sol que pairava distante sobre uma nuvem. Passou a travar em seu coração uma luta intensa. A princípio, o horror do sacrifício quase o dominou, levando-o recuar, mas o pensamento de ver Salém escravizada pela rebeldia, levou-o finalmente à decisão de pagar o preço do resgate, entregando-se ao humilhante sofrimento.

Tendo tomado a firme decisão de resgatar o cetro, o príncipe, tirou as vestes, colocando-as sobre uma pedra. Deitou-se em seguida naquele solo frio, com a fronte voltada para o poente.

Impiedosamente, Samael começou a espancá-lo, fazendo uso do próprio cetro como instrumento de tortura. Gemendo pela dor dos golpes que o faziam sangrar, o príncipe mantinha o olhar fixo no sol que parecia deter-se sobre a nuvem. Atordoado pela dor, contemplou finalmente o sol prestes a se pôr. Alentado pela vitória que se aproximava,murmura baixinho:

- Salém, Salém, daqui a pouco terei em meus braços o teu cetro precioso que, em minhas mãos, tornar-se-á num instrumento de justiça e paz.

Ouvindo a promessa do príncipe feita por entre gemidos, Samael bradou-lhe com fúria:

- O teu sofrimento não trará nenhum alvorecer para Salém ,pois tuas mãos jamais serão capazes de tocar no cetro.

Depois de fazer essa afronta, Samael apossou-se de uma pedra pontuda, preparando-se para desferir os últimos golpes.

Enquanto pensava sobre a feliz vitória de Salém, Melquisedeque sentiu seu braço direito sendo comprimido pelos pés de Samael. Seguiu a esse rude gesto um golpe que o fez contorcer-se em agonia. Sua mão fora vazada cruelmente, passando a jorrar abundante sangue da ferida aberta. Essa mesma violência foi descarregada logo depois sobre sua mão esquerda.

Não suportando a agonia causada por esses derradeiros golpes, o filho de Adonias, ensangüentado, mergulhou nas trevas de um profundo desmaio.

Giordano Bruno · Londrina, PR 1/3/2007 12:51
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Giordano Bruno
 

Ao cessar de golpear o príncipe, o súdito rebelde ficou possuído por um estranho horror ao contemplar na face daquele que somente lhe fizera o bem, o torpor da morte. Procurava não recordar o passado, mas, irresistente, sentia ser arrastado aos dias de sua feliz inocência em Salém. Revestido de ricas vestes estava sempre ao lado do príncipe que, com dedicação, ensinava-lhe a cada dia suas canções que falavam de paz.

Nas indesejadas lembranças pelas quais era arrastado, reviveu seus primeiros passos no caminho do orgulho e do egoísmo. Lembrou-se dos incessantes conselhos e rogos daquele que fora seu melhor amigo, para que desistisse daquele caminho que poderia conduzi-lo à infelicidade.

Depois de ser arrastado em lembranças por todo aquele passado de felicidade destruída por sua culpa, Samael teve consciência de sua ingratidão. Horrorizado pelo que fizera, curvou-se sobre o corpo ensangüentado de Melquisedeque, e desesperou-se ao vê-lo sem vida. Não suportando o peso da grande culpa, deixou às pressas aquele lugar, desejando ocultar-se distante, sob as trevas da fria noite.

Depois de um profundo desmaio, o príncipe começou a voltar à consciência; Em delírios que o transportavam ao seio de sua amada Salém, ele revivia momentos vividos e sonhados: Com alegria contemplava a face de seu maior amigo, para quem estendeu a mão com um sorriso. Mas seu gesto foi frustrado por uma profunda dor. Em meio aos aplausos dos súditos vitoriosos, recebe de seu pai o cetro, mas ao tocá-lo, sente uma irresistível dor em suas mãos.

Com esses sonhos frustrados pela dor, Melquisedeque despertou para a realidade. Estava nu, ferido e solitário, em um lugar perigoso, longe do abrigo e carinho de Salém. Mais doloroso era pensar que tudo aquilo fora a retribuição de alguém que fora o alvo principal de todas as dádivas de seu amor.

