Calor frio
Nas costas penetra.
Calafrio
Invade a alma
Do ser espreitado.
Corrimão para a fuga
Descida
Ao poço
Do ser perseguido.
Cambaleios,
Rimas frenéticas,
Dedos como pernas,
A fugir
Do que aquece pelo esteio vertebral,
O interior encalacrado.
Pavor
Temor
Horror
E paz
Ao se mirar
O que virá!
Encontram-se,
Dá-se o natural
Ocorre-se o fatal
E vem a calma.
Tranqüila morte
Nas asas de um anjo.
Cristiano Melo, 12 de Fevereiro de 2008.
Oi meu camarada. Que coisa não?
Morrer é também Nascer. Assim é a dinâmica da Vida! Sucessos. jbconrado
Cristiano,
Quando o corpo baqueia a mente divaga por vias deprês, mas não menos belas quando se trás sangue poeta aquece a vida, mesmo estando se sentindo em frio contato com a morte.
Muito bom, convalescênças meu camarada, enquanto vai oferecendo seu corpo como anfitrião pra Senhora Virose, deixa a mente viajar que a gente aqui do outro lado só tem a ganhar.
Um abração.
Caro JB, morte gera nascimento. Sempre tento trazer algo nesse sentido... Muito obrigado pela visita e comentário. abração.
Cristiano Melo · Brasília, DF 9/6/2008 14:21
Caro amigo Brão(olha aí Blue, o apelido que vai pegar...risos),
Concordo que quando estamos em passeio pelos lados "escuros" ou "profundos", podemos assumir nunces de deprê, mas como bem falou nosso amigo JB, faz parte do processo da vida morte/renascimento, dor/alívio, noite/dia, dois lados da mesma moeda. Pois é, meu corpo está tomado pelo vírus da gripe e não é dengo, é gripe mesmo...rs.
abração...
caríssimo Cristiano eu quero morrer assim... morte de poeta, transformação rimada! rsss belo poema. parabéns!
abração
acácio.
Então Cris, vendo por esse lado, o da tranquilidade, a morte parece tão simples, tão serena...
Eu particularmente, penso que morrer é como dormir. Para alguns pode até haver solavancos, depende do estado emocional, psicológico, físico ou mesmo do momento em que tal fato aconteça.
Fico na torcida que para todos nós seja apenas um breve cochilo, revigorador! Quem sabe até, nas asas de um 'anjo'...
beijos
Acácio, Cácio,
cuidado com o que você deseja....rs
Muito obrigado meu amigo. Sempre bom vê-lo por aqui.
abços.
Branca, que lindo comentário...Obrigado.
Acho que, tenho que achar pois não tenho certeza...rs, a morte é diferente para cada um...Como você é mais tranquila, será mais serena mesmo, mas não esqueça da transformação que pode vir e você virar uma linda borboleta e ser devorada por uma águia...risos. Brincadeira, viajar é bom!!!
bjos
É... Você é tranqüilo até quando fala na morte... deve ser bom morrer assim desse seu jeito assim...tão suave, tendo a alma levada pelas asas de um doce anjo, como o cair das folhas num fim de tarde de outono... Penso muito pouco na "minha hora" por que acho que assim a vida pode me brindar me devolvendo o tempo que perdi. E vou vivendo, acreditando nisso, quem sabe...
Beijinhos antitérmicos
Cherry, e eu ia lhe escrever para mostrar que posso não ser doce...Nem adiantou falar da morte né?
Bem, um dia escrevo algo mais-menos-doce...
Seu comentário sobre a morte é um jeito peculiar de tratar dela...Um paradoxo...bem Cherry...rs
Muito obrigado pelo bjinho térmico, assim me sinto mais agasalhado e já fico melhor.
Obrigado querida
bjos.
Quem me dera morrer assim, apagar-me suavemente nas asas de um anjo.
Beijo.
Sônia, muito obrigado pela presença, prometo que o próximo será um cantico à vida....rs
bjos
: )
Perfeito,Cris-Cris!!!
Poema leve,apesar de tratar de um tema tão denso para muitos...
Me identifiquei com essa sua forma tranquila de ver a morte...não tenho medo...penso nela de forma natural ...como um processo...um sono profundo...e de repente um despertar mais aguçado do espírito...E como td é eterno continnum..a roda da vida...a morte é sempre um recomeço...o tempo não para...e o espírito é sempre alado...sempre....
Lindo...lindo...e lindo...
Parabéns,Cris-Cris....e melhoras viu?
Besitos bluencapsulados de vitamina c...rsrsrsrs
Blue
Amigo Cris tenho deixado meus votos e leituras aos textos com o devido merecimento, apesar da minha falta em comentar, ás vezes gosto de observar em silêncio, é o meu jeito, não estranhe quando faltar por aqui, mas estou presente através da alma, sentindo tua essência e colhendo o néctar das tuas inspirações... bjuss
Regilene Rodrigues · Goiânia, GO 10/6/2008 08:15
Cristiano
Como a morte.
espero a saida.
Um abraço
EG
Blue-Blue,
Puxa, que bom saber que agora tenho à minha disposição cápsulas de vitamina-C-pura-Blue...Assim eu já melhorei. Nem dor no olho sinto mais... Quem está aí?...rs
Penso que a morte é uma passagem, um outro lado de uma mesma moeda, uma transformação e, em vida, experimentamos diversas "mortes", sempre para o novo, para a transformação...
Fico feliz que tenha gostado
Beijos-atchim-desculpe-cof-cof-sorry-bye
Regi, não tenho dúvidas quanto a isto, viu?
