Sou marginal, estou à margem do que é normal, do que é parâmetro, do que é coragem e do que é sofrer.
Me dizem mal, mal sabendo que o bem e o mal se agarram, se enlaçam e se manifestam no que é viver.
A sua ideia de justiça e moral não é tão diferente da minha, se você perceber.
Sou um espelho d’água, uma imagem deformada e distorcida de você.
No seu Estado que se diz democrático eu não sei viver.
Pois não sou bem vindo, homem primata, come-lixo, paisagem feia de se ver.
Não sou como os outros, dormindo nas escadarias das Igrejas, esperando um milagre que nunca vêm.
Levo comigo na cintura o ‘Santo Grau’ do meu ofício, com o gatilho pronto para o tiro. Duvidas? Pague para ver!
É tão Sui Generis generalizar, que me tiram a índole e viro uma aberração, monstro maldito inimigo de você.
E como já deixei de crer no seu céu sem alienígenas como eu, defendo a mim e aos meus pares sem ligar se vou morrer.
Mate-me, morra-me, viva-te, viva-me assim como só se pode ser.
Ah... se todos fossem assim, saissem de cima do muro, defendessem seus valores e direitos com altruismo e senso de justiça, sem ideias pré-concebidas e sistemas pre-montados o mundo seria bem melhor. bjs
Doroni Hilgenberg · Manaus, AM 16/10/2010 12:49Para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Overmundo, e adicione seus comentários em seguida.
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