O príncipe, sem poder mover-se, considerando a grande traição passou a chorar sem consolo. Lamentava não por sua dor, mas pela perdição daqueles que haviam trocado o carinho e a justiça de Salém pelo desprezo e ódio que os reduziriam finalmente a cinzas sobre aquele vale condenado.

Através das lágrimas, o príncipe contemplava o céu que, semelhante a um manto tinto de sangue, estendia-se banhado na luz do sol poente. Lembrou-se então do alaúde pelo qual pagara tão alto preço. Onde estaria ele?

Em sua desesperada fuga, Samael deixara o cetro abandonado junto ao corpo ferido de Melquisedeque. Quando ele o viu, esqueceu-se de toda a dor, e abraçou-o com suas mãos feridas. Acariciando-lhe o bojo arruinado, disse-lhe com um sorriso:

- Você é meu novamente. Eu o comprei com o meu sangue".

Samael que, dominado pelo estranho horror, fugira após cometer o horrível crime, deteve-se a um passo do portão de Sodoma. Ali, impulsionado pelo orgulho, arrependeu-se com indignação de sua fraqueza. Por que fugira depois de conquistar tão grande vitória? Não era seu plano destruir o reino de Salém, para estabelecer seu próprio reino? Lembrando-se do cetro, decidiu retornar para tomá-lo. Por que o deixara abandonado junto ao cadáver daquele odiado príncipe?

Reunindo suas poucas forças, Melquisedeque dirigiu-se tropegamente ao lugar em que deixara suas vestes.

Depois de vestir-se, tendo junto ao peito o cetro amado, o filho de Adonias, com profunda emoção fez um juramento antes de deixar aquele lugar de seu sofrimento. Acariciando o cetro diz-lhe:

- Meu querido cetro, você foi criado como um emblema da harmonia que procede da justiça e do amor. Toda a glória de Salém repousava sobre você quando a rebeldia em sua ingratidão escravizou-o, arrastando-o para este vale hostil. Aqui você foi ferido e humilhado, vindo a tornar-se um instrumento de impiedade nas mãos do tirano. Eu, porém, o redimi com o meu sangue. Agora nossas feridas serão restauradas, e em breve seremos entronizados em meio aos louvores de uma Salém vitoriosa. Quando esse sonho se concretizar, testemunharemos juntos o fim daqueles que se levantaram contra nós para nos ferir. Samael e seus seguidores serão devorados pelo fogo que reduzirá às cinzas Sodoma e Gomorra.

Concluindo seu solene juramento ,o jovem príncipe, já oculto pelas trevas da noite e deixou aquela colina, e sobre ela as marcas de seu sofrimento.

Desde que o filho do rei partira, prometendo retornar com o cetro, Salém vivia momentos de indizível anseio. Em pranto, o rei e os súditos remanescentes lembravam-se de todo aquele feliz passado desfeito pela ingratidão dos rebeldes. O que mais lhes torturava era a ausência do príncipe e do cetro, sem os quais todo o brilho daquele reino de paz se ofuscaria.

Desejando consolar o coração de seus súditos, Melquisedeque avançava em meio à noite rumo aos montes que cercavam Salém. Ainda que enfraquecido e ferido, prosseguia em sua marcha ascendente, esperando alcançar sua pátria pela manhã.

Giordano Bruno · Londrina, PR 1/3/2007 12:53
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Giordano Bruno
 

Aquela longa e escura noite foi finalmente vencida pelos raios do alvorecer. Em Salém a esperança em rever Melquisedeque com o seu cetro estava quase banida quando, ao olharem para o Monte das Oliveiras, viram-no descendo pelo caminho do Getsêmani. Quando o encontraram no profundo vale de Cedrom, ficaram assustados com sua aparência: sua face estava pálida e seu manto encharcado de sangue. Mesmo assim, ele sorria expressando grande alegria.

Ao perguntarem-no sobre o porque daquelas marcas de sangue, Melquisedeque retirou de sob o manto suas mãos feridas, revelando-lhes entre elas o cetro redimido.