Sei de seu carinho e incentivo, que é mútuo, e deveríamos tomar café qualquer dia desses em Gym ou em Bsb...Nesse friozinho.
Bjos minha amiga.
Eg...putz...
um EniGma aqui...
Sempre com EniGmas...
Mas..
Não espere,
Espere
A saída
Saiu
Certo?
Errado?
Argh...
Obrigado meu caro
abços
Cris, voce é fantástico!!! esse poema é transcedental....
gostaria de saber escrever como voce!
Aplausos ...receba depois os meus votos com louvor!!!
beijos
Celina, minha querida, assim fico encabulado...
Olha, não sei letrado nada, só rabisco meus sentimentos...
Muito obrigado pelo carinho e incentivo...
bjos mil.
A morte nada é mais que uma mudança de plano,ela nos asusta porque muitos não têm a certeza absoluta do que tem do outro lado mas eu como espírita tenho essa certeza e e não tenho medo do desencarne,sei que voltarei ainda muitas vezes porque ainda não consegui a evoluçao plena
Um beijo e um xêro
Ju-Ju...Risos
Voltaremos muito ainda...rs2
Mas bem que poderíamos parar né?!
às vezes sinto-me cansado...rs3
bjos.
Pelo menos queremos todos, já que é inevitável, que seja tranqüila.
Marcos Pontes · Eunápolis, BA 10/6/2008 20:42
Gostei do tema!
Morte... tão temida, tão incompreendida... Porém inevitável,
que venha tranquila como disse meu boss ai em cima :)
abraços
A vida leve nem me preocupa. Mas a morte breve é querida.
david.ang · Santa Cruz do Sul, RS 10/6/2008 22:45
Tita, obrigado,
Que seja tranquila mesmo para todos os que aventuram...
David, que seja então breve-leve-querida...
Cristiano Melo · Brasília, DF 10/6/2008 23:37
Quando vc a vê e nem imaginas como vai sair dessa, meu caro Cristiano....eu já nasci de novo, sou um milagre graças a Deus...
Mas morrer poetando, que seja declamando os ultimos versos à pessoa amada...que seja amor...
Cintia, digamos que eu te entendo, também já a vi de muito perto, que seja com afeto-e-amor..
Cristiano Melo · Brasília, DF 11/6/2008 01:07
Votando com xeros,com beijos e desejo de sucesso e bom dia!
Ailuj · Niterói, RJ 11/6/2008 11:26
Ah ..E como diria Alcanu,prefiro a foto ''com sorrisinho de quem noa quer nada''rsrs
Ailuj · Niterói, RJ 11/6/2008 11:27
Cherry e Ju, obrigado.
bjo
Ju, gosto de mudar, mas obrigado, é que perdi quase todas as fotos e outras infomrções com o meu PC que morreu(pifou), as máquinas também morrem...
Morrer é tão simples meu menino.Diícil é viver.
Meu voto e meu carinho.
E no meio desta vida
a gente vive resvalando na morte.
Parabéns.
Um abraço
EG
Valeu EG,
isso mesmo, agora só falta os seus versos sobre "morte" entrar em votação para encerrar a trilogia...
abços
Gosto de escrever sobre a morte, tenho outros poemas sobre o assunto. (kkkkkkk nossa, ficou meio sinistro isso né?)
"tranquila morte nas asas de um anjo" é assim que eu quero a minha :D
Debora,
Ficou engraçado e lúgubre nós três escrevermos sobre a morte no mesmo período, ainda mais na semana do dia dos namorados...rs
Obrigado.
bjo
Cris.. muito interessante seu poema... negação e aceitação acabam caminhando juntos... Gostei!!!
Pavor
terror
horror
e paz
ao se mirar
o que vira!...
"Tranquila morte
nas asas de um anjo." ( Divino)
Meus votos e parabéns!!!!
Doroni,
Muito me alegra seu comentário.
Obrigado
bjo
Eu não sei como seja, como venha a ser. Mas imagino que estas colocações sejam boa reflexão. E acho que é por ai mesmo
abraço
andre.
Caro André,
obrigado pela presença e comentário.
abço
Sempre dificil atravessar portais rumo ao desconhecido... Mas teu poema alenta...
Lindo, Cristiano.
beijo
Votadíssimo Cris-Cris...uma linda tarde e carpe diem,meu lindo....
beijinhos descongelados...em azul....rssssssssss
Blue-Blue
Blue-Blue,
Obrigado pelo carpe diem
Bjos amarelinhos do seco cerrado.
oi cristiano...muito bom...
que assim seja...
um abraço.
samuel
Que assim seja...rs
Obrigado Samuel
abços.
Cristiano...então somos companheiros nesta viagem de regresso a este insano campo terra, mas que o vejo de maneira e cor diferentes da primeira...como o antes e o depois...o antes er a inteiro, era tudo que eu tinha e queria, hoje quero, mas não tenho, mas caminho e vivo cada momento, mais do que ontem...se eu soubesse viveria melhor no antes...
Ih! Devaneios, rsrsrsrs...nem tanto, acho que é mais desabafo, rs
Cara cintia, entendo mais ainda agora, depois de seu desbafo. O que ocorre é que temos de viver mesmo o presente, não importa como faremos isso, mas é imprescindível para deixar as cicatrizes surgirem. Bem, existem coisas que fazemos, como colocar a mão no fogo e sabemos, pela dor, que não devemos mais fazer, o tal do prazer e dor, é pertinente nesse processo...Bem, agora fui eu que viajei...
rs
: )
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