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A MEDIDA CERTA (DO FIM)

1
Valéria Geremia · Fortaleza, CE
27/7/2008 · 124 · 16
 

?
...
Quantas rosas brancas arrancadas
- Em vão -
Do meu jardim?
Quantas borboletas azuis
Para entender:
Não há pedaços de céu?
Quantos dias semear no deserto
Para saber a miragem do oásis?
Quanto embriagar-se de azul
Para ter medo de voar?
Quanto mel
Para desejar a amargura?
Em quantas pedras ferir-se
Para abandonar o caminho?
Quanto desejar um sonho
Para torná-lo pesadelo?
Quanta música
Para precisar do silêncio?
Quantas rosas brancas arrancadas
- Em vão -
Para guardar um perfume
Dentro de mim
...
?

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EdimoGinot
 

Parece que quando as cosas (ruins) acontecem,
nunca sabemos a medida certa.
Gostei
Um abraço

EdimoGinot · Curitiba, PR 25/7/2008 20:21
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Regina Lyra
 

Valéria,
São tantas pérguntas.
Respostas? São procuradas
em escritos.
Beijos,
Regina

Regina Lyra · João Pessoa, PB 26/7/2008 00:21
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graça grauna
 

Em quantas pedras ferir-se
para abandonar o caminho?

...quem poderá saber a medida certa das coisas? Gosto do teu poema porque nos atiça a refletir sobre as marcas que o cotidiano nos deixa e que muitas vezes a gente não sabe e não quer ver. Bjos

graça grauna · Recife, PE 26/7/2008 08:54
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Cristiano Melo
 

Valéria,
seu poema é inspirador à reflexões de tempo e quantidade...
Pois é...até quando nos colocaremos vulneráveis??? Existe alguma alternativa? Podemos ser livres deste sofrimento?
Perguntas e indagações, com respostas pessoais e caminhos distintos.
Muito bom
Parabéns
beijo

Cristiano Melo · Brasília, DF 26/7/2008 09:23
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Flávio Villa-Lobos
 

Valéria,

Seu poema é muito bom!
Já marcado para voto.

Grande abraço!

Flávio Villa-Lobos · Campinas, SP 26/7/2008 10:59
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Branca Pires
 

Quanto mel
Para desejar a amargura?

Eis a questão Valéria, nunca sabemos a medida exata. Sabemos apenas que apesar do mel, existe o fel. E este, às vezes em maior proporção.
Porém, em nossos jardins a 'rosa branca' insiste em crescer... cuidemos delas para que possam além de exalar o inconfundível perfume, posa ser sentindo.
Namastê!

Branca Pires · Aracaju, SE 26/7/2008 14:36
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Valéria Geremia
 

Edimo (te chamo assim?)... parece que não sabemos, apenas sentimos...
Sim, Regina, parece que somos apenas os que expressam de forma mais definitiva as perguntas...
Graça... é, às vezes a gente não quer ver, nem sentir, mas para estar vivo de verdade...
Cristiano, será que as perguntas trazem em si alguma resposta?
Flávio, fico honrada com sua visita...
Amiga Branca... um jardim é um jardim... e as rosas brancas continuam crescendo, :)
Obrigada a todos pela visita e pelo comentário
e... namastê (saudação yogue: o deus em mim saúda o deus em ti) e
Beijos.

Valéria Geremia · Fortaleza, CE 26/7/2008 16:25
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Falcão S.R
 

Valéria,

Um belo jardim poético.


Votado!

Bjs

Falcão S.R · Rio de Janeiro, RJ 27/7/2008 18:28
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O NOVO POETA.(W.Marques).
 

me faz refletir, gostei e votei.

O NOVO POETA.(W.Marques). · Franca, SP 27/7/2008 19:05
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Branca Pires
 

De volta querida, para os votos.
beijão

Branca Pires · Aracaju, SE 27/7/2008 19:08
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Doroni Hilgenberg
 

Valéria,

Parece que não há uma medida certa para a simples existencia das coisas. Se constrói destruindo, e as vezes dói.
Bjssss

Doroni Hilgenberg · Manaus, AM 27/7/2008 20:47
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Ailuj
 

Querida
Prazer em publicar seu texto
Beijos

Ailuj · Niterói, RJ 27/7/2008 23:27
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Valéria Geremia
 

Falcão, bom ver você aqui. Beijo!
W. Marques, obrigada pela visita.
Branca... beijos!
Doroni... nossa, você falou algo lindo...
"Se constrói destruindo". E, sim, dói...
Julia, prazer em vê-la aqui
:)
Grande abraço a todos.

Valéria Geremia · Fortaleza, CE 28/7/2008 01:38
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alcanu
 

Tenha certeza, Valéria que essa equação construens/destruens é vital para o nosso equilíbrio e para o equilíbrio do Universo !
Tudo o que acontece com a terra, acontecerá com o filho da terra !
( foi o chefe sioux Touro Sentado que proferiu essa frase ! )
às vezes um tempero exótico e doído nos faz perder a fé na raça humana, bobagem, o que cê perde aqui, ganha lá, com juros e correção monetária, lembre-se que: as migalhas de pão que escapam do bico do pássaro que voa, são as mesmas que farão falta a outro pássaro desavisado !
Um beijo !

alcanu · São Paulo, SP 30/7/2008 10:08
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Eduardo Butakka
 

Magnifíco... Nossa... Perfeito...

Quantas pedras mais? Chega um ponto no caminho que estamos longe o bastante pra voltar, porém perdidos o suficiente pra contiuar. Quantas rosas brancas em vão...

"Mas quem ordenou que as rosas brancas
Fossem pintadas de vermelho
Consegue - ele próprio -
Acreditar nessa forjada rubreidez?"

Eduardo Butakka · Cuiabá, MT 12/8/2008 17:39
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Samuel Luciano Assunção
 

"Em quantas pedras ferir-se
Para abandonar o caminho?"

valéria...que lindos poemas são os seus...
um beijo

Samuel Luciano Assunção · Angra dos Reis, RJ 20/8/2008 10:22
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