Depois de contar-lhes os passos que o levaram ao resgate do cetro, os súditos, emudecidos, prostraram-se reverentes aos seus pés, aclamando-o como seu redentor e rei.

Em meio aos louvores das hostes redimidas, o príncipe foi introduzido no palácio real, onde sob os cuidados de seu amoroso pai, deveria restabelecer-se de seu sofrimento. O cetro desfigurado, agora mais precioso, seria também restaurado, devendo tornar-se mais belo que antes.

O dia da coroação foi fixado para o próximo Yom Kipur. Naquele dia, Melquisedeque selaria com o cetro restaurado o triunfo de todos os fiéis, bem como a condenação dos rebeldes.


Portanto estas são as provas que você esta comentando um assunto que desconhece. Eu sou um dos três peregrinos que foi falar com Abraão que esteve com Melquidec nos dias da destruição de Sodoma e Gomorra.

Isto não é religião ou crença religiosa, isto são atos e fatos comprovados.

Giordano Bruno · Londrina, PR 1/3/2007 13:00
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Rangel Castilho
 

Cópia de Trechos dos manuscritos do Mar Morto:

http://br.msnusers.com/OMASSACREDEMASADA/melchizedek.msnw

Rangel Castilho · Anastácio, MS 1/3/2007 17:55
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Giordano Bruno
 

Esta é a ficha técnica sobre o teu comentário trazendo a tradução que não é espírita e nem mesmo o seu comentário. Houve uma cópia como eu lhe disse de um outro autor que criou a idéia absurda de Super Homem. Não existe Super Homem senão na ficção. Mas não foi isto o que ele trouxe no seu comentário. E sem fazer perseguição contra nomes, à profecia do livro, a História de um Vaso trouxe a comprovação do que eu disse. Este livro não foi editado no livro da criação como ficha técnica senão para responder a tua suspeita levantada, ainda que existam outras traduções. Mas nada impede que seja citado como ficha técnica o que foi mostrado. Porque este livro na verdade esta mostrando as coisas que foram pervertidas e existem por ai, maior que o Código da Vinci. Porque eles entraram no meu jardim na calada da noite e retiraram as pétalas das minhas rosas, uma por uma dos seus botões. E foram feito em estilhaços o meu bastão que esta sendo restaurado. Assim como eu lhe contei sobre Giordano Bruno então eu terei que lhe contar o que lhe aconteceu. Mas este é um outro livro que já esta escrito também.

Giordano Bruno · Londrina, PR 1/3/2007 18:44
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Giordano Bruno
 

