Passando a colher flores nos cérebros,
olhava e via uma mão a correr no horizonte.
Cintilações vagarosas explodiam
em vagalumes gosmentos.
Habitava línguas e dentes,
comia percevejos com tinta,
tábuas moles e escuridão.
-Ó, quanto gozo no canto do Bem-te-Vi!
Além da paisagem se encontrava o meu sexo,
solando em seixos e maracás.
Cuspia vento e solidão.
Um dia escutei um coração,
pedindo lápis e papel para escrever,
lavando frases e comentários para esquecer.
Poesia escrita em sintonia com Manoel de Barros
lindo demais tuas letras!
gostei da poesia!
beijos
Olá,Acácio!
Muito prazer!
Sou apaixonada pelo MANOEL...o teu poema está simplesmente lindo...de um lirismo que escorre pelos seixos da pele e do cérebro..e arrepia os pêlos e nos arremessa num vôo bem Manoelano...além do barro, o céu ...de papel....
SAdorei!Parabéns...super lindo!
bjks bluezenlíricas...
Rai...blue
Acácio,teu poema é posicionado e forte, mas macio aos sentidos.Votado!
Beijo
obrigado:
tita...
raiblue...
zilka...
pelos comentários elogiosos e pela paciência de ler minhas esquisitices poéticas. um grande abraço, acácio.
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