Veja no texto que você mostrou como o tradutor não tem conhecimento teológico, uma vez que ele traduziu João o Batista. Então não poderia ser chamado o Batista, mas sim João o Balizador para diferenciar de outro João, e, como Jesus afirma em seguida, ele veio preparar ao meu modo e Batizar com a água do perdão, ele não é João o Batista. Porque senão teria que arrumar um outro significado para a palavra Batista. E o livro a Pistis Sophia foi publicado a primeira vez na França em 1851. E na outra versão que surgiu de Nag Hamandi com três livros o terceiro derrubou a montagem fantasiosa do erro de interpretação que serviu de inspiração aos filme Matrix, Super Homem, Herry Porter, Código da Vinci e outros na fantasia.
E novamente a página que você mostrou estava simplesmente interessada em comprovar a reencarnação e não estava interessada em mostrar toda a verdade, ela não trouxe nem mesmo a escolha que Jesus fez aos doze discípulos veja:
E sucedeu agora, depois que o sol saiu no Oriente, pelo Primeiro Mistério que tinha existido desde o princípio por causa do qual o Todo existiu e do qual Eu agora venho - não antes de minha crucificação, mas agora mesmo – e sucedeu pelo comando daquele Mistério, que me enviou as Minhas Vestes de Luz que a Mim tinha sido dado desde o princípio, a qual Eu tinha deixado para trás no Último Mistério que é dentro e fora do Vigésimo Quarto Mistério, estes (24 Mistérios) os quais estão nos graus do segundo espaço do Primeiro Mistério. Essas Minhas Vestes (de Luz) alcancei agora, que Eu tinha deixado para trás no Último Mistério, até que o tempo fosse consumado, que Eu deveria por sobre Mim, e que Eu deveria começar a falar com a raça humana, e revelar a eles todas as coisas desde o princípio da verdade até o seu fim, e falar com eles do Íntimo do Interno até o extremo do exterior, e desde o extremo dos exteriores para o Íntimo do Interno. Regozijai-vos e estejais alegres, e regozijai-vos ainda mais, porque foi dado a você que Eu deveria falar primeiro com você desde o princípio da verdade até o seu fim. Realmente por causa disto Eu vos escolhi desde o princípio pelo Primeiro Mistério. Regozijai-vos agora e regozijais-vos ainda mais, porque quando Eu entrei no mundo Eu trouxe Comigo os doze Poderes, conforme Eu lhes falei desde o princípio, os quais Eu chamei os doze Salvadores dos Tesouros de Luz, de acordo com o comando do Primeiro Mistério. Agora estes Eu os lancei nos úteros de suas mães quando Eu entrei no mundo, e são estes que estão hoje em seus corpos. Estes poderes que lhes foi dado sobre o mundo inteiro, para que através de você possa ser salvo o mundo inteiro, de tal forma que a você foi dado poder para resistir às ameaças dos regentes deste mundo, as ansiedades deste mundo e os seus perigos, e todas as perseguições dos seus regentes da altura trarão sobre você. Porque eu disse a você muitas vezes o poder que está dentro de você, vos foi dado pelos doze Salvadores, que estão no Tesouro da Luz. Por isto Eu realmente disse a você desde o princípio, que você não é deste mundo; Eu também não o Sou. Por isto todos os homens que estão no mundo engendraram alma pelo poder dos Regentes dos Aeons. Porém, o poder que está em você, vem de Mim, mas as suas almas pertencem ao Alto. Eu trouxe os doze Salvadores que estão no Tesouro da Luz com o comando do Primeiro Mistério enquanto os levei do Meu Poder que Eu recebi no principio.

Giordano Bruno · Londrina, PR 1/3/2007 22:05
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Giordano Bruno
 

Hippolyte Leon Denizart Rivail descendeu de uma família católica, que se distinguiam na antiga magistratura e advocacia e não seguiu essas carreiras. Porque ele fundou em sua casa cursos gratuitos de Química, Física, Anatomia comparada, Astronomia e outros cursos, antes do conhecimento deste livro entre os anos de 1835 e 1840. Mesmo porque era um numero muito pequeno de pessoas que ousava querer investigar estas coisas. Mas com a publicação naquele ano de 1851, do livro a Pistis Sophia, na França, um país protestante, ele entendeu tudo o que estava acontecendo. E entendendo resolveu codificar a doutrina espírita. Em primeiro lugar, não podia aparecer o seu nome, então surgiu o seu nome Kardec codificado. Ele começou então a publicar a sua ciência, arte e filosofia, em códigos também falando sobre uma família Fox que residia nos Estados Unidos. Mas não tinha avião e nem mesmo telefone para ele se comunicar com esta família. Mas a terra inteira tremeu as mesas dançavam, surgiam pancadas por todos os lados...

Giordano Bruno · Londrina, PR 2/3/2007 05:32
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Zito
 

Giordano, o super homem é tão ficção quanto Deus! Procure ajuda profissional!!

Zito · Porto Alegre, RS 2/3/2007 20:28
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Giordano Bruno
 

O que você escreveu eu trouxe no livro o Cachorro não entra no rebanho. As visões do profeta Daniel:

O primeiro animal que subiu das águas era semelhante ao Leão (Daniel 7,4)
A besta que subiu das águas, fez delas subir quatro animais, diferentes um do outro. Ela é a maior de todas, a contaminar os quatro elementos da natureza, ela fez das impurezas o seu alimento. Pôr isto, nelas se manifesta à ajuda associada do dragão vermelho, eis o primeiro animal, na visão do profeta Daniel, que era como um leão, que grita, e é também chamada de dragão preto. Então veja primeiro, o que acontece na seita do ateísmo, que contaminou a terra. Eles dão valor ao homem, a ele o reverenciam, e os têm como o seu deus criador. Eles destruíram o mandamento do amor, e o substituíram pelo amor ao deus do humanismo, o amor a si mesmo, o egocentrismo, porque eles se dedicam, aos seus próprios interesses pessoais, acima de todas as coisas. Eles têm os seus únicos objetivos, o de fazerem valorizar, na ajuda, aos seus próprios interesses e se auto afirmam no profissionalismo de homens sem Deus, os apóstatas da fé. A obra que deles tem a sua origem pode ser grande, mas eles não têm Deus. Eu cito o exemplo da filantropia, porque construíram esta palavra da convivência em sociedade, na derivação que falsearam para se afastar da lei da caridade. Por isto, o que eles fazem, não tem valor para Deus, mas para os homens, eles pretenderam auto afirmar o continuísmo, de viver sem Deus. Por isso eles não alcançaram os seus objetivos, porque não ouviram a Deus, mas o que eles fazem é para negá-lo. As asas de águia, e que tem o coração de homem, porque eles querem voar e serem os deuses dos homens. Como deuses na razão intelectualizada, que se prevalecem no pensamento da maioria, no amor fingido de homens, na falsificação dos valores da virtude. Foi levantado da terra, porque os deuses dos naturais são: o ouro, a prata, as estátuas, as mulheres, a fama, mas do pó eles vieram e ao pó retornarão. Porque Deus, para eles é um mito, de contos de histórias de fadas inventados por homens. Por isto eles se levantaram das águas, porque são os que negam Deus e a Jesus Cristo, sendo Jesus um Homem Deus. E o ensinamento que eles buscaram nas Sagradas Escrituras, foi o que nela escreveu o homem. Eis os sete nomes das sete cabeças que eles fizeram blasfêmias.

Giordano Bruno · Londrina, PR 2/3/2007 21:03
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Giordano Bruno
 

Na primeira cabeça, o orgulho:
Ele gosta de cair na farra e festas deploráveis, carnaval, barulhos. Assim ele faz as suas malvadas coisas às escondidas. É dele o principal objetivo sacrificar os interesses alheios achando uma ocupação, para que possa desonrar o mandamento, do descanso no sétimo dia da semana, como manda a lei. Ele inventa também preencher o dia do descanso na semana, com jogos, corridas e cursos de intelectualização. Porque ele concentra o seu pensamento na vida terrena. Assim como o egoísmo ele quer tudo para si, a sua diferença é que ele atropela para destruir. Ele crê somente em si mesmo. Ele não sacrifica o presente fugidio em beneficio do eterno porvir, porque ele não sabe que a vida presente é tão triste e passageira e que para ele se apaga, ante o infinito esplendor do futuro. E por isto ele não ama o que Deus criou; os animais, as plantas, o universo, o ar, às águas, a terra e o fogo, mesmo que ainda os cultuam. Ele faz à discriminação. Ninguém pode se dizer indigno, porque todos são dignos de Meu Pai.
Na ciência humana, ele imita a hipocrisia dos fariseus, porque se apóia nas suas teorias, como sendo o seu deus. Deus não criou a ciência, para depois a negar, mas ainda falta a ela ser alcançado, enorme conhecimento. Porque em mais de cem mil raças, cem mil civilizações que já passaram pelo planeta, esta é ainda a mais atrasada. Já existiram civilizações, que fizeram máquinas de desintegração e integração, que se encontram no Himalaia, no Mar Morto, nas Pororocas. Mas há os que na ciência se apóiam em teorias, e são milhares delas ainda inacabadas, e os próprios cientistas sabem o que eu estou dizendo, mesmo que eles venham contradizer as Minhas palavras. Porque isto é o que fazem os revoltosos, eu afirmo com segurança; nos dias de hoje, em todo o seu conhecimento, a ciência não é ainda confiável em sua totalidade, no que eles afirmam serem as verdades da ciência. Mas nem por isto, ela é para ser invalidada, porque seria invalidar o esforço dos homens. E na ciência dos homens já é possível ser afirmado muitas coisas, e eles já as podem acertar. Mas os ateus fazem do que ainda são conceitos das ciências, as suas negativas dos sinais do céu. Eles são os que não dão valor aos ensinamentos das Escrituras Sagradas, senão para a negar. E foi daí que surgiu, o que se chamou eruditismo. A ajuda da primeira e da segunda besta, trouxe o seu auxilio da besta semelhante ao cordeiro. Porque é deles a finalidade; aniquilar o Cristo histórico, como Filho do Homem, porque eles se escondem atrás das astuciosas fórmulas, que eles construíram para obscurecer o sobrenatural. É nisto, que está à força deles, aliados ao poder da comunicação. Eles se interpenetram com a autoridade que lhes dá a comunicação, em todos os meios, com toda a sua força, e nela fazem a manifestação da apostasia, que nestes tempos, a todos contagiou.

Giordano Bruno · Londrina, PR 2/3/2007 21:21
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Giordano Bruno
 

Na segunda cabeça, os Babilônios: Eles são os que agem com violência, para alimentarem as suas fraquezas da carne. Surgem associados ao deus dos indecorosos e a outros deuses, das grandes prostitutas, das Sodoma, que fizeram ressurgir no meio deles a grande Babilônia. Mas é desde os tempos de Moisés que foi ordenado, a não se fazer, o que é contaminação, abominação e confusão, o que é imundo. (Levitico 18,20;18,22;18,23;20,21) Eles fazem as cantigas deploráveis, que somente podem atrair, as nuvens negras ao vazio das almas que não tem Deus, as tristezas. Porque eles cantam e fazem as imagens das suas impurezas e as adoram. E é delas que se alimentam, e por isto, eles engrandecem os seus deuses da fornicação, na fantasia mental. E depois que alimentam os seus pecados das fantasias mentais, os tornam reais, porque eles trazem os vícios da carne, o adultério, a prostituição e a fornicação.


Giordano Bruno · Londrina, PR 2/3/2007 21:22
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Giordano Bruno
 

Na terceira cabeça, os Exploradores:Eles compram uma mercadoria pôr um preço e a vendem pelo dobro, e até pelo triplo do que pagou. E o outro a revende, pelo dobro, ou pelo triplo ainda. Eles são capazes, de tirar do seu próprio pai, quando atingiu a idade avançada, tudo o que ele possuiu, e reservou para o seu sustento na sua velhice e depois disto, o deixam no abandono nos asilos. É entre eles que surge o deus do materialismo. Eles crêem que o homem é apenas matéria e as coisas materiais são as suas únicas coisas reais desejáveis. Eles fazem à cobrança de dividas com o uso da opressão, da violência, e ainda cobram juros e multas. Neles a avareza, a usura, não tem limites. Eles lançam nas prisões, muitos pais de família, porque eles fizeram as cópias das imagens, que eles fizeram para sobreviver. Porventura, não foi Deus quem deu a eles os dons? Por isto eu vos disse; as coisas de Deus, não são para ser: Vendidas, para que não sejam confundidas, misturando com as impurezas que praticam os naturais. Eu não quero que adulterem os ensinamentos que é vindo de Jesus Cristo. Porque tudo que é dado por Deus é para ser distribuído a todos gratuitamente. Porque uma é a lei de Deus e outro é o mandamento dos homens. Respeite as leis dos homens, mas não misture mandamentos de homens, para invalidar a lei de Deus. Não peque contra a lei de Deus, mesmo que a lei dos homens autoriza a pecar, permaneça na lei de Deus, mas não peque contra a lei dos homens. Mesmo que a lei dos homens autorize abortar, como a fizeram nestes tempos, observe a obediência a lei de Deus. Não foi permitido destruir as leis, o demônio fez alguns legisladores corromperem as suas leis. Mas foi permitida por Deus, que eles legislassem, para possibilitar ao homem o cumprimento da sua lei, mas ela é perecível. No inferno existem muitos cientistas que abusaram da lei de Deus. Por isto, Eu não quero que sejam imitadores dos erros dos naturais.
Existem muitos falsos pastores, que se utilizaram, das técnicas dos materialistas e resistiram à verdade divina, permanecendo na sua incredulidade, aterrorizando os seus seguidores, na sua idolatria à letra morta, trazendo conseqüências desastrosas, ao seu presente e ao seu futuro. Porque eles espalharam a idéia embaraçosa associada dos materialistas; de um deus confuso, sem nenhum embaraço, sem lhe prestar contas.
Os materialistas se utilizam de técnicas para aterrorizar as massas, na sua fé cega, mas trazem conseqüências inevitáveis, regulando os seus destinos. Eles espalham a perversão moral, baseados em pontos positivos, para suprimir a idéia sobre Deus que eles se importunam, reclamando os seus direitos de liberdade.
Nestes tempos produziram transgênicos rompendo com enzimas às cadeias do DNA, acrescentando proteína enxertando, modifica a sua origem com gens estranhos de origens diversas; animal, insetos, bactérias e vírus, plantas venenosas, e outros que eles desconhecem. Isto modifica a genética, na sua bioquímica, a produção de enzimas incompatíveis, que são toxinas para a saúde humana irá refletir trazendo como conseqüência o nascimento de crianças com doenças teratogênicas. Comprometendo a genética das gerações futuras.
Não se contesta o direito de opinião da ciência, desde que discuta as opiniões contrárias. Mas não se pode conceber que prevaleça a individualidade, pelo menos aos falsos apóstolos da liberdade, que imponham, ao outro, para que ele creia, discuta e aceite doutrinas estranhas, contrárias à fé verdadeira, pelo fato da resistência de sua fé cega, não compartilhar.
A palavra de Deus é a água da vida, que jorra da sua fonte que é o Espírito Santo de Deus. Deixe um Rio das Águas da Vida percorrer a sua frente e não impeça o curso das águas.

Giordano Bruno · Londrina, PR 2/3/2007 21:23
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Giordano Bruno
 

Na quarta cabeça, os Cainitas:Eles adulteram pôr inveja e matam as palavras, para alimentarem os seus próprios interesses pessoais; e novamente na opressão, para nela se auto afirmar. Eles são seguidores da erudição intelectual. Eles fazem originar uma outra face da besta do eruditismo. Assim como surgem as nuvens de gafanhotos, com seus ventos isolados, eles surgem em grandes bandos, provocam a ira, devoram as palavras e as respondem com sentido destruidor. Isto é, os que fazem surgir às greves e as rebeliões. Eles não honram o mandamento não matar, não amam a vida, e são os que autorizam a eutanásia, o aborto. Eles interrompem a vida, desde os seus primeiros dias. Porque eles não conhecem os planos de Deus. Eles são os que dizem; os erros, que eles praticam, a terra tampa. Mas eles não sabem que a justiça de Deus fará a terra vomitar os seus delitos, e ela irá mostrar o que eles fizeram as escondidas, no silencio da noite, nos seus dias de trevas. Porque eles destruíram vidas, que foram destinadas a nascer, a viver. A terra irá vomitar; a falta d’água trará secas, calores, suores, fome, choros, prantos e lamentos. Porque eles, como Eu vos falei não se arrependeram de seus delitos.
Porque eles não sabem, que aquele que matar a espada a espada morrerá. (Apoc 13,10)
Eles são os roubadores, os seqüestradores, que apanham de surpresa as suas vitimas, para destruí-los.
Eles não trabalham para se alimentar do suor do seu próprio rosto e sobrevivem do suor do trabalho do outro.
Eles são aqueles, que se julga livre que não existe punição, e porque se acha salvo, na sua vã sabedoria de homens, na sua falsa filosofia. Eles não aceitam a verdade, porque o culto deles é o da adoração a si mesmo. Pôr isto, eles não trouxeram mudanças do passado, porque nada eles fazem, para modificar o seu mau comportamento. Mas eles propagam; os falsos testemunhos, e disfarçam quando falam. Porque eles seguem os conselhos dos intelectuais, surge o deus da razão do pensamento da maioria, porque eles não conhecem a razão Divina. Porque eles são impiedosos, tudo eles fazem para destruir a virtude da piedade.

Giordano Bruno · Londrina, PR 2/3/2007 21:24
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Giordano Bruno
 

Na quinta cabeça, os desatentos:
Eles não prestam atenção no que falam e no que fazem.
Eles abusam da velocidade e dos perigos, não andam na mão certa, andam em carros perigosos, provocam, ou causam os acidentes, não respeitam os animais e a vida. Porque eles, em seus bons veículos; abusam da velocidade e andam descuidados, matam as pessoas e animais, e não respeitam a vida. Isto, que Eu vos escrevo; é porque eu não quero que morram ou que matem também. Eu quero que ande na mão certa, em velocidade baixa, e que fuja dos perigos.
Quando for dirigir, coloque a mão no volante do veiculo, ore e diga: Deus meu Pai, me livra dos desastres e dos acidentes. Amém.
Surge ainda entre os desatenciosos, o deus da vividez; porque, além deles não se corrigirem dos seus erros, eles permitem, que ele se esparrame, para buscar neles, as suas vantagens.
Eles são denunciadores, porque fazem as denúncias, que são as causas das grandes destruições; dos lares, das nações.
Mas eles não conhecem a lei e por isso não sabem, que quem colocar no cárcere, no cárcere irá. (Apoc 13,10)

Giordano Bruno · Londrina, PR 2/3/2007 21:25
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Giordano Bruno
 

Na sexta cabeça, os incrédulos:
Eles são todos aqueles que não crêem os que não tem fé. Eles são associados aos vícios dos erros. Eles não sabem o que é amar, e ficam vendo o defeito nos outros, para os acusar, o que eles não vêem em si mesmos. Eles também são os que andam atrás, dos venenos de madeira, drogas, em busca do êxtase nas fugas por conveniência pessoal. Eles perdem a vergonha, e não ouvem as repreensões, neles surgem os vícios da carne. Eles não ajudam os que necessitam.
Assim como surgem as raposas, que surpreendem na silencio da noite, eles surgem e ostentam autoridade, mesmo que não as possuam. Eles querem ser grandes, e estão prontos, para denunciar e atacar as escondidas. São também conhecidos como os lobos com capa de ovelha. Esta equivocado o que pensa que o incrédulo não crê em Deus, porque Tome foi encontrado incrédulo como discípulo. Ele é o que se limita a crer apenas nas suas próprias convicções.

Giordano Bruno · Londrina, PR 2/3/2007 21:25
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Giordano Bruno
 

Na sétima cabeça, os relaxados:
Eles não têm cuidados consigo mesmo, com os seus pertences e os deixa no abandono. E quando ocorrem os conseqüentes fracassos, que tem como causa os erros, eles colocam as acusações em Deus e é contra Ele que blasfemam. Eles também fazem viagens arriscadas, debaixo de temporais, ou andam em veículos ou motocicletas inseguros, colocando em risco, a vida de si mesmos, e a dos outros, por amor ao dinheiro, ou por exibicionismo, por imprudência, porque não amam a vida.
Eles deixam as crianças no abandono, sem o conhecimento de Deus, e quando fazem à caridade, ensinam as crianças, uma falsa doutrina sem Deus, a dos caluniadores. E são apressados cultuam o deus da impaciência, da intolerância, e querem concertar tudo que está errado, de uma só vez.
Na gula, eles se entregam as beberrices, aos exageros da alimentação; alimentação fora de hora, ou em excessos que trazem como conseqüência, as enfermidades, trazendo o enfraquecimento do seu próprio corpo. Eles permanecem na investigação das teorias e nos conceitos de homens, para se oporem à fé, e cultuam a razão dos homens, não buscam a essência dos ensinamentos de Deus, e permanecem na ausência do conhecimento das conseqüências dos atos, e por isto se deixam enganar.

Giordano Bruno · Londrina, PR 2/3/2007 21:25
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